Após planejarem uma volta pontual aos palcos, a dupla inicia um novo capítulo da carreira, e o que era para ser “Pra Matar Saudade” se torna a turnê “Cancela O Nosso Adeus”
O que seria apenas uma turnê comemorativa em 2026 ganhou novos rumos. Kleo Dibah & Rafael, uma das duplas mais respeitadas da geração do sertanejo universitário, estão oficialmente de volta ao mercado de forma definitiva. E o retorno acontece pelas mãos de Zé Neto & Cristiano, que passam a atuar também como empresários dos artistas à frente da ZNEC Produções.
A proposta inicial previa um retorno pontual para celebrar a trajetória da dupla, que marcou os anos 2010 com sucessos como “Se Eu Me Entregar”, “Sinceramente”, “Cicatrizes” e “Podia Ser Nós Dois”. Após conversas e identificação com o projeto, Zé Neto & Cristiano decidiram investir no potencial artístico de Kleo e Rafael, propondo uma retomada permanente da carreira, e agora o que era “Pra Matar Saudade” se torna o “Cancela O Nosso Adeus”, nome da próxima turnê da dupla.
Ao longo dos anos, Kleo Dibah & Rafael construíram uma história de respeito dentro do sertanejo. Além do repertório que conquistou fãs por todo o Brasil, a dupla acumulou parcerias com os maiores nomes da música sertaneja, entre eles: Henrique & Juliano, Gusttavo Lima, Marília Mendonça, Maiara & Maraisa e a própria dupla Zé Neto & Cristiano. Musicalmente, sempre foram reconhecidos e elogiados pelos colegas de profissão pela qualidade vocal, interpretação e grandes composições.
“Quando ouvimos que Kleo e Rafael iam voltar só para uma turnê, logo procuramos os meninos para conversar e entender que história era essa. O mercado pedia a volta deles por definitivo e a gente acredita desde sempre no potencial da dupla, inclusive já trabalhamos juntos no passado. A proposta foi única e clara, estávamos prontos para ajudar, mas desde que cancelassem esse adeus”, comentam Zé Neto & Cristiano.
Mesmo separados, a conexão do público com o repertório permaneceu viva. Após o primeiro anúncio da volta, Kleo Dibah & Rafael já alcança mais de 2 milhões de ouvintes mensais só no Spotify, comprovando que suas músicas continuam atravessando o tempo e chegando a novas gerações.
Mais do que um reencontro nostálgico, “Cancela O Nosso Adeus” representa o resgate de uma das duplas mais talentosas da geração, agora impulsionada pela experiência empresarial de dois dos maiores nomes do sertanejo atual, Zé Neto & Cristiano.
Projeto que uniu, em Goiânia, Maiara & Maraisa, Naiara Azevedo e Fred & Fabrício, chega completo nas principais plataformas de áudio nesta quinta (28)
O sertanejo escreve mais um capítulo marcante de sua história com o lançamento do álbum completo do projeto “Sertanejo Série A”, que reuniu grandes vozes do gênero em um encontro repleto de emoção, amizade, nostalgia e verdade. Unindo Maiara & Maraisa, Naiara Azevedo e Fred & Fabrício, o audiovisual chega nas principais plataformas de áudio nesta quinta (28) e no YouTube na sexta (29) para celebrar a essência da música sertaneja em sua forma mais pura — dos modões eternos à sofrência que atravessa gerações, das histórias cantadas nos bares às canções que fazem parte da vivência do público. Ouça aqui: https://skuta.site/sertanejoseriea.
Gravado em Goiânia, cidade reconhecida como berço da música sertaneja, o projeto traduz a atmosfera de uma verdadeira resenha entre amigos, carregada de emoção genuína e paixão compartilhada pelo sertanejo. Mais do que uma gravação, o SSA representa a conexão entre artistas que vivem o gênero musical intensamente, respeitando suas raízes enquanto constroem novos caminhos para o futuro da música.
O repertório do projeto mistura clássicos inesquecíveis, modões apaixonados e músicas que atravessaram gerações, criando uma experiência repleta de memória afetiva para os fãs. Entre as faixas presentes estão: “Já Não Sei Mais Nada / Juras de Amor”, “Lágrimas e Chuva / Sonho de Amor”, “Hoje a Noite / Me Usa”, “Quando Um Grande Amor Se Faz”, “Consequências”, “Pecado de Amor / Pare”, “Por Toda a Vida / Só Falta Você”, “Pra Não Pensar em Você / Alguém”, “Chorando Se Foi / Me Dá Seu Coração”, “Por Que Brigamos / Tô Por Aí”, “Rumo a Goiânia / Trevo de Itumbiara”, “Lado Esquerdo / É Disso Que o Velho Gosta” e “Morango do Nordeste / Você”.
