Home Blog

MULHER POD estreia dia 10 de Novembro sob o comando da comunicadora e influenciadora Thereza Blota

0

 Em tempos de vídeos curtos, scroll infinito e conteúdos efêmeros, criar conversas profundas e com significado virou uma forma de arte. É exatamente essa a proposta do Podcast MULHER POD, projeto comandado pela comunicadora, influenciadora e host Thereza Blota que terá sua estreia dia 10 de Novembro pelas plataformas digitais. Muito além de um simples programa de entrevistas, o podcast nasce como um refúgio para trocas autênticas sobre carreira, relacionamentos, família, desafios e recomeços da vida real.

“Num mundo acelerado onde tudo é superficial, o MULHER POD chega para desacelerar e dar voz às histórias que realmente importam. Quero que quem assista se sinta na sala de casa, trocando uma ideia sincera, sem filtros e com muita empatia sobre os altos e baixos da nossa jornada.”Enfatiza Thereza Blota, apresentadora, jornalista e influenciadora.

Outro grande grande diferencial da atração é o papel fundamental da música no formato do programa. A trilha sonora não é apenas um pano de fundo, mas uma ponte de reconexão e sensibilidade entre Teresa, seus convidados e a audiência.

“A música tem o poder de acessar lugares que as palavras às vezes não chegam. Usar a música como fio condutor nos ajuda a criar um ambiente ainda mais íntimo e emocionante, aproximando o público das vivências e memórias de cada convidado.” Conclui a comunicadora. 


Divulgação 



Serviço

● Programa: Podcast MULHER POD
● Apresentação: Thereza Blota (Jornalista, influenciadora e host)
● Slogan: “Entrevistas que inspiram, histórias que transformam.”
● Onde assistir/ouvir: Disponível nas principais plataformas digitais e no YouTube da Rádio Capital – 77.5 FM e 1040 AM https://www.youtube.com/capitalcomvoce

 

Thiago Arancam protagoniza Ópera do Sertão, espetáculo com estreia nacional em Brasília

0

A música nacional ganha uma nova dimensão em Ópera do Sertão, espetáculo protagonizado pelo tenor Thiago Arancam, que reúne canto lírico, orquestra, coro, dança e teatro para contar histórias da vida no interior do Brasil por meio de canções sertanejas e regionais. A montagem apresenta novos arranjos para clássicos que atravessam gerações, em uma viagem cênica pela memória, pelas paisagens e pelos sentimentos ligados ao sertão. A estreia nacional será em 29 de novembro, no Teatro Nacional de Brasília. 
A obra é inspirada nas companhias de circo-teatro que percorriam o interior do país levando música e histórias a cidades sem teatros. Em cena, Thiago Arancam dá vida ao Cantador, personagem que conduz uma trupe de músicos, atores e dançarinos e dá voz às histórias do povo do interior do Brasil. 
Ao longo dessa viagem, as canções se organizam em blocos temáticos, cada um com sua própria atmosfera visual. O repertório reúne famosas canções como “Disparada”, “Menino da Porteira”, “Asa Branca”, “Romaria”, “Tocando em Frente”, “Evidências” e “Luar do Sertão”, entre outras músicas presentes na memória de diferentes gerações. Com novos arranjos e a presença de orquestra, coro e corpo de baile, essas obras ganham dimensão cênica e sinfônica. 
Apresentada pelo Ministério da Cultura e patrocinada por Bradesco Seguros, Ópera do Sertão tem duração aproximada de 90 minutos e classificação livre. Após a estreia em Brasília, o espetáculo seguirá em turnê com apresentações previstas entre o fim de 2026 e ao longo de 2027 no Rio de Janeiro (RJ); em Belo Horizonte (MG); em São Paulo (SP); em Salvador (BA); e Manaus (AM). As datas serão anunciadas em breve. 
*Sobre Thiago Arancam*
Thiago Arancam é um tenor brasileiro de carreira internacional, com apresentações em mais de 40 países e em importantes teatros de ópera, entre eles o Teatro alla Scala, em Milão. No Brasil foi o protagonista da versão brasileira do musical O Fantasma da Ópera. Sua trajetória reúne a interpretação do repertório lírico e projetos em diferentes formatos, aproximando o canto lírico de novos públicos.
*Sobre o Circuito Cultural Bradesco Seguros*
Manter uma política de incentivo à cultura faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros considerando a cultura como ativo para o desenvolvimento dos capitais do conhecimento e do convívio social. Nesse sentido, o Circuito Cultural Bradesco Seguros se orgulha de ter patrocinado e apoiado, nos últimos anos, em diversas regiões do Brasil, projetos nas áreas de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas. Dentre as atrações incentivadas destacam-se os musicais “A Noviça Rebelde”, “Mamma Mia”, “Priscilla, a Rainha do Deserto”, “O Jovem Frankenstein”, “O Rei do Rock, O Musical”, “Bibi Uma Vida em Musical”, “Elis, a Musical”, “Wicked”, “Percy Jackson – O Ladrão de Raios: O Musical”, além dos espetáculos teatrais “O Que Só Sabemos Juntos”, “Eu de Você”, “Três Mulheres Altas”, a “Série Dellarte Concertos Internacionais”, a companhia de dança “Momix”, a exposição “Rir, um Ato de Resistência” e outros.

