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Gusttavo Lima retorna a Varginha com o projeto This Is Embaixador Sunset

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Varginha se prepara para receber um dos principais nomes da música sertaneja brasileira. No dia 3 de outubro, Gusttavo Lima retorna à cidade com o projeto This Is Embaixador Sunset. O evento será realizado no Centro de Eventos Mauro Brito, com abertura dos portões às 16h.
Pensado para começar ainda durante a tarde e seguir noite adentro, o formato Sunset reúne os grandes sucessos da carreira do Embaixador em uma apresentação que deve atrair fãs de Varginha e de diferentes cidades do Sul de Minas.
Além de Gusttavo Lima, o evento contará com a participação de Vinicius Santoz. O cantor e compositor começou sua trajetória na música aos sete anos e soma 15 anos de carreira no sertanejo. Com passagens por palcos, rádios e programas de televisão, Vinicius traz ao evento um repertório construído entre músicas autorais e canções conhecidas pelo público. Seu trabalho mais recente é “Nem Começa”, lançado em agosto deste ano.
O público poderá escolher entre quatro setores. O Black oferece open bar premium e open food; os setores Embaixador e Front contam com diferentes opções de open bar; e o VIP é uma alternativa sem bebidas incluídas.
Divulgação 

Os setores com open bar são exclusivos para maiores de 18 anos. No setor VIP, jovens de 16 e 17 anos poderão entrar mediante autorização assinada pelos pais e autenticada em cartório. Menores de 16 anos devem estar acompanhados pelos pais. A partir dos 10 anos, é obrigatória a apresentação de ingresso.
Os ingressos estão disponíveis exclusivamente pelo site e aplicativo da BaladAPP by Ticketmaster.
Evento: This Is Embaixador Sunset
Atrações: Gusttavo Lima e Vinicius Santoz
Data: 3 de outubro de 2026, sábado
Horário: abertura dos portões às 16h
Local: Centro de Eventos Mauro Brito — Varginha/MG
Ingressos: www.baladapp.com.br
Informações: @gusttavolimaemvarginha
Classificação: setores open bar exclusivamente para maiores de 18 anos

Donos de veículos denunciam governo de SP por prensar e vender veículos sob guarda do Estado

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A medida atinge principalmente famílias mais pobres, sem dinheiro para retirar carros e motos dos pátios. 

Uma denúncia grave coloca o Governo de São Paulo diante de uma pergunta incômoda envolvendo gestão e empatia: por que justamente os mais pobres estão sendo atingidos de forma tão pesada pelo Estado? Segundo proprietários, carros e motos recolhidos aos pátios, que poderiam seguir para leilão, estão sendo prensados e vendidos como sucata a preços irrisórios. Entre os atingidos estão desempregados, trabalhadores que vivem de bicos e famílias que compraram um veículo usado porque era o único que cabia no orçamento. Gente que já tinha pouco e agora vê o carro ou a moto virar um monte de ferro-velho. Muitos tiveram o veículo apreendido por irregularidades como IPVA ou licenciamento atrasados e, sem dinheiro para regularizar a situação, pagar as despesas e retirá-lo do pátio, acabaram perdendo definitivamente o único patrimônio que possuíam.  

O servente de pedreiro José Renato conta que já havia juntado metade do dinheiro necessário para recuperar seu carro quando recebeu a notícia de que não havia mais carro para buscar. “Disseram que tinha ido para a prensa e vendido como ferro-velho por uns R$ 400. E ainda vou ter meu incluindo no CADIN, pois o valor o valor arrecadado no leilão não pagou nenhuma despesa. Eu estava juntando os recursos. Não abandonei meu carro. O Governo não me deu uma saída, simplesmente tirou de mim o único patrimônio que eu tinha. Quem está sem dinheiro precisa de ajuda para sair do problema, não de mais um problema.” 

COMO FUNCIONA 

Quando um veículo é recolhido para o pátio, se o proprietário não pagar os impostos, taxas e multas, ele pode ser leiloado. O dinheiro arrecadado é usado para pagar débitos relacionados ao bem e o saldo retorna para o antigo proprietário. Ou seja, mesmo sem conseguir recuperar o carro, José Renato ainda poderia recuperarparte do valor daquele patrimônio mas a prensa acabou com essa possibilidade.

O PERITO VÊ PESSOALMENTE. O GOVERNO REBAIXA PELA TELA E SEM CRITÉRIO

Antes do leilão, um avaliador credenciado vai pessoalmente ao pátio, examina o veículo e produz um laudo. Só que o atual governo criou recentemente a chamada “convalidação”, uma análise a mais.  

