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CONEBRA 2027 promete transformar Goiânia na capital nacional do empreendedorismo

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Com expectativa de reunir mais de 5 mil participantes e mais de 100 palestrantes, congresso pretende consolidar Goiás como um dos principais centros de conexões empresariais, inovação e geração de negócios do país

Goiânia se prepara para receber um dos grandes encontros do empreendedorismo brasileiro em 2027. Nos dias 5 e 6 de março, o Centro de Convenções de Goiânia será palco do Congresso de Empreendedorismo Brasileiro (CONEBRA 2027), evento de abrangência nacional que promete reunir empresários, investidores, executivos, especialistas e lideranças de diferentes regiões do Brasil. Com uma programação diversificada e experiências voltadas ao desenvolvimento empresarial, o congresso pretende transformar a capital goiana em um verdadeiro ponto de encontro do ecossistema empreendedor nacional.

Com o slogan “O Brasil vai se encontrar em Goiânia”, a edição de 2027 representa um novo capítulo na trajetória do CONEBRA, que vem ampliando sua presença no cenário nacional. A expectativa da organização é receber mais de 5 mil participantes, contar com mais de 100 palestrantes e reunir mais de 80 empresas patrocinadoras, proporcionando um ambiente estratégico para a troca de conhecimentos, o fortalecimento de relacionamentos profissionais e a construção de novas oportunidades comerciais.

Uma experiência voltada ao futuro dos negócios

Um dos principais diferenciais do CONEBRA 2027 será sua programação multidisciplinar, reunindo especialistas e lideranças para discutir tendências, desafios e oportunidades do universo empresarial. Inteligência artificial, liderança, gestão de pessoas, vendas, marketing, investimentos, agronegócio, saúde, beleza, estratégia empresarial e governança corporativa estarão entre os temas centrais do congresso, oferecendo uma visão abrangente sobre os caminhos do empreendedorismo contemporâneo.

Além das palestras, o evento contará com Feira de Negócios, espaços de networking, produção de podcasts, experiências interativas e ambientes destinados à aproximação entre empresários e potenciais parceiros comerciais. A proposta é oferecer uma experiência que ultrapasse o formato tradicional dos congressos, permitindo que os participantes tenham acesso não apenas ao conhecimento, mas também a conexões capazes de impulsionar seus projetos e negócios.

Empreendedorismo acessível e compromisso social

Outro aspecto que diferencia o CONEBRA é seu compromisso com a democratização do conhecimento. O evento terá entrada gratuita, mediante inscrição e contribuição de 2 kg de alimentos não perecíveis, que serão destinados a instituições sociais goianas. A iniciativa busca ampliar o acesso de pequenos empreendedores, profissionais e empresários a conteúdos e oportunidades de relacionamento que frequentemente estão restritos a eventos de alto investimento.

A programação também prevê iniciativas voltadas às novas gerações, incluindo o projeto Empreendedorismo Kids, concebido para aproximar crianças do universo da criatividade, inovação e educação empreendedora por meio de atividades e experiências adequadas a diferentes faixas etárias.

Goiânia no centro das conexões empresariais do Brasil

A realização do CONEBRA 2027 também representa uma oportunidade de fortalecimento da economia regional. A expectativa de receber participantes de diferentes estados brasileiros cria perspectivas positivas para setores como hotelaria, gastronomia, transporte, comércio e serviços, além de ampliar a visibilidade de Goiânia como destino para eventos corporativos de grande porte.

A mobilização nacional já faz parte da estratégia de expansão do congresso. Para Vitor Cardoso, fundador e CEO do CONEBRA, a proposta é fortalecer um movimento nacional que reconhece o empreendedorismo como instrumento de transformação econômica e social.

“Nosso propósito é fazer de Goiânia um grande ponto de encontro do empreendedorismo brasileiro. Queremos conectar pessoas, aproximar empresas, compartilhar conhecimento e criar um ambiente onde novas oportunidades possam surgir. O CONEBRA vai além de um congresso: é um movimento que acredita na força das conexões para transformar negócios e vidas”, destaca Vitor Cardoso.

