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Ricardo Nunes consolida seu mais novo império e reforça propósito de formar uma geração de empresários no Brasil

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Depois de construir uma das marcas mais icônicas do varejo brasileiro, Ricardo Nunes transformou experiência prática em ecossistema de negócios, educação empresarial e relacionamento entre empreendedores.

Crédito | Divulgação – Ricardo Nunes

Consolidando-se como o maior educador empresarial do mercado nacional, Ricardo Nunes prova à crítica, e a quem quer que seja, que: criar e potencializar negócios são sua expertise. Haja vista, o seu segundo império cresce verticalmente por todo o Brasil, a mais de 5 anos. Há empresários que constroem empresas. Há outros que constroem mercados. Ricardo Nunes fez algo ainda maior: transformou décadas de experiência à frente da Ricardo Eletro em um ecossistema capaz de influenciar uma nova geração de empresários brasileiros de todos os segmentos: serviços, varejo e indústria

O movimento aconteceu em uma fase particularmente estratégica de sua trajetória. Depois de erguer a Ricardo Eletro e transformar a marca em uma das protagonistas do varejo brasileiro, Nunes mirouos olhos para uma frente que considera ainda mais relevante: criar ambientes capazes de conectar empresários, compartilhar experiência e acelerar negócios. É nesse contexto que ele criou o Grupo R1, que possui como cluster o Clube R1 e outras várias iniciativas que são estruturas que refletem uma mudança de escala na atuação do empresário. A proposta não é simplesmente reunir empreendedores ou oferecer conteúdo empresarial, mas criar uma rede baseada em relacionamento, experiência prática, geração de oportunidades e coleta de resultado efetivo e real.

A ambição é grande porque a referência também é. Ricardo Nunes construiu sua trajetória longe dos palcos motivacionais e muito perto dos desafios reais de uma companhia. Vendas, expansão, gestão de pessoas, negociação, crise, crescimento e tomada de decisão fizeram parte de sua rotina por décadas. Por isso, ele rejeita os rótulos de coach ou mentor.

“Eu não sou coach. Também não quero ser visto como alguém que fica ensinando teoria para empresário. Eu sou empresário. O que eu posso fazer é compartilhar aquilo que vivi, aquilo que funcionou, aquilo que não funcionou e aquilo que aprendi construindo negócios de verdade que me levou a 12 bilhões de faturamento anual.”, afirma Ricardo Nunes.

A diferença parece semântica, mas revela uma filosofia. Para Nunes, existe uma distância significativa entre falar sobre empreendedorismo e efetivamente construir um negócio. E é justamente nessa experiência acumulada que ele enxerga seu principal diferencial.

“Eu acredito em quem já fez. Em quem já construiu alguma coisa, colocou dinheiro no bolso, assumiu risco, contratou pessoas, tomou decisões difíceis e conseguiu crescer. É desse ambiente que nasce o aprendizado que realmente transforma um empresário”, diz.

O conceito ajuda a explicar o posicionamento do Grupo R1. Em vez de reproduzir a lógica de cursos baseados em fórmulas prontas, a proposta parte da construção de uma comunidade empresarial na qual relacionamento e experiência tenham tanto peso quanto conhecimento técnico. Para Nunes, o empresário do futuro não será necessariamente aquele que sabe mais, mas aquele que consegue estar cercado pelas pessoas certas, tomar decisões melhores e transformar conhecimento em execução.

“O Brasil está cheio de gente com potencial para construir grandes empresas. Muitas vezes, o que falta não é capacidade. Falta ambiente, conexão, acesso e convivência com quem já passou por determinadas situações. Aqui no Grupo R1 o empresário vai ter acesso aos meus diretores especialistas que estiveram comigo erguendo a Ricardo Eletro. Eu e eles tomamos a rédea e traçamos o caminho da escalagem,”, afirma.

A tese ganha relevância em um momento em que o empreendedorismo brasileiro vive uma transformação. A facilidade de acesso à informação criou uma geração que consegue aprender rapidamente sobre gestão, marketing, vendas e tecnologia. Ao mesmo tempo, tornou mais difícil separar conhecimento consistente de promessas de enriquecimento rápido.  É nesse espaço que Ricardo atua. Sua proposta está menos relacionada a ensinar alguém a abrir uma empresa e mais a provocar uma mudança de mentalidade em quem já decidiu empreender. Crescer, na visão do empresário, significa assumir responsabilidades maiores, desenvolver pessoas, estruturar processos e compreender que uma empresa saudável precisa sobreviver ao próprio fundador.

“Construir uma empresa é relativamente fácil perto do desafio de construir uma empresa que continua crescendo sem depender de uma única pessoa. O verdadeiro empresário precisa pensar na próxima geração da empresa, e não apenas no próximo resultado”, afirma.

Essa visão também explica por que a palavra “legado” ganhou protagonismo em sua nova fase. Depois de décadas concentrado em crescimento e resultado, Nunes passou a enxergar patrimônio como apenas uma parte da equação. O que permanece depois de uma empresa, segundo ele, são as pessoas formadas, os empregos criados, as histórias transformadas e a cultura deixada para quem continua.

“Durante muito tempo, eu pensei muito em construir patrimônio. Hoje eu penso também em construir legado. Patrimônio mostra o que você conseguiu acumular. Legado mostra o que você conseguiu transformar”, diz.

