A história de Marcio Ferreira Lisboa, o Marcio Art, está diretamente ligada a um dos períodos mais marcantes da música brasileira. Natural da Zona Norte de São Paulo, o cantor viveu de perto a explosão do pagode nos anos 90 e fez parte da trajetória do Art Popular, grupo que se tornou uma das referências do gênero e ajudou a consolidar o pagode paulista em todo o país.
A relação de Márcio com a música, no entanto, começou muito antes da profissionalização. Inspirado pelo pai, ele cantava desde os 10 anos de idade em festinhas e almoços de família. O que começou ainda na infância se transformou em uma trajetória profissional construída ao longo de décadas, tendo o samba e o pagode como principais referências.
Depois de sua experiência com o Art Popular e de uma trajetória marcada por importantes momentos do pagode brasileiro, Marcio Art constrói desde 2011 sua carreira solo, desenvolvendo novos trabalhos, realizando apresentações e mantendo uma relação constante com o público. Ao longo desse período, o artista consolidou uma identidade própria sem se afastar das raízes que marcaram sua formação musical.
É justamente essa longevidade que conecta o artista ao atual momento de valorização do pagode dos anos 90. Márcio Art participou de um documentário da Globoplay dedicado à história do gênero naquela década, contribuindo com sua experiência e suas memórias de quem esteve diretamente inserido naquela cena musical.
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A participação no projeto reforça a relevância de sua trajetória e mostra como a história construída por aquela geração continua reverberando. O pagode dos anos 90 permanece presente na memória afetiva de milhões de brasileiros e, ao mesmo tempo, vem conquistando novos ouvintes, que descobrem artistas e grupos responsáveis por transformar o gênero em um fenômeno nacional.
Sem transformar o passado em um ponto de chegada, Marcio Art segue movimentando sua carreira e apresentando novidades. “Volta Pra Mim” é sua atual música de trabalho e representa esse momento de continuidade artística, em que o cantor mantém suas raízes no pagode enquanto apresenta novas canções e projetos ao público.
A faixa chega como parte de uma trajetória que nunca foi interrompida. Marcio Art nunca deixou de cantar, produzir e estar presente na cena do pagode. Sua carreira solo vem sendo construída de forma contínua desde 2011, mantendo viva a conexão com o gênero que acompanha sua vida desde a infância.
Paralelamente à carreira solo, Marcio Art também integra o projeto Samba 90 Graus, ao lado de Netinho de Paula e Chrigor. A iniciativa reúne no mesmo palco três nomes ligados à história do pagode brasileiro e celebra a força de um gênero que marcou uma geração e continua atravessando diferentes públicos. Para Márcio, o projeto representa mais uma frente de atuação em uma carreira que permanece ativa e conectada às suas raízes musicais.
Entre as lembranças de uma década que marcou o pagode brasileiro e os novos capítulos de sua carreira, Marcio Art representa uma trajetória de permanência. Um artista que ajudou a escrever parte dessa história e que continua escrevendo a sua, agora com novas músicas, novos projetos e a mesma paixão que o acompanha desde os 10 anos.
Com “Volta Pra Mim”, Marcio Art reafirma sua identidade e mostra que, para quem vive verdadeiramente o pagode, a história não é feita apenas de grandes momentos do passado, mas também de tudo aquilo que continua sendo construído no presente.
Criador da Cultura10 desenvolveu a plataforma para aproximar os conteúdos escolares da linguagem digital presente na rotina dos estudantes
Celulares, vídeos, jogos e redes sociais ocupam cada vez mais espaço na rotina de crianças e adolescentes. Com tantos estímulos disponíveis ao longo do dia, despertar o interesse dos estudantes está entre os principais desafios enfrentados pela educação atualmente.
Ao criar a Cultura10, o empreendedor Varlei Ramos da Silva buscou tornar os conteúdos educacionais mais atrativos e incentivar a participação dos estudantes. Para isso, reuniu, em uma mesma plataforma, quizzes, desafios, pontuações e outros recursos de gamificação ligados ao aprendizado.
A proposta também inclui o reconhecimento dos professores. Em votações realizadas pela Cultura10, os próprios alunos escolhem os profissionais que serão premiados. A participação dos estudantes, portanto, não acontece apenas nas atividades da plataforma, mas também em ações que envolvem a comunidade escolar.
“Quando pensamos em tecnologia na educação, precisamos entender como os recursos digitais podem despertar a curiosidade, incentivar a participação e aumentar o interesse dos estudantes pelo aprendizado”, afirma Varlei Ramos da Silva.
Essa combinação entre conteúdo, gamificação e participação vem sendo levada a escolas de diferentes municípios. Hoje, a Cultura10 reúne mais de 17 mil alunos cadastrados em cerca de 70 unidades escolares de cinco cidades.
Para Varlei, porém, despertar o interesse é apenas o primeiro passo. A intenção é fazer com que esse estímulo inicial ajude a aproximar os estudantes do aprendizado e incentive uma participação mais frequente.