Em consulta a entidades da categoria SEGRESP- Sindicato Das Empresas E Proprietários De Serviços De Reboque, Resgate, Guincho E Remoção De Veículos No Estado De São Paulo, SINGUESP – Sindicato dos Guincheiros Removedores de Veículos do Estado de São Paulo e APPAGESP – Associação dos Proprietários de Pátios, Guinchos e Depósitos de Veículos do Estado de São Paulo, essa etapa é feita a distância, pela tela de um computador. E a classificação que foi realizada anteriormente pelo perito que esteve diante do veículo é derrubada por uma pessoa que nunca pisou no pátio, só teve contato com o veiculo pelas informações e imagens disponíveis no sistema. 

Para Deivid de Andrade, presidente da APPAGESP, o procedimento é arbitrário e socialmente devastador.  “Uma das justificativas para o rebaixamento é “foto com resolução ruim”. Era só refazer a foto. O atual governo credencia um profissional, ele vai ao pátio, examina o carro e assina o laudo. Depois alguém que nunca viu aquele veículo pessoalmente muda a classificação. Se existe dúvida, mande outro profissional olhar. O que não pode é destruir o patrimônio de uma família com um simples clique no computador. Ou não existe empatia ou  tem algum interesse por trás, só pode ser ” .  

87% DOS VEICULOS PRENSADOS 

Roberto Eger Stuewe, presidente do SEGRESP denuncia que em Presidente Prudente, dos 490 veículos preparados para leilão, 426 foram reclassificados como sucata. Isso representa aproximadamente 87% do total, segundo os dados apresentados pelo sindicato.  No caso do Edital 430/2026,  de 262 veiculos aptos a serem vendidos como direito a documento, que foram para convalidação,  180 foram rebaixados para prensa.  

Carro leiloado sendo prensado

Elantra com direito a documento, valor de mercado de R$ 53.000,00. Erro de convalidação fez o carro ser vendido como prensa a R$ 0,64 o quilo. Veículo será prensado em breve.

A CONTA CAI SOBRE QUEM JÁ ESTÁ NO LIMITE 

Deivid de Andrade, presidente da APPAGESP também chama a atenção para a consequência social. “ Na verdade – diz ele –  por trás desses números estão o motoboy entregador que perde sua única fonte de sustento. O pedreiro que precisa do carro para transportar as ferramentas de trabalho. Uma família que está apertada sem condições de regularizar e perde o veiculo,  únicobem que conseguiu ter na vida.”    

Solange Aparecida está revoltada com a atitude do governo do estado: “É muito triste ver que quem deveria proteger a população está fazendo justamente o contrário. A pessoa já está desempregada, endividada, e ainda vem essa pancada. Onde está a sensibilidade do governador? Onde está a preocupação com as famílias? Para mim, isso é crueldade, não tem outro nome” 

As entidades afirmam que há cerca de 300 mil veículos guardados atualmente nos pátios paulistas. “Quando eu conseguir o dinheiro, será que a minha moto vai estar lá?”  pergunta Juliano Ferreira, que teve a moto recolhida numa blitz porque estava com os documentos atrasados. “Eu estou desempregado, mas estou tentando regularizar”.  

Antes da polenta, veio o rock: a trajetória de Romisson e a paixão que virou profissão

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Antes das panelas de polenta, das apresentações que misturam música e gastronomia e dos mais de 30 mil litros do prato já distribuídos gratuitamente ao público, veio o rock. É na música que começa a história de Romisson, cantor, compositor e multi-instrumentista que encontrou no gênero não apenas uma paixão, mas uma forma de expressão e um caminho profissional.

Hoje conhecido também como um dos idealizadores do Polenta Rock Show, criado ao lado da esposa, Nany Apple, Romisson tem uma trajetória que vai além do projeto que chama atenção pela combinação inusitada de guitarras, palco e polenta. Sua relação com a música é a base de tudo o que viria depois.

Como cantor e instrumentista, Romisson construiu sua identidade artística tendo o rock como uma de suas principais referências. A experiência adquirida ao longo dessa caminhada também despertou nele o desejo de experimentar novos formatos e encontrar maneiras diferentes de aproximar a música das pessoas.

Foi justamente dessa inquietação artística que, em 2020, surgiu um novo capítulo de sua história.

Quando o rock ganhou um novo ingrediente

Polenta Rock Show nasceu de maneira espontânea durante uma apresentação e acabou transformando uma combinação improvável em conceito: unir um show de rock a uma experiência gastronômica e de convivência, com distribuição gratuita de polenta para o público.

Ao lado de Nany Apple, Romisson transformou a ideia em um projeto que passou a ocupar eventos e equipamentos culturais, reunindo música, gastronomia, inclusão e interação com a plateia.

Desde então, mais de 30 mil litros de polenta já foram distribuídos gratuitamente, enquanto Romisson segue no palco apresentando um repertório dedicado especialmente ao rock nacional e a seus trabalhos musicais.

Mas, para o artista, a polenta nunca substituiu a música. Pelo contrário: tornou-se uma ferramenta para criar uma experiência em torno dela.

