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Ratanabá: Urandir Fernandes de Oliveira e Dakila Pesquisas mapeiam com LiDAR

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Mapeamento a laser, trabalho de campo e a Medalha Exército Brasileiro dão novo fôlego às pesquisas lideradas por Urandir Fernandes de Oliveira

Em 2026, os estudos sobre Ratanabá avançaram e reacenderam o debate sobre o passado remoto da floresta amazônica. À frente da iniciativa está Urandir Fernandes de Oliveira, pesquisador que fundou e preside Dakila Pesquisas, grupo que combina expedições, exames do subsolo e ferramentas tecnológicas para estudar o território.

LiDAR: a tecnologia que revela o relevo sob a mata amazônica

Sigla de Light Detection and Ranging, o LiDAR dispara pulsos de laser para calcular distâncias e gerar representações tridimensionais do solo. Mesmo sob vegetação fechada, o método destaca formas do relevo que o olhar humano não alcança.

Nas investigações sobre Ratanabá, as informações captadas servem para examinar linhas, padrões geométricos e outros traços do terreno. O grupo já recorria ao recurso em levantamentos amazônicos feitos em 2022.


Com aeronaves e sensores, é possível montar modelos digitais da paisagem sem depender apenas de caminhadas pelo terreno e, assim, escolher as áreas que merecem vistoria técnica. Essa mudança de método amplia o alcance dos estudos em regiões de difícil acesso.



O que é Ratanabá e por que a região desperta interesse científico

Ratanabá é como o grupo denomina uma antiga cidade ou civilização que, na linha de pesquisa defendida pela equipe, teria relação com estruturas localizadas na Amazônia. A repercussão veio com os mapeamentos por sensoriamento remoto e com as expedições realizadas.

Em agosto de 2026, a equipe divulgou novos dados, ressaltando LiDAR, exames do subsolo e trabalho de campo na leitura de padrões da mata. O pano de fundo é o interesse cada vez maior pela Amazônia antiga: tratada por décadas como paisagem quase intocada, a floresta tem mostrado, em pesquisas arqueológicas, sinais de ocupação humana, manejo do ambiente e construções de povos antigos.



Pesquisa de campo e sobrevoos reforçam os dados do laser

Em abril de 2026, a equipe anunciou outra fase de trabalhos em vários pontos da Amazônia. Foram combinados registros de LiDAR, sobrevoos, observação direta, conversas com moradores e autoridades e exame de estruturas e formações. Segundo a equipe, estar no local é indispensável para confirmar o que os sensores indicam.

Nos locais visitados, nada é coletado, retirado, mexido ou transportado. Os registros são feitos e comunicados ao IPHAN, e os achados seguem para os órgãos responsáveis, com acompanhamento de registro e protocolos junto a especialistas e instituições competentes. A rotina das pesquisas pode ser acompanhada no Instagram de Urandir Fernandes.



Geociências e Caminho de Peabiru ampliam o estudo do território

O estudo do relevo, do solo e das formações do terreno, próprio das geociências, ajuda a entender como as paisagens se moldaram e o que mudou ao longo do tempo. Combinado ao sensoriamento remoto e às visitas de campo, resulta em várias camadas de dados sobre o mesmo local.

Outro assunto presente na trajetória de Urandir é o Caminho de Peabiru, antiga malha de trilhas que cortava diversas regiões da América do Sul e é analisada junto a outros levantamentos no território brasileiro.



Medalha Exército Brasileiro reconhece mais de 30 anos de atuação

Com mais de três décadas dedicadas a pesquisas de campo, expedições e projetos ligados ao território nacional, Urandir atua na Amazônia desde os anos 1990. Nesse período, participou de iniciativas de pesquisa, ações sociais, apoio a comunidades e trabalhos voltados ao patrimônio histórico e cultural.

Em 25 de agosto de 2026, recebeu a Medalha Exército Brasileiro na cerimônia do Dia do Soldado, no Quartel-General do Comando Militar do Sudeste, em São Paulo. A honraria destacou mais de 30 anos de trajetória, inclusive na Amazônia, e teve cobertura do Estado de Minas e do UAI Notícias. Para o pesquisador, o reconhecimento motiva a seguir com as pesquisas e expedições.



Dakila Pesquisas e a atuação em várias áreas do conhecimento

O grupo atua em tecnologia, geociências, astronomia e estudos do patrimônio histórico e natural. Nessa estrutura, Dakila Pesquisas organiza e divulga expedições, levantamentos e projetos de campo. Mais informações estão no site oficial da Dakila.



Próximos passos das pesquisas sobre Ratanabá

Os levantamentos de 2026 dão sequência a um trabalho de décadas. Espera-se que novas expedições e análises tecnológicas aumentem o volume de informações sobre as formações identificadas na Amazônia. Com a evolução do sensoriamento remoto, do geoprocessamento e da modelagem tridimensional, surgem novas formas de estudar a história das paisagens amazônicas, uma das regiões mais complexas e ainda pouco conhecidas do planeta.

O que aconteceu com Nilton Bala, o Personal das Estrelas?

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Uma publicação recente de Nilton Bala nas redes sociais levantou perguntas sobre o momento profissional vivido pelo personal trainer brasileiro em Portugal.

Duas vezes destaque da Forbes, em Portugal e na África, treinador de figuras públicas nacionais e internacionais e com mais de duas décadas de carreira, Nilton construiu em Portugal uma trajetória singular no universo do fitness. Ao revisitar o percurso já retratado pela imprensa, encontramos um brasileiro que chegou a Portugal sem uma rede de contatos, conciliou trabalho e estudos e foi construindo seu espaço passo a passo. Trabalho, lealdade, princípios e valores parecem ter sido alguns dos fios condutores dessa trajetória.

Talvez por isso, uma passagem de sua publicação mais recente tenha despertado particular atenção. Nilton revelou que, após o encerramento da Ideal Korpus, no Edifício Transparente, espaço onde desenvolvia sua atividade profissional desde 2019/2020, em uma relação formalizada contratualmente com a empresa responsável pela exploração, procurou rapidamente uma alternativa que lhe permitisse continuar acompanhando seus alunos.

Segundo escreveu, começou pelo mais óbvio: procurar uma solução nas proximidades. Uma das possibilidades chegou a estar aparentemente definida. “A palavra estava dada, estava tudo acertado e chegaram inclusive a perguntar-me em que dia gostaria de começar. Poucos dias depois, tudo mudou.”

