A apresentadora e empresária Eliana Lopes não participará do reality show previsto para os próximos meses. A informação foi confirmada após uma publicação feita pela comunicadora em suas redes sociais.
Em um storie publicado recentemente, Eliana explicou que a decisão está relacionada a compromissos profissionais já assumidos anteriormente. Segundo ela, como cristã, considera fundamental honrar sua palavra e respeitar os compromissos firmados, motivo pelo qual optou por não integrar o elenco da atração neste momento.
Eliana Lopes
Apesar da ausência no reality, a apresentadora tranquilizou seus seguidores ao afirmar que importantes novidades estão a caminho, especialmente nas áreas de televisão e comunicação, setores nos quais atua há anos e mantém forte identificação com o público.
Ainda na publicação, Eliana fez questão de agradecer o carinho dos fãs, além do respeito e apoio recebidos de colegas de profissão, jornalistas e comunicadores.
Nos bastidores, a postura da apresentadora tem sido elogiada por profissionais da área. Fontes destacam que a decisão demonstra coerência, responsabilidade e comprometimento com os projetos já assumidos, características que têm marcado sua trajetória profissional.
Reconhecida por sua atuação na comunicação e pelo relacionamento próximo com seu público, Eliana Lopes segue focada em novos projetos e promete anunciar em breve iniciativas que devem fortalecer ainda mais sua presença na televisão e nos meios de comunicação.Se desejar, também posso criar uma versão com linguagem de portal de notícias de entretenimento, mais voltada para coluna social e bastidores da televisão.
Espaço reúne aulas técnicas, criação de conteúdo e loja conceito em uma experiência imersiva voltada ao universo da beleza
A Klass Vough acaba de inaugurar, em São Paulo, o Centro Técnico Klass Vough, um ambiente desenvolvido para quem deseja aprender, evoluir e se destacar no universo da maquiagem. Com cursos voltados para diferentes níveis de experiência, o centro promove aulas práticas, troca de conhecimento e vivência profissional, conectando técnica, criatividade e mercado em um só lugar.
Além da estrutura dedicada ao ensino técnico, o novo hub foi pensado para aproximar profissionais do mercado da beleza, incentivando networking, atualização constante e contato direto com novas técnicas, produtos e tendências que movimentam o segmento da maquiagem profissional.
Idealizador da marca, Marcelo Lu destacou durante a inauguração o propósito do novo espaço e o desejo de valorizar ainda mais os profissionais da maquiagem. “Por muito tempo, os maquiadores ficaram apenas nos bastidores. O Centro Técnico nasce também com a missão de trazer esses profissionais para o protagonismo, dando visibilidade, espaço para criação e reconhecimento para quem transforma a beleza em arte”, afirmou.
O centro conta com uma sala destinada a aulas práticas e masterclasses, além de estrutura para gravação de conteúdo, produção de fotos e vídeos profissionais. O ambiente também foi planejado especialmente para criadores de conteúdo e profissionais que utilizam as redes sociais como vitrine de trabalho.
O espaço ainda abriga uma loja conceito com os principais produtos da marca, permitindo que o público experimente itens, conheça lançamentos e tenha uma conexão ainda mais próxima com o universo da Klass Vough.
“Existe um movimento crescente no mercado da beleza, que vem apostando em experiências presenciais, educação especializada e ambientes multifuncionais para fortalecer comunidades e ampliar o relacionamento com o público. Com isso, ampliamos nossa presença no segmento profissional e investimos em um novo modelo de conexão entre ensino, conteúdo e consumo”, finaliza Lu.
Sobre a Klass Vough
A Klass Vough é uma marca brasileira de acessórios de beleza que se destaca pela combinação entre alta qualidade, design funcional e forte conexão com profissionais do setor. Fundada por Marcelo Lu em 2004, a empresa nasceu da necessidade de desenvolver ferramentas que acompanhassem a evolução da maquiagem e, ao longo dos anos, consolidou um portfólio amplo, com destaque para seus higienizadores e collabs. A marca reforça seu compromisso em oferecer produtos que unem inovação, estética e performance, atendendo tanto maquiadores quanto consumidores finais, e se posicionando como uma marca moderna, confiável e acessível dentro do mercado brasileiro.
