O empreendedor e empresário José Felipe Carneiro participa da 28ª Edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo para apresentar seu primeiro livro, Performance Consciente, da Editora Actual. A sessão de autógrafos acontece no dia 12 de setembro, às 18h, no estande da Livraria Drummond.
Na obra, José Felipe parte de uma questão que acompanha sua própria trajetória profissional: é possível alcançar alta performance sem transformar a exaustão no preço do sucesso? Cofundador da Wäls, cervejaria mineira que conquistou reconhecimento internacional, e integrante do ecossistema de inovação da Ambev/AB InBev, o empresário vivenciou diferentes ambientes de alta pressão, crescimento e busca por resultados.
A partir dessas experiências, Performance Conscientepropõe uma reflexão sobre produtividade, tempo, foco e realização. Em vez de defender a lógica de fazer cada vez mais em menos tempo, o livro questiona a cultura da pressa e do excesso e apresenta uma abordagem voltada à construção de resultados sustentáveis no longo prazo.
Com 224 páginas, a publicação reúne conceitos e experiências do autor para discutir como corpo, mente, atenção e energia podem ser incorporados à própria estratégia de performance.
Divulgação
Performance Consciente ganha destaque entre os livros mais vendidos
Poucas semanas após chegar ao mercado editorial, a obrajá figura entre os livros mais vendidos na lista Nielsen-PublishNews, um dos principais rankings de acompanhamento do mercado editorial brasileiro.
O desempenho da obra reforça a repercussão do lançamento e antecede a participação do autor na Bienal, onde o público terá a oportunidade de conhecer o livro e conversar diretamente com Carneiro durante a sessão de autógrafos.
Serviço
Evento: 28ª Edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo
Especialista em direito empresarial e tributário discute como estratégia jurídica, tributação e estrutura societária impactam diretamente o crescimento das empresas
Por muito tempo, a atuação jurídica em empresas foi associada à resolução de conflitos já instalados: contratos mal redigidos, passivos tributários acumulados, disputas societárias. Uma parte crescente do mercado, no entanto, vem defendendo uma mudança de postura: a de que o jurídico deveria integrar a estratégia do negócio desde o início, e não apenas atuar quando o problema já existe.
É essa a visão de Gilmara Nagurnhak, advogada empresarial e tributarista, fundadora da Nagurnhak Advocacia, escritório com atuação voltada às decisões jurídicas que interferem diretamente na estratégia e no futuro das empresas.
Esse movimento acompanha uma transformação mais ampla no mercado, em que sócios e investidores passam a exigir decisões jurídicas alinhadas ao planejamento de crescimento, e não apenas à resolução de passivos já existentes. Nesse cenário, a atuação preventiva deixa de ser um diferencial pontual e passa a integrar a própria governança das empresas.
Tributação e estrutura como parte da estratégia
Gilmara atua ao lado de empresas, sócios e investidores em frentes como estratégia tributária, gestão de passivos, estruturação societária, contratos e operações de fusões e aquisições (M&A). Mais recentemente, sua atuação também passou a incluir negócios que envolvem criptoativos e blockchain, área que tem levantado novas questões tributárias e regulatórias para empresas do setor.
“Acredito em um jurídico que traga a solução exigida para a empresa e participe da estratégia empresarial antes do conflito, integrando tributação, patrimônio, estrutura societária e crescimento em uma mesma visão de negócio”, afirma Gilmara Nagurnhak.
Fusões, aquisições e novas fronteiras regulatórias
Além da estruturação tributária e societária, Gilmara apoia sócios e investidores em operações de fusões e aquisições, atuando em etapas como due diligence, análise de riscos e estruturação do negócio. Mais recentemente, passou também a acompanhar empresas que atuam com criptoativos e blockchain, setor que ainda enfrenta lacunas regulatórias e exige atenção constante às mudanças nas regras tributárias aplicáveis a esses ativos.
“Do mesmo jeito que patrimônio e crescimento entram no planejamento estratégico de uma empresa, a tributação e a estrutura societária também deveriam estar nesse radar desde o início. Isso muda completamente o tipo de decisão que sócios e investidores conseguem tomar”, afirma Gilmara.