Nilton não identificou publicamente o estabelecimento nem atribuiu responsabilidades pela mudança de decisão. No mesmo comunicado, porém, revelou outro detalhe: em determinado momento, foi-lhe transmitida a ideia de que seria uma pessoa “difícil”. A resposta do personal trainer também foi pública: “Se ser ‘difícil’ significa defender princípios, valores, ética e integridade profissional, então aceito perfeitamente essa definição.”

É a partir daqui que começam as perguntas. Teria sido apenas uma sucessão normal de decisões empresariais? Ou a postura assumida pelo profissional diante de determinadas situações poderia ter contribuído para que algumas portas que pareciam abertas acabassem se fechando? Poderia existir algum tipo de retaliação profissional?

Até o momento, não existem elementos públicos suficientes para fazer essa afirmação, e o próprio Nilton Bala não acusa ninguém. Apesar dos acontecimentos recentes, há um ponto que chama a atenção em seu comunicado: a vontade de retornar ao trabalho o mais rapidamente possível.


Para quem acompanha sua trajetória, não surpreende. Ao longo de mais de duas décadas, Nilton construiu uma carreira associada não apenas ao treinamento, mas também à ideia de ajudar pessoas, acompanhar processos e participar de suas transformações. Não estamos, portanto, diante de alguém que anuncia um afastamento da profissão. Pelo contrário. Estamos diante de alguém que afirma querer continuar fazendo aquilo a que dedicou grande parte de sua vida: trabalhar, treinar pessoas e transformar vidas por meio do exercício.

Também sobre o espaço onde trabalhou durante anos, Nilton mantém distância. No próprio comunicado, afirmou que, desde o encerramento da Ideal Korpus naquele local, sequer sabe qual utilização está sendo dada atualmente à sala.

Mas, na manhã seguinte à publicação, surgiu mais um elemento. Nilton Bala apareceu no Tribunal Judicial da Comarca do Porto, Edifício Camões. Estava sozinho, sem estar acompanhado por advogado.

Nilton não explicou publicamente o motivo de sua presença no tribunal. Também não estabeleceu qualquer relação entre sua ida ao local e os acontecimentos profissionais relatados anteriormente. Publicou apenas uma fotografia e uma frase:

“Silence doesn’t mean inaction.”

“Silêncio não significa inação.”


A proximidade temporal entre as duas publicações despertou inevitavelmente curiosidade. O que levou Nilton Bala ao tribunal? Existe alguma relação entre sua presença naquele local e o momento profissional que atravessa? Existem outros capítulos dessa história que ainda não são conhecidos?

Procuramos Nilton Bala para entender melhor os acontecimentos relatados e saber se pretendia acrescentar algum esclarecimento sobre o momento que atravessa. Questionado sobre o assunto, o personal trainer preferiu não entrar em detalhes.

“Neste momento, não pretendo prestar mais declarações. Estou analisando toda a situação com meus advogados e, no momento certo, prestaremos à imprensa portuguesa e brasileira todos os esclarecimentos necessários.”


Nilton Bala não adiantou mais detalhes. Até o momento, não fez qualquer acusação pública.

Há acontecimentos conhecidos, uma sequência temporal que desperta perguntas e várias questões ainda sem resposta.

Depois de um longo período sem abordar publicamente alguns desses episódios, Nilton Bala começou a falar. Ainda que pouco.

E, por enquanto, uma pergunta permanece no ar:

O que aconteceu com Nilton Bala, o Personal das Estrelas?

As fotografias utilizadas nesta matéria foram retiradas do Instagram oficial de Nilton Bala e disponibilizadas para publicação com autorização expressa do próprio titular dos direitos de imagem.

Go Miles Experience 2026 reúne especialistas em milhas, negócios e mercado digital em Belo Horizonte

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O mercado de milhas aéreas deixou de ser apenas uma alternativa para quem busca economizar em viagens e passou a movimentar um ecossistema que envolve gestores, agências, infoprodutores, programas de fidelidade, tecnologia e novos modelos de negócios. É dentro desse cenário que Belo Horizonte recebe, no dia 31 de outubro, a segunda edição do Go Miles Experience 2026 (GMX), evento promovido pela Go Miles Club.

Realizado no Royal Golden Hotel Savassi, o encontro acontece das 8h às 19h e reunirá profissionais e entusiastas do setor para um dia de conteúdo, troca de experiências e networking, conectando três pilares que vêm transformando esse mercado: milhas, negócios e digital.

Depois da primeira edição, realizada em outubro de 2025, o Go Miles Experience retorna em um formato ampliado e com uma programação voltada principalmente para quem deseja profissionalizar ou expandir sua atuação no segmento.

À frente da Go Miles Club, o engenheiro e empreendedor Aloysio Rebello defende que a profissionalização é um dos próximos passos para o amadurecimento do setor.

“Durante muito tempo, falar sobre milhas esteve muito associado apenas a encontrar passagens mais baratas. Hoje existe um mercado muito maior por trás disso, que envolve gestão, tecnologia, estratégia, negócios e formação profissional. O Go Miles Experience nasceu justamente para colocar essas pessoas no mesmo ambiente, gerar conhecimento e criar conexões que possam contribuir para o desenvolvimento desse ecossistema”, afirma Aloysio.

Milhas encontram tecnologia e negócios

Ao longo do dia, o público terá contato com temas que refletem algumas das principais transformações do segmento, como estratégias de monetização por meio de tráfego pago e orgânico, precificação de passagens, gestão profissional de milhas, programas de fidelidade internacionais, automação, growth hacking e aplicação prática da Inteligência Artificial no mercado de milhas.

A programação também abordará modelos de produtos e negócios para infoprodutores, estratégias para agências de viagens que buscam ampliar sua atuação no ambiente digital e ferramentas capazes de ajudar gestores a estruturar e escalar suas operações.

“O mercado está se tornando cada vez mais sofisticado. Não basta conhecer uma promoção ou saber emitir uma passagem. Quem pretende atuar profissionalmente precisa compreender gestão, precificação, tecnologia, aquisição de clientes e construção de negócios sustentáveis. Queremos estimular justamente essa visão mais ampla”, acrescenta Rebello.