Durante décadas, desaparecimentos e mortes de crianças espalharam medo por cidades do interior paulista. Os casos pareciam isolados, separados por quilômetros de distância e anos de diferença. Mas havia algo em comum entre eles. Algo que ninguém conseguia enxergar por completo.
Essa é a história contada em O Monstro de Rio Claro, livro-reportagem do jornalista e repórter policial Reginaldo Carlota sobre Laerte Patrocínio Orpinelli, o andarilho que entrou para a história criminal brasileira após admitir ter feito mais de 100 vítimas, todas crianças.
Preso em janeiro de 2000 pela equipe da delegada Sueli Isler Batelochi, da Polícia Civil de Rio Claro, Orpinelli colocou fim a uma das mais longas e perturbadoras trajetórias criminosas já registradas no interior de São Paulo. Sua captura revelou uma realidade que durante anos permaneceu fragmentada em dezenas de investigações espalhadas por diferentes cidades.
Mas esta não é apenas a história de um serial killer.
É também a história de uma obsessão.
Tudo começou em 1984, quando dois assassinatos brutais de meninas chocaram a cidade de Itu. Na época, Reginaldo Carlota tinha apenas 10 anos. O impacto daqueles crimes foi tão profundo que jamais saiu de sua memória.
Anos depois, já atuando como jornalista, decidiu investigar os casos. O que parecia uma busca por respostas para dois crimes antigos acabou se transformando em uma jornada que consumiria anos de sua vida.
Carlota mergulhou em arquivos esquecidos, analisou inquéritos, entrevistou familiares das vítimas, testemunhas e policiais. Conforme avançava, descobria ocorrências semelhantes em diversas cidades do interior paulista.
A investigação se tornou tão intensa que ele decidiu seguir literalmente os passos do criminoso.
Pegou carona nas mesmas rodovias percorridas por Orpinelli. Dormiu nos mesmos albergues frequentados pelo andarilho. Visitou os bares onde ele costumava passar, esteve nos locais dos crimes e percorreu cidades marcadas por tragédias que, durante muito tempo, pareciam não ter qualquer ligação entre si.
Quanto mais se aprofundava, mais assustadora se tornava a dimensão do caso.
Mesmo após a prisão de Orpinelli, a busca continuou. O objetivo já não era descobrir quem ele era. Era compreender como conseguiu agir durante tantos anos, atravessando cidades e deixando para trás uma trilha de dor que demorou décadas para ser entendida em toda sua extensão.
Esse mergulho profundo transformou Reginaldo Carlota em uma das principais referências sobre o caso, participando de produções televisivas e documentários sobre o criminoso.
“Já faz anos que Orpinelli morreu, mas não existe um único dia em que eu não pense nele. Acho que entrar na cabeça do assassino foi fácil. Difícil é conseguir sair.”
Misturando jornalismo investigativo, documentos históricos, entrevistas exclusivas e experiências vividas pelo próprio autor durante sua busca, O Monstro de Rio Claro revela detalhes impressionantes de um dos capítulos mais sombrios da história criminal brasileira.
Uma leitura que prende o leitor do início ao fim e deixa uma pergunta inquietante:
Qual foi o verdadeiro número de vítimas de Laerte Patrocínio Orpinelli?
O livro já está disponível no Mercado Livre.
Na noite desta quarta-feira (27), os empresários e sócios Lucas Lucco, Cela Lopes e João Brasio receberam convidados em Alphaville para o coquetel de lançamento da Futury Brasil, nova plataforma da holding Futury Hub voltada à geração de renda, empreendedorismo e monetização digital.
A proposta do projeto é transformar criadores de conteúdo, influenciadores, revendedores e até pessoas comuns em empreendedores, criando oportunidades reais de negócio por meio de um ecossistema que une mentoria, networking, conteúdo e diferentes frentes de monetização.