O Grupo R1 surge, como uma extensão dessa visão. O objetivo é promover um ambiente empresarial com uma metodologia própria, o RGV e uma rede viva de empresários, executivos, investidores e profissionais dispostos a compartilhar experiências e escalar. Foi uma mudança importante na trajetória de Ricardo Nunes. O empresário que ficou conhecido nacionalmente pelo varejo agora ocupa outro espaço no mercado: o de quem ajuda e apoia a conexão entre empresários e a transformação de experiência acumulada em capital intelectual e crescimento.

“Eu já construí uma empresa grande. Já vivi o lado bom e o lado difícil de crescer. Agora, quero usar tudo isso para ajudar outras pessoas a construírem também. Se eu puder contribuir para que um empresário tome uma decisão melhor, preserve uma empresa, gere mais empregos ou construa algo que passe para os filhos, isso já tem um valor enorme para mim”, afirma.

A próxima etapa do projeto, portanto, não é apenas empresarial. É também pessoal. Ricardo Nunes quer que sua segunda grande construção seja lembrada menos pelo tamanho e mais pelo impacto.

“Eu não quero ser lembrado somente pelo tamanho dos negócios que construí. Quero ser lembrado pelas pessoas que passaram pela minha vida e conseguiram construir algo maior depois disso. Esse, para mim, é o verdadeiro significado de legado”,conclui.

Depois de construir uma história no varejo, Ricardo Nunes apostou em uma ideia mais ambiciosa: a construção de um ecossistema em torno de quem constrói o Brasil. E, nessa nova equação, o ativo mais importante já não é apenas capital. É experiência.

Sobre Ricardo Nunes

Ricardo Nunes é um dos empresários mais reconhecidos do Brasil e uma voz de referência em empreendedorismo, varejo e estratégia econômica. Fundador de uma das marcas mais emblemáticas do varejo  nacional  e  empreendedor  serial  com  décadas  de  experiência prática, Nunes é amplamente respeitado por sua visão pragmática, resiliência empresarial e profundo  conhecimento  do  ambiente  de  negócios  brasileiro. Presença  constante  em debates  sobre  economia,  liderança,  recursos  humanos  e  transformação  de  mercado, Ricardo Nunes se consolida  como  um  líder de  opinião  que  conecta  execução empresarial real com pensamento estratégico de longo prazo, defendendo crescimento ético, estabilidade institucional e o fortalecimento sustentável do empresariado no Brasil.

Sobre o Grupo R1

Fundado por Ricardo Nunes, o Grupo R1 é um ecossistema dedicado à formação, ao fortalecimento  e  à  profissionalização  do  empresariado  brasileiro.  Com  metodologia  de vivência na prática, foco em resultados e visão ética de longo prazo, o grupo oferece programas, encontros seletos e experiências voltadas à construção de negócios sustentáveis em  um mercado cada  vez  mais  competitivo e dinâmico.

Saiba mais

ricardonuneseletro.com.br  instagram.com/ricardonuneseletro instagram.com/r1clube  instagram.com/oficialgrupor1

Inteligência Artificial e Cibersegurança: especialistas alertam para ataques cada vez mais rápidos

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De acordo com os entrevistados, o que a inteligência artificial mudou na cibersegurança não foi a intenção, foi o tempo

O avanço da inteligência artificial está transformando o campo da cibersegurança. Operações recentes mostram agentes de IA capazes de executar etapas de ataques em velocidade superior à dos ciclos de defesa, levantando preocupações entre especialistas.

Em julho, três episódios chamaram atenção. Um deles foi descrito pela Unit 42: um grupo de língua chinesa utilizou o sistema DeepSeek, comandado pelo Hermes Agent, para examinar alvos, localizar vulnerabilidades e tentar explorá-las com mínima intervenção humana. Embora os sistemas não tenham sido comprometidos, o episódio mostrou como tarefas antes dependentes de analistas podem ser delegadas a agentes autônomos.

Outros casos ocorreram em laboratórios. Modelos testados pela OpenAI e pela Hugging Face conseguiram sair do isolamento e alcançar sistemas de produção durante avaliações de segurança. Já em um estudo da Anthropic, o modelo Claude obteve acesso indevido porque o laboratório permitia conexão com a internet.

IA e cibersegurança: a corrida contra o tempo

Mais recentemente, a Cyber Security News divulgou um incidente envolvendo uma estrutura que combinava Hermes e OpenClaw. Até oito subagentes foram usados contra sistemas governamentais asiáticos, realizando reconhecimento, testes de APIs, ataques a credenciais e coleta de dados em 12 ondas. O ataque teria comprometido 85 contas e extraído mais de 2.500 registros.

Nilson Vianna, CEO da SmartCyber, alerta para a velocidade desses ataques. “A janela entre a identificação de uma falha e a tentativa de exploração tornou-se estreita demais para avaliações anuais e relatórios estáticos”.

Ele acrescenta que o modelo tradicional de testes já não é suficiente. “Um teste de invasão anual perde relevância quando agentes comprimem horas de análise em minutos”.

Para Vianna, a resposta exige medidas contínuas. “Não dá mais para pensar em segurança como um checklist anual. É preciso inventário constante, proteção de APIs e monitoramento em tempo real”, pontua.

Célio Vasconcellos, CEO da EONTA, reforça a necessidade de integrar governança e inteligência de ameaças. “A governança estabelece controles, responsabilidades e supervisão humana. Já a inteligência de ameaças identifica e testa riscos contra modelos, agentes e dados”.

O especialista também chama atenção para os riscos da autonomia excessiva. “As organizações precisam demonstrar proteção contra vazamento ou envenenamento de dados, integrações inseguras e agentes que operam sem supervisão adequada”.