Outro ponto central do encontro será o networking. A proposta é aproximar diferentes profissionais que atuam dentro da mesma cadeia, entre eles milheiros, gestores de milhas, agências de viagens, infoprodutores e profissionais do mercado digital.

De viajantes a profissionais do setor

Criada em 2024, a Go Miles Club atua com educação e profissionalização no mercado de milhas aéreas. Fundada por Aloysio Rebello, engenheiro de produção pela UFMG e com MBA pela USP, a empresa desenvolveu um ecossistema voltado para formação, gestão estratégica, networking e desenvolvimento de oportunidades dentro do segmento.

O Go Miles Experience surgiu como uma extensão presencial dessa proposta.

Para 2026, além da programação principal, o evento terá diferentes modalidades de participação e experiências complementares, incluindo um coquetel de networking após o encerramento da programação para determinadas categorias de ingresso.

A expectativa é reunir, em um único ambiente, pessoas que já atuam profissionalmente no segmento e aquelas que buscam compreender as transformações e oportunidades de um mercado que vem ganhando novas ferramentas, modelos de atuação e níveis de profissionalização.


Divulgação 



SERVIÇO — GO MILES EXPERIENCE 2026

Data: 31 de outubro de 2026
Horário: das 8h às 19h
Local: Royal Golden Hotel Savassi
Endereço: Rua Rio Grande do Norte, 1015 — Belo Horizonte (MG)
Público: maiores de 18 anos; profissionais e interessados nos mercados de milhas aéreas, negócios e digital
Ingressos: modalidades Starter, Elite e Exclusive
Realização: Go Miles Club
Informações e ingressos:https://www.sympla.com.br/evento/go-miles-experience-2026/3438172

Graça Gomes celebra 40 anos dedicados à educação, escuta e ao cuidado

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Trajetória une educação, saúde mental, comunicação e o cuidado humano

Ao longo de quatro décadas de atuação profissional, Graça Gomes construiu uma trajetória marcada pela educação, pela escuta e pela busca de diferentes caminhos para compreender o desenvolvimento humano. Formada em Pedagogia aos 20 anos, iniciou cedo a carreira como educadora. Seu percurso mantém como eixo a valorização da singularidade e da escuta de cada pessoa.

Nos primeiros anos, Graça observou que algumas crianças não respondiam aos métodos convencionais de aprendizagem. A experiência despertou uma inquietação que se transformou em busca contínua por formação. Aos 22 anos, tornou-se uma das primeiras profissionais baianas a realizar formação em Psicopedagogia na perspectiva da Escola de Pichon-Rivière, com contato com conhecimentos difundidos pelo professor argentino Jorge Visca, referência da área.

Depois, ampliou sua formação com estudos em Sociologia e aprofundou conhecimentos nos campos terapêutico, psicoterapêutico e psicanalítico. Atualmente, Graça Gomes é mestre em Psicanálise Clínica, doutoranda em Saúde Mental, graduanda em Fonoaudiologia, especialista em Neuropsicopedagogia e está em processo de especialização em Arteterapia.

Especialista no acompanhamento de famílias atípicas, Graça trabalha também com crianças, adolescentes e jovens neurodivergentes, considerando as particularidades e potencialidades de cada pessoa. Na clínica, atende crianças, adolescentes, jovens, adultos, casais e famílias. O trabalho considera história de vida, ambiente, vínculos, comunicação e contexto emocional e social.


A Psicanálise reforçou uma característica que acompanha sua carreira: a escuta cuidadosa e sem julgamentos. Para Graça, compreender uma pessoa exige atenção não apenas ao que é verbalizado, mas também aos silêncios, às relações e ao contexto. Essa perspectiva orienta ainda sua aproximação com a Fonoaudiologia, escolhida pelo interesse crescente na comunicação humana.

Em sua visão, questões relacionadas à fala, à fluência, à linguagem e a outras alterações comunicativas devem ser avaliadas de forma individualizada. Aspectos orgânicos, emocionais, relacionais e sociais podem interferir na maneira como alguém se expressa.

A Arteterapia representa outra extensão dessa proposta. Graça reconhece nas linguagens artísticas possibilidades de expressão e elaboração emocional, inclusive quando as palavras não conseguem traduzir uma experiência. A arte pode abrir caminhos para crianças, adolescentes, jovens e adultos acessarem sentimentos, memórias e histórias.

Dos 40 anos de atuação profissional, 32 estiveram diretamente ligados ao ambiente escolar e à gestão de escola. Nesse período, Graça Gomes acompanhou não apenas o desempenho acadêmico, mas as diferentes formas de aprender, comunicar-se e estabelecer relações. Como gestora, orientou professores para que ritmos, histórias, potencialidades e necessidades fossem considerados no processo educacional.

A maternidade também ocupa lugar importante em sua trajetória. Casada e mãe de Gustavo, seu único filho, formado em Engenharia Mecânica, Graça afirma que fez da educação dele uma prioridade mesmo conciliando uma rotina intensa de trabalho. Para ela, educar exige presença, intenção e disposição para assumir o cuidado como propósito.

Essa concepção se estende à forma como compreende as famílias. Em sua atuação, reconhece configurações atípicas, monoparentais e plurais, além de núcleos formados por mães, pais, avós ou outros responsáveis. Independentemente da composição, considera fundamentais amor, verdade, transparência, diálogo, respeito e aceitação.

Fora da clínica e da escola, Graça dedica parte de seu tempo ao trabalho voluntário no Lar Vida, em Salvador, espaço de acolhimento de crianças e pessoas com diferentes necessidades de cuidado e desenvolvimento. Também participa de palestras, campanhas e ações sociais. Para ela, compartilhar conhecimento transforma experiência profissional em informação, acolhimento e serviço à comunidade.

Ao reunir Educação, Psicopedagogia, Sociologia, Psicanálise, Psicoterapia, Saúde Mental, Neuropsicopedagogia, Fonoaudiologia e Arteterapia, Graça Gomes consolida uma trajetória orientada por uma ideia central: cada indivíduo deve ser compreendido a partir de sua própria história e de sua maneira de aprender, sentir, falar, relacionar-se e estar no mundo.

Graça Gomes atende crianças, adolescentes, jovens, adultos, casais e famílias no Edifício Esplanada Tower, Avenida Tancredo Neves, 939, sala 903, Caminho das Árvores, Salvador (BA).