Do modelo ao runtime: como a abertura da ‘caixa-preta’ da DeepSeek chacoalha o mercado de IA

0

Enquanto a corrida pela inteligência artificial ganha tração, a infraestrutura global corre o risco de entrar em colapso financeiro e operacional: estimativas apontam que até 2030 os data centers focados em IA consumiriam até 800 TWh por ano — o equivalente a todo o consumo elétrico anual de um país do porte do Japão

 

 

A corrida global pela inteligência artificial deixou de ser disputada apenas no campo da sofisticação computacional para ser decidida no terreno árido da eficiência financeira. Ao lançar o DeepInfer como um software de código aberto, a chinesa DeepSeek não apenas disponibilizou uma nova ferramenta de otimização para a camada de inferência — a etapa em que o sistema efetivamente responde às requisições do usuário —, mas desferiu um golpe direto no modelo de segredos industriais mantido pelas gigantes do setor.

 

Créditos: Divulgação l Legenda: Software de código aberto busca reduzir gastos com processamento e consumo de energia em modelos de inteligência artificial

 



Historicamente, empresas como OpenAI e Anthropic mantiveram sob sigilo estrito suas arquiteturas de orquestração de hardware. A capacidade de otimizar a memória de vídeo (VRAM), reduzir a latência na geração dos primeiros tokens e extrair o rendimento máximo de clusters de GPUs sempre figurou como a verdadeira “fórmula secreta” por trás das margens de lucro e da viabilidade comercial das APIs proprietárias. ao publicar a mesma infraestrutura que utiliza em sua cadeia de produção, a empresa sediada em Hangzhou entrega ao mercado global o manual de engenharia que viabilizava seus baixos custos operacionais.

 

Para o ecossistema open-source, o movimento altera o patamar da competição. Até então, a grande barreira para a adoção de modelos abertos em larga escala não era a qualidade das respostas, mas o custo astronômico de mantê-los rodando em servidores dedicados.

 

“O grande gargalo das empresas ao adotar inteligência artificial nunca foi apenas a contratação dos modelos, mas o custo oculto da infraestrutura rodando 24 horas por dia”, afirma Breno Lobato, especialista em Inteligência Artificial para empresas; 

“Quando uma gigante chinesa abre a arquitetura de orquestração que usava para baratear a própria operação, ela democratiza uma eficiência que antes só estava ao alcance de orçamentos bilionários. Isso muda a matemática financeira da IA corporativa.”

 

A estratégia também pressiona os provedores de nuvem e as empresas de tecnologia que construíram suas ofertas vendendo acesso a infraestruturas otimizadas. Com a distribuição gratuita de ferramentas de orquestração de nível industrial, a simples capacidade de entregar respostas rápidas deixa de ser um diferencial precificável e passa a ser o requisito mínimo do mercado.

 

“A inferência está se tornando uma commodity. Daqui para a frente, nenhuma empresa vai aceitar pagar apenas pela ‘mágica de infraestrutura’ de um provedor”, avalia Lobato. “Com ferramentas como o DeepInfer disponíveis de forma aberta, o valor real da IA nas empresas migra definitivamente da camada de processamento para a capacidade da aplicação em resolver dores específicas do negócio.”