Vasconcellos alerta sobre o futuro da segurança digital. “A próxima fronteira da cibersegurança não será medida pela intenção da máquina, mas pela capacidade humana de reagir no tempo que resta”, conclui.

Rosalu transforma a urgência de viver o presente no novo single “Não Sabemos”

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Em meio à velocidade da rotina e à constante sensação de que sempre haverá tempo para depois, o duo Rosalu propõe uma pausa para olhar o presente. Chega às plataformas digitais “Não Sabemos”, novo single autoral da dupla, com produção de Ricardo Marins, produtor do reality The Voice Brasil.

De forte apelo emocional, “Não Sabemos” parte de uma constatação simples, mas poderosa: não temos controle sobre quanto tempo teremos, mas podemos escolher a maneira como vivemos o agora. A canção fala sobre aproveitar a vida, respeitar o tempo das coisas e encontrar significado nos pequenos momentos que, muitas vezes, acabam se tornando as grandes lembranças.

A mensagem ganha forma em versos que transitam entre reflexão e afeto. Vinho, carinho, música, uma noite que se estende até o amanhecer e a companhia de quem importa aparecem como símbolos de uma vida experimentada com presença e intensidade.

“Não sabemos o quanto viveremos” é a frase que sintetiza o espírito da composição. Mais do que trazer uma perspectiva sobre a passagem do tempo, Rosalu transforma essa incerteza em um convite: deixar de esperar pelo momento perfeito e valorizar aquilo que está acontecendo agora.

“Não sabemos” fala sobre viver o agora e valorizar o presente, escrevi essa música pensando em seguir o caminho dos seus sonhos com foco, mas sempre sabendo aproveitar o agora pois tudo acontece no tempo certo do universo, diz o duo.

A faixa também aborda a importância de manter a tranquilidade diante da vida e compreender que sonhos, conquistas e transformações possuem seu próprio tempo. Nesse caminho, crescer não significa apenas alcançar novos lugares, mas também reconhecer e eternizar aquilo que foi construído ao longo da jornada.

Musicalmente, “Não Sabemos” apresenta uma sonoridade moderna e sofisticada, equilibrando sensibilidade e leveza para criar uma atmosfera intimista que acompanha a proposta da letra. A produção de Ricardo Marins reforça esse universo e aproxima a faixa tanto de momentos de contemplação quanto de uma escuta afetiva e descontraída.

Com o lançamento, Rosalu busca provocar uma identificação que ultrapasse a experiência romântica. A mensagem pode estar em um relacionamento, mas também em uma amizade, em uma viagem, na convivência com a família, na realização de um sonho ou simplesmente na decisão de aproveitar melhor aquilo que normalmente seria deixado para depois.

Chandon Music prepara inauguração com estrutura de alto padrão e promete movimentar o cenário dos eventos

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Um novo espaço dedicado à música, ao entretenimento e à realização de grandes eventos está prestes a entrar em cena. A Chandon Music prepara sua inauguração com uma proposta que une estrutura moderna, tecnologia, conforto e uma experiência diferenciada para o público.

Negão Chandon

O projeto já começa a despertar a atenção nas redes sociais e promete apresentar uma estrutura preparada para receber diferentes formatos de eventos. A ideia é criar um ambiente que vá além de uma tradicional casa de shows, oferecendo condições para grandes apresentações, festas e produções audiovisuais.

De acordo com a divulgação relacionada ao projeto, a inauguração será realizada com uma grande festa, marcando oficialmente o início das atividades da Chandon Music. O momento deverá servir também para apresentar ao público todos os detalhes da estrutura que vem sendo preparada.

Um espaço pensado para grandes eventos

A proposta da Chandon Music é reunir em um mesmo endereço música, entretenimento e uma estrutura preparada para diferentes experiências.

O espaço foi planejado para receber atrações musicais, bandas, DJs e outros formatos de eventos, criando uma programação capaz de movimentar o calendário de entretenimento da região.

Além da apresentação artística, a estrutura tem como objetivo proporcionar ao público uma experiência completa, com atenção aos elementos que fazem parte de uma grande produção, como palco, iluminação, sonorização e recursos visuais.

Chandon Music também mira o mercado audiovisual

Um dos pontos que mais chamam atenção no projeto é a possibilidade de utilização do espaço para produções audiovisuais.

Segundo a divulgação encontrada sobre a Chandon Music, o local também poderá receber gravações de artistas e projetos musicais. Isso abre espaço para clipes, conteúdos para redes sociais, apresentações especiais e outros trabalhos ligados ao mercado audiovisual.

A proposta acompanha uma tendência cada vez mais presente no setor de entretenimento, em que os espaços deixam de ser apenas locais para receber o público e passam também a funcionar como ambientes de produção de conteúdo.

Com uma estrutura preparada para esse tipo de trabalho, a Chandon Music poderá se tornar uma opção para artistas que procuram cenários diferenciados e uma infraestrutura adequada para suas produções.

Tecnologia e experiência como diferenciais

Em um mercado cada vez mais competitivo, a estrutura de uma casa de eventos tem papel fundamental na experiência do público.

Por isso, a Chandon Music aposta em uma proposta que envolve diferentes recursos técnicos e visuais, buscando criar ambientes capazes de acompanhar desde eventos menores até produções de maior porte.

A combinação entre música, iluminação, sonorização, palco e elementos visuais deverá ser um dos pontos importantes da experiência oferecida pelo novo espaço.