Prevenção como estratégia de crescimento
Para a advogada, decisões tributárias e societárias tomadas de forma reativa tendem a gerar custos e riscos maiores no médio prazo. A proposta de sua atuação é justamente antecipar esses pontos, conectando planejamento tributário, proteção patrimonial e estrutura societária às decisões de crescimento que sócios e investidores já estão tomando, ou pretendem tomar.
Na prática, isso pode significar revisar a estrutura societária antes de uma rodada de investimento, mapear passivos tributários antes de uma operação de M&A ou desenhar a governança de um negócio antes que ele cresça de forma desorganizada. Segundo Gilmara, esse tipo de antecipação reduz custos, evita disputas futuras entre sócios e dá mais segurança jurídica para as decisões de expansão.
Gilmara Nagurnhak é advogada empresarial e tributarista e fundadora da Nagurnhak Advocacia. Atua ao lado de empresas, sócios e investidores em estratégia tributária, gestão de passivos, estruturação societária, contratos, M&A e negócios envolvendo criptoativos e blockchain.
DR2 ThinkTech une inteligência artificial, ciência de dados e conhecimento clínico para transformar problemas reais da assistência em soluções aplicáveis à rotina de hospitais, clínicas e empresas de saúde
Grande parte das soluções de tecnologia oferecidas ao setor de saúde nasce fora da rotina assistencial, o que pode dificultar sua adoção prática por hospitais, clínicas e operadoras. Um caminho alternativo vem sendo adotado por empresas fundadas por profissionais que vivem esse cotidiano: partir do problema clínico e operacional real para só então desenhar a solução tecnológica.
É essa a proposta da DR2 ThinkTech, empresa de tecnologia em saúde fundada por médicos especialistas e por um cientista de IA e de dados, voltada a transformar problemas clínicos e operacionais em soluções aplicáveis à rotina de hospitais, clínicas, operadoras e empresas de saúde.
Segundo os fundadores, essa proximidade com a rotina assistencial muda o próprio ponto de partida do desenvolvimento tecnológico: em vez de adaptar uma ferramenta genérica à realidade do hospital, a equipe busca entender primeiro o problema clínico e operacional para, a partir dele, desenhar a solução mais adequada.
Do problema clínico à solução tecnológica
A empresa une inteligência artificial, ciência de dados, automação, engenharia e conhecimento clínico para redesenhar processos, apoiar decisões e construir soluções sob medida, que vão da arquitetura e interoperabilidade de sistemas até a governança e a validação de modelos de inteligência artificial em saúde.
“Acreditamos que tecnologia em saúde deve nascer do problema real, respeitar a complexidade da assistência e chegar à operação com governança, segurança, rastreabilidade e resultado mensurável”, afirma Albert Bacelar, cofundador da DR2 ThinkTech.
Da arquitetura de dados à validação clínica
Na prática, a atuação da empresa passa por etapas como arquitetura de dados, interoperabilidade entre sistemas hospitalares, construção de modelos preditivos e apoio à decisão clínica, além da validação contínua desses modelos diante de cenários reais de uso.
Para a equipe, cada uma dessas etapas precisa dialogar diretamente com a rotina assistencial, evitando soluções que funcionem apenas em ambientes controlados.
“Uma solução de inteligência artificial em saúde só faz sentido quando resiste à rotina real do hospital, com todas as suas exceções e imprevistos. É isso que buscamos validar em cada projeto”, afirma Albert Bacelar.
Governança como parte da solução
Em um setor no qual decisões envolvem diretamente pacientes e responsabilidade clínica, a DR2 ThinkTech trata governança, segurança e rastreabilidade como parte inseparável do desenvolvimento de qualquer solução de inteligência artificial, e não como uma etapa posterior à implementação.
Entre as práticas adotadas pela empresa estão a documentação clara dos critérios utilizados pelos modelos, testes contínuos de desempenho e mecanismos que permitem auditar decisões apoiadas por inteligência artificial, especialmente em contextos que envolvem risco clínico direto para os pacientes.
DR2 ThinkTech é uma empresa de tecnologia em saúde fundada por médicos especialistas e por um cientista de IA e de dados, dedicada a transformar problemas clínicos e operacionais em soluções aplicáveis à rotina de hospitais, clínicas, operadoras e empresas de saúde. A empresa une inteligência artificial, ciência de dados, automação, engenharia e conhecimento clínico para redesenhar processos, apoiar decisões e construir soluções sob medida, da arquitetura e interoperabilidade à governança e validação de IA.