No lançamento do Vol. 1 do projeto, a releitura de “Já Não Sei Mais Nada”, chegou como uma das grandes apostas dessa união musical, antecipando tudo o que o público pode esperar do álbum completo: interpretações intensas e um repertório que reforça a força eterna da música sertaneja. Quando grandes nomes se encontram em volta da mesma paixão, o resultado é inevitável: história sendo escrita ao vivo.
“As músicas desse projeto lindo fazem parte da nossa história e da vida de muita gente. Gravar com nossos amigos foi emocionante porque conseguimos reviver grandes clássicos ao lado de pessoas que admiramos demais. É aquele sertanejo que toca o coração, que traz memória afetiva e faz todo mundo cantar junto”, comenta a dupla Maiara & Maraisa.
Vale ressaltar que uma nova gravação em Araguaína (TO), que ocorreu no dia 26 de maio, já tem movimentado as redes sociais com mais um repertório que promete emocionar os verdadeiros amantes do sertanejo.
Embalados pelo sucesso de “O Country Vive”, projeto que já acumula quase 110 milhões de streams nas plataformas digitais, Fiduma & Jeca dão continuidade aos lançamentos do audiovisual com a inédita “Sol do Japão”. A faixa chega às plataformas de áudio e ao YouTube nesta quinta, 11 de junho, às 21h, trazendo uma atmosfera romântica e leve.
Composição dos próprios artistas Fiduma e Jeca em parceria com Marco Antonio, “Sol do Japão” retrata o convite para uma noite especial a dois, longe da correria do dia a dia. A letra transforma momentos simples em grandes memórias: observar as estrelas na carroceria de uma caminhonete, dividir uma jaqueta durante a madrugada fria, tocar violão e aproveitar a companhia um do outro até o amanhecer. O refrão ganha ainda mais força com o verso que dá nome à canção: “Até o sol voltar do Japão”, uma forma poética de dizer que a noite parece não ter hora para acabar.
“A gente está vivendo uma fase muito especial com o ‘O Country Vive’. Ver o projeto chegando perto de 110 milhões de streams mostra que o público abraçou essa ideia desde o primeiro lançamento. Cada música que chega às plataformas tem uma importância enorme para nós, porque representa um trabalho que foi pensado com muito carinho e dedicação. Estamos muito felizes com tudo o que vem acontecendo e ansiosos para ver a galera recebendo ‘Sol do Japão’”, comenta Fiduma.
Jeca completa: “Esse projeto superou todas as nossas expectativas. Desde a gravação até os lançamentos, tudo aconteceu de uma forma muito especial e a resposta do público tem sido incrível. ‘Sol do Japão’ chega para somar a esse repertório que está marcando nossa carreira e acreditamos que ela tem tudo para conquistar o coração da galera”
Gravado no Recinto de Exposições de São José do Rio Preto (SP), diante de mais de 3 mil pessoas, o projeto “O Country Vive” vem consolidando uma nova fase na trajetória da dupla. O audiovisual reúne 12 faixas inéditas e participações especiais de Fernando & Sorocaba, Léo & Raphael e Rionegro & Solimões, traduzindo a essência do universo country brasileiro em uma superprodução inspirada nas fazendas texanas, com tecnologia de ponta e uma experiência visual imersiva.
A entrada em vigor do novo texto da NR-1, em 26 de maio de 2026, colocou a saúde mental de vez no centro da gestão empresarial. A mudança obriga empresas a identificar, avaliar e controlar riscos psicossociais relacionados ao trabalho, e o descumprimento pode resultar em autuações, multas administrativas e repercussões em eventual responsabilização judicial, segundo o Tribunal Superior do Trabalho.
Para muitas empresas, a primeira dor é jurídica e financeira. Isso porque situações como assédio moral, pressão excessiva, sobrecarga, jornadas desorganizadas e ambientes de trabalho emocionalmente adoecedores deixaram de ser apenas um problema de clima e passaram a entrar com ainda mais peso na lógica de prevenção, fiscalização e responsabilidade do empregador.
Mas existe uma segunda dor, muitas vezes mais silenciosa do que a multa: o presenteísmo. O colaborador está no posto, participa da rotina e aparentemente não faltou, mas já opera com queda de foco, baixa energia, mais erros, menos clareza e menor capacidade de entrega. Estudos e análises sobre o tema mostram que o presenteísmo afeta produtividade e desempenho, além de estar ligado ao desgaste da saúde mental no trabalho.