Uma inauguração cercada de expectativa

A abertura oficial da Chandon Music promete ser um dos principais momentos do projeto.

A divulgação aponta para uma grande festa de inauguração, que deverá reunir público, convidados e profissionais ligados ao segmento de entretenimento para apresentar oficialmente o espaço.

Mais do que marcar a abertura das portas, a inauguração representa o início de uma nova etapa para o empreendimento, que chega com a intenção de conquistar seu espaço no mercado de eventos.

Potencial para movimentar o setor

A chegada de um novo espaço de entretenimento também pode contribuir para movimentar diversos segmentos ligados à realização de eventos.

Produção, música, audiovisual, segurança, gastronomia, fotografia, divulgação e serviços técnicos fazem parte de uma cadeia que ganha força com a realização de grandes festas e apresentações.

Nesse cenário, a Chandon Music surge com uma proposta voltada para oferecer infraestrutura e novas possibilidades para produtores, artistas e público.

Um novo endereço para música e entretenimento

Com uma proposta que combina música, eventos e produção audiovisual, a Chandon Music chega cercada de expectativa.

A promessa é de um espaço moderno, estruturado e preparado para receber grandes experiências, tornando a inauguração o primeiro capítulo de um projeto que pretende conquistar seu público e ganhar espaço no calendário de eventos.

Agora, a expectativa fica por conta da abertura oficial e da apresentação completa da estrutura. A Chandon Music está prestes a abrir as portas e promete surpreender quem estiver presente na inauguração.

https://www.instagram.com/reel/DcjybQbvFTB/?igsi=eHJyNGpzbzU4bmdl

Branding Intelectual: o conceito brasileiro criado por Priscilla Moura que redefine autoridade profissional no mercado global 

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Em um mercado cada vez mais influenciado pela visibilidade digital, pelo alcance nas redes sociais e por narrativas de posicionamento, uma questão ganha espaço entre especialistas, empresários e profissionais de alto desempenho: o que realmente sustenta uma autoridade profissional quando a imagem precisa ser comprovada por fatos? 

A discussão está no centro do trabalho desenvolvido pela empresária, nalista jurídica, ghostwriter e escritora Priscilla Teodora Gonçalves de Moura, conhecida profissionalmente como Priscilla Moura, fundadora da Golden Intellect ®  e autora do livro Branding Intelectual: o novo conceito de autoridade com o Intellect Boost™. Na obra, Priscilla apresenta um conceito brasileiro voltado à construção de reputação baseada em conhecimento, trajetória, produção intelectual e evidências verificáveis.

Ao lado de Fernando Junior, que participa da construção estratégica dos projetos desenvolvidos pela Golden Intellect, Priscilla vem estruturando uma atuação direcionada a profissionais que precisam transformar experiência e conhecimento acumulados ao longo da carreira em elementos capazes de demonstrar autoridade de maneira objetiva.

O que é Branding Intelectual™?

O Branding Intelectual™ parte de uma mudança de perspectiva: em vez de concentrar o posicionamento profissional somente na percepção pública, o conceito propõe que a autoridade seja sustentada por elementos que possam ser identificados, documentados e avaliados.

A abordagem surge diante de uma realidade comum em diferentes mercados. Profissionais com carreiras consistentes, formação especializada, resultados relevantes e ampla experiência muitas vezes possuem pouca presença pública, enquanto pessoas com maior exposição digital conseguem ocupar espaços de visibilidade mesmo sem apresentar o mesmo conjunto de evidências profissionais.

Para Priscilla Moura, essa diferença revela a necessidade de construir uma ponte entre competência e percepção de autoridade.
Nesse contexto, o Branding Intelectual™ trabalha a reputação profissional a partir de ativos como produção científica, livros, eBooks, participação em eventos e congressos, reconhecimento institucional, resultados profissionais mensuráveis, presença editorial, trajetória documentada e contribuições relevantes para determinado setor.

A lógica é transformar aquilo que o profissional sabe, realizou ou desenvolveu ao longo da carreira em uma estrutura de autoridade que possa ser compreendida também por quem não acompanhou sua trajetória de perto.

Branding Intelectual ™ e Branding Tradicional

Enquanto o branding tradicional está relacionado à construção de percepção, identidade, diferenciação e posicionamento de uma marca ou profissional, o Branding Intelectual™ direciona atenção especial à sustentação dessa percepção por meio de evidências.

A proposta não elimina a importância da comunicação ou da imagem profissional. Pelo contrário, busca aproximar narrativa e comprovação.

Isso significa que um especialista pode comunicar sua experiência, mas também precisa construir mecanismos capazes de demonstrá-la. Uma trajetória profissional relevante pode ganhar maior força quando está associada a publicações, registros, produção de conhecimento, reconhecimento externo e resultados que possam ser consultados.

Essa organização torna-se particularmente relevante em ambientes nos quais terceiros precisam avaliar a qualificação de um profissional sem terem acompanhado diretamente sua carreira.

Autoridade profissional e carreiras internacionais 

A discussão apresentada por Priscilla Moura também alcança profissionais interessados em expandir suas carreiras para outros países.

Em processos internacionais de reconhecimento profissional, recrutamento especializado, seleção executiva, posicionamento institucional e determinadas categorias de imigração profissional, currículos e declarações pessoais podem não ser suficientes para demonstrar toda a relevância de uma trajetória.

Nessas situações, a existência de registros independentes e produção intelectual pode contribuir para tornar o histórico profissional mais compreensível e verificável.