“O mais importante é criar uma cultura de participação. O prêmio pode despertar o interesse inicialmente, mas o objetivo é que o estudante perceba que aprender também pode ser uma experiência interessante e significativa”, explica Varlei.
A Cultura10 é uma plataforma educacional criada pelo empreendedor Varlei Ramos da Silva. Reúne conteúdos alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), quizzes, atividades interativas e recursos de gamificação, além de ferramentas para o acompanhamento da participação e do desempenho dos estudantes.
Mariana Fagundes revelou nesta segunda-feira (31) o sexo do primeiro filho durante um chá revelação realizado em Goiânia. A cantora e o empresário Alessandro Souza, com quem é casada e mantém um relacionamento há 20 anos, descobriram durante a celebração que estão à espera de uma menina.
A festa aconteceu a partir das 16h, no Espaço Conceito, em Goiânia, e foi preparada para manter o suspense até o momento da revelação. A decoração seguiu uma proposta branca, clean e minimalista, com os elementos da celebração escolhidos em tons neutros para não entregar pistas sobre o sexo do bebê. Mariana Fagundes está grávida de 11 semanas e quatro dias, entrando no terceiro mês de gestação.
O momento mais aguardado da tarde aconteceu às 17h30, quando Mariana e Alessandro finalmente descobriram que estão à espera de uma menina. A revelação combinou balões, fumaça, luzes e música, criando uma atmosfera de expectativa até a descoberta.
A celebração reuniu familiares, amigos e nomes de destaque da música sertaneja e do entretenimento. Entre os convidados estiveram Luan Pereira e sua esposa, a modelo Victoria Miranda; Édson, da dupla Édson & Hudson; João Neto & Frederico; Thales Lessa; Marília Tavares; Maria Rita, influenciadora e namorada de Jeninho; e o próprio Jeninho, parceiro de Mariana em “Peão Todo Tatuado”, um dos grandes sucessos da cantora em 2026.
“A gente passou 20 anos construindo a nossa história e, hoje, parece que tudo ganhou um novo significado. O nosso maior sonho deixou de ser um sonho e passou a ter uma vida crescendo dentro de mim. Descobrir quem está chegando para completar a nossa família foi um dos momentos mais emocionantes que já vivi.”, contou Mariana.
A cantora anunciou publicamente a gravidez na última quarta-feira (26), revelando que espera o primeiro filho com Alessandro. A chegada do bebê marca a realização de um sonho do casal, que construiu uma história de duas décadas juntos.
A nova fase pessoal acontece em um dos momentos de maior projeção da trajetória de Mariana Fagundes. Aos 20 anos de carreira, a cantora soma 12,3 milhões de ouvintes mensais no Spotify, 3 milhões de seguidores no Instagram, 1,7 milhão no TikTok e 642 mil inscritos no YouTube.
Em 2026, Mariana alcançou um dos principais marcos de sua carreira com “Peão Todo Tatuado”, parceria com Jeninho. A faixa chegou ao primeiro lugar no Spotify Brasil e na Billboard Brasil Hot 100, ultrapassou 110 milhões de streams no Spotify e soma mais de 90 milhões de visualizações no YouTube.
Com o sexo do bebê revelado, Mariana e Alessandro celebraram a novidade ao lado da família, amigos e convidados, dando início a uma nova etapa da preparação para a chegada do primeiro filho.
O Palco Amanhecer ganhou um dos seus momentos de maior energia neste sábado, 29, com o show de Luan Pereira na 71ª Festa do Peão de Barretos, em uma das noites mais disputadas da programação. A apresentação reuniu elementos que se tornaram marcas de Luan Pereira, como o repertório de forte identificação com o público, a interação constante e a mistura entre sertanejo e agronejo que ajudou a projetar o cantor nacionalmente.
No setlist, estiveram sucessos como “Ela Pirou na Dodge Ram”, “Senta pro Country” e “Moletom”, com direito até da participação da sua noiva Victoria Miranda no palco, além de “HILLUX X DODGE RAM”, seu mais recente lançamento em parceria com DJ Kayo. A faixa alcançou o TOP 1 de áudios virais do Instagram após a repercussão no evento, com cerca de 12 mil vídeos da coreografia em poucos dias.
Para a ocasião, o cantor escolheu um look inspirado nos toureiros, avaliado em R$ 45 mil. Criado e produzido pelo stylist Jhow Frias, o visual representou superação e recomeço: o azul-marinho simbolizou a noite, as estrelas fizeram referência à luz durante a escuridão e a dormideira em prata traduziu a capacidade de se recolher e voltar a florescer.
Durante o show, Jennifer & Stephany entraram em cena para apresentar dois grandes hits da dupla: “Os Rodeio Voltou” e “Tô na Moda”, parceria com o CountryBeat. As faixas vêm ganhando força nas redes sociais, com refrões, batidas e dancinhas que conquistaram o público, e, juntas, já ultrapassam 40 milhões de streams no Spotify.