 

Ao transformar engenharia de ponta em bem público, o movimento da DeepSeek recalibra as expectativas do setor: a eficiência energética e o controle rigoroso de custos deixam de ser vantagens competitivas temporárias e passam a definir a nova régua de sobrevivência para todo o ecossistema de tecnologia.

Buchecha e MC Koringa reúnem mais de 3 mil pessoas na estreia de “O Baile é Nosso”, no Rio

0

Evento realizado no Qualistage contou com mais de 16 participações especiais e celebrou diferentes gerações do funk carioca

Buchecha e MC Koringa reuniram mais de 3 mil pessoas na estreia do projeto “O Baile é Nosso”, realizada neste sábado (31), no Qualistage, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. De acordo com a organização, o evento contou com mais de 16 participações especiais e uma estrutura de palco com painel de LED de mais de 15 metros.

A apresentação teve como proposta reunir artistas e músicas que marcaram diferentes fases do funk carioca. Durante a noite, o público acompanhou um repertório de sucessos que fizeram história nos bailes, nas rádios e na televisão.

A iniciativa também reuniu nomes de diferentes gerações do gênero, com Buchecha e MC Koringa à frente do espetáculo. Os dois artistas têm trajetórias ligadas à popularização do funk para além das comunidades e dos bailes, alcançando públicos de diferentes idades.

Cenografia trouxe referências aos tradicionais bailes funk

Um dos destaques da produção foi o cenário montado para a apresentação. O palco contou com um painel de LED de mais de 15 metros, que exibiu imagens inspiradas na cultura dos bailes, incluindo referências aos paredões das equipes de som.


A cenografia foi desenvolvida para resgatar elementos visuais associados à história do funk carioca e acompanhar a proposta musical do projeto.

Artistas convidados participaram da estreia

A primeira edição de “O Baile é Nosso” contou com participações de MC Sinistro, Mano Teko, William e Duda, Mano Kacau, Danda MC, MC Serginho, Robinho da Prata, Phabyo DJ, DJ Wally, Gisa, irmã de MC Marcinho, Ceejay, MC André do Alto, MC Créu e SD Boys.

Os convidados dividiram o palco com os anfitriões e representaram diferentes momentos da trajetória do funk.

Buchecha apresentou a história musical construída ao lado de Claudinho, dupla que alcançou grande popularidade nos anos 1990 e se tornou uma das referências do funk melody. O repertório dos dois permanece conhecido por sucessos que atravessaram gerações.

MC Koringa, por sua vez, levou ao projeto músicas que conquistaram espaço nas rádios e em trilhas sonoras de novelas, contribuindo para ampliar a presença do funk na música popular brasileira.

Projeto prevê novas edições

Com a estreia no Qualistage, “O Baile é Nosso” inicia uma proposta de encontros entre artistas que fizeram parte da história do funk carioca. A ideia é dar continuidade ao projeto com novas apresentações e participações de nomes ligados a diferentes períodos do gênero.

Kátia Regina de Araújo: uma trajetória internacional de coragem, empreendedorismo e reconhecimento

0

Com uma trajetória profissional marcada por 17 anos de atuação no setor de segurança e gestão aeroportuária na Holanda, onde exerceu funções de liderança e supervisão regional, Kátia também acumulou experiência no comércio internacional, especialmente nas áreas de importação e exportação.

Atualmente, é fundadora e CEO da ARÁ-YMÃ Amazônia, empresa voltada ao desenvolvimento e à comercialização de produtos naturais, cafés e oportunidades de negócios nos mercados brasileiro e internacional. Seu projeto busca valorizar a riqueza da Amazônia, conectar produtores a novos mercados e promover oportunidades de crescimento sustentável.

Sua trajetória também ganhou destaque na literatura. Participante da obra coletiva Mulheres Essenciais, apresentada na Bienal do Livro de São Paulo em 2026, Kátia segue desenvolvendo novos projetos literários, incluindo seu livro autoral Você Também Importa.

Em 2026, sua história passou a despertar o interesse de revistas, veículos de comunicação e programas de televisão. Entre os reconhecimentos recebidos e anunciados estão homenagens à sua trajetória profissional, literária e empreendedora, além da Comenda Excelência e Qualidade Brasil 2026, cuja cerimônia está prevista para novembro, em São Paulo.