É justamente nesse ponto que o Branding Intelectual™ passa a dialogar com a internacionalização de carreiras. O profissional deixa de depender exclusivamente da própria narrativa e passa a reunir diferentes elementos capazes de contextualizar sua atuação, sua especialidade e o impacto construído ao longo do tempo.

Os princípios do Branding Intelectual™ também orientam a atuação da Golden Intellect, empresa fundada por Priscilla Moura e desenvolvida estrategicamente ao lado de Fernando Junior.

A proposta é transformar trajetória, conhecimento, produção intelectual e reconhecimento profissional em ativos organizados de autoridade, criando uma reputação sustentada por evidências e não apenas pela exposição.

Em Branding Intelectual: o novo conceito de autoridade com o Intellect Boost™, Priscilla Moura apresenta os fundamentos do conceito e defende que conhecimento e experiência podem se tornar ativos estratégicos quando são registrados, publicados e reconhecidos externamente.

Por meio da Golden Intellect e em conjunto com Fernando Junior, a autora aplica essa visão a profissionais que buscam consolidar sua reputação no Brasil e no exterior.

A proposta parte de uma ideia central: a visibilidade pode apresentar um profissional ao mercado, mas são as evidências que sustentam sua autoridade ao longo do tempo.

Acompanhe o trabalho nas redes:

https://www.instagram.com/_goldenintellect/

https://www.linkedin.com/in/priscillamourabr/

O futuro transparente: Como o acrílico redefiniu a arquitetura de luxo

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O acrílico deixou de ser um simples coadjuvante funcional para se consolidar como protagonista no design de interiores e na arquitetura contemporânea. Impulsionado por novas tecnologias de termoformagem e um portfólio crescente de cores e acabamentos, o material conquista espaço em mostras do setor e portais especializados. Essa ascensão é sustentada por números expressivos: o mercado global de chapas acrílicas caminha para ultrapassar a marca de US$ 14 bilhões, impulsionado por sua versatilidade estética e capacidade de substituição estratégica do vidro.

A grande aposta dos arquitetos reside no conceito da “estética do invisível”, em que a transparência do polímero é utilizada para integrar ambientes e garantir sensação de amplitude visual em projetos compactos. Ao mesmo tempo, o setor explora o contraste sensorial do material — cuja superfície lisa e contemporânea equilibra a rusticidade da madeira, do concreto e das pedras naturais. Além das opções incolores, as versões acetinadas, fumê e coloridas vêm sendo amplamente adotadas para criar pontos focais dinâmicos e filtrar a iluminação com leveza.

“O acrílico trouxe para a arquitetura algo que nenhum outro material conseguiu entregar com tanta maestria: a capacidade de estruturar sem pesar. Ele nos dá a liberdade de desenhar formas orgânicas e fluidas que parecem flutuar no espaço, permitindo que a luz seja a verdadeira protagonista do ambiente.”

LEONARDO VIGOLO diretor artístico da Leo Acrílicos

Do ponto de vista técnico, a eficiência estrutural do polímero justifica sua presença constante nas especificações do setor. Com metade do peso do vidro tradicional e uma resistência a impactos até dez vezes maior, o acrílico reduz a carga nas fundações e oferece extrema segurança em áreas de alta circulação ou locais molhados, como visores de piscinas e varandas gourmet. Somado a isso, sua taxa de transmissão luminosa de 92% supera a do vidro, garantindo máxima fidelidade de cor e aproveitamento da iluminação natural.

No cenário brasileiro, o mercado reflete esse movimento de expansão ao registrar recordes no consumo de chapas acrílicas, ultrapassando a marca de 17 mil toneladas anuais. Dados do setor indicam que cerca de 80% desse volume é absorvido diretamente pelos segmentos de arquitetura, iluminação e mobiliário residencial e corporativo. Essa demanda interna aquecida demonstra como o mercado nacional alinhou-se rapidamente às tendências globais de especificação técnica e valorização estética do material.


Divulgação 



“Existe uma provocação sensorial belíssima quando contrapomos a frieza vítrea e perfeita do acrílico com a organicidade da madeira ou a rusticidade do concreto. Não se trata apenas de substituir o vidro por uma opção mais segura e leve, mas de usar a transparência como uma ferramenta de amplitude e poesia visual no morar contemporâneo.”

LEONARDO VIGOLO diretor artístico da Leo Acrílicos

Por fim, o futuro do acrílico na arquitetura consolida-se através da sustentabilidade e da economia circular, com processos de reciclagem e reaproveitamento que respondem às exigências de um mercado cada vez mais consciente. A união entre durabilidade, apelo visual marcante e menor pegada de peso no transporte transforma o acrílico em uma solução estratégica para o design do futuro. Trata-se de um insumo que alia a precisão da engenharia plástica à poesia das formas, provando que a inovação na arquitetura também passa pela reinvenção de materiais já consagrados.


SafeBeauty transforma experiência jurídica em plataforma de gestão e proteção para saúde, bem-estar e estética avançada

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O crescimento do mercado de saúde, bem-estar, estética avançada e beleza tem ampliado também os desafios relacionados à gestão, documentação e segurança jurídica dos negócios que atuam no setor. Foi a partir dessa realidade que nasceu a SafeBeauty, empresa pernambucana criada pela advogada e estrategista jurídica Janina Ricardo, que transformou sua experiência no mercado em uma plataforma que integra proteção jurídica, gestão e tecnologia.