A dupla integra o casting da LP Produções, empresa da qual Luan é sócio e que representa uma nova frente de sua trajetória, agora também voltada à descoberta e ao desenvolvimento de novos talentos do sertanejo.
A edição deste ano tem sido especialmente marcante para Luan Pereira, que vive, desde o primeiro dia, uma intensa agenda de shows, gravações, encontros e ações que destacam diferentes momentos de sua carreira. No domingo (23), o cantor participou da gravação do DVD de Jeninho e fez uma participação surpresa no show de Edson & Hudson, no Palco Estádio.
Na segunda-feira (24), Luan promoveu a gravação de “Deu Bão em Barretos”, novo projeto audiovisual da LP Produções, registrado na própria “Casa da LP”. O projeto reuniu LP, Jennifer & Stephany e Ayala & Júlio César, com participações especiais de Jeninho e Kaique & Felipe.
Já na quinta-feira (27), o cantor visitou o Hospital de Amor, onde passou a tarde com as crianças, cantando e interagindo com os pacientes. Encerrando na sexta-feira (28), onde participou do “Só Barui”, no Rancho do Sertanejeiro, ao lado novamente de Jeninho e Kaique & Felipe.
“Barretos foi muito especial para mim porque, além de fazer meu show, eu pude viver a festa de verdade. Estive em outros momentos, gravei projetos, encontrei amigos e também trabalhei nos projetos da LP. Poder encerrar essa semana no Amanhecer, cantando para esse público, tornou tudo ainda mais especial. Barretos tem uma energia única, e viver tudo isso aqui foi inesquecível”, afirma Luan Pereira.
Com o show no Palco Amanhecer, Luan Pereira encerra sua participação na programação musical de Barretos deixando como marca uma semana que foi muito além de uma apresentação: reuniu palco, música, novos projetos, parcerias e negócios em torno de um dos principais nomes da nova geração do sertanejo.
Especialista explica como o cruzamento de dados e tecnologia permite que marcas exibam anúncios mais relevantes, no momento certo e para o público com maior potencial de interesse
Pesquisar um produto, visitar um site ou demonstrar interesse por determinado assunto e, pouco depois, começar a ver anúncios relacionados em diferentes plataformas é uma experiência cada vez mais comum. Por trás desse fenômeno está a mídia programática, tecnologia que utiliza dados e automação para tornar a compra e a veiculação de anúncios digitais mais precisas, entregando publicidade para o público certo, no canal e no momento mais adequados.
Segundo Renata Bandeira, head comercial da Spring Scale Global, o funcionamento dessa tecnologia costuma gerar dúvidas, mas o princípio por trás dela é relativamente simples.
“A mídia programática funciona como um leilão automatizado que acontece em frações de segundo. Quando um usuário acessa uma página, algoritmos analisam informações sobre aquele perfil, como comportamento de navegação e interesses, e decidem, em tempo real, qual anúncio faz mais sentido exibir para aquela pessoa”, afirma.
Essa automação elimina grande parte do processo manual que antes envolvia a compra de espaços publicitários, negociado diretamente entre anunciantes e veículos de comunicação. Hoje, a decisão sobre onde e para quem um anúncio será exibido é definida por sistemas que cruzam diferentes fontes de dados, ampliando a capacidade de segmentação das campanhas.
Precisão x publicidade tradicional
Para a executiva, esse nível de precisão é o que diferencia a mídia programática da publicidade tradicional.
“Diferente da publicidade tradicional, em que o anúncio é exibido para um público amplo e genérico, a mídia programática permite direcionar a mensagem certa, para a pessoa certa, no momento em que ela está mais propensa a se interessar por aquele produto ou serviço”, explica.
Outro ponto que costuma gerar curiosidade é a rapidez com que os anúncios parecem “seguir” o usuário após uma simples pesquisa. Segundo Renata, esse comportamento tem explicação técnica.
“Isso acontece porque, ao demonstrar interesse por um produto, o usuário passa a integrar uma audiência específica, criada a partir desse comportamento. A partir daí, diferentes marcas podem disputar a exibição de anúncios para esse mesmo perfil em diversos sites e aplicativos, o que reforça a sensação de que a publicidade está sendo feita sob medida”, detalha.
Privacidade e uso responsável de dados Apesar de trazer ganhos de eficiência para as marcas, a executiva ressalta que a mídia programática também está sujeita a regras de privacidade e proteção de dados, o que tem levado o mercado a repensar continuamente suas estratégias de segmentação.
“O uso de dados precisa estar sempre alinhado às boas práticas de privacidade e às legislações vigentes. É um equilíbrio constante entre entregar relevância para o consumidor e respeitar os limites do que pode ser coletado e utilizado”, pontua.
Para Renata, compreender esse funcionamento ajuda o consumidor a ter uma relação mais consciente com a publicidade que recebe no dia a dia.