Educação antirracista para além do calendário: educadora de Foz transforma pesquisa e prática em formação para redes de ensino

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Educadora leva pesquisa e experiência em sala de aula para formar profissionais e fortalecer práticas antirracistas nas escolas 

A implementação da educação para as relações étnico-raciais nas escolas brasileiras é uma determinação legal há mais de duas décadas. Na prática, porém, transformar a legislação em ações permanentes no cotidiano escolar ainda é um dos desafios enfrentados pelas redes de ensino.

É nesse cenário que se desenvolve o trabalho da professora, pesquisadora e educadora afrocentrada Adriana Menon, de Foz do Iguaçu, que tem dedicado sua trajetória profissional à construção de práticas pedagógicas voltadas à educação antirracista, especialmente na Educação Infantil, e à formação de profissionais da educação.

Para Adriana, trabalhar as relações étnico-raciais não pode significar apenas realizar atividades em datas específicas do calendário escolar.

“A educação antirracista precisa estar no cotidiano. Está nos livros que escolhemos, nas histórias que contamos, nas imagens que apresentamos às crianças e, principalmente, na maneira como a escola reconhece e intervém diante das situações de racismo.”


Professora da Educação Infantil, Adriana também é pesquisadora no Mestrado Profissional em Educação da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). Sua trajetória reúne experiência em sala de aula, produção de materiais pedagógicos, pesquisa acadêmica e formação de educadores.

Ao longo desse percurso, seu trabalho também recebeu reconhecimento por iniciativas desenvolvidas no campo educacional, entre elas o Prêmio Paulo Freire e o reconhecimento como Professora Destaque, além da Medalha Preta Roza, recebida em 2026.

Da experiência da escola para a formação de educadores

Parte importante do trabalho desenvolvido por Adriana nasceu das situações vivenciadas e observadas dentro da própria escola.

A educadora defende que muitos profissionais desejam desenvolver uma prática antirracista, mas ainda encontram dificuldades para identificar determinadas situações, saber como intervir e transformar os princípios da educação para as relações étnico-raciais em ações pedagógicas concretas.

Por isso, suas formações trabalham não apenas conceitos relacionados ao racismo estrutural e institucional, mas também situações que fazem parte do cotidiano das instituições educacionais.

Questões aparentemente simples podem revelar desafios importantes: como agir quando uma criança rejeita sua própria cor de pele? O que fazer diante de comentários sobre cabelos crespos? Como intervir quando uma brincadeira reproduz um estereótipo racial? Como escolher livros, brinquedos, imagens e referências que ampliem a representação das crianças negras?

Para Adriana, formar professores para responder a essas situações é tão importante quanto discutir os fundamentos teóricos da educação antirracista.

“Não basta dizer ao professor que ele precisa trabalhar a Lei 10.639. Precisamos discutir como isso chega à sala de aula e, principalmente, o que fazer quando o racismo aparece no cotidiano.”

Formação que precisa ser permanente

A Lei nº 10.639/2003 tornou obrigatório o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio e marcou um importante avanço na política educacional brasileira.

Mais de vinte anos depois, o desafio passa também pela efetivação dessa política nas práticas, nos currículos e na formação continuada dos profissionais da educação.

É justamente nessa direção que Adriana vem ampliando sua atuação, levando palestras e percursos formativos para educadores e redes de ensino.

A proposta é contribuir para que a educação antirracista deixe de depender exclusivamente da iniciativa individual de alguns professores e seja compreendida como parte do compromisso institucional da escola.

“Quando um professor sabe reconhecer, interromper e pedagogicamente trabalhar uma situação de racismo, nós deixamos de colocar toda a responsabilidade sobre a criança que sofreu aquela violência. A escola também precisa saber o que fazer.”

Pesquisa, prática e compromisso com a educação

Paralelamente ao trabalho de formação, Adriana desenvolve sua pesquisa de mestrado sobre trajetórias negras e políticas afirmativas na pós-graduação, ampliando a discussão sobre acesso, pertencimento e permanência da população negra nos espaços educacionais.

Embora sua pesquisa acadêmica alcance outra etapa da educação, existe um ponto que atravessa toda a sua trajetória: compreender como as instituições educacionais podem deixar de apenas receber pessoas negras e passar efetivamente a construir espaços nos quais elas possam se reconhecer, permanecer e pertencer.

Da Educação Infantil à universidade, a questão permanece.

Para Adriana Menon, é justamente por isso que a educação antirracista não pode ser compreendida como um projeto pontual.

“Estamos falando de formação humana. Quando uma criança negra consegue se reconhecer de maneira positiva dentro da escola e quando uma criança não negra aprende desde pequena a conviver com a diversidade sem reproduzir hierarquias raciais, estamos falando sobre a sociedade que queremos construir.”

Hoje, a educadora trabalha para ampliar esse diálogo com escolas, profissionais da educação e redes municipais de ensino, defendendo que a implementação da educação para as relações étnico-raciais seja permanente, planejada e incorporada às políticas de formação continuada.

Mais do que cumprir uma legislação, afirma Adriana, trata-se de garantir que nenhuma criança precise aprender, pelo silêncio dos adultos, que determinadas formas de violência podem ser naturalizadas dentro da escola.

Ekoa Loft Spa aposta em experiência exclusiva de hospedagem em meio à natureza

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Localizado em Arrozal, distrito de Piraí (RJ), espaço combina arquitetura contemporânea, lazer privativo e ambientes pensados para proporcionar descanso e conexão com o verde

Em um cenário onde o tempo parece passar em outro ritmo, o Ekoa Loft Spa propõe uma experiência de hospedagem que vai além de uma simples estadia. Cercado pela exuberância da Mata Atlântica, em Arrozal, distrito de Piraí, no Sul Fluminense, o empreendimento reúne conforto, privacidade e uma estrutura voltada ao bem-estar, tornando-se uma alternativa para quem deseja escapar da rotina sem abrir mão da sofisticação.


Integrado à Vila Lugano, o espaço oferece aos hóspedes acesso a uma estrutura de lazer que inclui piscina, sauna, lagos, trilhas para caminhadas e ambientes destinados ao relaxamento. A proposta é proporcionar uma vivência completa, na qual o contato com a natureza se torna parte fundamental da experiência, seja em uma viagem a dois ou em momentos compartilhados com pessoas especiais.