Mais do que celebrar conquistas, Kátia deseja transmitir uma mensagem de coragem, determinação e esperança.

“Acredito que nunca é tarde para recomeçar, transformar experiências em oportunidades e construir um legado. O verdadeiro sucesso não está apenas nas conquistas, mas também naquilo que podemos oferecer às pessoas e ao mundo.”

Hoje, Kátia representa uma mulher que transformou experiências de vida em novos projetos, unindo empreendedorismo, literatura e propósito.

Para mais informações:

https://www.instagram.com/araujoka1?mdxt=MXhxaDd2NHZ5Z21iMw==

https://www.instagram.com/arayma.amazonia?rpxt=ZzZ2cGFtN25ibGI5

Natacha Horana prepara retorno ao Carnaval do Rio de Janeiro e promete grande surpresa na avenida

0

Musa da Gaviões da Fiel, em São Paulo, estaria preparando uma novidade para o próximo Carnaval carioca. Mas afinal, qual será a escola escolhida?

O Carnaval promete ganhar um nome de destaque! Natacha Horana, atriz, bailarina e influenciadora, que já ocupa o posto de musa da tradicional Gaviões da Fiel, em São Paulo, está preparando uma novidade que promete movimentar os bastidores do samba.

A musa estaria se preparando para retornar ao Carnaval do Rio de Janeiro, e os rumores sobre sua possível chegada a uma nova escola de samba já começam a despertar a curiosidade dos fãs e apaixonados pela folia.

Com presença marcante, beleza e experiência na avenida, Natacha promete viver uma nova fase em sua trajetória carnavalesca. E a pergunta que não quer calar é: qual será a escola de samba que receberá a musa no Rio de Janeiro?

A resposta pode estar mais perto do que imaginamos!

Na próxima semana, uma grande novidade deverá ser anunciada, trazendo mais detalhes sobre esse aguardado retorno. Preparem-se, porque Natacha Horana promete dar o que falar no Carnaval!

Defesa pessoal feminina: campeã mundial Carina Santi ensina técnicas fáceis de fuga em podcast

0

O mais recente episódio do podcast Café com Resenha trouxe ao centro do debate um tema urgente e de utilidade pública: a defesa pessoal feminina. A convidada da edição foi a multicampeã mundial de Jiu-Jitsu Carina Santi, que compartilhou sua trajetória vitoriosa nas artes marciais e alertou sobre como o conhecimento de técnicas simples de autodefesa pode garantir a segurança e a autonomia das mulheres no cotidiano.

Durante a gravação, Carina fez uma demonstração prática no estúdio ensinando como escapar de abordagens e ataques comuns. A atleta apresentou movimentos fáceis baseados no uso de alavancas para se libertar de pegadas firmes no pulso e agarrões por trás, enfatizando que a eficácia dessas manobras não depende de força física, mas sim de postura, técnica e tempo de reação.

Para a lutadora, democratizar esse conhecimento é uma missão que vai muito além dos campeonatos de alto rendimento. “A defesa pessoal não serve para incitar o confronto ou a violência, mas para garantir que toda mulher tenha a capacidade de criar espaço, se proteger e voltar para casa em segurança”, destacou Carina Santi.


créditos: divulgação


A iniciativa de abordar a pauta com demonstrações ao vivo foi celebrada pelos apresentadores do programa. “Trazer a Carina para o estúdio e ver na prática como movimentos simples podem mudar o desfecho de uma abordagem perigosa mostra o poder que a informação tem na vida das mulheres”, pontuou a apresentadora Stephanie Dalmazo.

O co-host Vinny D`lakart reforçou o papel social do formato em unir esporte e prestação de serviço. “O Café com Resenhabusca histórias inspiradoras, e este episódio conseguiu unir a trajetória de uma campeã mundial com uma verdadeira aula de utilidade pública para a nossa audiência”, concluiu o apresentador. O episódio completo já está disponível nas redes e plataformas digitais.