“Quanto mais as pessoas entendem como a tecnologia por trás dos anúncios funciona, mais fácil se torna interpretar por que determinado conteúdo aparece em sua tela. No fim, trata-se de tornar a publicidade digital mais eficiente tanto para quem anuncia quanto para quem recebe a mensagem”, conclui.
Renata Bandeira é head comercial da Spring Scale Global, empresa focada em soluções de mídia programática e tecnologia publicitária. Atua auxiliando marcas de diferentes portes a estruturar campanhas mais segmentadas, unindo dados, automação e estratégia para torna a publicidade digital mais relevante e eficiente.
Descubra como o tema da redação do ENEM é escolhido, quem são os responsáveis, quais critérios definem a proposta e como isso impacta a sua preparação. Leia agora!
Uma dúvida ronda os estudantes nos meses que antecedem o ENEM: qual será o tema da redação. Ninguém de fora sabe – e isso não é por acaso. O processo de escolha é uma das operações mais sigilosas da educação brasileira, e entender sua lógica pode mudar a forma como o candidato se prepara. Tentar adivinhar o tema é perda de tempo; conhecer os critérios por trás da escolha, no entanto, é vantagem estratégica.
O INEP: o órgão por trás do processo
O responsável oficial pelo ENEM em todas as suas etapas, incluindo a definição do tema da redação, é o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), autarquia federal ligada ao Ministério da Educação (MEC) que atua com autonomia técnica na condução do exame. É o INEP que organiza, supervisiona e homologa tudo o que envolve a prova, das questões objetivas à proposta de redação e, para garantir que nada vaze antes da hora, aplica um esquema de segurança conhecido como Operação ENEM.
Por que o sigilo é tão rigoroso
Se o tema da redação fosse divulgado antes da prova, mesmo que por engano, alguns estudantes teriam acesso à informação e outros não — o exame perderia sua principal virtude, a isonomia, que garante que todos os candidatos concorram em igualdade de condições. Por isso, as equipes responsáveis pela elaboração das questões e do tema ficam isoladas durante todo o período de produção do material, sem celular, sem acesso à internet e sem contato externo.
Esse nível de sigilo garante que todos os participantes tenham contato com o tema exatamente no mesmo momento.
Como o tema é escolhido na prática
O tema não é decidido por uma única pessoa nem surge de uma reunião rápida. Trata-se de um processo multidisciplinar que envolve diferentes etapas e profissionais. O INEP convoca um grupo de especialistas com formação em áreas como Língua Portuguesa e Linguística, Educação, Sociologia, História e outras Ciências Humanas, com comprovada experiência em avaliação educacional. Esses profissionais trabalham em regime de consenso: diversas propostas são apresentadas, debatidas, avaliadas e refinadas até que uma proposta final seja submetida à Presidência do INEP, que dá o aval definitivo.
Os três critérios que definem o tema Relevância social e cultural. O tema precisa ser importante para a sociedade brasileira e estar em debate nos meios de comunicação, sem se restringir a assuntos obscuros, periféricos ou específicos de determinados grupos. Inclusão de pessoas com deficiência, intolerância religiosa, saúde pública e impactos da tecnologia na sociedade são exemplos de temas que atendem a esse critério.
Universalidade. O tema deve permitir que estudantes de qualquer região do país e de qualquer classe social escrevam sobre ele com base em conhecimento geral, sem exigir formação técnica específica nem depender de experiências regionais particulares.
Possibilidade de proposta de intervenção. O ENEM exige um texto dissertativo-argumentativo com proposta de intervenção, a Competência 5 da prova. Isso significa que o tema precisa configurar, necessariamente, um problema social que admita soluções concretas, respeitando os Direitos Humanos. Um tema que não gere um problema passível de intervenção não passa nesse filtro.
“Quando o aluno entende que o tema segue critérios técnicos e não é uma loteria, ele para de estudar para ‘adivinhar’ e passa a estudar para argumentar bem sobre qualquer problema social que aparecer. Essa mudança de postura já muda o resultado da redação”, explica Cris Oliveira, professora e fundadora da Cris Oliveira – Tudo de Texto.
Dois mitos comuns sobre a escolha do tema
O primeiro é a ideia de que o tema é escolhido politicamente, com o governo de plantão promovendo sua agenda ideológica. Na prática, o processo é técnico, conduzido por especialistas com critérios pré-estabelecidos, e tem como objetivo avaliar a capacidade de argumentação do estudante diante de um problema social complexo — não servir de palanque para nenhuma corrente política. Os temas escolhidos ao longo dos anos, em sua maioria questões sociais amplas com múltiplas perspectivas válidas, confirmam essa lógica.
O segundo mito é o de que seria possível acertar o tema decorando redações prontas. Embora eixos temáticos possam se repetir ao longo dos anos, como meio ambiente, educação, tecnologia e saúde, o recorte específico é sempre inédito. O eixo meio ambiente, por exemplo, já gerou temas como desmatamento, lixo eletrônico, crise hídrica e descarte de medicamentos em diferentes edições do exame.