Entre os destaques do Futury Club estão a mentoria online comandada por Felipe Titto, voltada para negócios e mentalidade empreendedora, além de eventos presenciais, ações esportivas e lives com Lucas Lucco. A plataforma estreia com quatro frentes de geração de renda — vendas por link e cupom, revenda de produtos, produção de vídeos curtos e indicação de novos associados — e ainda oferece materiais profissionais de apoio para divulgação e vendas.
Durante o evento, os sócios apresentaram os pilares da iniciativa para convidados selecionados do meio empresarial e digital, destacando a proposta da plataforma. A noite também foi marcada por networking, troca de experiências e apresentações sobre as oportunidades oferecidas pelo Futury Club, que já está disponível com vagas limitadas. – confira AQUI –
João Bosco & Vinícius, João Neto & Frederico e Maria Cecília & Rodolfo se encontram no palco do Villa Country, no dia 3 de junho, para celebrar a era universitária, que revolucionou o sertanejo nos anos 2000
O sertanejo universitário não foi apenas uma fase: foi o movimento que redesenhou o gênero nos anos 2000 e abriu caminho para o que hoje domina rádios, playlists e grandes palcos. No Villa Country, esse capítulo decisivo da música brasileira ganha um encontro nostálgico e especial com João Bosco & Vinícius, João Neto & Frederico e Maria Cecília & Rodolfo, artistas que ajudaram a transformar o sertanejo em fenômeno nacional. No dia 03 de junho, quarta-feira, véspera de feriado de Corpus Christi, as três duplas que melhor representam a geração do sertanejo universitário vão subir ao palco para reviver a fase mais importante do gênero nas últimas décadas.
Cada uma delas carrega um repertório que atravessou gerações e definiu uma nova linguagem para o gênero. João Bosco & Vinícius levaram o sertanejo das universidades para o topo das paradas com canções como “Chora, Me Liga”, “Curtição” e “Segunda Taça”, consolidando uma estética mais urbana e próxima do público jovem da época. João Neto & Frederico marcaram esse mesmo período com sucessos como “Lê Lê Lê”, “Tá Combinado” e “Pega Fogo Cabaré”, unindo romantismo e festa em músicas que se tornaram presença obrigatória nas baladas sertanejas do país.
Maria Cecília & Rodolfo completam o encontro como representantes de uma geração que colocou a simplicidade e a emoção no centro da cena universitária. Hits como “Você de Volta”, “Tchau, Tchau” e “Quem Ama Cuida” ajudaram a ampliar o alcance do sertanejo e aproximaram o gênero de um público que se reconhecia nas histórias cantadas em primeira pessoa.
Reunidas no palco do Villa Country, as três duplas revisitam a era em que o sertanejo ganhou novos códigos, novos públicos e passou a dialogar diretamente com a juventude urbana. O show propõe uma viagem pelos grandes sucessos que marcaram aquele período e continuam presentes na memória afetiva de quem viveu essa fase, e também de quem a descobriu anos depois pelas plataformas digitais.
Mais do que um encontro de artistas, a noite celebra o momento em que o sertanejo universitário deixou de ser tendência para se tornar parte definitiva da cultura popular brasileira.
Serviço FESTIVAL SERTANEJO com João Bosco & Vinícius, Maria Cecília & Rodolfo e João Neto & Frederico no Villa Country
Data: 03 de junho de 2026 (quarta-feira) – véspera de feriado Corpus Christi
Objetos proibidos: Câmera fotográfica profissional ou semi profissional (câmeras grandes com zoom externo ou que trocam de lente), filmadoras de vídeo, gravadores de áudio, canetas laser, qualquer tipo de tripé, pau de selfie, camisas de time, correntes e cinturões, garrafas plásticas, bebidas alcóolicas, substâncias tóxicas, fogos de artifício, inflamáveis em geral, objetos que possam causar ferimentos, armas de fogo, armas brancas, copos de vidro e vidros em geral, frutas inteiras, latas de alumínio, guarda-chuva, jornais, revistas, bandeiras e faixas, capacetes de motos e similares.