FICHA TÉCNICA E SERVIÇO:

● Programa: Podcast Café com Resenha
● Episódio: Defesa Pessoal Feminina não seja a próxima vítima
● Apresentação: Stephanie Dalmazo e Vinny D`lakart
● Onde assistir/ouvir:  https://www.youtube.com/watch?v=9CIUFpe4V5w

Ter milhares de seguidores não basta: criadores de conteúdo apostam em estratégias para transformar audiência em renda

0

Com planejamento, marketing e relacionamento com o público, profissionais da economia digital mostram que monetizar conteúdos exige mais do que popularidade nas redes sociais

Ter milhares de seguidores nas redes sociais pode representar visibilidade, mas não significa, necessariamente, conseguir transformar essa audiência em renda. Com o crescimento da economia dos criadores, profissionais que trabalham com conteúdo digital têm buscado estratégias para conquistar assinantes, ampliar as vendas e transformar a presença na internet em uma atividade economicamente sustentável.

Nesse cenário, conhecimentos de marketing, planejamento e comunicação passaram a fazer parte da rotina de quem deseja profissionalizar a produção de conteúdo. A experiência de criadoras que utilizam plataformas de monetização mostra que o relacionamento com o público pode ser tão importante quanto o número de seguidores.

É o caso de Fernanda, que reúne cerca de 300 mil seguidores em uma rede social e utiliza diferentes canais para divulgar seu trabalho. Além da audiência conquistada fora das plataformas de assinatura, ela aposta na comunicação direta com os assinantes para apresentar novidades e estimular as vendas.

“Quando eu tenho alguma coisa nova, mando uma mensagem em massa e geralmente as pessoas que já assinaram estão meio que esperando por essa mensagem para saber o que tem de novo. Minhas vendas vêm muito disso também”, conta.

A estratégia faz parte de sua atuação na Privacy, plataforma brasileira de monetização de conteúdo que permite aos criadores comercializar materiais digitais e manter contato direto com os assinantes.

Para Fernanda, a divulgação não termina quando uma publicação vai ao ar. Manter o público informado sobre novos conteúdos também faz parte do processo de comercialização.

Marketing se torna parte da profissão

A importância de pensar estrategicamente no próprio trabalho também é defendida por Ludmila Pereira, conhecida como SouLud. Aos 23 anos, a criadora de conteúdo destaca que estudar comunicação e marketing foi fundamental para desenvolver sua atuação profissional.

Formada em Publicidade e Propaganda, ela acredita que um dos principais equívocos de quem começa nesse mercado é concentrar os esforços apenas na produção de fotos e vídeos, sem considerar o planejamento necessário para construir um negócio.

“Eu vejo muita mina falando que o auge do auge é começar a abrir um perfil e começar a postar foto e tal. A galera fica muito focada nesse negócio de foto, mas o fator principal é estudar muito, estudar marketing. Eu fiz faculdade de Publicidade e Propaganda, eu adentrei tudo. Então, estudar precisa ser o foco principal”, afirma.

A experiência de Ludmila mostra como a atividade pode ultrapassar a produção individual de conteúdo. Atualmente, ela conta com uma equipe para auxiliar no trabalho, ampliando a estrutura de seu negócio.

“Hoje em dia, tem uma equipe me ajudando. Eu tô dando emprego pros outros. Da onde eu imaginei isso? Com os meus 23 anos! Então, estudar e fazer estratégias de marketing, principalmente”, relata.

Audiência não é sinônimo de faturamento

Embora o número de seguidores seja frequentemente utilizado como indicador de popularidade nas redes sociais, a capacidade de gerar receita depende de outros fatores, como o interesse do público, a frequência de divulgação, o formato dos conteúdos e as estratégias de comercialização.

Na economia dos criadores, uma das possibilidades de monetização é a oferta de conteúdos por assinatura ou a venda de materiais digitais diretamente aos interessados.

Esse modelo permite que profissionais de diferentes segmentos desenvolvam fontes de receita a partir de suas comunidades, sem depender exclusivamente de publicidade ou parcerias comerciais com marcas.

Para quem está começando, Fernanda recomenda pesquisar referências e observar como outros profissionais trabalham, identificando formatos que tenham relação com o próprio perfil.

“Se você quer entrar nisso de cabeça, fazer uma pesquisa é muito interessante. Pegar influenciadoras que você gosta, que você se identifica, e pensar: ‘Eu faria um conteúdo parecido’. Dá uma estudada”, aconselha.