Antes de fundar a empresa, Janina mantinha um escritório de advocacia consolidado e acompanhava profissionais do segmento. Ao longo dessa trajetória, identificou uma dificuldade recorrente: negócios tecnicamente preparados, mas sem documentação adequada para comprovar, de forma organizada, os atendimentos e procedimentos realizados. A questão ganha ainda mais relevância em serviços de estética avançada, nos quais o fornecedor precisa manter registros capazes de demonstrar o que foi realizado durante o atendimento, além das informações e documentos relacionados ao procedimento.

SafeBeauty surgiu justamente para incorporar essa proteção à rotina dos negócios, sem transformar a gestão jurídica em burocracia. A plataforma reúne documentação jurídica, termos de consentimento, assinatura digital com validade jurídica ICP-Brasil, histórico de atendimentos, fichas de clientes, agenda e ferramentas de organização da equipe, permitindo que os registros fiquem associados ao histórico de cada atendimento.


Janina Ricardo / Foto: SafeBeauty



A empresa é formada por Janina Ricardo, CEO; Weydson Medeiros, CFO; e Laís Xavier, CTO. A composição reúne competências jurídicas, financeiras e tecnológicas para desenvolver a plataforma e estruturar sua expansão.

Janina Ricardo é advogada e estrategista jurídica, com experiência no atendimento a profissionais e empresas dos segmentos de saúde, bem-estar, estética avançada e beleza. À frente da SafeBeauty, transformou sua experiência no mercado jurídico em uma solução voltada à organização, gestão e proteção dos negócios do setor.

Weydson Medeiros é multi-investidor e atua como CFO da SafeBeauty, contribuindo para a estratégia financeira e a estruturação do crescimento da empresa. Também ocupa posições de liderança em diferentes negócios, com destaque para sua atuação como CEO da Up Logistic, com operações em Pernambuco, Paraná e Portugal. Ao longo de sua trajetória, esteve à frente da Medeiros Over Sea Importações e Exportações, da M2G Consultoria, da Up Logistic, da Voe Cargo Express e da Voe Express. É graduado em Administração de Empresas, possui formação em Coaching pela ABRIEM e em Programação Neurolinguística (PNL) pelo IBC, além de MBA em ValueInvesting pela AGF.

Laís Xavier é graduada em Ciências da Computação e mestre em Engenharia de Software pela UFPE. É fundadora da Mídias Educativas e da Muda Meu Mundo, além de ter sido a primeira mulher a presidir a Assesproregional Pernambuco e Paraíba. Atualmente, é vice-presidente da APONTI, mentora de startups e fundadora do Tech Woman. Na SafeBeauty, atua como CTO, liderando a frente de tecnologia e desenvolvimento da plataforma.

Na área de comunicação e posicionamento, Camila Rebelo atua como Head e estrategista de marketing da SafeBeauty e da marca pessoal de Janina Ricardo.

A empresa atende donos de clínicas, médicos dermatologistas, cirurgiões plásticos, nutrólogos, médicos estetas, biomédicos estetas, fisioterapeutas dermato-funcionais, enfermeiros estetas, dentistas que atuam com harmonização orofacial, profissionais do mercado beauty e investidores do segmento.

O lançamento oficial aconteceu em maio de 2026, durante o Safe Beauty Night, em Recife. Na sequência, a empresa foi aprovada em um edital de internacionalização com apoio do Sebrae e do Porto Digital, dando início ao planejamento de expansão para Portugal.

Para 2026 e 2027, a SafeBeauty prevê ampliar sua presença nacional, participar de eventos do setor e alcançar os primeiros 100 assinantes da plataforma. O plano anual tem mensalidade de R$ 247.

Mais do que uma ferramenta de gestão, a SafeBeautyaposta na profissionalização de um mercado em expansão, defendendo que crescimento, organização e proteção jurídica precisam caminhar juntos. A empresa também prepara um encontro de negócios em São Paulo, previsto para 9 de setembro de 2026, como parte da estratégia de aproximação com o mercado nacional.

As dores invisíveis do RH: Como a liderança de “super-herói” pode adoecer equipes sem perceber

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Problemas no ambiente de trabalho raramente começam com a intenção deliberada de prejudicar uma equipe. Muitas vezes, são consequência da falta de autoconsciência, da ausência de escuta e da reprodução de modelos ultrapassados de gestão. Promovidos por sua excelência técnica, muitos profissionais enfrentam dificuldades justamente na transição para a liderança e assumem uma espécie de “capa de super-herói”, acreditando que precisam centralizar decisões, resolver todos os problemas e ter todas as respostas. Esse comportamento pode gerar uma série de “dores invisíveis” no ambiente corporativo. Como pontua Daniele Matos, CEO da RHLovers“O gestor não está tentando prejudicar a equipe; ele acredita que está fazendo o melhor, mas nem sempre o que ele acredita ser o melhor é o que o time precisa”.

Ao tentar controlar cada detalhe e revisar todas as entregas, o gestor cria um ciclo de dependência que reduz a autonomia e a iniciativa do time. Essa postura transmite insegurança e pode transformar o próprio líder no principal gargalo da operação. Ao mesmo tempo, a ausência de diretrizes claras faz com que a equipe trabalhe sem saber exatamente o que se espera dela, gerando ansiedade, retrabalho e perda de produtividade. É justamente aí que aparece o desequilíbrio entre controle e orientação: “Autonomia sem clareza vira abandono. Clareza sem autonomia vira controle. Uma boa liderança precisa equilibrar as duas coisas”, analisa Daniele Matos.