Em episódio exibido no dia 27 de maio, Stephanie Dalmazo, Vinny D’Lakart e o psicólogo Rodrigo Tognareli criticam subjetividade da norma e cobram respostas urgentes do Ministério do Trabalho
créditos: divulgação
A entrada em vigor da nova atualização da NR-1, no último dia 26 de maio, colocou empresas brasileiras em estado de alerta e abriu um intenso debate sobre insegurança jurídica, subjetividade técnica e saúde mental no ambiente corporativo. O tema ganhou repercussão nacional após o episódio do podcast “Café com Benefícios”, exibido ontem (27), reunir Stephanie Dalmazo,comunicadora digital e host do podcast, Vinny D’Lakart, radialista e co-host, e o psicólogo especializado Rodrigo Tognareli para discutir as fragilidades da regulamentação. Durante a conversa, os participantes criticaram a falta de critérios objetivos para aplicação da norma e alertaram para o risco de judicialização em massa envolvendo adoecimento emocional nas empresas.
Um dos principais pontos levantados no episódio foi a ausência de respostas do Ministério do Trabalho diante de questionamentos técnicos enviados formalmente ainda no início de maio. Segundo Stephanie Dalmazo, o setor empresarial foi surpreendido por uma norma que entrou em vigor sem esclarecimentos oficiais sobre sua implementação prática. “A grande preocupação é que as empresas estão sendo cobradas por critérios que ainda não foram esclarecidos oficialmente. Existe um vazio técnico muito perigoso”, afirmou. Ela destacou ainda que pedidos envolvendo metodologia, responsabilidade profissional e critérios de avaliação seguem sem retorno, ampliando a insegurança jurídica para empregadores e profissionais de RH.
Outro ponto crítico debatido no podcast foi a inexistência de um questionário científico homologado nacionalmente para avaliação dos chamados riscos psicossociais. Na prática, isso abre espaço para que diferentes consultorias, empresas e fiscais utilizem metodologias distintas, muitas vezes sem rigor científico, criando interpretações subjetivas e potencialmente conflitantes. Vinny D’Lakart criticou o crescimento acelerado de soluções superficiais no mercado. “Criou-se uma corrida por adequação emocional sem que exista sequer uma metodologia nacional homologada. Hoje qualquer pessoa faz um curso rápido e se vende como especialista em risco psicossocial”, declarou.
Os participantes também demonstraram preocupação com a falta de clareza sobre quais profissionais possuem competência técnica para conduzir as avaliações exigidas pela NR-1. Atualmente, não existe definição objetiva sobre quem pode atuar oficialmente nesse processo, psicólogos, médicos do trabalho, engenheiros de segurança ou consultorias multidisciplinares. Além disso, especialistas apontam que a norma desconsidera diferenças fundamentais entre os CNAEs, tratando de maneira semelhante empresas de setores completamente distintos, como hospitais, transportadoras, indústrias e escritórios administrativos, mesmo diante de realidades emocionais e operacionais radicalmente diferentes.
O psicólogo Rodrigo Tognareli foi um dos mais enfáticos ao alertar para o risco de banalização da saúde mental corporativa. Segundo ele, a ausência de critérios científicos claros pode transformar um tema extremamente sério em um processo burocrático vulnerável a distorções. “A saúde mental é séria demais para virar apenas um checklist corporativo. Sem critérios científicos claros, corremos o risco de banalizar tanto o sofrimento real quanto os próprios processos de avaliação”, afirmou. Tognareli também chamou atenção para a dificuldade de estabelecer nexo causal em casos de adoecimento emocional, lembrando que transtornos psicológicos possuem origem multifatorial e nem sempre podem ser atribuídos exclusivamente ao ambiente de trabalho.