É justamente aí que muitas empresas perdem dinheiro sem perceber. O custo não aparece apenas em processo trabalhista ou afastamento formal; ele também surge no resultado travado, na equipe lenta, na liderança despreparada, no retrabalho, no conflito recorrente e na cultura que vai se desgastando por dentro. Em outras palavras, a empresa continua funcionando, mas já não performa como poderia.
A nova fase da NR-1 exige uma mudança de mentalidade. Não basta tratar saúde mental como benefício, campanha pontual ou acolhimento depois da crise. A lógica agora é preventiva: reconhecer fatores de risco, enxergar seus efeitos no comportamento e implementar ações capazes de reorganizar o ambiente antes que o dano se consolide.
É nesse ponto que a fala de Gustavo Hohendorff, conhecido como O Reprogramador, ganha força dentro da discussão. “O caos já está implantado. O ponto não é fingir que ele não existe, mas aprender a ser paz dentro dele — e é exatamente isso que O Reprogramador ensina.” Essa leitura conecta diretamente o cenário atual das empresas à necessidade de desenvolver postura, clareza emocional e comportamento saudável dentro da pressão cotidiana.
Nesse cenário, surge uma pergunta inevitável: qual é a rota de solução para empresas que querem proteger pessoas, resultado e reputação ao mesmo tempo? O caminho passa por alguns pilares claros: mapear riscos psicossociais, revisar cultura e práticas de liderança, treinar gestores para ambientes de alta pressão e desenvolver comportamento sustentável dentro das equipes.
É aí que o treinamento comportamental deixa de ser discurso e passa a ter valor prático. Mais do que informar o que a norma exige, ele ajuda a empresa a enfrentar a raiz do problema — a forma como se pensa, se reage, se cobra, se comunica e se lidera dentro da rotina corporativa. Quando isso não é corrigido, o ambiente adoece, o presenteísmo cresce e o risco jurídico deixa de ser hipótese para virar consequência.
Dentro dessa conversa, o nome de Gustavo Hohendorff passa a fazer sentido como parte da solução. Seu trabalho se conecta justamente a comportamento, liderança, pressão, clareza mental e performance em ambientes que precisam reorganizar postura e cultura.
Uma das respostas apresentadas dentro dessa linha é a Reprogramação Comportamental Positiva, metodologia que propõe revisar padrões de pensamento, sentimento e ação para construir equipes menos reativas, lideranças mais conscientes e ambientes mais consistentes emocionalmente. Em vez de atuar apenas no sintoma, a proposta trabalha a estrutura do comportamento que influencia clima, produtividade e capacidade de sustentar resultado sob pressão.
No fim das contas, a nova NR-1 amplia o debate sobre saúde mental, mas também força o mercado a encarar uma verdade incômoda: empresas que ignoram comportamento, cultura e desgaste emocional pagam por isso de algum jeito — seja em multa, processo, presenteísmo ou perda de performance. Para quem entendeu o momento, a solução não é apenas cumprir uma exigência, mas construir um ambiente forte o suficiente para prevenir adoecimento e sustentar resultado ao mesmo tempo.
Novo livro de Marcos Pelozato revela os sinais que muitas empresas ignoram antes de entrar em crise e como a recuperação judicial pode preservar negócios viáveis
A recuperação judicial deixou de ser um assunto associado apenas a empresas em colapso para ocupar espaço cada vez maior nas discussões sobre estratégia, gestão de risco e sobrevivência empresarial. Em um momento em que o número de companhias em reorganização financeira alcança patamares recordes no Brasil, cresce também o interesse por conteúdos capazes de explicar como as crises corporativas se formam e quais caminhos podem evitar que dificuldades temporárias se transformem em falências.
É justamente a partir dessa realidade que o advogado, contador e empresário Marcos Pelozato, especialista em reestruturação empresarial, lança o livro “A Estratégia: Recuperação Judicial“. O lançamento oficial da obra acontece no dia 11 de junho, às 19h, na Livraria da Travessa (Shopping Iguatemi Alphaville), em um evento com sessão de autógrafos e coquetel para empresários e profissionais do setor. O livro reúne as experiências de Pelozato ao longo de 14 anos de atuação e propõe uma análise prática sobre os sinais que antecedem as crises financeiras, os erros mais comuns na gestão de empresas em dificuldade e as alternativas para preservar os negócios.