O projeto representa uma extensão de sua própria maneira de enxergar o fazer artístico: o show não precisa terminar no palco e a música pode ser o ponto de partida para encontros, memórias e experiências coletivas.

Artista antes de idealizador

A trajetória ajuda a revelar uma dimensão de Romisson que nem sempre aparece quando o Polenta Rock Show é apresentado apenas por sua característica mais curiosa.

Por trás do projeto está um músico que canta, compõe, toca diferentes instrumentos e encontrou no rock uma linguagem para desenvolver sua identidade artística. A criação do Polenta Rock Show surge, assim, não como um caminho separado de sua carreira, mas como resultado dela.

A proposta também dialoga com uma característica histórica do próprio rock: a liberdade para experimentar, provocar encontros e romper formatos tradicionais.

Ao transformar uma apresentação musical em uma experiência que também envolve gastronomia e acolhimento, Romisson encontrou uma maneira particular de levar essa linguagem para públicos e espaços diferentes.


Divulgação 



Rock como ponto de partida

Mesmo com o crescimento do Polenta Rock Show, Romisson mantém a música como centro de sua atuação. É a partir dela que surgem as ideias, os projetos e a vontade de continuar criando.

Sua história mostra também como artistas independentes têm buscado novas formas de construir carreira e estabelecer conexão com o público, indo além do formato convencional de palco e plateia.

No caso de Romisson, essa busca ganhou cheiro, sabor e uma panela enorme de polenta. Mas a origem continua sendo a mesma: o rock.

E se hoje muita gente chega até Romisson pela curiosidade de descobrir como uma banda de rock acabou distribuindo milhares de litros de polenta, conhecer sua trajetória ajuda a inverter a pergunta: talvez não seja sobre como a polenta entrou no rock, mas sobre como um músico encontrou uma maneira diferente de fazer sua paixão pelo rock chegar a mais pessoas.

5ª edição do Prêmio ComunicAÇÃO celebra nomes que fazem história na comunicação do Sul Fluminense

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Idealizado pelo colunista social Fábio Soares, evento reúne profissionais, empresas, veículos e parceiros em uma noite dedicada à valorização da comunicação regional

Reconhecer quem contribui diariamente para construir a história da comunicação regional é a proposta que dá vida à quinta edição do Prêmio ComunicAÇÃO. Idealizado pelo colunista social Fábio Soares, o evento chega a mais uma edição reunindo profissionais de diferentes áreas, veículos de comunicação, empresas, produtores, parceiros e personalidades que têm participação relevante na comunicação do Sul Fluminense.

Mais do que uma cerimônia de premiação, o ComunicAÇÃO nasceu com a proposta de valorizar trajetórias e reconhecer profissionais que fazem e continuam fazendo história em jornais, rádios, TVs, portais, agências, redes sociais, podcasts, fotografia, publicidade, assessoria de imprensa e outras áreas que integram o universo da comunicação. A iniciativa também cria um espaço de encontro entre diferentes gerações e segmentos do mercado regional.

A quinta edição tem como apresentação a Yesu Mobilidade Elétrica e conta com o oferecimento de Café Brasilíssimo; Dona Pelle Epilação & Estética; Sérgio Cruz Cirurgia Plástica; Marcello Laurindo Ortopedista; Hospital Viver Mais; NeoClinic – Sistemas para Clínicas e Consultórios; e Instituto Oromodel Odontologia.



Entre os patrocinadores estão Diversifiq – Assessoria e Treinamentos; Shopping Park Sul; Espaço Viverde Penedo; DNA Cosméticos; Instituto Oromodel – Odontologia e Estética; MR Viagens; Open Masculina; GastroMais – Clínica de Saúde Digestiva; GS Intermediações; e Vila Business Hotel.

O evento também reúne uma extensa rede de apoiadores, formada por Ana Paula Delgado Produção e Evento; Agencia Oficina Criativa; Black Jack PUB; Welington Ambrósio Dj; Eryca Lima Eventos e Buffet; Cálice Bar e Drinks; Tomada Filmes; Casa do Fritz Cervejaria; Graffith Eventos; Lumens LED; Jaque Brandorffe Estações e Entretenimento; Manu Sushi; Altbox Marketing; Origem Comunicação & Marketing; Impacto Consultoria e Segurança para Eventos; Grazi Selvati Atrações e Entretenimento; Gelato Amor de Ju; Jaque Brandorfe Doces; Marco Vacchi Ternos & Smokings; Brigourmet Giu; Cardeal Produções; Lojas Lucla Decor; Dj Adriano Goes; Dj Jamm; e banda Love Myself.


Fábio Soares (Organizador do evento)
Fábio Soares (Organizador do evento)

A cobertura e divulgação do prêmio também contam com veículos e plataformas que acompanham de perto os acontecimentos da região: Jornal A Voz da Cidade; Jornal Diário do Vale; Portal Olho Vivo; Aperta o Play; Cenário Mídia; Tudo Sobre VR; e Atlas ON.