Um encontro nacional com visão de futuro

Com uma proposta que integra conhecimento, inovação, relacionamento empresarial e responsabilidade social, o CONEBRA 2027 pretende ampliar sua relevância no calendário brasileiro de eventos de negócios. A organização aposta na diversidade de setores representados, na presença de especialistas e na construção de experiências que aproximem empreendedores de diferentes portes e segmentos.

Nos dias 5 e 6 de março de 2027, Goiânia terá a oportunidade de receber profissionais e lideranças de todo o país em torno de um objetivo comum: fortalecer o empreendedorismo brasileiro e abrir caminhos para novas parcerias, investimentos e oportunidades.

Mais do que sediar um congresso, a capital goiana se prepara para ser o ponto de encontro de ideias, pessoas e negócios que ajudam a construir o futuro do Brasil.

“Na Contramão”: Nando aposta em faixas confessionais e repertório autoral em seu primeiro disco

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Desafiar padrões, explorar contrastes e não ter medo de expor fragilidades são os temas centrais que conduzem “na contramão”, álbum de estreia do cantor e compositor nando. O trabalho se constrói justamente na recusa de uma fórmula linear: em vez de se limitar a uma única postura, a obra transita sem filtros entre o impulso provocativo das pistas e o desabafo cru de quem decide abrir o peito, usando a música como espelho de sentimentos reais e contraditórios.

O álbum é composto por 10 faixas, sendo 3 singles já lançados anteriormente e outras 7 novas canções inéditas, reunindo sonoridades e letras pensadas individualmente para dialogar com as influências que moldam o artista. “Esse álbum é a realização do meu maior sonho. Por anos eu sonhei e planejei o meu primeiro lançamento e finalmente ele está acontecendo. Pensei em cada faixa com muito carinho e queria um resultado coerente com as minhas referências e com o artista que eu sou”, afirma o cantor.

Ele explica que o projeto reúne múltiplos lados do pop: “Para esse álbum, eu busquei mostrar diferentes vertentes do pop. Ele tem um pop romântico, dançante, provocativo, dramático e íntimo. O mais legal do projeto é que ele tem uma quebra: passa de algo dançante para algo extremamente sentimental e pessoal, assim como os álbuns dos anos 2000; ele possui um lado B cativante”.

A sonoridade pop chega em suas diversas possibilidades, inspirando-se diretamente nas grandes divas dos anos 2000, como Britney Spears, Lady Gaga, Beyoncé e The Pussycat Dolls. O disco também traz a influência do pop dançante de Demi Lovato e Ariana Grande. Essa base rítmica contrasta com um lado mais sentimental e dramático, no qual o artista explora arranjos profundos e vocais intimistas durante a quebra do álbum, abrindo espaço para letras confessionais.

O processo de composição nasceu em sessões de camping ao lado da artista SA, que divide com ele os vocais na faixa “superficial”. A parceria foi responsável por construir grande parte das canções e melodias a partir de suas experiências. O projeto contou ainda com a colaboração de Gael Vicci na composição das faixas “xeque-mate” e “mente pra mim”, além de sua participação vocal em “roubou meu coração”. A lista de colaborações do disco traz também VINI POP dividindo os vocais na faixa “mente pra mim” e Isis Antonella participando da canção de encerramento, “isis”. O artista define todo o processo criativo como íntimo e realizador a cada música concluída que passava a integrar o repertório.

Desenvolvido desde o começo do ano, “na Contramão” mobilizou uma equipe focada em música, performance e visuais. O produtor musical Ricieri Thales assina a produção dos beats e o trabalho de voz, com arranjos vocais, dobras e aberturas. No campo cênico, o artista trabalhou com um corpo de baile coreografado por Brendon Martins, profissional com trabalhos para Ivete Sangalo, Gloria Groove e Alok. O conceito visual e de imagem do projeto foi concebido ao lado de Murillo Campos e Vinicius Garcia, da Krop Criativo.