Segundo a criadora, conversar com profissionais que já atuam no mercado e conhecer diferentes formas de produção também pode ajudar a reduzir a insegurança de quem está dando os primeiros passos.

Da produção de conteúdo à gestão de um negócio

À medida que a atividade cresce, a rotina dos criadores pode envolver tarefas semelhantes às de outros empreendedores, incluindo organização financeira, planejamento de publicações, divulgação, atendimento e relacionamento com clientes.

Nesse contexto, plataformas de monetização como a Privacy integram um mercado no qual o conteúdo digital pode ser comercializado diretamente ao público, permitindo que criadores explorem diferentes modelos de receita.

As experiências de Fernanda e Ludmila evidenciam que, para além da popularidade nas redes sociais, transformar a produção de conteúdo em uma atividade profissional exige organização, conhecimento do público e estratégias de comunicação.

Mais do que acumular seguidores, o desafio está em construir uma audiência interessada, estabelecer uma relação contínua com ela e encontrar formas sustentáveis de transformar esse relacionamento em renda.

Braços mais firmes, contorno definido: o que a cirurgia plástica pode e não podefazer pelo paciente?

0


Braços mais firmes e contornados estão entre os objetivos de quem busca harmonizar a silhueta, especialmente após grandes perdas de peso, oscilações ponderais ou mudanças naturais da pele com o envelhecimento. Mas, quando exercícios físicos e cuidados corporais não são suficientes para corrigir o excesso de pele, a cirurgia plástica pode ser uma alternativa. A braquioplastia, também conhecida como lifting de braços, é o procedimento indicado para remover o excedente cutâneo e remodelar a região entre a axila e o cotovelo.

A dimensão desse interesse aparece nos dados internacionais. De acordo com a pesquisa global de 2024 da International Society of Aesthetic Plastic Surgery(ISAPS), foram realizadas aproximadamente 212 mil cirurgias de lifting de braços no mundo, colocando o procedimento entre as 20 intervenções cirúrgicas estéticas mais realizadas por cirurgiões plásticos naquele ano. O número representa cerca de 1,2% do total de cirurgias estéticas contabilizadas pela pesquisa. 

O levantamento também aponta que o volume global de procedimentos cirúrgicos e não cirúrgicos de estética ultrapassou 37 milhões em 2024. O dado ajuda a dimensionar o mercado, mas não significa que a procura por braquioplastia tenha crescido no mesmo ritmo: na comparação com 2023, o número global de liftings de braço caiu 19,4%, enquanto permaneceu 68,4% acima do registrado em 2020. A leitura dos números, portanto, exige contexto, e não apenas a associação entre popularidade e crescimento contínuo.

Tornear os braços: nem sempre a solução é retirar gordura

Um dos equívocos mais comuns é acreditar que todo braço com volume ou aparência flácida precisa de lipoaspiração. A escolha da técnica depende da causa predominante: gordura localizada, excesso de pele ou combinação dos dois fatores. Quando existe gordura localizada e a pele apresenta boa elasticidade, a lipoaspiração pode ser considerada após avaliação médica. Já quando há flacidez significativa, especialmente depois de emagrecimento expressivo, a braquioplastia pode ser necessária para remover o excesso de pele. Em situações selecionadas, os procedimentos podem ser associados.

“Tornear os braços não significa simplesmente retirar volume. O planejamento precisa considerar a qualidade da pele, a distribuição da gordura, a proporção corporal e, sobretudo, o grau de flacidez. Em alguns pacientes, a lipoaspiração pode ser suficiente; em outros, retirar o excesso de pele é fundamental para alcançar um contorno mais definido. A decisão técnica deve ser individualizada, com transparência sobre os resultados possíveis e as marcas que a cirurgia pode deixar.”Consideram Dr. Seung Lee.

O que o paciente precisa saber antes da cirurgia?