Em 2026, o palco do Prêmio ComunicAÇÃO será ocupado por profissionais e projetos de diferentes áreas. Entre os homenageados estão Alcenor Tedesco, na categoria Publicitário; Altbox Marketing, como Agência de Marketing; Beatriz Carreiro, em Assessoria de Imprensa; Biel Carboni, com Homenagem Especial; Claudineia do Amaral, como Jornalista; Foco Regional, em Mídia Digital; Hugo Soares, com Homenagem Especial; Jô e Samuel, com Homenagem Especial; Jornal Aqui, em Mídia Impressa; Jamm, com Homenagem Especial; Larissa Teixeira, como Social Media; Patrícia Guido, como Influencer; Papo com o Mestre, na categoria Podcast; Pedro Mamutus, como Designer; Rovany Araújo, como Apresentador; Rafael Moura, como Radialista; Ricardo Batalha, como Produtor Audiovisual; Rede Facts, com Homenagem Especial; Thomas Marques, em Comunicação Inclusiva; e Wallace Feitosa, como Fotógrafo.

À frente da premiação está Fábio Soares, profissional que construiu sua trajetória justamente dentro do universo que hoje celebra. Formado em Comunicação Social – Bacharelado em Publicidade e Propaganda pelo UBM em 2006, Fábio viveu nos Estados Unidos entre 2007 e 2008, período em que trabalhou e estudou. Atualmente, é pós-graduado em Marketing Digital pela Faculdade Metropolitana.

Sua história no colunismo social começou em 2008, no extinto Jornal do Interior, onde permaneceu até 2015. Na sequência, passou a assinar sua coluna no Jornal A Voz da Cidade, onde permanece até hoje. Também é colaborador dos sites Revista Por Aqui, Gazeta Sul Fluminense e Circuito Sul Fluminense, além de editor do seu site oficial, portalfsnews.com.br.
Ao longo da carreira, Fábio Soares também passou por veículos como Portal Olho Vivo, Seuevento.net, Portal Atrativa Noivas, BMNotícias, Revista Siga, Riosulnet, antigo Portal da TV Rio Sul – Afiliada Rede Globo, e Revista Blitz Online. Em 2023, tornou-se também colunista social do jornal Diário do Vale. Na rádio, teve durante dois anos o quadro Giro Social no Programa do Gama, da Rádio Sociedade.

A formação profissional inclui ainda cursos de Assessoria de Imprensa, Web-Writting e Comunicação Empresarial pela RioExpress. Fábio também já realizou trabalhos de assessoria de comunicação e cobertura social de diversos eventos importantes, além de integrar a FEBRACOS — Federação Brasileira de Colunistas Sociais.

O Prêmio ComunicAÇÃO faz parte de uma trajetória de iniciativas criadas por Fábio Soares com o objetivo de reconhecer pessoas e histórias. O colunista é também idealizador do Prêmio Destaques VIP, Prêmio Mulher Real e Troféu Reconhecimento, além de participar da realização do Feijão Maravilha ao lado da promoter Ana Paula Delgado.

A quinta edição do ComunicAÇÃO, portanto, representa a continuidade de um projeto que coloca no centro da celebração aqueles que ajudam a informar, conectar, divulgar, registrar e transformar a comunicação no Sul Fluminense. Uma noite pensada para reunir nomes que atuam em diferentes frentes, mas que têm em comum a contribuição para a construção da memória e da identidade da comunicação regional.

7 hábitos que parecem produtivos, mas podem estar prejudicando seu desempenho

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Ser produtivo não significa necessariamente fazer mais coisas durante o dia. Em uma rotina marcada por mensagens, reuniões, notificações e listas intermináveis de tarefas, alguns comportamentos vistos como sinais de eficiência podem produzir justamente o efeito contrário: consumir energia e dificultar a concentração no que realmente gera resultado.

Para o empresário e autor José Felipe Carneiro, que aborda o tema no livro Performance Consciente, a alta performance precisa ser analisada também pela capacidade de sustentar bons resultados ao longo do tempo.

“A questão não é diminuir a ambição ou deixar de buscar grandes resultados. É aprender a direcionar melhor a energia. Podemos passar um dia inteiro ocupados e, ainda assim, terminar com a sensação de que aquilo que realmente importava não avançou”, explica.

A seguir, José Felipe Carneiro aponta 7 hábitos que podem parecer produtivos, mas merecem atenção.

1. Responder todas as mensagens imediatamente

A velocidade de resposta pode transmitir uma sensação de eficiência, mas interromper uma atividade toda vez que uma mensagem chega fragmenta a atenção.

Nem tudo precisa ser respondido no instante em que aparece. Sempre que possível, estabelecer momentos específicos para verificar mensagens e e-mails ajuda a preservar períodos de concentração para atividades que exigem mais raciocínio.