Videoclipe

Junto ao lançamento do disco, o projeto ganha desdobramento audiovisual com a estreia do videoclipe da faixa-título. A direção é assinada por Vinicius Garcia, da Krop Criativo. A escolha da canção para abrir os trabalhos visuais reflete diretamente o conceito de todo o trabalho: “A faixa ‘Na Contramão’ é a primeira faixa do álbum, ela me apresenta como artista, fala do meu sentimento com esse álbum. Me sinto indo na contramão de tudo que esperam de mim, mas que mesmo na contramão, eu sei que vou alcançar os meus objetivos”, pontua nando.

Visualmente, a produção traduz essa mensagem de determinação ao colocar o artista em movimento contra as expectativas alheias, marcando também sua primeira experiência com gravações externas em vias públicas. “As cenas da corrida foram gravadas com a música acelerada, o Vinicius filmando do porta-malas do carro e eu correndo em direção dele na rua; várias pessoas pararam para assistir essa cena das janelas”, relata. Segundo ele, o esforço nas ruas valeu a pena: “Foi um desafio, todo mundo acabava parando pra ver a gravação, mas mesmo assim foi muito gratificante. O resultado ficou lindo”, finaliza.

MULHER POD estreia dia 10 de Novembro sob o comando da comunicadora e influenciadora Thereza Blota

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 Em tempos de vídeos curtos, scroll infinito e conteúdos efêmeros, criar conversas profundas e com significado virou uma forma de arte. É exatamente essa a proposta do Podcast MULHER POD, projeto comandado pela comunicadora, influenciadora e host Thereza Blota que terá sua estreia dia 10 de Novembro pelas plataformas digitais. Muito além de um simples programa de entrevistas, o podcast nasce como um refúgio para trocas autênticas sobre carreira, relacionamentos, família, desafios e recomeços da vida real.

“Num mundo acelerado onde tudo é superficial, o MULHER POD chega para desacelerar e dar voz às histórias que realmente importam. Quero que quem assista se sinta na sala de casa, trocando uma ideia sincera, sem filtros e com muita empatia sobre os altos e baixos da nossa jornada.”Enfatiza Thereza Blota, apresentadora, jornalista e influenciadora.

Outro grande grande diferencial da atração é o papel fundamental da música no formato do programa. A trilha sonora não é apenas um pano de fundo, mas uma ponte de reconexão e sensibilidade entre Teresa, seus convidados e a audiência.

“A música tem o poder de acessar lugares que as palavras às vezes não chegam. Usar a música como fio condutor nos ajuda a criar um ambiente ainda mais íntimo e emocionante, aproximando o público das vivências e memórias de cada convidado.” Conclui a comunicadora. 


Divulgação 



Serviço

● Programa: Podcast MULHER POD
● Apresentação: Thereza Blota (Jornalista, influenciadora e host)
● Slogan: “Entrevistas que inspiram, histórias que transformam.”
● Onde assistir/ouvir: Disponível nas principais plataformas digitais e no YouTube da Rádio Capital – 77.5 FM e 1040 AM https://www.youtube.com/capitalcomvoce

 

Thiago Arancam protagoniza Ópera do Sertão, espetáculo com estreia nacional em Brasília