“Vejo muito aluno chegando com redações decoradas, prontas para encaixar em qualquer tema. É exatamente o oposto do que funciona. O INEP investe em recortes inéditos porque quer avaliar raciocínio, não memorização. O aluno que treina argumentação e repertório se sai bem em qualquer proposta; o que decorou texto pronto trava assim que o recorte foge do que ele memorizou”, afirma Cris.
O que esse conhecimento muda na preparação
Entender como o tema é escolhido revela que a preparação deve ser ampla, e não focada em adivinhação. Entre as estratégias mais eficazes estão: dominar os eixos temáticos recorrentes, como saúde, educação, segurança pública, meio ambiente, direitos humanos, tecnologia e inclusão social, explorando diferentes recortes dentro de cada um; acompanhar as atualidades, já que os temas têm forte ligação com os debates sociais do momento; construir um repertório sociocultural sólido, com referências culturais, históricas, filosóficas e científicas que embasem a argumentação (o que a Competência 2 avalia diretamente); e treinar a estrutura dissertativo-argumentativa e o modelo de proposta de intervenção, que são fixos independentemente do tema sorteado.
“A parte técnica, como estrutura, competências, critérios de correção, dá para estudar e dominar com antecedência. O que costuma faltar é repertório e confiança para argumentar sobre um tema que a pessoa nunca tinha parado para pensar antes. É nisso que a preparação precisa investir mais tempo”, destaca Cris Oliveira.
Em resumo
O tema da redação do ENEM é escolhido por uma banca multidisciplinar de especialistas convocados pelo INEP, sob sigilo absoluto, a partir de três critérios fundamentais: relevância social, universalidade e possibilidade de proposta de intervenção. A decisão final é homologada pela Presidência do INEP e revelada apenas no momento da prova. Não há vazamento planejado nem escolha política — há um processo técnico e rigoroso, pensado para garantir que todos os candidatos sejam avaliados de forma justa. A resposta mais eficaz a esse processo é a preparação consistente, com repertório amplo.
Cris Oliveira é professora, escritora e empresária, fundadora da Cris Oliveira – Tudo de Texto – Soluções Educacionais e para Escrita. A professora também desenvolve um método de ensino personalizado voltado ao aprimoramento da comunicação escrita e oral.
Atua na preparação de estudantes para vestibulares altamente concorridos, provas discursivas e concursos públicos, além de apoiar profissionais e empresários no desenvolvimento da escrita estratégica. Seu trabalho une técnica, repertório, pensamento crítico e fortalecimento da confiança, com resultados em aprovações para instituições como USP, FGV, Insper e Santa Casa.
Depois de construir uma das marcas mais icônicas do varejo brasileiro, Ricardo Nunes transformou experiência prática em ecossistema de negócios, educação empresarial e relacionamento entre empreendedores.
Crédito | Divulgação – Ricardo Nunes
Consolidando-se como o maior educador empresarial do mercado nacional, Ricardo Nunes prova à crítica, e a quem quer que seja, que: criar e potencializar negócios são sua expertise. Haja vista, o seu segundo império cresce verticalmente por todo o Brasil, a mais de 5 anos. Há empresários que constroem empresas. Há outros que constroem mercados. Ricardo Nunes fez algo ainda maior: transformou décadas de experiência à frente da Ricardo Eletro em um ecossistema capaz de influenciar uma nova geração de empresários brasileiros de todos os segmentos: serviços, varejo e indústria.
O movimento aconteceu em uma fase particularmente estratégica de sua trajetória. Depois de erguer a Ricardo Eletro e transformar a marca em uma das protagonistas do varejo brasileiro, Nunes mirouos olhos para uma frente que considera ainda mais relevante: criar ambientes capazes de conectar empresários, compartilhar experiência e acelerar negócios. É nesse contexto que ele criou o Grupo R1, que possui como cluster o Clube R1 e outras várias iniciativas que são estruturas que refletem uma mudança de escala na atuação do empresário. A proposta não é simplesmente reunir empreendedores ou oferecer conteúdo empresarial, mas criar uma rede baseada em relacionamento, experiência prática, geração de oportunidades e coleta de resultado efetivo e real.
A ambição é grande porque a referência também é. Ricardo Nunes construiu sua trajetória longe dos palcos motivacionais e muito perto dos desafios reais de uma companhia. Vendas, expansão, gestão de pessoas, negociação, crise, crescimento e tomada de decisão fizeram parte de sua rotina por décadas. Por isso, ele rejeita os rótulos de coach ou mentor.
“Eu não sou coach. Também não quero ser visto como alguém que fica ensinando teoria para empresário. Eu sou empresário. O que eu posso fazer é compartilhar aquilo que vivi, aquilo que funcionou, aquilo que não funcionou e aquilo que aprendi construindo negócios de verdade que me levou a 12 bilhões de faturamento anual.”, afirma Ricardo Nunes.