O grande destaque fica por conta do loft, que apresenta uma composição moderna e acolhedora. Cada ambiente foi pensado para unir funcionalidade, conforto e privacidade, criando uma atmosfera intimista. Entre os diferenciais estão duas jacuzzis: uma na área externa e outra na parte interna, esta última acompanhada por uma claraboia que permite contemplar o céu enquanto o hóspede aproveita momentos de tranquilidade.


A estrutura também conta com churrasqueira, ar-condicionado nos ambientes, Wi-Fi, banheiro amplo e cozinha equipada. Com capacidade para receber até quatro pessoas, o Ekoa Loft Spa atende tanto quem procura uma escapada romântica quanto aqueles que desejam aproveitar alguns dias de descanso em família ou entre amigos.

O empreendimento aposta em experiências personalizadas para ocasiões especiais. Entre as opções estão os pacotes Lua de Mel e Semana da Noiva, desenvolvidos para transformar datas importantes em momentos ainda mais marcantes, em um ambiente que combina exclusividade, natureza e comodidade.


A localização também é um atrativo: o Ekoa Loft Spa fica a aproximadamente 20 minutos de Volta Redonda, 100 quilômetros do Rio de Janeiro e 355 quilômetros de São Paulo, permitindo que visitantes de diferentes regiões encontrem no Sul Fluminense uma opção de refúgio sem precisar viajar para destinos muito distantes.

Com reservas disponíveis pelo Airbnb e Booking, o Ekoa Loft Spa está localizado na Estrada Emydgio Spolidoro, 1939, em Arrozal, Piraí (RJ). Mais informações podem ser encontradas no Instagram @lodji.com.br.

“Colinha do Lula” cai do céu na Paulista, viraliza e provoca repercussão política

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Uma ação atribuída às campanhas de Jackson Vilar, candidato a deputado estadual, e de sua filha, candidata a deputada federal, chamou atenção durante um ato de Flávio Bolsonaro na Avenida Paulista, em São Paulo.

Segundo o relato, milhares de santinhos com a chamada “COLINHA DO LULA” foram lançados de um helicóptero sobre a Avenida Paulista, em meio à concentração de apoiadores de Bolsonaro.

A iniciativa provocou reação entre bolsonaristas presentes e rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais.

Colinha do Lula

Viralizou

Vídeos da ação passaram a circular nas plataformas digitais e, segundo informações divulgadas pela própria campanha, alcançaram milhões de visualizações e contribuíram para a conquista de milhares de novos seguidores.

Um dos vídeos que registram a repercussão da ação pode ser conferido clicando no link a seguir:

https://www.facebook.com/share/v/19fXn3HzoQ/

O grande destaque foi justamente a “COLINHA DO LULA”, material que reunia os candidatos apoiados pelo grupo e que acabou espalhado em pleno ato ligado ao campo político adversário.

Com a repercussão, apoiadores passaram a levantar nas redes sociais a expectativa de que Jackson Vilar e sua filha possam alcançar votações expressivas em São Paulo, chegando a citar a possibilidade de figurarem entre os candidatos mais votados de suas respectivas disputas.

A dimensão eleitoral dessa repercussão, porém, só poderá ser medida efetivamente nas urnas.

O episódio transformou uma chuva de santinhos na Avenida Paulista em assunto de forte circulação nas redes, colocando Jackson Vilar, sua filha e a “COLINHA DO LULA” no centro da repercussão política do evento.