Embora o Ministério do Trabalho tenha adotado o critério de “dupla visita” nos primeiros 90 dias, permitindo orientação antes de eventual autuação, especialistas afirmam que a medida apenas adia um problema estrutural muito maior. O receio do mercado é que a nova redação da NR-1, criada para fortalecer a proteção emocional no ambiente corporativo, acabe produzindo exatamente o efeito contrário: ansiedade, instabilidade e medo de responsabilização futura tanto para empresas quanto para colaboradores. O debate promovido pelo “Café com Benefícios” expôs um tema que já movimenta bastidores de departamentos jurídicos, consultorias e grandes corporações: a possibilidade de o Brasil caminhar para uma nova era de passivos trabalhistas ligados à saúde mental corporativa.
Empresária e mentora transformou a assistência técnica em ferramenta de capacitação, empreendedorismo e transformação profissional
Há 11 anos, Michelle Menhem realizou seu primeiro curso em reparo de dispositivos móveis, momento em que descobriu sua paixão pelo universo da assistência técnica e da tecnologia mobile.
Em um mercado historicamente dominado por homens, onde a tecnologia ainda é vista por muitos como território exclusivamente masculino, Michelle construiu uma trajetória marcada por coragem, visão estratégica e empreendedorismo. Empresária, mãe, mentora e uma das principais referências do segmento mobile no Brasil, ela transformou desafios em oportunidades e consolidou seu nome como símbolo de transformação profissional e liderança feminina no setor.
Nascida no interior de São Paulo, filha de um metalúrgico e de uma dona de casa, Michelle cresceu acreditando que o conhecimento seria a ferramenta mais poderosa para mudar sua realidade. Antes de liderar empresas e formar milhares de profissionais, começou trabalhando atrás de um balcão como vendedora, aprendendo na prática sobre negócios, comportamento do consumidor e empreendedorismo.
Ao descobrir o mercado de assistência técnica, enxergou muito mais do que uma profissão: viu um setor em expansão, cheio de oportunidades e com potencial para transformar vidas por meio da capacitação e do empreendedorismo.
O que começou de forma simples evoluiu ao longo dos anos para um hub de soluções voltado ao mercado mobile.
Hoje, Michelle é sócia da Tech Channel Capacitação e fundadora da Sky Machine Soluções, empresas que atuam de forma complementar no desenvolvimento técnico, profissional e empresarial de milhares de pessoas em todo o Brasil.
A Tech Channel se consolidou como referência na formação de profissionais especializados em assistência técnica de celulares, MacBooks e videogames, enquanto a Sky Machine Soluções atua oferecendo ferramentas, equipamentos, tecnologia e soluções para técnicos e empreendedores do segmento mobile.
Mais do que ensinar consertos, Michelle criou um movimento de transformação profissional. Seu centro de capacitação recebe desde jovens em busca do primeiro negócio até pessoas que encontraram na assistência técnica uma oportunidade de recomeço, independência financeira e crescimento profissional.
Ao longo dos anos, também passou a desenvolver cursos, mentorias e treinamentos voltados à gestão, posicionamento digital, redes sociais para assistência técnica, abertura de lojas, registro de marcas e estruturação de negócios, ajudando profissionais a transformarem conhecimento técnico em empresas sólidas, estruturadas e lucrativas.
Reprodução redes sociais
Além da atuação empresarial, Michelle é frequentemente convidada para consultorias, palestras, mentorias e eventos ligados ao universo da tecnologia mobile e ao empreendedorismo.
Sua trajetória também se consolidou como símbolo de representatividade feminina em um mercado predominantemente masculino. Ao longo dos anos, passou a incentivar mulheres a enxergarem a assistência técnica como uma oportunidade real de crescimento profissional, independência financeira e protagonismo.
“Hoje, o meu objetivo é inspirar e potencializar essa profissão que está em constante evolução e demanda muito empenho, dedicação, conhecimento e principalmente paixão. Sempre acreditei no impossível, tanto que o impossível de ontem é a minha realidade hoje”, destaca.
Para Michelle, o sucesso não está apenas no crescimento financeiro, mas principalmente no impacto gerado na vida das pessoas.