Reconhecida como uma das primeiras obras do mercado nacional a abordar a recuperação judicial sob uma perspectiva estratégica voltada ao empreendedor, a publicação busca ampliar a compreensão sobre um tema que tradicionalmente esteve restrito ao universo jurídico. Ao longo dos capítulos, Marcos Pelozato compartilha experiências acumuladas em processos de reestruturação empresarial, abordando desde os primeiros sinais de deterioração financeira até estratégias de negociação, reorganização operacional e preservação dos negócios.
Para Marcos Pelozato, a principal mensagem do livro está na importância da prevenção e da capacidade de agir antes que a crise se torne incontrolável.
“Empresas raramente quebram de forma repentina. Na maioria das vezes, o colapso é precedido por sinais ignorados e demora na tomada de decisões. Quanto antes esses fatores forem identificados, maiores serão as chances de preservar o negócio”, afirma.
Publicado pela Editora Way Unity, especializada em protocolos educacionais, obras técnicas e publicações de profissionais de destaque em seus segmentos de atuação, o livro chega ao mercado em um momento de crescente interesse por temas ligados à reestruturação empresarial, governança corporativa e gestão de crise.
O evento é aberto ao público, mas as vagas são limitadas. Os interessados devem confirmar presença previamente pelo link disponibilizado pela organização.
Evento
Lançamento do livro: A Estratégia : Recuperação Judicial
Data: 11 de junho de 2026
Horário: 19h
Local: Livraria da Travessa – Shopping Iguatemi Alphaville
A atualização da norma redefine o gerenciamento de riscos e exige que gestores antecipem passivos trabalhistas por meio de uma governança mais robusta e estratégica
Empresários brasileiros começam a rever contratos, políticas internas e rotinas de gestão diante das atualizações da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que trata das diretrizes gerais de segurança e saúde no trabalho. As mudanças ampliam a exigência de gestão preventiva de riscos ocupacionais e aumentam a responsabilidade jurídica das empresas em relação à saúde física e mental dos trabalhadores, tema que tem recebido atenção crescente do Judiciário e dos órgãos de fiscalização
Marcus Marques, especialista em gestão de pequenas e médias empresas e fundador do Grupo Acelerador, afirma que a mudança regulatória exige uma postura mais estratégica dos gestores. “Com as mudanças da NR-1, a responsabilidade jurídica das empresas deixa de ser apenas reativa e passa a exigir gestão preventiva. O empresário precisa se antecipar, porque o risco não está apenas na operação, mas também na forma como a empresa documenta e gerencia suas relações de trabalho”, diz.
O novo modelo de gerenciamento de riscos
A NR-1 estabelece as disposições gerais de segurança e saúde no trabalho e determina que empresas adotem um modelo estruturado de gerenciamento de riscos ocupacionais. A norma consolidou o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), que exige identificação de perigos, avaliação de impactos e implementação de medidas preventivas documentadas. Na prática, isso amplia o dever das organizações de monitorar não apenas riscos físicos presentes no ambiente laboral, mas também fatores organizacionais que possam afetar a saúde e a segurança dos trabalhadores.
Dados do Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho, iniciativa do Ministério Público do Trabalho em parceria com a Organização Internacional do Trabalho, mostram que o Brasil registrou mais de 612 mil acidentes de trabalho em 2023, ano base das estatísticas oficiais mais recentes. O volume de ocorrências mantém a pressão por políticas de prevenção e gestão mais estruturada dentro das empresas.
A linha de defesa contra o passivo trabalhista
O avanço da judicialização das relações de trabalho também contribui para o alerta. Levantamento do Conselho Nacional de Justiça aponta que a Justiça do Trabalho recebe milhões de novos processos todos os anos, o que mantém o tema da responsabilidade empresarial no centro das discussões jurídicas.
Para Marques, parte desse contencioso nasce da falta de prevenção e de formalização adequada das relações dentro das empresas. “Muitos empresários ainda tratam contratos, políticas internas e normas de segurança como burocracia. Na prática, esses documentos são a linha de defesa jurídica da empresa. Quando a estrutura é frágil, o risco de passivo trabalhista aumenta”, afirma.
O especialista explica que as mudanças trazidas pela NR-1 exigem três movimentos principais dentro das empresas: compreender o que muda na legislação, adaptar processos internos e adotar práticas que reduzam contingências jurídicas.
Adaptação e governança na prática
Entre as principais mudanças está a exigência de gestão estruturada de riscos ocupacionais, com registros formais e monitoramento contínuo. Isso significa que empresas precisam mapear riscos, definir responsáveis, estabelecer protocolos de prevenção e manter documentação atualizada.