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A música nacional ganha uma nova dimensão em Ópera do Sertão, espetáculo protagonizado pelo tenor Thiago Arancam, que reúne canto lírico, orquestra, coro, dança e teatro para contar histórias da vida no interior do Brasil por meio de canções sertanejas e regionais. A montagem apresenta novos arranjos para clássicos que atravessam gerações, em uma viagem cênica pela memória, pelas paisagens e pelos sentimentos ligados ao sertão. A estreia nacional será em 29 de novembro, no Teatro Nacional de Brasília. 
A obra é inspirada nas companhias de circo-teatro que percorriam o interior do país levando música e histórias a cidades sem teatros. Em cena, Thiago Arancam dá vida ao Cantador, personagem que conduz uma trupe de músicos, atores e dançarinos e dá voz às histórias do povo do interior do Brasil. 
Ao longo dessa viagem, as canções se organizam em blocos temáticos, cada um com sua própria atmosfera visual. O repertório reúne famosas canções como “Disparada”, “Menino da Porteira”, “Asa Branca”, “Romaria”, “Tocando em Frente”, “Evidências” e “Luar do Sertão”, entre outras músicas presentes na memória de diferentes gerações. Com novos arranjos e a presença de orquestra, coro e corpo de baile, essas obras ganham dimensão cênica e sinfônica. 
Apresentada pelo Ministério da Cultura e patrocinada por Bradesco Seguros, Ópera do Sertão tem duração aproximada de 90 minutos e classificação livre. Após a estreia em Brasília, o espetáculo seguirá em turnê com apresentações previstas entre o fim de 2026 e ao longo de 2027 no Rio de Janeiro (RJ); em Belo Horizonte (MG); em São Paulo (SP); em Salvador (BA); e Manaus (AM). As datas serão anunciadas em breve. 
*Sobre Thiago Arancam*
Thiago Arancam é um tenor brasileiro de carreira internacional, com apresentações em mais de 40 países e em importantes teatros de ópera, entre eles o Teatro alla Scala, em Milão. No Brasil foi o protagonista da versão brasileira do musical O Fantasma da Ópera. Sua trajetória reúne a interpretação do repertório lírico e projetos em diferentes formatos, aproximando o canto lírico de novos públicos.
*Sobre o Circuito Cultural Bradesco Seguros*
Manter uma política de incentivo à cultura faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros considerando a cultura como ativo para o desenvolvimento dos capitais do conhecimento e do convívio social. Nesse sentido, o Circuito Cultural Bradesco Seguros se orgulha de ter patrocinado e apoiado, nos últimos anos, em diversas regiões do Brasil, projetos nas áreas de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas. Dentre as atrações incentivadas destacam-se os musicais “A Noviça Rebelde”, “Mamma Mia”, “Priscilla, a Rainha do Deserto”, “O Jovem Frankenstein”, “O Rei do Rock, O Musical”, “Bibi Uma Vida em Musical”, “Elis, a Musical”, “Wicked”, “Percy Jackson – O Ladrão de Raios: O Musical”, além dos espetáculos teatrais “O Que Só Sabemos Juntos”, “Eu de Você”, “Três Mulheres Altas”, a “Série Dellarte Concertos Internacionais”, a companhia de dança “Momix”, a exposição “Rir, um Ato de Resistência” e outros.

Do modelo ao runtime: como a abertura da ‘caixa-preta’ da DeepSeek chacoalha o mercado de IA

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Enquanto a corrida pela inteligência artificial ganha tração, a infraestrutura global corre o risco de entrar em colapso financeiro e operacional: estimativas apontam que até 2030 os data centers focados em IA consumiriam até 800 TWh por ano — o equivalente a todo o consumo elétrico anual de um país do porte do Japão

 

 

A corrida global pela inteligência artificial deixou de ser disputada apenas no campo da sofisticação computacional para ser decidida no terreno árido da eficiência financeira. Ao lançar o DeepInfer como um software de código aberto, a chinesa DeepSeek não apenas disponibilizou uma nova ferramenta de otimização para a camada de inferência — a etapa em que o sistema efetivamente responde às requisições do usuário —, mas desferiu um golpe direto no modelo de segredos industriais mantido pelas gigantes do setor.