2. Manter a agenda completamente ocupada

Uma agenda sem espaços livres pode passar a impressão de um dia altamente produtivo. Porém, preencher cada intervalo com compromissos também significa eliminar o espaço necessário para pensar, organizar prioridades e lidar com imprevistos.

Produtividade não deveria ser medida pela quantidade de compromissos cumpridos, mas pelo impacto daquilo que foi realizado.

3. Fazer várias coisas ao mesmo tempo

Participar de uma reunião enquanto responde mensagens, acompanha e-mails e tenta finalizar outra tarefa pode parecer uma maneira de ganhar tempo.

Na prática, dividir constantemente a atenção dificulta o aprofundamento. Uma alternativa é definir qual atividade merece prioridade naquele momento e dedicar atenção integral a ela antes de seguir para a próxima.

4. Tratar tudo como urgente

Quando todas as demandas recebem o mesmo nível de prioridade, fica mais difícil identificar aquilo que realmente merece energia.

Antes de começar uma tarefa, vale perguntar: isso precisa mesmo ser feito agora? Qual será o impacto se eu adiar? Essa atividade contribui para algum objetivo importante ou apenas apareceu primeiro?

Criar critérios para decidir é uma maneira de evitar que o urgente ocupe permanentemente o lugar do importante.

5. Dizer “sim” para todas as oportunidades

Aceitar projetos, reuniões, convites e novas responsabilidades pode ser interpretado como disposição e ambição. No entanto, cada novo “sim” também ocupa tempo e energia que poderiam ser destinados a outras prioridades.

Aprender a escolher também significa compreender que nem toda oportunidade precisa ser aproveitada. Em determinados momentos, dizer “não” é justamente o que permite preservar energia para aquilo que realmente importa.

6. Acreditar que descansar é perder tempo

Descanso não precisa ser entendido como o oposto da produtividade. Uma rotina que depende de esforço contínuo e não permite recuperação dificilmente consegue manter o mesmo nível de desempenho indefinidamente.

Sono, pausas e momentos fora do trabalho fazem parte de uma visão mais sustentável de performance. O objetivo não é simplesmente produzir o máximo possível hoje, mas preservar condições para continuar produzindo bem amanhã.

7. Medir um bom dia pela quantidade de tarefas concluídas

Riscar muitos itens de uma lista gera uma sensação imediata de realização. O problema surge quando quantidade se transforma no principal indicador de produtividade.

Ao final do dia, além de perguntar “quantas coisas eu fiz?”, uma reflexão pode ser mais útil: “o que eu fiz hoje que realmente me aproximou dos meus objetivos?”

Para José Felipe, essa mudança de perspectiva está no centro da chamada performance consciente.

“Alta performance não deveria significar viver permanentemente no limite. É possível continuar sendo ambicioso e buscar resultados extraordinários, mas fazendo escolhas mais conscientes sobre onde colocamos nosso tempo, atenção e energia”, afirma.




Sobre José Felipe Carneiro

José Felipe Carneiro é empresário, empreendedor e autor do livro Performance Consciente, publicado pela Actual. Cofundador da Wäls, participou da transformação da cervejaria familiar mineira em uma marca reconhecida internacionalmente. Posteriormente, tornou-se sócio da Ambev e participou da criação da ZX Ventures, braço de inovação da AB InBev. Ao longo da carreira, também esteve envolvido em diferentes negócios no Brasil e nos Estados Unidos. Em seu livro e em suas palestras, aborda temas como alta performance, produtividade, liderança, prioridades e construção de resultados de forma sustentável.

Da tecnologia ao Direito: Como o JurisShield está transformando o departamento jurídico em um serviço por assinatura para startups

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Em um cenário em que a prevenção jurídica ganha espaço entre empresas inovadoras, a legaltech criada por um profissional com mais de duas décadas de experiência em tecnologia aposta em um modelo recorrente que une inteligência artificial, compliance, LGPD e governança em uma única plataforma.

O mercado jurídico está mudando

O mercado brasileiro de legaltechs vive um dos seus momentos mais relevantes. Com mais de 600 empresas atuando no setor e investimentos crescentes em inovação jurídica, o Direito deixa de ser apenas uma resposta para problemas e passa a ocupar um papel estratégico dentro das empresas.

É nesse contexto que surge o JurisShield, plataforma desenvolvida para oferecer às startups e pequenas empresas um departamento jurídico preventivo por assinatura.

À frente da iniciativa está André Gonçalves, advogado especializado em Direito Digital, LGPD e Direito Empresarial, mas cuja trajetória começou muito antes da advocacia. Com mais de vinte anos dedicados à tecnologia da informação, decidiu aplicar a lógica do desenvolvimento de software à prestação de serviços jurídicos.

“O jurídico reativo custa caro e chega tarde. O JurisShield nasceu para colocar a prevenção dentro da rotina da empresa, com a mesma lógica de um software: contínuo, mensurável e acessível.”