“Eu não gosto de vender sonhos, gosto de transformar ideias em negócios e mostrar para as pessoas que elas podem ir além do que imaginam. Gosto de criar, empreender, ensinar, viajar, viver momentos com meus filhos e construir uma história que tenha propósito. Porque no final não é só sobre trabalho. É sobre legado.”
Defensora da educação contínua, Michelle acredita que a atualização profissional é o principal diferencial competitivo em um setor que evolui diariamente.
“A mente que se abre a uma nova ideia nunca voltará ao seu tamanho original. Busquem capacitação, invistam em tecnologia e tragam novidades para o mercado. Isso é o que gera oportunidades lucrativas e permite se tornar referência no setor”, finaliza.
Em uma era em que os dispositivos móveis se tornaram indispensáveis na vida moderna, Michelle Menhem transformou assistência técnica em oportunidade, educação em negócio e tecnologia em ferramenta de ascensão social, consolidando seu nome como uma das mulheres mais influentes do empreendedorismo mobile brasileiro.
Com mais de duas décadas de experiência nos palcos, o cantor “O Gutto” inicia um novo capítulo em sua trajetória musical. Nascido em Guarulhos e criado na zona norte de São Paulo, o artista carrega a música como herança familiar e encontra nas próprias raízes a base para essa retomada.
Filho de músico, teve no pai, José Adilson Pereira, conhecido como Jesse, sua principal referência. A conexão entre os dois se transformou em arte na canção “Nego Velho”, uma homenagem que ganhou espaço nas rádios e se tornou um marco em sua caminhada. A faixa ainda ganha força com a participação do artista Edi Rock, reforçando a ponte entre o pagode e o rap.
Ao longo dos anos, construiu sua história no pagode com o grupo Amizade Verdadeira, circulando por diversas regiões do país. Mais tarde, fundou a banda Brother Charlie, período em que ampliou horizontes musicais e incorporou influências que vão do samba ao rap e ao rock nacional.
Respeitado no meio, já dividiu palco com nomes como Turma do Pagode, Péricles, Thiaguinho, Pixote e Doce Encontro, consolidando sua presença no cenário.
Agora, em carreira solo, apresenta uma fase mais madura e autoral, com um projeto que marca seu retorno às origens e reforça sua identidade artística dentro do pagode. “Essa fase representa tudo que eu vivi até aqui. É um reencontro com minha essência, com o som que sempre fez parte da minha vida”, afirma.
Felipe Barbosa traduz 17 anos de expertise em uma visão inédita de luxo baseada em natureza e exclusividade
A redefinição do luxo global já não se ancora em símbolos tradicionais de status. Em um cenário orientado por escassez de tempo, saturação de estímulos e busca por autenticidade, o valor migra para experiências que oferecem profundidade, silêncio e conexão. Essa inflexão reposiciona destinos e abre espaço para geografias antes subestimadas no circuito internacional de alto padrão.
A Amazônia passa a ocupar esse novo lugar.
É nesse contexto que Felipe Barbosa desponta como um dos articuladores desse reposicionamento. Com 17 anos de atuação no mercado de experiências de alto padrão na região, o administrador reúne formação em Inteligência Emocional, pós-graduação em Expressões Criativas e especialização em andamento em Negócios de Luxo. Seu trabalho se insere na convergência entre curadoria, comportamento e estratégia, traduzindo a floresta em uma proposta alinhada às novas demandas do consumidor global.
A leitura que sustenta sua atuação é objetiva: o luxo contemporâneo deixa de ser sobre acesso e passa a ser sobre significado. O que é raro não é mais o que custa mais, mas o que não pode ser replicado.
Dessa premissa nasce a ORYGENS, agência internacional de experiências premium estruturada com sócios estrangeiros e liderada criativamente por Felipe. A empresa opera além do turismo tradicional e se posiciona como uma plataforma de criação de experiências autorais, com foco em projetos sob medida que combinam território, estética e emoção.
Reprodução redes sociais
O portfólio contempla celebrações privadas, casamentos, eventos corporativos, encontros exclusivos e experiências gastronômicas, sempre ancorados em uma lógica de alta curadoria. A proposta não está na escala, mas na precisão. Cada projeto é concebido como único, com integração entre hospitalidade, arquitetura natural, deslocamentos personalizados e uma narrativa sensorial consistente.