Conexões que transformam acesso em crescimento

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Há uma diferença cada vez mais perceptível entre estar em um ambiente de negócios e fazer, de fato, parte dele. Para empresários que já construíram operações relevantes, o próximo estágio de crescimento nem sempre está relacionado apenas a capital, estrutura ou investimento. Muitas vezes, está no acesso às pessoas certas, às conversas certas e aos ambientes em que decisões, oportunidades e conexões acontecem antes de chegarem ao mercado. É nesse contexto que a trajetória de Tony Conzendey, fundador e CEO do Instituto Visão Solidária (IVS) e criador do projeto social Criança de Visão, vem ganhando uma nova dimensão. À frente de uma rede de franquias de óticas em expansão pelo Brasil, Tony passou a integrar de maneira mais próxima o ecossistema empresarial construído por Ricardo Nunes, fundador e presidente do Grupo R1 e também fundador da Ricardo Eletro. A aproximação ampliou não apenas sua rede de relacionamento, mas também o campo de possibilidades para a expansão de negócios, posicionamento e projetos de impacto social. A participação no Clube R1 passou a colocar Tony e sua marca em contato recorrente com empresários, executivos, investidores, marcas e diferentes setores da economia, em um ambiente no qual relacionamento deixa de ser apenas networking e passa a funcionar como ferramenta estratégica de negócios.
*“Eu sempre acreditei que crescimento não acontece sozinho. Você pode ter uma empresa estruturada, um bom produto, uma boa operação e disposição para investir. Mas existem determinados ambientes aos quais você simplesmente não chega apenas com dinheiro. O que mudou para mim foi compreender o valor de estar próximo de pessoas que já percorreram caminhos que eu ainda estou percorrendo”*, afirma Tony Conzendey.
Segundo o empresário, a experiência também trouxe uma percepção diferente sobre o conceito de acesso.
*“Existem oportunidades que você pode tentar comprar, patrocinar ou perseguir durante anos. E existem oportunidades que surgem porque você está no ambiente certo, construindo relações verdadeiras e entregando valor. Essa diferença é enorme. O Clube R1 me permitiu enxergar e viver situações que, sinceramente, eu considero que seriam muito difíceis de alcançar apenas por investimento financeiro”*, complementa.
A dinâmica por trás desse movimento está diretamente relacionada à trajetória de Ricardo Nunes. Com mais de três décadas de atuação no mercado, o empresário construiu sua carreira no varejo e esteve à frente da expansão da Ricardo Eletro, transformando uma operação que começou com uma estrutura enxuta em uma das marcas de maior reconhecimento e valor do varejo brasileiro. Ao longo dessa trajetória, acumulou não apenas experiência empresarial, mas uma rede de relacionamentos construída durante décadas de negociações, decisões, parcerias e convivência com diferentes setores da economia. Hoje, parte desse patrimônio relacional está estruturada dentro de um ecossistema próprio, que busca aproximar empresários e criar oportunidades de conexão que ultrapassam a lógica tradicional de networking. Para Ricardo, compartilhar essa experiência é uma extensão natural de sua própria trajetória.
*“Eu passei mais de 30 anos construindo negócios, errando, acertando, negociando, conhecendo pessoas e entendendo como os mercados funcionam. Uma coisa que aprendi é que conhecimento só ganha valor quando consegue gerar transformação para outra pessoa. O que fazemos no R1 é justamente criar ambiente para que empresários possam trocar, se conectar e encontrar caminhos que talvez sozinhos demorassem muito mais tempo para encontrar”*, afirma Ricardo Nunes.
A proposta, segundo ele, não é simplesmente ampliar uma agenda de contatos.
*“Não se trata de apresentar um empresário para outro e esperar que alguma coisa aconteça. Existe contexto, existe confiança, existe reputação e existe o momento certo. Quando você consegue colocar essas quatro coisas juntas, uma conversa pode se transformar em negócio, uma relação pode se transformar em parceria e uma oportunidade pode mudar o patamar de uma empresa”*, explica.
O caso de Tony ilustra uma transformação que vem ganhando espaço no ambiente empresarial: a percepção de que relacionamento de alto nível pode ser tão estratégico quanto capital, tecnologia ou estrutura comercial No Grupo R1 o relacionamento é um ativo estratégico. A lógica do “high level relation” parte justamente desse princípio. Não se trata de quantidade de contatos, mas da qualidade das conexões, da capacidade de compreender os interesses envolvidos e, principalmente, de criar aproximações que façam sentido para todos os lados. Nesse modelo, o relacionamento passa a ser tratado como um ativo empresarial. Para empresários que já possuem produtos, serviços e operações consolidadas, o desafio muitas vezes deixa de ser simplesmente vender mais. Passa a ser encontrar os ambientes capazes de acelerar posicionamento, abrir novas frentes, aproximar grandes players e colocar suas marcas diante de interlocutores que dificilmente seriam acessados pelos canais convencionais. É uma mudança de perspectiva: do networking espontâneo para uma arquitetura estratégica de relacionamento. No caso de Tony Conzendey, essa dinâmica acontece paralelamente à expansão de uma operação que já ultrapassou a lógica de uma única unidade de varejo e se consolidou como uma rede de franquias de óticas com presença em diferentes regiões do país. Ao mesmo tempo, o empresário vem ampliando o alcance de iniciativas de impacto social, entre elas o Criança de Visão, projeto criado para levar atendimento e cuidado com a saúde visual a crianças. A combinação entre negócio, relacionamento e propósito passou a criar novas possibilidades para a marca.
*“Quando você consegue colocar uma empresa que tem capacidade de gerar negócio dentro de um ambiente que também valoriza propósito, relacionamento e impacto, as possibilidades mudam. O Criança de Visão deixa de ser apenas um projeto social e passa a fazer parte de uma conversa maior sobre responsabilidade, empresas e transformação”*, afirma Tony.
Um dos aspectos mais relevantes dessa experiência está justamente na natureza das oportunidades proporcionadas pelo ecossistema e da sua força que não tem como atribuir valor financeiro. Existem ambientes empresariais cujo valor não está em uma entrada, uma inscrição ou em uma cota de patrocínio. O valor está na credibilidade acumulada por quem os construiu e nas relações que foram estabelecidas ao longo de décadas. É por isso que determinados acessos são percebidos por empresários como oportunidades que não seriam necessariamente obtidas apenas por investimento financeiro.
*“Dinheiro abre algumas portas. Mas não abre todas. Existem portas que só abrem quando existe confiança, histórico e relacionamento. E isso leva tempo para ser construído. Quem as tem, tem um tesouro inestimável”*, resume Ricardo Nunes.
A experiência de Tony reforça essa percepção.
*“Eu poderia investir muito dinheiro tentando chegar a determinados lugares e pessoas, mas isso não significa que eu seria recebido da mesma maneira ou que eu de fato conseguiria. Quando você chega por meio de uma relação construída com credibilidade, você não está simplesmente entrando em uma sala. Você está entrando em uma conversa que já tem contexto e assim, você já chega com crédito.*, diz o empresário.
Essa é uma das características que vêm fazendo do ambiente criado por Ricardo Nunes um ponto de aproximação para empresários em diferentes estágios de crescimento. Mais do que um espaço de networking, a proposta é criar uma comunidade empresarial na qual conhecimento prático, relacionamento e oportunidade possam circular de maneira mais orgânica.
*De empresário para empresário*
A aproximação entre Tony Conzendey e Ricardo Nunes também revela uma característica particular desse modelo: a troca acontece entre empresários que conhecem, na prática, os desafios de construir e escalar uma empresa. Não há apenas uma relação entre educador empresarial e acadêmico empresarial. Existe uma interlocução entre quem já construiu uma trajetória empresarial extensa e quem está em processo de ampliar uma operação nacional. Ricardo traz para esse ambiente a experiência acumulada em décadas de varejo, enquanto empresários como Tony chegam com suas próprias histórias, operações, mercados e desafios. É dessa combinação que surgem novas possibilidades.
*“O meu papel não é dizer para o empresário o que ele deve fazer. É compartilhar aquilo que eu vivi, aquilo que funcionou, aquilo que não funcionou e colocar pessoas em contato. A decisão continua sendo de cada empresário. Mas ele não precisa tomar todas as decisões sozinho”*, afirma Ricardo.
O movimento evidencia uma transformação importante no ambiente empresarial brasileiro: em uma economia na qual informação está cada vez mais disponível, acesso qualificado, confiança e relacionamento passaram a assumir um peso ainda maior. E, para empresários que já possuem uma história construída, o próximo salto pode estar menos relacionado a quanto estão dispostos a investir e mais relacionado a com quem estão conectados, onde estão presentes e quais conversas conseguem acessar. É nesse espaço que experiências empresariais, relacionamento estratégico e oportunidades de alto nível passam a se encontrar.
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Como saber se uma corretora onlineé confiável? Segurança, saque esuporte estão entre os principaiscritérios

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 Escolher uma corretora online exige uma análise quevai muito além das ferramentas disponíveis ou daaparência da plataforma. Com o avanço dos serviçosfinanceiros digitais, usuários passaram a observar commais atenção aspectos como segurança da conta,transparência das condições, funcionamento dossaques, tecnologia utilizada e disponibilidade desuporte.