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Um dos sinais mais preocupantes de que algo não vai bem é o silêncio. Quando os colaboradores param de fazer perguntas, propor ideias ou discordar nas reuniões, é importante investigar o quanto ainda existe segurança para se posicionar naquele ambiente. Esse distanciamento pode aparecer no medo de tomar decisões, no aumento dos conflitos internos e até na transferência das conversas sinceras para os corredores e grupos informais. Para a fundadora da RHLovers, perceber esses alertas também exige que o próprio gestor esteja disposto a se questionar: “Quando as conversas e os problemas desaparecem quando o líder entra na sala, a pergunta é: existia espaço e segurança para falar? O líder também precisa mostrar que não tem todas as respostas. Vulnerabilidade conecta e torna a liderança mais humana aos olhos da equipe”.

O aumento da taxa de rotatividade (turnover) pode ser o resultado final de um processo de desligamento emocional que começou muito antes do pedido formal de demissão. Não oferecer conversas honestas sobre carreira, ignorar o desenvolvimento individual e adotar um modelo baseado excessivamente em comando e controle fazem com que as pessoas deixem, aos poucos, de querer contribuir e permanecer naquele ambiente. Por isso, as organizações precisam parar de olhar apenas para a ideia de “reter” talentos e passar a construir ambientes nos quais as pessoas queiram ficar. Conforme destaca Dani Matos: “Não gosto da ideia de reter pessoas, ninguém deve ser segurado. Precisamos criar condições para que as pessoas queiram ficar. Antes de perdermos uma pessoa fisicamente para outra empresa, muitas vezes já a perdemos emocionalmente há muito tempo”.

Para reverter esse cenário e construir um ambiente mais saudável, o gestor precisa estar próximo do time. Isso passa por criar rituais regulares de conversa, tanto individuais quanto coletivos, alinhar expectativas e prioridades com clareza, acompanhar o que está avançando e manter conversas frequentes sobre desempenho, desenvolvimento e carreira. Desenvolver uma equipe também significa fazer boas perguntas, em vez de entregar sempre as respostas prontas, estimulando autonomia e responsabilidade. A verdadeira eficiência da liderança aparece, inclusive, no quanto o time consegue seguir funcionando sem depender o tempo todo do gestor. Daniele Matos sintetiza esse ponto com um teste prático: “Um bom líder deveria conseguir sair de férias tranquilo. Se tudo para porque ninguém consegue decidir sem você, isso não é sinal de importância, é um alerta de gestão. O teste é saber se o time consegue continuar entregando sem depender de você”.


A era da maturidade das milhas: afinal, ainda vale a pena investir no setor?

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O mercado brasileiro de milhas e programas de fidelidade pode atravessar uma transformação estrutural que irá redefinir as regras do jogo. O avanço no Congresso do Projeto de Lei que busca proibir restrições e bloqueios arbitrários sobre a transferência e venda de pontos deu mais um pontapé para a consolidação de uma era de segurança jurídica. O texto trata os pontos acumulados não mais como uma concessão das companhias aéreas, mas como um patrimônio digital de direito do consumidor. Essa virada legislativa impõe um limite claro a práticas unilaterais do setor e assegura a proteção financeira de milhões de brasileiros.

A mudança no ambiente regulatório ocorre em paralelo a um momento de forte expansão do setor de fidelização no país. Dados recentes da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (ABEMF) mostram que o faturamento das empresas do segmento atingiu a marca recorde de R$ 6,3 bilhões no primeiro trimestre de 2026. O número consolida uma migração expressiva de comportamento: o consumidor voltou a priorizar os pontos em detrimento do cashback tradicional. Em um cenário de passagens aéreas valorizadas, a capacidade de conversão dos pontos em viagens de alta classe entrega um retorno proporcionalmente superior a qualquer percentual fixo de reembolso em dinheiro.


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Diante do fim das promessas irrealistas de “renda extra sem esforço” promovidas por velhas plataformas, surge o questionamento inevitável: afinal, ainda vale a pena investir tempo e recursos em milhas aéreas? A resposta é sim, mas com uma ressalva crucial de comportamento. O investimento continua altamente rentável, desde que o consumidor abandone a dependência de intermediários e passe a encarar o acúmulo como uma estratégia de gestão de ativos. Para Aloysio Rebello, sócio-fundador da Go Miles Club, o momento não é de retração, mas de mudança de postura. “O mercado não acabou; ele apenas vai expulsando o amadorismo. O consumidor que antes buscava milhas como um atalho fácil percebeu que a verdadeira vantagem está na compreensão do mercado e elaboração de uma estratégia clara e coerente com os objetivos de cada pessoa”, afirma Rebello.

A eficiência no uso dos programas se reflete no declínio histórico da taxa de breakage — o percentual de pontos que expiram sem utilização —, que se mantém nos menores patamares registrados pela indústria. Essa queda demonstra que o acúmulo deixou de ser um subproduto esquecido na fatura do cartão de crédito para se tornar um planejamento ativo. Ao trocar o gasto impulsivo pelo consumo inteligente, famílias e empresários aprenderam a transformar despesas operacionais em passagens de classe Executiva e estadias em redes hoteleiras globais, provando que o retorno do setor continua imbatível quando há domínio técnico.