A adaptação passa pela revisão de contratos de trabalho, políticas internas, programas de saúde ocupacional e fluxos de gestão de pessoas. Segundo Marques, muitas empresas ainda operam com documentos genéricos ou desatualizados, o que aumenta a vulnerabilidade jurídica em caso de fiscalização ou litígio. “A empresa precisa alinhar contrato, cultura e rotina operacional. Quando a norma existe apenas no papel, o risco jurídico permanece”, afirma.
O papel das lideranças e a sustentabilidade do negócio
Ele também destaca que práticas simples de governança ajudam a reduzir contingências trabalhistas. Entre elas estão o registro adequado de jornadas e atividades, a formalização de responsabilidades internas, a implementação efetiva do Programa de Gerenciamento de Riscos e o acompanhamento periódico das condições de trabalho.
Outro ponto relevante é a capacitação das lideranças. “Grande parte dos conflitos trabalhistas nasce na gestão direta das equipes. Quando líderes entendem suas responsabilidades legais e operacionais, a empresa reduz significativamente a exposição a passivos”, diz.
Na visão de Marques, pequenas e médias empresas precisam abandonar a visão de que compliance e estrutura jurídica são preocupações exclusivas de grandes corporações. “Empresas que crescem sem estrutura acumulam risco. Governança, contratos bem definidos e gestão preventiva são fatores que protegem o negócio e garantem sustentabilidade no longo prazo.”
A tendência é que o ambiente regulatório continue exigindo maior profissionalização da gestão empresarial. Normas relacionadas à saúde ocupacional, segurança do trabalho e bem-estar organizacional devem ganhar ainda mais relevância nos próximos anos, acompanhando a ampliação da fiscalização e da judicialização das relações de trabalho.
Nova associação reúne lideranças do setor em São Paulo para discutir os rumos de uma indústria que movimenta bilhões e ganha peso nas discussões sobre economia digital
A rápida expansão da inteligência artificial, o avanço das discussões sobre regulamentação das plataformas digitais e o aumento da pressão por mais transparência nas relações de consumo estão redesenhando as regras de um dos segmentos mais dinâmicos da economia digital brasileira: o mercado de infoprodutos.
Diante deste cenário, nasce a Associação Brasileira de Infoprodutores (ABIP), primeira entidade criada para representar institucionalmente produtores de conteúdo, especialistas, educadores digitais e empresas que atuam na chamada economia do conhecimento. O início das atividades da associação será marcado por um encontro reservado entre lideranças do setor no próximo dia 11 de junho, em São Paulo, para discutir os principais desafios que devem impactar os negócios digitais nos próximos anos.
Presidida pela advogada Fernanda Marinela, referência nacional em Direito Administrativo e regulação, a entidade surge em um momento em que governos, empresas e plataformas buscam respostas para temas como inteligência artificial, responsabilidade digital, proteção ao consumidor, tributação e segurança jurídica.
Segundo Fernanda, a velocidade das transformações tecnológicas tornou inevitável a necessidade de uma representação institucional capaz de acompanhar as mudanças regulatórias que afetam diretamente empresas e profissionais da economia digital.
“Estamos falando de um setor que gera negócios, empregos, capacitação profissional e movimenta uma parcela crescente da economia digital. As discussões sobre regulação, inteligência artificial e relações de consumo terão impacto direto sobre milhões de empreendedores e consumidores nos próximos anos. A ABIP nasce para participar desse debate de forma técnica e construtiva”, afirma.
O encontro promovido pela associação reunirá empresários, especialistas e representantes do ecossistema digital para discutir o futuro do mercado brasileiro de conhecimento online, em um momento em que o setor busca consolidar sua maturidade institucional e ampliar sua participação nas discussões econômicas e regulatórias do país.
O conhecimento virou ativo econômico
A transformação digital permitiu que especialistas, professores, consultores e empreendedores escalassem conhecimento por meio de cursos online, mentorias, comunidades, assinaturas e programas de capacitação. O movimento criou uma nova categoria econômica baseada na comercialização de conhecimento e acelerou a profissionalização do setor.
Ao mesmo tempo, o crescimento do mercado trouxe desafios relacionados à proteção de dados, propriedade intelectual, responsabilidade civil, publicidade digital e segurança jurídica, temas que passaram a ocupar espaço crescente nas agendas regulatórias do Brasil e do exterior.
Para Fernanda Marinela, o próximo ciclo de crescimento da economia digital dependerá da capacidade de equilibrar inovação, proteção ao consumidor e previsibilidade regulatória.
“Os setores que conseguem dialogar com a sociedade e com o poder público tendem a amadurecer de forma mais sustentável. A economia do conhecimento chegou a esse momento”, afirma.