Um dos pontos mais importantes nessa avaliaçãoacontece antes mesmo do primeiro depósito. Além deentender como colocar recursos em uma plataforma, éfundamental verificar como funciona a retirada dodinheiro, quais procedimentos de segurança podem sernecessários, onde estão disponíveis as políticasfinanceiras e quais canais podem ser utilizados caso ocliente precise de atendimento.

Nesse contexto, a Tauron Broker se apresenta comouma opção para quem procura uma plataforma quecombine recursos para operações com uma estruturavoltada à segurança, suporte e movimentaçãofinanceira. A empresa disponibiliza ferramentas deanálise, recursos para acompanhamento dasoperações, acesso por diferentes dispositivos e atendimento aos usuários.

A segurança também está diretamente relacionada àtransparência. Uma plataforma confiável precisapermitir que o usuário encontre informações sobre suascondições de utilização, depósitos, retiradas eprocedimentos relacionados à conta. Isso é especialmente importante porque uma solicitação desaque pode, dependendo da situação, passar porverificações destinadas à confirmação da identidade eprevenção de fraudes.

Por isso, saque seguro não deve ser confundido comausência de procedimentos de segurança. O quedeve ser observado é se existem regras definidas, seelas podem

 

ser consultadas antecipadamente e se o usuário possuiacesso ao suporte quando precisa esclarecer alguma etapa.


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Tauron Broker reúne segurança, suporte e tecnologia

A Tauron Broker vem trabalhando justamente essesfatores como parte da experiência oferecida pelaplataforma. Além dos recursos destinados àsoperações, a empresa mantém uma estrutura deatendimento para auxiliar usuários em questões relacionadas à conta, utilização da plataforma emovimentações financeiras.

O suporte ganha importância principalmente quandoexiste dinheiro envolvido. Em situações relacionadas adepósitos, retiradas ou verificações, receberorientação e conseguir compreender o andamento deuma solicitação pode fazer diferença na experiência do usuário.

Outro ponto relevante é a tecnologia. A Tauron reúnegráficos, indicadores e diferentes ferramentasdestinadas ao acompanhamento das operações,permitindo que o usuário concentre diferentesfuncionalidades em um mesmo ambiente.

Para quem deseja conhecer a plataforma antes deutilizar recursos próprios, a Tauron tambémdisponibiliza uma conta de prática gratuita com saldovirtual recarregável de R$ 10 mil. Dessa forma, épossível explorar a interface, conhecer gráficos e entender o funcionamento das ferramentas antes dautilização de capital real.

A experiência em uma conta de prática, entretanto,não representa garantia de resultados futuros.Operações financeiras envolvem riscos e precisam seravaliadas de acordo com o perfil e as decisões de cadausuário.


Divulgação 


 

O que observar antes de escolher uma corretora?

Antes de abrir uma conta ou realizar um depósito, érecomendável verificar alguns pontos fundamentais:segurança da plataforma, transparência das políticas, condições para depósitos e saques, disponibilidade dosuporte, ferramentas oferecidas e facilidade paraencontrar informações sobre o funcionamento da empresa.

Também é importante pesquisar a reputação dacorretora e conhecer previamente seus termos econdições. Em vez de analisar somente a facilidadepara depositar, o usuário deve entenderantecipadamente como poderá retirar seus recursos equais procedimentos poderão fazer parte desseprocesso.

 

Dentro desses critérios, a Tauron Broker aparececomo uma alternativa para quem procura umaplataforma de trading que reúna tecnologia, suporte,segurança e procedimentos definidos para movimentações financeiras.

Mais do que promessas, a confiança em uma corretoradeve ser construída pela combinação entre estruturatecnológica, transparência das informações, funcionamento dos processos financeiros e capacidadede oferecer atendimento quando o usuário precisa.

Por isso, para quem está pesquisando como saber seuma corretora online é confiável, a recomendaçãoé analisar o conjunto da experiência. Segurança,saque, suporte e transparência precisam caminharjuntos.

Para conhecer a Tauron Broker, seus recursos e ascondições disponibilizadas pela plataforma, clique aqui.

Um novo olhar para o futuro: Cafu e Mariah Morais abraçam o projeto social Criança de Visão e juntos unem forças em ação social em Taboão da Serra

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Na Cafu Academy, capitão do pentacampeonato mundial e escritora promovem acesso à saúde visual para crianças de 0 a 12 anos em situação de vulnerabilidade social


O esporte, a cultura e a saúde visual se encontram em uma ação social que pretende transformar a maneira como crianças enxergam, literalmente, o próprio futuro. O capitão do pentacampeonato mundial, Cafu, e a jornalista e escritora de best sellers Mariah Morais se unem ao projeto Criança de Visão, para levar atendimento oftalmológico gratuito a crianças de 0 a 12 anos, em situação de vulnerabilidade social, de Taboão da Serra e região. A ação será realizada na semana das crianças, no dia 12 de outubro, na Cafu Academy, localizada no Shopping Taboão, das 9h às 18h, com atendimento por ordem de chegada. Para participar, é indispensável apresença da criança acompanhada por seu responsável legal, maior de 18 anos. A iniciativa nasce da convergência de propósitos de pessoas e instituições que atuam em diferentes frentes, mas compartilham uma mesma visão: criar oportunidades e ampliar o acesso a direitos que podem mudar trajetórias.

Quando enxergar bem também significa ter mais oportunidades

O projeto Criança de Visão trabalha para identificar problemas visuais em crianças de comunidades vulneráveis e proporcionar acesso à correção necessária, incluindo óculos quando indicados. A proposta parte de uma questão que ultrapassa a saúde: enxergar adequadamente também está relacionado à aprendizagem, ao desenvolvimento, à autoestima e às possibilidades de futuro.

Criado por Tony Cozendey, o Instituto Visão Solidária nasceu com a proposta de democratizar o acesso à saúde visual e atualmente mantém uma rede nacional de unidades. O projeto Criança de Visão tem como meta ampliar o acesso a óculos para milhares de crianças em situação de vulnerabilidade.