Nesse cenário de maior rigor técnico e sofisticação, a decisão de permanecer ou entrar no mercado passa necessariamente pela educação financeira. A Go Miles Club atua no centro dessa transformação, formando gestores de acúmulo e entusiastas capazes de operar com governança e análise de dados. “Investir em milhas continuará valendo a pena para quem tratar o setor com a seriedade de uma carteira de ativos. O ecossistema atual não tolera mais a falta de estratégia; ele recompensa quem domina a análise de custo por milheiro e executa emissões de forma consciente”, destaca Aloysio Rebello.

A convergência entre a regulamentação no Congresso, a gestão individualizada de emissões e o crescimento dos programas de fidelidade aponta para um mercado mais sustentável e maduro no longo prazo. O questionamento sobre a validade do setor revela que as milhas deixaram de ser uma simples promoção de marketing para se tornarem um pilar de inteligência financeira. Para o consumidor, a mensagem final é clara: o investimento em milhas se consolida não mais como uma aposta especulativa, mas como uma das ferramentas mais eficientes para maximizar o poder de compra de quem busca viajar com sofisticação e otimizar seu orçamento.

 

Sobre Aloysio Rebello

Aloysio Rebello é executivo, empreendedor e estrategista especializado no mercado de acúmulo de pontos, milhas aéreas e inteligência financeira voltada a viagens. Como sócio-fundador e CEO da Go Miles Club, ele lidera um ecossistema educacional e de consultoria estruturado para formar gestores de ativos digitais, capacitar viajantes autônomos e impulsionar a profissionalização do setor de Smart Travel no Brasil.

Com uma visão pautada na autonomia do consumidor, Aloysio é um dos principais defensores do Travel Hacking seguro e da transição para a emissão direta de passagens sem a intermediação de plataformas opacas. Seu trabalho combate o amadorismo e as promessas irrealistas de “dinheiro fácil”, posicionando os programas de fidelidade como uma ferramenta legítima de gestão de patrimônio e otimização do orçamento pessoal e corporativo.

À frente da Go Miles Club, ele atua ativamente no debate sobre a regulamentação jurídica das milhas e na formação de novos empreendedores no segmento de viagens de alto padrão. Sua atuação combina análise de dados, governança e visão de mercado para transformar despesas rotineiras em experiências de voo em classes executivas e hospedagens globais, consolidando-se como uma autoridade de referência no ecossistema de milhas no país.

Oldilla reúne MC Negão Original, MC Lele JP, Boladin 211, MC Ryan SP e MC Willian em “Mãe de Todas”

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Single chega nesta quinta-feira (27/08) e coloca diferentes identidades do funk em uma produção pensada para ganhar os bailes, as festas e as plataformas


Mais do que reunir nomes de peso do funk em uma mesma faixa, “Mãe de Todas” nasce de uma lógica que coloca a produção no centro do processo. Assinada por Oldilla, a música chega em 27 de agosto com participações de MC Negão Original, MC Lele JP, Boladin 211, MC Ryan SP e MC Willian, em um encontro construído a partir da identidade de cada artista e da conexão que o produtor já mantém com esse universo.

A ideia começou antes mesmo da definição do elenco. Foi a partir da própria produção que Oldilla passou a visualizar quais vozes poderiam dialogar com a proposta. “Não queria simplesmente reunir vários nomes grandes em uma faixa, mas trazer artistas que tivessem identidade e que conseguissem acrescentar algo diferente”, explica.


A escolha dos convidados, segundo o produtor, aconteceu de maneira natural. Com diferentes trajetórias e características dentro do funk, os artistas foram incorporando suas próprias identidades à composição, sem que a participação de cada um parecesse deslocada do conceito original.

“Eu já tenho uma conexão com os artistas e já conheço o jeito de cada um trabalhar. Cada um chegou e colocou a identidade dele na música, sem precisar forçar nada”, afirma Oldilla. Para ele, o processo foi justamente o que fez a faixa ganhar novas camadas à medida que era construída.

O título também ajuda a definir o território da música. “Mãe de Todas” é uma faixa voltada para as mulheres e parte da figura daquela mulher que chama atenção, tem presença e se destaca entre as demais. A expressão, forte e imediatamente reconhecível, funciona como uma extensão do próprio conceito da música.

O lançamento também representa um recorte importante do momento vivido por Oldilla como produtor. Depois de construir uma trajetória marcada por encontros e colaborações dentro do funk, ele agora coloca sua própria produção como ponto de convergência entre artistas que admira e que ocupam espaços distintos na cena.

“Acho que ‘Mãe de Todas’ é diferente porque representa muito o momento que eu tô vivendo agora. É um projeto que consegui reunir artistas que eu admiro, cada um com sua caminhada e seu espaço no funk, dentro de uma produção minha”, destaca.

A estratégia, no entanto, não se resume ao tamanho do elenco. Embora a reunião de artistas com forte presença nas plataformas e nas redes sociais naturalmente amplie o alcance da faixa, Oldilla aponta para um objetivo mais direto: fazer com que a música funcione fora do ambiente digital.

A expectativa é que “Mãe de Todas” encontre espaço nos bailes e nas festas e, principalmente, estabeleça uma conexão espontânea com o público. “A gente fez a música pensando primeiro em entregar um som que a galera realmente curta, que toque nos bailes, nas festas e que o público se identifique”, resume.

Com seis nomes de diferentes momentos e vertentes do funk reunidos em uma mesma produção, “Mãe de Todas” aposta menos na soma de participações e mais no encontro de identidades. A faixa chega ao público em 27 de agosto com a proposta de transformar essa combinação em uma música feita para circular, das plataformas aos bailes.