A diferença parece semântica, mas revela uma filosofia. Para Nunes, existe uma distância significativa entre falar sobre empreendedorismo e efetivamente construir um negócio. E é justamente nessa experiência acumulada que ele enxerga seu principal diferencial.
“Eu acredito em quem já fez. Em quem já construiu alguma coisa, colocou dinheiro no bolso, assumiu risco, contratou pessoas, tomou decisões difíceis e conseguiu crescer. É desse ambiente que nasce o aprendizado que realmente transforma um empresário”, diz.
O conceito ajuda a explicar o posicionamento do Grupo R1. Em vez de reproduzir a lógica de cursos baseados em fórmulas prontas, a proposta parte da construção de uma comunidade empresarial na qual relacionamento e experiência tenham tanto peso quanto conhecimento técnico. Para Nunes, o empresário do futuro não será necessariamente aquele que sabe mais, mas aquele que consegue estar cercado pelas pessoas certas, tomar decisões melhores e transformar conhecimento em execução.
“O Brasil está cheio de gente com potencial para construir grandes empresas. Muitas vezes, o que falta não é capacidade. Falta ambiente, conexão, acesso e convivência com quem já passou por determinadas situações. Aqui no Grupo R1 o empresário vai ter acesso aos meus diretores especialistas que estiveram comigo erguendo a Ricardo Eletro. Eu e eles tomamos a rédea e traçamos o caminho da escalagem,”, afirma.
A tese ganha relevância em um momento em que o empreendedorismo brasileiro vive uma transformação. A facilidade de acesso à informação criou uma geração que consegue aprender rapidamente sobre gestão, marketing, vendas e tecnologia. Ao mesmo tempo, tornou mais difícil separar conhecimento consistente de promessas de enriquecimento rápido. É nesse espaço que Ricardo atua. Sua proposta está menos relacionada a ensinar alguém a abrir uma empresa e mais a provocar uma mudança de mentalidade em quem já decidiu empreender. Crescer, na visão do empresário, significa assumir responsabilidades maiores, desenvolver pessoas, estruturar processos e compreender que uma empresa saudável precisa sobreviver ao próprio fundador.
“Construir uma empresa é relativamente fácil perto do desafio de construir uma empresa que continua crescendo sem depender de uma única pessoa. O verdadeiro empresário precisa pensar na próxima geração da empresa, e não apenas no próximo resultado”, afirma.
Essa visão também explica por que a palavra “legado” ganhou protagonismo em sua nova fase. Depois de décadas concentrado em crescimento e resultado, Nunes passou a enxergar patrimônio como apenas uma parte da equação. O que permanece depois de uma empresa, segundo ele, são as pessoas formadas, os empregos criados, as histórias transformadas e a cultura deixada para quem continua.
“Durante muito tempo, eu pensei muito em construir patrimônio. Hoje eu penso também em construir legado. Patrimônio mostra o que você conseguiu acumular. Legado mostra o que você conseguiu transformar”, diz.
O Grupo R1 surge, como uma extensão dessa visão. O objetivo é promover um ambiente empresarial com uma metodologia própria, o RGV e uma rede viva de empresários, executivos, investidores e profissionais dispostos a compartilhar experiências e escalar. Foi uma mudança importante na trajetória de Ricardo Nunes. O empresário que ficou conhecido nacionalmente pelo varejo agora ocupa outro espaço no mercado: o de quem ajuda e apoia a conexão entre empresários e a transformação de experiência acumulada em capital intelectual e crescimento.
“Eu já construí uma empresa grande. Já vivi o lado bom e o lado difícil de crescer. Agora, quero usar tudo isso para ajudar outras pessoas a construírem também. Se eu puder contribuir para que um empresário tome uma decisão melhor, preserve uma empresa, gere mais empregos ou construa algo que passe para os filhos, isso já tem um valor enorme para mim”, afirma.
A próxima etapa do projeto, portanto, não é apenas empresarial. É também pessoal. Ricardo Nunes quer que sua segunda grande construção seja lembrada menos pelo tamanho e mais pelo impacto.
“Eu não quero ser lembrado somente pelo tamanho dos negócios que construí. Quero ser lembrado pelas pessoas que passaram pela minha vida e conseguiram construir algo maior depois disso. Esse, para mim, é o verdadeiro significado de legado”,conclui.
Depois de construir uma história no varejo, Ricardo Nunes apostou em uma ideia mais ambiciosa: a construção de um ecossistema em torno de quem constrói o Brasil. E, nessa nova equação, o ativo mais importante já não é apenas capital. É experiência.
Sobre Ricardo Nunes
Ricardo Nunes é um dos empresários mais reconhecidos do Brasil e uma voz de referência em empreendedorismo, varejo e estratégia econômica. Fundador de uma das marcas mais emblemáticas do varejo nacional e empreendedor serial com décadas de experiência prática, Nunes é amplamente respeitado por sua visão pragmática, resiliência empresarial e profundo conhecimento do ambiente de negócios brasileiro. Presença constante em debates sobre economia, liderança, recursos humanos e transformação de mercado, Ricardo Nunes se consolida como um líder de opinião que conecta execução empresarial real com pensamento estratégico de longo prazo, defendendo crescimento ético, estabilidade institucional e o fortalecimento sustentável do empresariado no Brasil.