 

Créditos: Divulgação l Legenda: Software de código aberto busca reduzir gastos com processamento e consumo de energia em modelos de inteligência artificial

 



Historicamente, empresas como OpenAI e Anthropic mantiveram sob sigilo estrito suas arquiteturas de orquestração de hardware. A capacidade de otimizar a memória de vídeo (VRAM), reduzir a latência na geração dos primeiros tokens e extrair o rendimento máximo de clusters de GPUs sempre figurou como a verdadeira “fórmula secreta” por trás das margens de lucro e da viabilidade comercial das APIs proprietárias. ao publicar a mesma infraestrutura que utiliza em sua cadeia de produção, a empresa sediada em Hangzhou entrega ao mercado global o manual de engenharia que viabilizava seus baixos custos operacionais.

 

Para o ecossistema open-source, o movimento altera o patamar da competição. Até então, a grande barreira para a adoção de modelos abertos em larga escala não era a qualidade das respostas, mas o custo astronômico de mantê-los rodando em servidores dedicados.

 

“O grande gargalo das empresas ao adotar inteligência artificial nunca foi apenas a contratação dos modelos, mas o custo oculto da infraestrutura rodando 24 horas por dia”, afirma Breno Lobato, especialista em Inteligência Artificial para empresas; 

“Quando uma gigante chinesa abre a arquitetura de orquestração que usava para baratear a própria operação, ela democratiza uma eficiência que antes só estava ao alcance de orçamentos bilionários. Isso muda a matemática financeira da IA corporativa.”

 

A estratégia também pressiona os provedores de nuvem e as empresas de tecnologia que construíram suas ofertas vendendo acesso a infraestruturas otimizadas. Com a distribuição gratuita de ferramentas de orquestração de nível industrial, a simples capacidade de entregar respostas rápidas deixa de ser um diferencial precificável e passa a ser o requisito mínimo do mercado.

 

“A inferência está se tornando uma commodity. Daqui para a frente, nenhuma empresa vai aceitar pagar apenas pela ‘mágica de infraestrutura’ de um provedor”, avalia Lobato. “Com ferramentas como o DeepInfer disponíveis de forma aberta, o valor real da IA nas empresas migra definitivamente da camada de processamento para a capacidade da aplicação em resolver dores específicas do negócio.”

 

Ao transformar engenharia de ponta em bem público, o movimento da DeepSeek recalibra as expectativas do setor: a eficiência energética e o controle rigoroso de custos deixam de ser vantagens competitivas temporárias e passam a definir a nova régua de sobrevivência para todo o ecossistema de tecnologia.

Buchecha e MC Koringa reúnem mais de 3 mil pessoas na estreia de “O Baile é Nosso”, no Rio

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Evento realizado no Qualistage contou com mais de 16 participações especiais e celebrou diferentes gerações do funk carioca

Buchecha e MC Koringa reuniram mais de 3 mil pessoas na estreia do projeto “O Baile é Nosso”, realizada neste sábado (31), no Qualistage, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. De acordo com a organização, o evento contou com mais de 16 participações especiais e uma estrutura de palco com painel de LED de mais de 15 metros.

A apresentação teve como proposta reunir artistas e músicas que marcaram diferentes fases do funk carioca. Durante a noite, o público acompanhou um repertório de sucessos que fizeram história nos bailes, nas rádios e na televisão.

A iniciativa também reuniu nomes de diferentes gerações do gênero, com Buchecha e MC Koringa à frente do espetáculo. Os dois artistas têm trajetórias ligadas à popularização do funk para além das comunidades e dos bailes, alcançando públicos de diferentes idades.

Cenografia trouxe referências aos tradicionais bailes funk

Um dos destaques da produção foi o cenário montado para a apresentação. O palco contou com um painel de LED de mais de 15 metros, que exibiu imagens inspiradas na cultura dos bailes, incluindo referências aos paredões das equipes de som.


A cenografia foi desenvolvida para resgatar elementos visuais associados à história do funk carioca e acompanhar a proposta musical do projeto.

Artistas convidados participaram da estreia

A primeira edição de “O Baile é Nosso” contou com participações de MC Sinistro, Mano Teko, William e Duda, Mano Kacau, Danda MC, MC Serginho, Robinho da Prata, Phabyo DJ, DJ Wally, Gisa, irmã de MC Marcinho, Ceejay, MC André do Alto, MC Créu e SD Boys.