Um setor que busca voz própria
Entre as prioridades da ABIP estão o acompanhamento de projetos de lei, a produção de estudos sobre a economia digital, a defesa de boas práticas de mercado e o fortalecimento da segurança jurídica para negócios digitais.
A expectativa da entidade é contribuir para que o mercado de infoprodutos participe de forma mais ativa das discussões que envolvem tecnologia, inovação, empreendedorismo e desenvolvimento econômico, consolidando sua posição como um dos segmentos mais relevantes da nova economia brasileira
Nova temporada do programa traz versões das faixas do disco cantadas por talentos da música brasileira; episódio de estreia também apresenta versão de “Medieval II” na voz de Mateus Fazendo Rock
O Projeto Replay inicia sua nova temporada mergulhando uma grande efeméride da música brasileira: os 40 anos de “Exagerado”, álbum que marcou o início da carreira solo de Cazuza. A estreia acontece nesta segunda-feira, 9 de junho, às 21h, no canal Bis e Globoplay. Em um momento de total sinergia com o mercado, coincide com a homenagem a Cazuza no Prêmio da Música Brasileira, nesta terça-feira (10), no Rio de Janeiro.
Com direção artística de Anna Butler e Pablo Marques, a nova temporada reúne Ludmilla, Mateus Fazeno Rock, Urias, Jadsa, Johnny Hooker, Catto, Maria Beraldo, Getúlio Abelha, Raquel e Thalin na nova temporada de 10 episódios, em que cada artista tem total liberdade criativa para reinventar as faixas em um álbum completo que chega às plataformas digitais junto à estreia na TV. Seguindo o sucesso da primeira temporada, em que o vinil de Acabou Chorare tornou-se raridade, sendo comercializado por até R$1.200,00 em marketplaces, o novo projeto ganhará uma edição limitada em vinil este ano.
Um dos nomes mais importantes da música no país, Ludmilla, é quem assume a faixa-título no primeiro episódio, apresentando uma versão bem diferente do rock original. A cantora imprimiu uma sonoridade Soul/Black music ao clássico: “O desafio foi achar esse meio termo entre continuar Exagerado e manter a conexão com a minha fase atual do R&B”, explica a cantora sobre o processo criativo. A faixa contou com a produção de Castilhol, um de seus grandes parceiros musicais.
A participação de Ludmilla atende a um pedido por “surpresas” da mãe de Cazuza, Lucinha Araújo, que acompanhou o projeto desde o início e queria nomes inesperados para homenagear o filho. “A Lucinha nos pediu apenas para ser surpreendida, já que o Cazuza recebe homenagens o tempo todo e é difícil fazer algo realmente diferente. Acho que conseguimos isso trazendo a Ludmilla, um nome inesperado para esse universo. O encontro das duas no estúdio foi uma surpresa total para ambas e o resultado foi emocionante. Musicalmente, a Ludmilla entregou uma versão completamente diferente de tudo que já fizeram do Cazuza até hoje”, avalia José Francisco Tapajós, idealizador e diretor-geral do Replay.
O encontro entre as duas, gravado em um estúdio no Rio de Janeiro, é um dos pontos altos do último episódio. O impacto foi tão positivo que Lucinha indicou Ludmilla para interpretar a versão do “Replay” na cerimônia do Prêmio da Música Brasileira, no dia 10 de maio, onde Cazuza será o grande homenageado. A artista também estampa a capa do álbum em uma pose que homenageia a foto original de Cazuza, mas com sua própria identidade.
“Vim sem expectativa nenhuma, não me contaram detalhes, e fiquei docemente surpreendida. Qualquer coisa do Cazuza me surpreende, mas desta vez foi demais, excedeu a expectativa”, diz Lucinha. “Conhecer pessoalmente a Lucinha, pra mim, foi muito importante. Sem a bênção dela, não teria projeto”, reconhece o diretor.
A nova geração em foco
Além de Lud, o primeiro episódio dá grande ênfase a Mateus FazenoRock. O cantor de Fortaleza, conhecido por sua performance visceral e poética, traz uma versão visceral de “Medieval II”. Para a direção do projeto, Mateus personifica o “espírito Cazuza” na nova geração, unindo a força interpretativa à estética contemporânea. A conexão do artista com Cazuza e a faixa escolhida começou na adolescência. “Tinha um programa de TV com performances ao vivo dos artistas daquela época, final dos anos 80, início dos anos 90 e com Cazuza cantando quatro ou cinco músicas de “Exagerado” e tem justamente um vídeo dele cantando “MedievaI II”. Com aquele sotaque carioca, aquela entonação meio de embriaguez. Foi lá que eu vi pela primeira vez. Como esse refrão ficou muito na minha cabeça, na hora eu já sabia que queria cantar essa [no programa].”