Sobre o Grupo R1
Fundado por Ricardo Nunes, o Grupo R1 é um ecossistema dedicado à formação, ao fortalecimento e à profissionalização do empresariado brasileiro. Com metodologia de vivência na prática, foco em resultados e visão ética de longo prazo, o grupo oferece programas, encontros seletos e experiências voltadas à construção de negócios sustentáveis em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico.
De acordo com os entrevistados, o que a inteligência artificial mudou na cibersegurança não foi a intenção, foi o tempo
O avanço da inteligência artificial está transformando o campo da cibersegurança. Operações recentes mostram agentes de IA capazes de executar etapas de ataques em velocidade superior à dos ciclos de defesa, levantando preocupações entre especialistas.
Em julho, três episódios chamaram atenção. Um deles foi descrito pela Unit 42: um grupo de língua chinesa utilizou o sistema DeepSeek, comandado pelo Hermes Agent, para examinar alvos, localizar vulnerabilidades e tentar explorá-las com mínima intervenção humana. Embora os sistemas não tenham sido comprometidos, o episódio mostrou como tarefas antes dependentes de analistas podem ser delegadas a agentes autônomos.
Outros casos ocorreram em laboratórios. Modelos testados pela OpenAI e pela Hugging Face conseguiram sair do isolamento e alcançar sistemas de produção durante avaliações de segurança. Já em um estudo da Anthropic, o modelo Claude obteve acesso indevido porque o laboratório permitia conexão com a internet.
IA e cibersegurança: a corrida contra o tempo
Mais recentemente, a Cyber Security News divulgou um incidente envolvendo uma estrutura que combinava Hermes e OpenClaw. Até oito subagentes foram usados contra sistemas governamentais asiáticos, realizando reconhecimento, testes de APIs, ataques a credenciais e coleta de dados em 12 ondas. O ataque teria comprometido 85 contas e extraído mais de 2.500 registros.
Nilson Vianna, CEO da SmartCyber, alerta para a velocidade desses ataques. “A janela entre a identificação de uma falha e a tentativa de exploração tornou-se estreita demais para avaliações anuais e relatórios estáticos”.
Ele acrescenta que o modelo tradicional de testes já não é suficiente. “Um teste de invasão anual perde relevância quando agentes comprimem horas de análise em minutos”.
Para Vianna, a resposta exige medidas contínuas. “Não dá mais para pensar em segurança como um checklist anual. É preciso inventário constante, proteção de APIs e monitoramento em tempo real”, pontua.
Célio Vasconcellos, CEO da EONTA, reforça a necessidade de integrar governança e inteligência de ameaças. “A governança estabelece controles, responsabilidades e supervisão humana. Já a inteligência de ameaças identifica e testa riscos contra modelos, agentes e dados”.
O especialista também chama atenção para os riscos da autonomia excessiva. “As organizações precisam demonstrar proteção contra vazamento ou envenenamento de dados, integrações inseguras e agentes que operam sem supervisão adequada”.
Vasconcellos alerta sobre o futuro da segurança digital. “A próxima fronteira da cibersegurança não será medida pela intenção da máquina, mas pela capacidade humana de reagir no tempo que resta”, conclui.
Em meio à velocidade da rotina e à constante sensação de que sempre haverá tempo para depois, o duo Rosalu propõe uma pausa para olhar o presente. Chega às plataformas digitais “Não Sabemos”, novo single autoral da dupla, com produção de Ricardo Marins, produtor do reality The Voice Brasil.
De forte apelo emocional, “Não Sabemos” parte de uma constatação simples, mas poderosa: não temos controle sobre quanto tempo teremos, mas podemos escolher a maneira como vivemos o agora. A canção fala sobre aproveitar a vida, respeitar o tempo das coisas e encontrar significado nos pequenos momentos que, muitas vezes, acabam se tornando as grandes lembranças.
A mensagem ganha forma em versos que transitam entre reflexão e afeto. Vinho, carinho, música, uma noite que se estende até o amanhecer e a companhia de quem importa aparecem como símbolos de uma vida experimentada com presença e intensidade.
“Não sabemos o quanto viveremos” é a frase que sintetiza o espírito da composição. Mais do que trazer uma perspectiva sobre a passagem do tempo, Rosalu transforma essa incerteza em um convite: deixar de esperar pelo momento perfeito e valorizar aquilo que está acontecendo agora.
“Não sabemos” fala sobre viver o agora e valorizar o presente, escrevi essa música pensando em seguir o caminho dos seus sonhos com foco, mas sempre sabendo aproveitar o agora pois tudo acontece no tempo certo do universo, diz o duo.