A braquioplastia pode proporcionar contornos mais suaves e firmes, mas não deve ser tratada como uma intervenção sem marcas ou riscos. A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) destaca que o procedimento costuma deixar uma cicatriz na face interna do braço, cujo comprimento varia conforme a quantidade e a localização da pele excedente. Em determinados casos, a incisão pode se estender da axila em direção ao cotovelo. Esse é um dos principais pontos da decisão: o paciente precisa compreender o equilíbrio entre a melhora esperada do contorno e a cicatriz permanente. O aspecto final da marca varia de acordo com fatores individuais, técnica cirúrgica e processo de cicatrização.

A avaliação pré-operatória deve considerar o estado geral de saúde, o histórico clínico, o uso de medicamentos, o tabagismo, cirurgias anteriores, a estabilidade do peso e as expectativas do paciente. Pessoas com peso relativamente estável, flacidez significativa e condições clínicas adequadas podem ser candidatas, desde que a indicação seja confirmada pelo cirurgião. Também é essencial conversar abertamente sobre riscos, que incluem sangramento, infecção, acúmulo de líquido, alterações de sensibilidade, problemas de cicatrização, assimetria, cicatrizes desfavoráveis e, em algumas situações, necessidade de uma nova intervenção. Como em qualquer cirurgia, não há garantia de um resultado específico.

Recuperação: o resultado depende também do pós-operatório

Após a cirurgia, podem ser necessários curativos, malha ou bandagem compressiva, acompanhamento médico e restrição temporária de atividades físicas e movimentos que tensionem as incisões. O retorno ao trabalho, aos exercícios e à rotina deve respeitar a evolução individual e as orientações da equipe cirúrgica.

A manutenção dos resultados também está relacionada à estabilidade do peso, aos cuidados com a saúde e às características naturais da pele. O envelhecimento continua acontecendo, e mudanças expressivas de peso podem modificar o contorno ao longo do tempo. Mais do que perseguir um padrão estético, a escolha deve partir de uma conversa franca sobre o que incomoda o paciente, quais benefícios são realistas e quais concessões serão necessárias. Na cirurgia plástica, a sofisticação do resultado começa antes do centro cirúrgico: está na indicação correta, no planejamento criterioso e na segurança de cada etapa.


Crédito | Divulgação – Dr. Seung Hoon Lee [Acervo Pessoal]



 

Dr. Seung Hoon Lee [Dr. Seung Lee]
Cirurgião Plástico
CRM  174914 | RQE: 59954
Clínica Seung Lee® | São Paulo, SP


SAIBA_MAIS
seunglee.com.br/
www.instagram.com/dr.seung/
www.instagram.com/clinica.seunglee/

Fontes de dados e informação ao paciente

• ISAPS — Global Survey 2024: estatísticas internacionais de procedimentos cirúrgicos e não cirúrgicos. https://www.isaps.org/media/lcvdjt1f/isaps-global-survey_2024.pdf
• Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) — Lifting de braço: indicações, preparação, riscos e recuperação. https://www.cirurgiaplastica.org.br/cirurgias-e-procedimentos/contorno-corporal/lifting-de-braco/
• American Society of Plastic Surgeons (ASPS) — Arm Lift: informações sobre candidatos, técnica, recuperação e segurança. https://www.plasticsurgery.org/cosmetic-procedures/arm-lift



 

Dr. Seung Hoon Lee [Dr. Seung Lee]
Cirurgião Plástico
CRM  174914 | RQE: 59954
Clínica Seung Lee® | São Paulo, SP


SAIBA_MAIS
seunglee.com.br/
www.instagram.com/dr.seung/
www.instagram.com/clinica.seunglee/

Fontes de dados e informação ao paciente

• ISAPS — Global Survey 2024: estatísticas internacionais de procedimentos cirúrgicos e não cirúrgicos. https://www.isaps.org/media/lcvdjt1f/isaps-global-survey_2024.pdf
• Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) — Lifting de braço: indicações, preparação, riscos e recuperação. https://www.cirurgiaplastica.org.br/cirurgias-e-procedimentos/contorno-corporal/lifting-de-braco/
• American Society of Plastic Surgeons (ASPS) — Arm Lift: informações sobre candidatos, técnica, recuperação e segurança. https://www.plasticsurgery.org/cosmetic-procedures/arm-lift

Rafa Monte Rosa lança “Lá do Alto” em 30 de outubro e antecipa nova fase de sua carreira com o audiovisual “Entre Ventos”

0

O cantor e compositor Rafa Monte Rosa lança, no dia 30 de outubro, o single “Lá do Alto”, disponível nas principais plataformas digitais, acompanhado de um videoclipe no YouTube. A música é o segundo lançamento do álbum audiovisual “Entre Ventos”, que chega completo ao público no dia 6 de novembro e marca um dos momentos mais importantes da trajetória solo do artista.