Ao estruturar essa operação, a ORYGENS conecta ativos ainda pouco explorados de forma coordenada na região: gastronomia amazônica autoral, design orgânico, arte local e o chamado luxo silencioso. O resultado é a criação de um produto alinhado ao padrão internacional, sem descaracterizar a essência do território.
Com a participação de empresários locais e parceiros globais, a iniciativa contribui para a construção de uma nova percepção sobre a Amazônia. Mais do que destino ecológico, a região passa a ser apresentada como um polo de experiências sofisticadas, com potencial de inserção consistente no mercado internacional de alto padrão.
A ORYGENS se posiciona como um agente de conexão entre a Amazônia e um público global altamente seletivo. A estratégia combina curadoria rigorosa, operação estruturada e leitura precisa de comportamento, elementos que permitem transformar um ativo natural em uma proposta de valor competitiva no universo do luxo contemporâneo.
Práticas como uso de anil, incensos, aromas e proteção energética ajudam a renovar o ambiente depois de receber amigos e familiares para assistir futebol em casa
Magnific
Receber amigos e familiares em casa para assistir aos jogos da Copa do Mundo costuma ser sinônimo de alegria, comemoração e muita emoção. Mas, após noites intensas de torcida, música, conversas e diferentes emoções reunidas no mesmo ambiente, muitas pessoas relatam a sensação de que a casa ficou mais “pesada”.
Segundo Julia Costa Sensitiva, isso acontece porque cada pessoa carrega consigo emoções, preocupações e estados energéticos diferentes. “Cada pessoa vem com seu fardo de alegrias e tristezas… e tudo isso são energias. Nem sempre é inveja. Às vezes aquela pessoa amiga está espiritualmente enfraquecida e essa energia entra junto com ela na sua casa”, explica.
Além da sensação de cansaço ou desconforto no ambiente, alguns sinais podem indicar que a energia da casa ficou carregada após festas, jogos e reuniões cheias, como irritação excessiva, discussões, insônia, dores de cabeça, sensação de peso no ambiente e até pequenos acidentes domésticos.
“É normal a casa pesar e até mesmo acontecer quebra de objetos depois da passagem de pessoas pela casa. As energias ficam impregnadas no ambiente”, afirma.
Entre os locais que mais absorvem energia durante encontros estão a sala, a cozinha e principalmente a entrada da residência, por serem áreas de maior circulação e concentração emocional durante os jogos.
Para renovar o ambiente após as confraternizações, a recomendação é unir limpeza física e energética. Uma das práticas mais indicadas é o uso do anil na limpeza da casa.
“O anil limpa e purifica o ambiente. Depois de limpar e organizar a casa, passe um pano úmido com anil e deixe secar naturalmente. Em seguida, acenda um incenso e observe a energia da casa se equilibrando nos próximos dias”, orienta.
Outra recomendação simples é manter uma proteção energética logo na entrada da residência. “O ideal é deixar durante o ano inteiro um pote de vidro transparente com sal grosso, nove anis estrelados, nove dentes de alho e, no centro, uma pedra de carvão ou uma cianita negra. Isso ajuda a filtrar a energia de quem entra na casa”, explica.
Aromas, músicas e organização do ambiente também fazem diferença no equilíbrio energético. Segundo ela, músicas alegres e ambientes limpos e perfumados ajudam a elevar a vibração da casa.
“A música define muito o estado de espírito das pessoas. Procure ouvir músicas que despertem sentimentos bons e leves. Já os incensos ajudam a despertar bons fluidos no ambiente. Espíritos negativos não gostam de locais limpos e cheirosos”, destaca.
Ela também faz um alerta sobre excessos durante as reuniões e noites de torcida.
“Onde existe excesso de álcool, brigas e descontrole emocional, existe também uma energia mais pesada. O ideal é evitar exageros e sempre fazer uma limpeza energética depois”, finaliza.