Os convidados dividiram o palco com os anfitriões e representaram diferentes momentos da trajetória do funk.

Buchecha apresentou a história musical construída ao lado de Claudinho, dupla que alcançou grande popularidade nos anos 1990 e se tornou uma das referências do funk melody. O repertório dos dois permanece conhecido por sucessos que atravessaram gerações.

MC Koringa, por sua vez, levou ao projeto músicas que conquistaram espaço nas rádios e em trilhas sonoras de novelas, contribuindo para ampliar a presença do funk na música popular brasileira.

Projeto prevê novas edições

Com a estreia no Qualistage, “O Baile é Nosso” inicia uma proposta de encontros entre artistas que fizeram parte da história do funk carioca. A ideia é dar continuidade ao projeto com novas apresentações e participações de nomes ligados a diferentes períodos do gênero.

Kátia Regina de Araújo: uma trajetória internacional de coragem, empreendedorismo e reconhecimento

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Com uma trajetória profissional marcada por 17 anos de atuação no setor de segurança e gestão aeroportuária na Holanda, onde exerceu funções de liderança e supervisão regional, Kátia também acumulou experiência no comércio internacional, especialmente nas áreas de importação e exportação.

Atualmente, é fundadora e CEO da ARÁ-YMÃ Amazônia, empresa voltada ao desenvolvimento e à comercialização de produtos naturais, cafés e oportunidades de negócios nos mercados brasileiro e internacional. Seu projeto busca valorizar a riqueza da Amazônia, conectar produtores a novos mercados e promover oportunidades de crescimento sustentável.

Sua trajetória também ganhou destaque na literatura. Participante da obra coletiva Mulheres Essenciais, apresentada na Bienal do Livro de São Paulo em 2026, Kátia segue desenvolvendo novos projetos literários, incluindo seu livro autoral Você Também Importa.

Em 2026, sua história passou a despertar o interesse de revistas, veículos de comunicação e programas de televisão. Entre os reconhecimentos recebidos e anunciados estão homenagens à sua trajetória profissional, literária e empreendedora, além da Comenda Excelência e Qualidade Brasil 2026, cuja cerimônia está prevista para novembro, em São Paulo.

Mais do que celebrar conquistas, Kátia deseja transmitir uma mensagem de coragem, determinação e esperança.

“Acredito que nunca é tarde para recomeçar, transformar experiências em oportunidades e construir um legado. O verdadeiro sucesso não está apenas nas conquistas, mas também naquilo que podemos oferecer às pessoas e ao mundo.”

Hoje, Kátia representa uma mulher que transformou experiências de vida em novos projetos, unindo empreendedorismo, literatura e propósito.

Para mais informações:

https://www.instagram.com/araujoka1?mdxt=MXhxaDd2NHZ5Z21iMw==

https://www.instagram.com/arayma.amazonia?rpxt=ZzZ2cGFtN25ibGI5

Natacha Horana prepara retorno ao Carnaval do Rio de Janeiro e promete grande surpresa na avenida

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Musa da Gaviões da Fiel, em São Paulo, estaria preparando uma novidade para o próximo Carnaval carioca. Mas afinal, qual será a escola escolhida?

O Carnaval promete ganhar um nome de destaque! Natacha Horana, atriz, bailarina e influenciadora, que já ocupa o posto de musa da tradicional Gaviões da Fiel, em São Paulo, está preparando uma novidade que promete movimentar os bastidores do samba.

A musa estaria se preparando para retornar ao Carnaval do Rio de Janeiro, e os rumores sobre sua possível chegada a uma nova escola de samba já começam a despertar a curiosidade dos fãs e apaixonados pela folia.