Tecnologia aplicada ao jurídico

Diferentemente do modelo tradicional, o JurisShield trabalha de forma preventiva, reunindo contratos, LGPD, compliance, governança corporativa e acompanhamento jurídico contínuo em uma única plataforma.

A proposta é transformar o departamento jurídico em um serviço recorrente, semelhante ao modelo SaaS, oferecendo previsibilidade, organização e suporte permanente para o crescimento das empresas.

Além disso, utiliza automações e agentes de inteligência artificial para otimizar processos e aumentar a eficiência operacional.

Um novo perfil de legaltech

O diferencial da plataforma está na experiência técnica do fundador. Antes da advocacia, André participou do desenvolvimento de soluções de missão crítica para empresas.

Segundo ele, muitos dos problemas enfrentados por startups e PMEs não decorrem da ausência de um advogado, mas da falta de processos estruturados, contratos bem elaborados e governança de dados.

O momento do mercado 

O crescimento das legaltechs, a popularização da inteligência artificial e a maior preocupação das empresas com compliance transformaram o jurídico em um diferencial competitivo.

Empresas que demonstram maturidade em governança e conformidade legal transmitem mais segurança a investidores, parceiros e clientes.

Expansão por meio de parcerias

O JurisShield também conta com um programa voltado para contadores, consultorias e parceiros estratégicos, ampliando o acesso das empresas à prevenção jurídica.

Sobre o JurisShield

O JurisShield é uma plataforma de departamento jurídico preventivo por assinatura, desenvolvida pela ALFEG Tech, reunindo tecnologia, inteligência artificial, LGPD, compliance, governança e gestão contratual para startups e PMEs.

Para mais informações acesse:

https://www.instagram.com/jurisshield/

https://www.agoncalves.adv.br/

Moradias São Paulo busca facilitar o acesso à casa própria por meio do Minha Casa Minha Vida

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Para muitas famílias, conquistar o primeiro imóvel representa a realização de um importante projeto de vida. Pensando em tornar esse caminho mais acessível e facilitar o acesso às informações sobre financiamento habitacional, o Moradias São Paulo foi desenvolvido como uma plataforma independente de atendimento imobiliário voltada ao programa Minha Casa Minha Vida.

A iniciativa oferece uma pré-análise gratuita e permite que o interessado faça uma simulação para conhecer sua faixa de renda, uma estimativa do valor que pode financiar e uma parcela aproximada antes de avançar para o atendimento com um corretor especializado.

Informação para quem busca o primeiro imóvel

O Moradias São Paulo atende pessoas interessadas em imóveis na planta, lançamentos e unidades prontas, apresentando opções de acordo com o perfil e as possibilidades de cada família.

A proposta é simplificar uma etapa que muitas vezes pode gerar dúvidas para quem está começando a procurar a casa própria. Por meio da assistente digital, o usuário responde às perguntas do cadastro habitacional e recebe uma pré-análise estimativa antes do contato com o corretor.

A simulação é gratuita, não consulta SPC ou Serasa e não gera compromisso para o interessado. A aprovação definitiva, entretanto, depende da análise de crédito realizada pela instituição financeira.




Minha Casa Minha Vida: cada perfil tem suas próprias condições

O programa Minha Casa Minha Vida possui diferentes faixas de renda e condições de financiamento. Em 2026, as possibilidades variam conforme a renda familiar, o valor do imóvel, a localização e a análise de crédito.

O FGTS também pode ser utilizado em determinadas condições para auxiliar na aquisição do imóvel, enquanto os subsídios são definidos conforme o perfil de cada interessado e as regras aplicáveis.

Por isso, o atendimento individualizado é uma das propostas do projeto. Cada família possui uma realidade financeira diferente, e entender essas condições é uma etapa importante antes de escolher um imóvel e avançar para o financiamento.

Uma iniciativa voltada à população

À frente da iniciativa está Thayany, gerente de parcerias, que participa do desenvolvimento do projeto com o propósito de ampliar o acesso da população às informações e oportunidades relacionadas à aquisição do primeiro imóvel.

A proposta é utilizar tecnologia, informação e atendimento especializado para aproximar pessoas interessadas em conquistar a casa própria das alternativas disponíveis dentro das condições do programa habitacional.

Nesse contexto, o Moradias São Paulo funciona como um ponto de partida para quem ainda possui dúvidas sobre sua faixa de renda, capacidade de financiamento ou sobre quais tipos de imóveis podem estar de acordo com sua realidade.






Do cadastro ao atendimentoO processo começa com o cadastro realizado por meio da assistente digital. A partir das informações fornecidas pelo interessado, é realizada uma pré-análise estimativa, permitindo uma primeira compreensão sobre sua faixa e capacidade de financiamento.

Na sequência, o atendimento pode ser direcionado a um corretor, que apresenta opções de imóveis compatíveis com o perfil identificado e acompanha o interessado durante as próximas etapas do processo.