Tapajós reforça como a liberdade criativa amplia a qualidade do projeto também na nova temporada, que, além de revelar os processos artísticos, apresenta uma performance exclusiva dos artistas convidados em estúdio. “Cada convidado faz o que quer com a sua versão, o que permite que o disco percorra caminhos sonoros muito distintos. O processo de escolha das músicas é fluido: em alguns casos nós sugerimos o que achamos que combina, em outros o próprio artista pede uma faixa específica, como a Catto, que quis gravar ‘Codinome Beija-Flor’. Nós fazemos o convite e recebemos a versão sem saber exatamente o que vem, o que garante o frescor e a identidade única de cada faixa do projeto”.
Ao longo da temporada, o programa mescla novos artistas com nomes de sucesso como Urias, Catto e Johnny Hooker, a cada episódio. Urias, referência entre o público LGBTQIAPN+, interpreta uma nova versão de “Cúmplice” refletindo a fase mais madura de sua carreira. Enquanto Catto e Jonny cantam “CodinomeBeija-Flor”e“BaladadeumVagabundo”,respectivamente. Confira o line-up da temporada 2026 (ordem dos episódios):
1. Ludmilla – Exagerado (Estreia dia 09/05)
2. Mateus Fazeno Rock – Medieval II
3. Urias – Cúmplice
4. Jadsa – Mal Nenhum
5. Johnny Hooker – Balada de um Vagabundo
6. Catto – Codinome Beija-Flor
7. Maria Beraldo – Desastre Mental
8. Getúlio Abelha – Boa Vida
9. Raquel – Só as Mães São Felizes
10. Thalin – Rock da Descerebração
Sobre a Mescla Entretenimento
A Mescla é uma produtora audiovisual especializada em criar narrativas inovadoras e formatos originais para canais, marcas e plataformas de streaming. Entre os principais projetos da empresa estão o Bar Aberto, o primeiro reality show de coquetaria do país, atualmente em sua terceira temporada e assistido por mais de 30 milhões de pessoas, e uma parceria com a Pernod Ricard Brasil.
Com um núcleo dedicado a projetos musicais, a Mescla é idealizadora e produtora de projetos como Som na Sala (Globoplay), que leva artistas como Arnaldo Antunes e Samuel Rosa para um pocket show intimista, e Replay (Globoplay), que regrava os principais discos da música brasileira com novos talentos. Também produzimos a série documental Músicos de Rua (Globo) que selecionou três artistas para se apresentarem no Rock in Rio, em parceria com o Itaú e o documentário Back in Town, sobre o artista Nick Cave.
Entre nossas mais recentes produções no gênero documental estão os longas Com as próprias mãos, em parceria com o canal Curta!, lançado em 2023 e ganhador de diversos prêmios nacionais e internacionais, e a série documental Homens sem Lei (History Channel), elogiada por público e crítica. Atualmente, a produtora também desenvolve um documentário sobre a cantora, empresária e ativista Raquel Virginia.
Empresas passam a transformar relacionamento em estratégia para aumentar retenção, ampliar receita e reduzir a dependência de novos negócios
Durante anos, crescer foi sinônimo de investir mais em marketing e vendas, mas agora, empresas começam a descobrir que parte importante da expansão pode estar dentro da própria operação. A estruturação da jornada do cliente ganhou espaço nas estratégias de crescimento ao permitir que negócios aumentem retenção, reduzam desperdícios e ampliem receitas sem depender exclusivamente da aquisição de novos consumidores.
Para Robson Araújo, especialista em crescimento empresarial, CEO da SmartSolve e mentor do XYellow Club, empresas que desejam crescer de forma sustentável precisam olhar para além da geração de demanda. Segundo ele, a organização da jornada do cliente passou a ser uma das principais alavancas de expansão para negócios que buscam aumentar receita, fortalecer relacionamentos e ganhar previsibilidade sem elevar continuamente os custos de aquisição. A avaliação é resultado de sua atuação junto a pequenas e médias empresas que enfrentam desafios ligados à fidelização, recorrência e organização do crescimento.
“A maioria dos empresários ainda concentra esforços na entrada de novos clientes, mas existe um potencial enorme de crescimento dentro da própria base. Quando a jornada do cliente é estruturada, a empresa melhora a experiência de compra, aumenta a retenção e cria oportunidades de expansão sem depender exclusivamente de novos investimentos em aquisição”, afirma.