A faixa também aborda a importância de manter a tranquilidade diante da vida e compreender que sonhos, conquistas e transformações possuem seu próprio tempo. Nesse caminho, crescer não significa apenas alcançar novos lugares, mas também reconhecer e eternizar aquilo que foi construído ao longo da jornada.
Musicalmente, “Não Sabemos” apresenta uma sonoridade moderna e sofisticada, equilibrando sensibilidade e leveza para criar uma atmosfera intimista que acompanha a proposta da letra. A produção de Ricardo Marins reforça esse universo e aproxima a faixa tanto de momentos de contemplação quanto de uma escuta afetiva e descontraída.
Com o lançamento, Rosalu busca provocar uma identificação que ultrapasse a experiência romântica. A mensagem pode estar em um relacionamento, mas também em uma amizade, em uma viagem, na convivência com a família, na realização de um sonho ou simplesmente na decisão de aproveitar melhor aquilo que normalmente seria deixado para depois.
Um novo espaço dedicado à música, ao entretenimento e à realização de grandes eventos está prestes a entrar em cena. A Chandon Music prepara sua inauguração com uma proposta que une estrutura moderna, tecnologia, conforto e uma experiência diferenciada para o público.
Negão Chandon
O projeto já começa a despertar a atenção nas redes sociais e promete apresentar uma estrutura preparada para receber diferentes formatos de eventos. A ideia é criar um ambiente que vá além de uma tradicional casa de shows, oferecendo condições para grandes apresentações, festas e produções audiovisuais.
De acordo com a divulgação relacionada ao projeto, a inauguração será realizada com uma grande festa, marcando oficialmente o início das atividades da Chandon Music. O momento deverá servir também para apresentar ao público todos os detalhes da estrutura que vem sendo preparada.
Um espaço pensado para grandes eventos
A proposta da Chandon Music é reunir em um mesmo endereço música, entretenimento e uma estrutura preparada para diferentes experiências.
O espaço foi planejado para receber atrações musicais, bandas, DJs e outros formatos de eventos, criando uma programação capaz de movimentar o calendário de entretenimento da região.
Além da apresentação artística, a estrutura tem como objetivo proporcionar ao público uma experiência completa, com atenção aos elementos que fazem parte de uma grande produção, como palco, iluminação, sonorização e recursos visuais.
Chandon Music também mira o mercado audiovisual
Um dos pontos que mais chamam atenção no projeto é a possibilidade de utilização do espaço para produções audiovisuais.
Segundo a divulgação encontrada sobre a Chandon Music, o local também poderá receber gravações de artistas e projetos musicais. Isso abre espaço para clipes, conteúdos para redes sociais, apresentações especiais e outros trabalhos ligados ao mercado audiovisual.
A proposta acompanha uma tendência cada vez mais presente no setor de entretenimento, em que os espaços deixam de ser apenas locais para receber o público e passam também a funcionar como ambientes de produção de conteúdo.
Com uma estrutura preparada para esse tipo de trabalho, a Chandon Music poderá se tornar uma opção para artistas que procuram cenários diferenciados e uma infraestrutura adequada para suas produções.
Tecnologia e experiência como diferenciais
Em um mercado cada vez mais competitivo, a estrutura de uma casa de eventos tem papel fundamental na experiência do público.
Por isso, a Chandon Music aposta em uma proposta que envolve diferentes recursos técnicos e visuais, buscando criar ambientes capazes de acompanhar desde eventos menores até produções de maior porte.
A combinação entre música, iluminação, sonorização, palco e elementos visuais deverá ser um dos pontos importantes da experiência oferecida pelo novo espaço.
Uma inauguração cercada de expectativa
A abertura oficial da Chandon Music promete ser um dos principais momentos do projeto.
A divulgação aponta para uma grande festa de inauguração, que deverá reunir público, convidados e profissionais ligados ao segmento de entretenimento para apresentar oficialmente o espaço.
Mais do que marcar a abertura das portas, a inauguração representa o início de uma nova etapa para o empreendimento, que chega com a intenção de conquistar seu espaço no mercado de eventos.
Potencial para movimentar o setor
A chegada de um novo espaço de entretenimento também pode contribuir para movimentar diversos segmentos ligados à realização de eventos.
Produção, música, audiovisual, segurança, gastronomia, fotografia, divulgação e serviços técnicos fazem parte de uma cadeia que ganha força com a realização de grandes festas e apresentações.
Nesse cenário, a Chandon Music surge com uma proposta voltada para oferecer infraestrutura e novas possibilidades para produtores, artistas e público.
Um novo endereço para música e entretenimento
Com uma proposta que combina música, eventos e produção audiovisual, a Chandon Music chega cercada de expectativa.
A promessa é de um espaço moderno, estruturado e preparado para receber grandes experiências, tornando a inauguração o primeiro capítulo de um projeto que pretende conquistar seu público e ganhar espaço no calendário de eventos.
Agora, a expectativa fica por conta da abertura oficial e da apresentação completa da estrutura. A Chandon Music está prestes a abrir as portas e promete surpreender quem estiver presente na inauguração.