Mais do que apresentar imóveis, a proposta do Moradias São Paulo é facilitar o acesso à informação e oferecer orientação individualizada para quem deseja transformar o projeto da casa própria em realidade.

Para quem deseja conhecer suas possibilidades dentro do Minha Casa Minha Vida, a simulação pode ser o primeiro passo para entender melhor o próprio perfil e as alternativas disponíveis.

Para mais informações acesse:

https://moradiassaopaulo.com.br/

Ratabana: Dakila Pesquisas mapeia estruturas na Amazônia

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Pesquisa relaciona formações geométricas, galerias subterrâneas e inscrições rupestres à hipótese de uma antiga cidade amazônica.

Ratabana e a pesquisa da Dakila

A Dakila Pesquisas divulgou informações sobre investigações realizadas em diferentes regiões da Amazônia relacionadas a Ratabana, também referida pelo grupo como Ratanabá. Segundo os pesquisadores, a área reuniria estruturas monumentais, possíveis redes subterrâneas e inscrições em rochas que poderiam estar ligadas a uma antiga civilização denominada “MURIL”.

O material divulgado descreve o uso de tecnologias de mapeamento e investigação geofísica, incluindo LiDAR, empregado para identificar características da superfície terrestre, e GPR (radar de penetração no solo), utilizado na investigação de estruturas e anomalias subterrâneas.

Ratabana: mapeamento e estruturas subterrâneas

De acordo com a equipe, o levantamento com LiDAR teria revelado formações geométricas, alinhamentos e estruturas que os pesquisadores interpretam como possíveis ruas, quadras e construções encobertas pela vegetação.

A equipe também relata ter investigado cursos de água que desaparecem em determinados pontos do terreno. Nessas áreas, afirma ter identificado, por meio de levantamentos com GPR, possíveis galerias subterrâneas.

Conforme as informações divulgadas, algumas dessas estruturas teriam cerca de 15 metros de largura, quatro metros de altura e mais de um quilômetro de extensão, além de conexões com outras passagens.


O grupo também menciona formações espiraladas próximas às extremidades de quadras mapeadas, com diâmetros estimados entre oito e 48 metros.

As dimensões e a interpretação dessas estruturas são atribuídas à equipe e dependem de documentação técnica e verificação independente.

Ratabana e os relatos sobre esqueletos e crânios


O material da Dakila também menciona supostos achados de esqueletos descritos pelos pesquisadores como pertencentes a indivíduos gigantes, além de crânios com formatos considerados incomuns.

A identificação, a origem e as características de possíveis restos humanos exigem documentação dos locais de descoberta, análises laboratoriais e avaliação por especialistas independentes. Até que essas etapas sejam apresentadas e verificadas, os relatos não comprovam a existência de uma população de gigantes.

Ratabana: regiões citadas na Amazônia

A Dakila Pesquisas afirma ter identificado possíveis estruturas e sítios em diferentes localidades do Norte e de outras áreas do Brasil.

Entre os municípios e regiões citados estão Manaus, São Gabriel da Cachoeira, Apuí e Lábrea, no Amazonas; Costa Marques e São Miguel do Guaporé, em Rondônia; Vista Alegre do Abunã; além de áreas de Roraima e Amapá.

O grupo relaciona suas investigações a possíveis cidades que classifica como “pré-diluvianas” e “medievais”, interpretações que integram sua hipótese sobre a história da região.

O presidente da Dakila Pesquisas, Urandir Fernandes de Oliveira, destacou a importância que atribui aos achados e afirmou que as estruturas identificadas representariam sítios arqueológicos. O material também menciona possíveis embarcações naufragadas e relíquias históricas nas proximidades das áreas investigadas.

Ratabana e os petróglifos da Pedra Preta

As investigações incluem inscrições rupestres, conhecidas como petróglifos. Segundo a equipe, alguns desenhos poderiam representar mapas ou elementos relacionados às estruturas atribuídas a Ratabana.

Um dos locais citados é a Pedra Preta, em Paranaíta, no Mato Grosso. Os pesquisadores afirmam ter observado inscrições que apresentariam semelhanças com quadras e formas de seus mapeamentos digitais.

O grupo também menciona uma ferramenta denominada “Cavital”, que, segundo sua interpretação, teria sido utilizada para produzir inscrições em diferentes superfícies. A relação entre esses registros rupestres e uma antiga civilização requer estudos arqueológicos, datações e análises comparativas.

Ratabana: o que dizem os métodos científicos

Tecnologias como LiDAR e GPR podem ajudar a localizar características do terreno e anomalias subterrâneas. No entanto, esses instrumentos, isoladamente, não comprovam que as estruturas detectadas sejam construções humanas, nem determinam sua idade ou origem.