A discussão ganhou relevância à medida que o custo para conquistar consumidores se tornou uma preocupação crescente entre empresas de diferentes portes. Ao mesmo tempo, estudos da Bain & Company mostram que organizações com altos índices de lealdade e satisfação tendem a apresentar maior crescimento orgânico, aumento do valor gerado por cliente e melhor desempenho financeiro ao longo do tempo.
A jornada do cliente se torna uma nova alavanca de crescimento
Segundo Araújo, um dos erros mais comuns nas empresas é tratar marketing, vendas, atendimento e pós venda como áreas independentes. Na prática, essa falta de integração cria rupturas na experiência do consumidor e reduz o potencial de fidelização.
“Muitas empresas acreditam que o trabalho termina quando a venda acontece. Na realidade, é nesse momento que começa a fase mais importante da construção de relacionamento. Sem acompanhamento, sem processos claros e sem uma estratégia de experiência do cliente, o negócio perde oportunidades de renovação, novas compras e indicações”, explica.
O especialista observa que empresas com crescimento mais consistente costumam mapear toda a jornada de relacionamento, identificando pontos de contato, expectativas e necessidades ao longo da trajetória do cliente. Essa visão permite corrigir gargalos, reduzir retrabalho, melhorar a eficiência operacional e criar uma experiência mais fluida para o consumidor.
Por que as empresas mais eficientes estão investindo em relacionamento
O avanço das discussões sobre experiência do cliente tem aproximado áreas tradicionalmente separadas dentro das empresas. Questões como retenção, sucesso do cliente, atendimento consultivo e expansão da base passaram a ser analisadas em conjunto como fatores diretamente ligados ao faturamento.
Para o CEO da Smartsolve, a mudança reflete uma percepção cada vez mais presente entre empresários: resultados previsíveis dependem menos da busca contínua por novos clientes e mais da capacidade de gerar valor ao longo de todo o relacionamento com quem já compra da empresa.
“Negócios que dependem apenas da aquisição vivem sob pressão constante para gerar novas oportunidades. Já aqueles que desenvolvem uma estratégia sólida de relacionamento conseguem aumentar o tempo de permanência dos clientes, melhorar a taxa de recompra e transformar satisfação em crescimento sustentável. A jornada do cliente deixa de ser uma questão operacional e passa a fazer parte da estratégia empresarial”, afirma.
Além dos resultados financeiros, a estruturação da jornada do cliente também influencia a forma como a marca é percebida. Empresas que mantêm contato frequente, entregam valor após a venda e acompanham a evolução das necessidades do consumidor tendem a ocupar um espaço permanente na memória do cliente.
Araújo afirma que esse fator tem impacto direto sobre futuras decisões de compra. “Quando uma empresa constrói uma experiência positiva ao longo de toda a jornada, ela aumenta significativamente as chances de ser a primeira lembrança quando aquele cliente precisar novamente da solução que ela oferece. É assim que o relacionamento se transforma em crescimento previsível”, conclui.
Artista brasileiro apresenta show pensado para conectar os públicos português e brasileiro em uma noite única Fotos em alta AQUI
Pela primeira vez em Portugal, EME sobe ao palco do Estádio Municipal de Braga para um momento especial em sua carreira internacional. O artista será o responsável por abrir o show da dupla CALEMA neste sábado, 06 de junho, às 21h, levando ao público uma apresentação inédita, criada especialmente para celebrar o encontro entre as culturas portuguesa e brasileira.
Reconhecido por suas performances vibrantes e pela capacidade de transformar pistas em experiências memoráveis, o DJ e produtor musical preparou um set exclusivo para a ocasião. A apresentação foi cuidadosamente desenvolvida para dialogar com a diversidade do público presente, reunindo referências musicais que conectam Portugal e Brasil em uma mesma atmosfera de festa, emoção e celebração.
A estreia em território português representa um novo capítulo na trajetória do artista, que vem ampliando sua presença em eventos de grande porte e conquistando novos públicos por meio de sua identidade musical autêntica e contemporânea.
“Estar em Portugal pela primeira vez já é algo muito especial. E ter a oportunidade de abrir um show do Calema, em um estádio tão emblemático, torna esse momento ainda mais marcante. Preparei um set pensado com muito carinho para o público português e brasileiro, criando uma conexão por meio da música”, destaca EME.
A expectativa é de uma noite histórica em Braga, reunindo diversas pessoas em um espetáculo que promete grandes emoções desde os primeiros acordes. Antes da entrada do Calema, EME DJ dará o tom da celebração com uma performance exclusiva, cheia de energia e surpresas.
Os ingressos para o evento estão disponíveis pelo aplicativo BOL – Bilheteira Online.