Com presença marcante, beleza e experiência na avenida, Natacha promete viver uma nova fase em sua trajetória carnavalesca. E a pergunta que não quer calar é: qual será a escola de samba que receberá a musa no Rio de Janeiro?

A resposta pode estar mais perto do que imaginamos!

Na próxima semana, uma grande novidade deverá ser anunciada, trazendo mais detalhes sobre esse aguardado retorno. Preparem-se, porque Natacha Horana promete dar o que falar no Carnaval!

Defesa pessoal feminina: campeã mundial Carina Santi ensina técnicas fáceis de fuga em podcast

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O mais recente episódio do podcast Café com Resenha trouxe ao centro do debate um tema urgente e de utilidade pública: a defesa pessoal feminina. A convidada da edição foi a multicampeã mundial de Jiu-Jitsu Carina Santi, que compartilhou sua trajetória vitoriosa nas artes marciais e alertou sobre como o conhecimento de técnicas simples de autodefesa pode garantir a segurança e a autonomia das mulheres no cotidiano.

Durante a gravação, Carina fez uma demonstração prática no estúdio ensinando como escapar de abordagens e ataques comuns. A atleta apresentou movimentos fáceis baseados no uso de alavancas para se libertar de pegadas firmes no pulso e agarrões por trás, enfatizando que a eficácia dessas manobras não depende de força física, mas sim de postura, técnica e tempo de reação.

Para a lutadora, democratizar esse conhecimento é uma missão que vai muito além dos campeonatos de alto rendimento. “A defesa pessoal não serve para incitar o confronto ou a violência, mas para garantir que toda mulher tenha a capacidade de criar espaço, se proteger e voltar para casa em segurança”, destacou Carina Santi.


créditos: divulgação


A iniciativa de abordar a pauta com demonstrações ao vivo foi celebrada pelos apresentadores do programa. “Trazer a Carina para o estúdio e ver na prática como movimentos simples podem mudar o desfecho de uma abordagem perigosa mostra o poder que a informação tem na vida das mulheres”, pontuou a apresentadora Stephanie Dalmazo.

O co-host Vinny D`lakart reforçou o papel social do formato em unir esporte e prestação de serviço. “O Café com Resenhabusca histórias inspiradoras, e este episódio conseguiu unir a trajetória de uma campeã mundial com uma verdadeira aula de utilidade pública para a nossa audiência”, concluiu o apresentador. O episódio completo já está disponível nas redes e plataformas digitais.

FICHA TÉCNICA E SERVIÇO:

● Programa: Podcast Café com Resenha
● Episódio: Defesa Pessoal Feminina não seja a próxima vítima
● Apresentação: Stephanie Dalmazo e Vinny D`lakart
● Onde assistir/ouvir:  https://www.youtube.com/watch?v=9CIUFpe4V5w

Ter milhares de seguidores não basta: criadores de conteúdo apostam em estratégias para transformar audiência em renda

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Com planejamento, marketing e relacionamento com o público, profissionais da economia digital mostram que monetizar conteúdos exige mais do que popularidade nas redes sociais

Ter milhares de seguidores nas redes sociais pode representar visibilidade, mas não significa, necessariamente, conseguir transformar essa audiência em renda. Com o crescimento da economia dos criadores, profissionais que trabalham com conteúdo digital têm buscado estratégias para conquistar assinantes, ampliar as vendas e transformar a presença na internet em uma atividade economicamente sustentável.

Nesse cenário, conhecimentos de marketing, planejamento e comunicação passaram a fazer parte da rotina de quem deseja profissionalizar a produção de conteúdo. A experiência de criadoras que utilizam plataformas de monetização mostra que o relacionamento com o público pode ser tão importante quanto o número de seguidores.

É o caso de Fernanda, que reúne cerca de 300 mil seguidores em uma rede social e utiliza diferentes canais para divulgar seu trabalho. Além da audiência conquistada fora das plataformas de assinatura, ela aposta na comunicação direta com os assinantes para apresentar novidades e estimular as vendas.