“Quando uma criança passa a enxergar melhor, não estamos falando apenas de óculos. Estamos falando de uma nova possibilidade de aprender, de se desenvolver, de acreditar em si mesma e de enxergar caminhos que antes talvez não estivessem claros. É esse olhar para o futuro que queremos construir.”

Durante a ação Criança de Visão, crianças de 0 a 12 anos, acompanhadas obrigatoriamente por um responsável legal maior de 18 anos, serão atendidas por ordem de chegada.O atendimento contempla avaliação da saúde ocular, teste de acuidade visual e consulta para diagnóstico oftalmológico. Havendo indicação médica para o uso de correção visual, a criança ou seu responsável poderá escolher a armação, e o projeto providenciará gratuitamente a confecção dos óculos de grau sem custo, conforme a prescrição do oftalmologista. A entrega dos óculos será realizada posteriormente em 15 dias e entregue no mesmo local da ação, garantindo que o cuidado iniciado durante a ação tenha continuidade para além do atendimento.

Cafu: do campo para a transformação social

A escolha da Cafu Academy como palco da iniciativa reforça a conexão entre esporte, formação e inclusão. Idealizada por Cafu, a primeira unidade brasileira da academia está instalada no Shopping Taboão e foi concebida como um espaço de formação esportiva, convivência e desenvolvimento, contemplando também projetos sociais destinados a crianças em situação de vulnerabilidade. A metodologia da academia associa esporte, educação, valores, disciplina, saúde e desenvolvimento humano. A atuação social de Cafu acompanha sua trajetória para além dos gramados. Projetos ligados ao seu nome já buscaram utilizar o esporte como instrumento de desenvolvimento e criação de oportunidades para crianças e jovens, incluindo iniciativas no sertão alagoano.

“O futebol me ensinou que ninguém chega sozinho. Sempre existe alguém que acredita, que estende a mão e ajuda a abrir uma porta. Quando conseguimos unir esporte, educação e saúde para cuidar de uma criança, estamos fazendo muito mais do que uma ação social: estamos ajudando a construir possibilidades para o futuro.”

Ao lado de Cafu, Mariah Morais, jornalista e escritora, amplia a iniciativa a partir de uma trajetória marcada pela comunicação, literatura e projetos de impacto social. Autora de obras como A Saga CAFU e Depois do Depois, Mariah também preside o Instituto Brilhante e desenvolve iniciativas voltadas à promoção da leitura, cultura e transformação social. Sua trajetória profissional inclui a cobertura de Copas do Mundo e Libertadores e a atuação em projetos sociais no Brasil e no exterior. Sua relação profissional com Cafu também já resultou em projetos editoriais e sociais, entre eles A Saga CAFU, que registra a trajetória do capitão do Penta e sua história de superação e conquista.

“Existem muitas formas de transformar uma vida. Acredito profundamente que informação, educação, cultura e cuidado são algumas delas. Uma criança precisa ter a oportunidade de enxergar o mundo para poder imaginar o lugar que deseja ocupar nele. Precisa enxergar melhor para ler mais e se aculturar. É muito especial poder participar de uma ação que começa no olhar e pode terminar em um novo horizonte.”

Comunicação a serviço de propósitos | Pacto Global da ONU

A iniciativa também conta com o monitoramento de dados de impacto sobre a ação através da tecnologia DBIPro© que registra, monitora e reporta dados de campanhas com a participação de Cafu. Os dados são reportados anualmente no A Comunicação sobre o Progresso (CoP) é o principal mecanismo de reporte do Pacto Global da ONU.

Taboão da Serra: uma cidade estratégica para uma ação que olha para a região

A escolha de Taboão da Serra também carrega relevância. Segundo o IBGE, o município tinha 273.542 habitantes no Censo 2022 e densidade demográfica de 13.416,81 habitantes por km², uma das maiores do Brasil. A população estimada pelo IBGE para 2026 é de 286.201 habitantes. Com apenas cerca de 20 km² de área territorial, Taboão da Serra apresenta elevada concentração populacional e forte integração com a dinâmica da Região Metropolitana de São Paulo. A realização de uma ação de saúde visual em um equipamento de grande circulação e localizado em uma área estratégica amplia o potencial de acesso de famílias do município e de cidades próximas.Nesse cenário, a Cafu Academy, instalada no Shopping Taboão, transforma-se por um dia em um ponto de encontro entre esporte, saúde, inclusão e responsabilidade social. O Shopping Taboão também desempenha um papel importante na mobilização da ação, ao apoiar a divulgação do Criança de Visão e ampliar a comunicação junto à comunidade local e às famílias da região. Por estar inserida em um equipamento de grande circulação e estrategicamente localizado, a iniciativa ganha maior potencial de alcance entre o público prioritário de crianças de 0 a 12 anos em situação de vulnerabilidade social de Taboão da Serra e cidades próximas.

Eleva: estratégia para transformar propósito em mobilização

A articulação estratégica e de comunicação da ação é conduzida pela Eleva Marketing Comercial, sob liderançade Carla Eleva, responsável por conectar marcas, personalidades, projetos e oportunidades de impacto.

“Uma ação social relevante não pode ser apenas uma boa iniciativa. Ela precisa ter propósito, estrutura, legitimidade e capacidade de chegar a quem realmente precisa. Quando Cafu, Mariah e o Criança de Visão colocam suas forças em uma mesma direção, o resultado deixa de ser apenas uma ação pontual e passa a construir uma narrativa de transformação. É sobre cuidar hoje para ampliar as possibilidades de amanhã.”

SERVIÇO

AÇÃO SOCIAL CRIANÇA DE VISÃO | CAFU ACADEMY

Local: Cafu Academy, Shopping Taboão, Rod. Régis Bittencourt, 2643 – And G6 – Jardim Helena, Taboão da Serra – SP, 06768-200

Data: 12 de Outubro

Horário: das 9h às 18h

Público elegível: crianças de 0 a 12 anos

Atendimento: por ordem de chegada

Obrigatório: criança acompanhada por responsável legal maior de 18 anos

Público prioritário: crianças em situação de vulnerabilidade social de Taboão da Serra e região

A iniciativa integra o propósito do projeto social Criança de Visão, que busca ampliar o acesso à saúde ocular e contribuir para que crianças tenham melhores condições de aprendizagem, desenvolvimento e qualidade de vida.

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