Com uma atmosfera que remete à leveza, ao movimento e à liberdade, “Lá do Alto” traduz parte da essência do novo trabalho de Rafa, que encontra na natureza, nas experiências pessoais e na música brasileira a inspiração para uma fase de descobertas e amadurecimento artístico.

A composição integra o primeiro ato de “Entre Ventos”, intitulado Água, que representa origem, fluxo e abertura. Ao lado da canção “Oração”, a faixa dá início à narrativa musical construída pelo artista, que utiliza elementos da natureza como símbolos de transformação, pertencimento e recomeços.

Gravado ao vivo no Mirante do Jardim Botânico de Brasília, o audiovisual traz como cenário a paisagem do Cerrado, que se tornou parte fundamental da identidade do projeto. O vento, a luz natural e a interação espontânea entre os músicos ajudam a criar uma experiência que valoriza a autenticidade e a conexão entre música e natureza.

“Lá do Alto” também representa um novo olhar sobre a trajetória de Rafa Monte Rosa, que, após mais de duas décadas dedicadas à música e 15 anos à frente da banda Surf Sessions, decidiu investir em sua carreira solo e explorar novas possibilidades sonoras.

Em “Entre Ventos”, o artista aproxima o reggae, gênero que acompanha sua história musical, de diferentes vertentes da música popular brasileira, especialmente ritmos nordestinos como forró, baião e frevo.

Um álbum sobre transformação e recomeços

Com oito composições autorais, “Entre Ventos” foi concebido como uma experiência musical e visual dividida em três atos: Água, Raízes e Fogo.

Enquanto Água representa o movimento e a origem, Raízes mergulha em questões relacionadas à identidade e ao pertencimento. Já Fogo simboliza a transformação, o impulso e a celebração de novos caminhos.

Sob direção musical de Xico Vasconcelos e Nando Vieira, o trabalho reúne instrumentos como sanfona, violão, teclados, baixo, bateria e percussões, criando uma sonoridade que valoriza a diversidade da música brasileira.

O primeiro single, “Fogo”, lançado em 16 de outubro, apresentou ao público uma das facetas mais intensas do projeto. Agora, com “Lá do Alto”, Rafa revela uma atmosfera mais leve e contemplativa, ampliando a percepção sobre a diversidade musical e poética do álbum.

O lançamento completo de “Entre Ventos” acontece em 6 de novembro, quando as oito faixas estarão disponíveis nas plataformas digitais, acompanhadas do registro audiovisual no YouTube.

Mais de duas décadas de música e uma nova identidade artística

Nascido em Brasília, Rafa Monte Rosa acumula aproximadamente 22 anos de carreira. Durante mais de 15 anos, esteve à frente da Surf Sessions, projeto com o qual percorreu mais de 20 cidades e conquistou milhões de visualizações no YouTube.

Em 2024, iniciou oficialmente sua trajetória solo com os singles “Boa Sorte”, “Química do Toque” e “Paleta de Verão”. Em 2025, apresentou “Cantinho Guardado”, um xote em parceria com Conrado Pera.

Com “Entre Ventos”, o cantor consolida sua identidade como compositor e intérprete, assumindo o protagonismo de um trabalho que reúne suas influências musicais, experiências pessoais e a relação afetiva com o Cerrado.

Mais do que apresentar novas canções, Rafa Monte Rosa propõe uma experiência que convida o público a desacelerar, observar e se conectar com a música de maneira mais sensível.


Divulgação 



SERVIÇO

Lançamento do single “Lá do Alto” – Rafa Monte Rosa

Data: 30 de outubro de 2026 (sexta-feira)
Formato: Single nas plataformas digitais e vídeo no YouTube
Artista: Rafa Monte Rosa
Projeto: Entre Ventos
Pré-save: https://found.ee/ladoalto
Lançamento do álbum completo: 6 de novembro de 2026
Plataformas: Principais serviços de streaming e YouTube