Para que a interpretação de Ratabana seja avaliada pela comunidade arqueológica, são necessários dados técnicos verificáveis, localização precisa dos achados, métodos de datação, estudos publicados e avaliações independentes.

Até o momento, a hipótese apresentada pela Dakila Pesquisas não constitui uma descoberta arqueológica amplamente reconhecida pela comunidade científica.
Saiba mais: acesse o site da Dakila Pesquisas para consultar os materiais divulgados pela equipe.

Projeto leva aula-espetáculo sobre o coco de roda para escolas públicas da Região Metropolitana do Recife

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Ação percorre cinco municípios da RMR e promove vivências sobre história, música, dança e tradição popular

Entre os dias 22 e 24 de setembro, escolas públicas de cinco municípios da Região Metropolitana do Recife recebem a aula-espetáculo “Roda de Coco”, que apresenta a crianças e jovens aspectos da história, da musicalidade e das tradições ligadas ao coco de roda. A iniciativa é realizada pelo Coco do Amaro Branco, grupo tradicional de Olinda com mais de duas décadas de atuação na preservação e difusão da cultura popular pernambucana.

A programação passa por Camaragibe, Recife, Abreu e Lima, Igarassu e Ilha de Itamaracá, com conteúdos sobre as origens do coco, sua relação com as comunidades populares e sua importância como expressão da cultura afro-brasileira e do patrimônio cultural de Pernambuco. Instrumentos, ritmos, cantos, passos e memórias de mestres e mestras também integram a experiência, que propõe um diálogo entre a tradição e as novas gerações.

Mais do que acompanhar a apresentação, os estudantes serão convidados a vivenciar o coco de roda por meio da dança e da musicalidade. A aula-espetáculo será conduzida pelo mestre Viola Luz, representante do projeto, pelo mestre Carlinhos e pelos integrantes do Coco do Amaro Branco, Isa Melo, Paty Lee, Chris Nolasco e Anderson Sales.

Para a produtora Isa Melo, gestora do Centro Cultural Coco do Amaro Branco e da Coco Produções, a presença da manifestação nas escolas contribui para ampliar o reconhecimento do patrimônio cultural pernambucano entre crianças e jovens.

“A proposta busca transformar a escola em um espaço de encontro com a cultura popular, fortalecendo a educação patrimonial, o sentimento de pertencimento e o reconhecimento da diversidade cultural pernambucana. Ao levar o coco de roda para dentro das escolas, buscamos aproximar crianças e jovens de uma tradição viva, mostrando que o patrimônio cultural não está apenas nos livros: ele também canta, dança, toca, conta histórias e continua sendo reinventado pelas novas gerações”, enfatiza.

O projeto Roda de Coco nas Escolas da RMR é realizado com incentivo da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), na categoria Formação e Pesquisa Artístico-Cultural, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco, do Governo do Estado e do Governo Federal.

PROGRAMAÇÃO

Camaragibe | Terça-feira (22/09/2026), às 9h30
Escola Estadual Vale das Pedreiras

Recife | Terça-feira (22/09/2026), às 14h30
Escola Municipal em Tempo Integral Pedro Augusto

Abreu e Lima | Quarta-feira (23/09/2026), às 10h
Escola Polivalente de Abreu e Lima

Igarassu | Quarta-feira (23/09/2026), às 15h
Escola Santos Cosme e Damião

Ilha de Itamaracá | Quinta-feira (24/09/2026), às 10h
EREM Augusto de Morais Pradines

REDES SOCIAIS
Instagram: @cocoproducoesisa_melo e @cocodoamarobranco

Suzete, do Fat Family, realiza procedimento na Kavanah Clínica Estética Avançada e Integrativa

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A cantora Suzete, integrante do grupo Fat Family, realizou um procedimento na Kavanah Clínica Estética Avançada e Integrativa, espaço que reúne diferentes especialidades voltadas à estética, saúde e bem-estar.


Com a proposta de oferecer um atendimento personalizado e humanizado, a Kavanah Clínica integra estética avançada, saúde integrativa, massoterapia e quiropraxia japonesa Seitai em um único espaço. O atendimento é realizado por profissionais da própria família, cada um responsável por uma área de especialidade.

O nome “Kavanah” tem origem hebraica e significa “propósito” ou “intenção”, conceito que representa a proposta da clínica de cuidar de cada pessoa de maneira integral, considerando não apenas a aparência, mas também o bem-estar e a qualidade de vida.
Entre os diferenciais do espaço estão o atendimento multidisciplinar, a proposta familiar e a disponibilidade de atendimentos aos domingos, buscando oferecer maior comodidade aos clientes.

Com o conceito “Intenção que transforma”, a Kavanah Clínica aposta na união entre estética, saúde e bem-estar para proporcionar uma experiência personalizada aos seus pacientes.
Para acompanhar o trabalho da clínica, o público pode acessar o Instagram @kavanahclinica. Para informações e agendamentos, o contato é (11) 9 7389-4158.