“Quando eu tenho alguma coisa nova, mando uma mensagem em massa e geralmente as pessoas que já assinaram estão meio que esperando por essa mensagem para saber o que tem de novo. Minhas vendas vêm muito disso também”, conta.

A estratégia faz parte de sua atuação na Privacy, plataforma brasileira de monetização de conteúdo que permite aos criadores comercializar materiais digitais e manter contato direto com os assinantes.

Para Fernanda, a divulgação não termina quando uma publicação vai ao ar. Manter o público informado sobre novos conteúdos também faz parte do processo de comercialização.

Marketing se torna parte da profissão

A importância de pensar estrategicamente no próprio trabalho também é defendida por Ludmila Pereira, conhecida como SouLud. Aos 23 anos, a criadora de conteúdo destaca que estudar comunicação e marketing foi fundamental para desenvolver sua atuação profissional.

Formada em Publicidade e Propaganda, ela acredita que um dos principais equívocos de quem começa nesse mercado é concentrar os esforços apenas na produção de fotos e vídeos, sem considerar o planejamento necessário para construir um negócio.

“Eu vejo muita mina falando que o auge do auge é começar a abrir um perfil e começar a postar foto e tal. A galera fica muito focada nesse negócio de foto, mas o fator principal é estudar muito, estudar marketing. Eu fiz faculdade de Publicidade e Propaganda, eu adentrei tudo. Então, estudar precisa ser o foco principal”, afirma.

A experiência de Ludmila mostra como a atividade pode ultrapassar a produção individual de conteúdo. Atualmente, ela conta com uma equipe para auxiliar no trabalho, ampliando a estrutura de seu negócio.

“Hoje em dia, tem uma equipe me ajudando. Eu tô dando emprego pros outros. Da onde eu imaginei isso? Com os meus 23 anos! Então, estudar e fazer estratégias de marketing, principalmente”, relata.

Audiência não é sinônimo de faturamento

Embora o número de seguidores seja frequentemente utilizado como indicador de popularidade nas redes sociais, a capacidade de gerar receita depende de outros fatores, como o interesse do público, a frequência de divulgação, o formato dos conteúdos e as estratégias de comercialização.

Na economia dos criadores, uma das possibilidades de monetização é a oferta de conteúdos por assinatura ou a venda de materiais digitais diretamente aos interessados.

Esse modelo permite que profissionais de diferentes segmentos desenvolvam fontes de receita a partir de suas comunidades, sem depender exclusivamente de publicidade ou parcerias comerciais com marcas.

Para quem está começando, Fernanda recomenda pesquisar referências e observar como outros profissionais trabalham, identificando formatos que tenham relação com o próprio perfil.

“Se você quer entrar nisso de cabeça, fazer uma pesquisa é muito interessante. Pegar influenciadoras que você gosta, que você se identifica, e pensar: ‘Eu faria um conteúdo parecido’. Dá uma estudada”, aconselha.

Segundo a criadora, conversar com profissionais que já atuam no mercado e conhecer diferentes formas de produção também pode ajudar a reduzir a insegurança de quem está dando os primeiros passos.

Da produção de conteúdo à gestão de um negócio

À medida que a atividade cresce, a rotina dos criadores pode envolver tarefas semelhantes às de outros empreendedores, incluindo organização financeira, planejamento de publicações, divulgação, atendimento e relacionamento com clientes.

Nesse contexto, plataformas de monetização como a Privacy integram um mercado no qual o conteúdo digital pode ser comercializado diretamente ao público, permitindo que criadores explorem diferentes modelos de receita.

As experiências de Fernanda e Ludmila evidenciam que, para além da popularidade nas redes sociais, transformar a produção de conteúdo em uma atividade profissional exige organização, conhecimento do público e estratégias de comunicação.

Mais do que acumular seguidores, o desafio está em construir uma audiência interessada, estabelecer uma relação contínua com ela e encontrar formas sustentáveis de transformar esse relacionamento em renda.