Médico e cientista de dados defende que tecnologia só faz sentido em saúde quando melhora a compreensão dos problemas e a qualidade das decisões clínicas
Ambientes de alta complexidade, como unidades de terapia intensiva, concentram decisões que precisam ser tomadas rapidamente, com informação incompleta e sob forte pressão. É nesse cenário que a inteligência artificial e a ciência de dados vêm despertando interesse crescente: não como substitutas do raciocínio médico, mas como ferramentas capazes de organizar informação e apoiar decisões no momento em que elas acontecem.
É nesse território que atua Albert Bacelar, médico intensivista, cientista de IA e dados e ex-mergulhador de resgate, cuja trajetória reúne medicina crítica de alta complexidade, gestão, ensino e tecnologia aplicada à saúde.
Passar por cenários de decisão rápida e alto risco, segundo Bacelar, muda a forma como se avalia o papel da tecnologia em saúde: mais do que automatizar tarefas, o desafio é organizar informação dispersa, como exames, sinais vitais e histórico do paciente, de um jeito que realmente ajude a equipe a decidir melhor e mais rápido.
Da linha de frente da medicina crítica à tecnologia
A experiência em medicina intensiva, área marcada por decisões de alto risco e rotinas operacionais complexas, levou Bacelar a buscar formas de transformar problemas clínicos e operacionais em soluções baseadas em inteligência artificial, ciência de dados e desenho de processos. O objetivo, segundo ele, é conectar o raciocínio médico à tecnologia exatamente onde as decisões acontecem: à beira do leito, nos fluxos hospitalares e na gestão de operações de saúde.
“Acredito que a tecnologia em saúde ganha sentido quando aumenta nossa capacidade de compreender problemas, tomar decisões melhores e produzir resultados concretos para pacientes e organizações”, afirma Albert Bacelar.
Dados como apoio, não como substituto do julgamento médico
Para Bacelar, um dos principais riscos ao discutir inteligência artificial em saúde é tratar a tecnologia como uma resposta pronta, capaz de substituir a avaliação clínica. Na prática, defende, o papel da ferramenta é outro: reunir e organizar informações que já existem, mas que estão espalhadas em diferentes sistemas e etapas do atendimento, para que a equipe médica chegue à decisão com mais clareza, e não menos responsabilidade.
“Nenhum modelo substitui o julgamento clínico à beira do leito. O papel da tecnologia é chegar antes com a informação certa, para que a decisão continue sendo do médico, só que com mais elementos para tomá-la”, explica Bacelar.
Tecnologia a serviço da decisão clínica
Para Bacelar, a discussão sobre inteligência artificial em saúde não deveria se concentrar apenas na automação de tarefas, mas na qualidade da decisão que a tecnologia ajuda a construir. Sua atuação combina o conhecimento técnico da medicina intensiva com ferramentas de ciência de dados voltadas a apoiar equipes clínicas e gestores de saúde diante de cenários cada vez mais complexos.
Essa combinação entre vivência clínica e ciência de dados também orienta sua atuação em gestão e ensino, áreas em que busca aproximar equipes médicas e times técnicos, muitas vezes formados por profissionais que nunca pisaram em uma UTI, de modo que as soluções desenvolvidas façam sentido na prática do dia a dia hospitalar.
Albert Bacelar é médico intensivista, cientista de IA e dados e ex-mergulhador de resgate. Sua trajetória reúne medicina crítica de alta complexidade, gestão, ensino e tecnologia aplicada à saúde, transformando problemas clínicos e operacionais em soluções baseadas em inteligência artificial, ciência de dados e desenho de processos.
Álbum chega em 18 de setembro e marca o reencontro do artista com sua essência, revisitando memórias, letras antigas e o funk consciente que ajudou a construir sua
Depois de anos escrevendo, guardando histórias e revisitando a própria trajetória, MC Menor Mr coloca nas ruas, no dia 18 de setembro, o álbum “Retomando a Liderança”. O projeto representa mais do que o retorno do artista ao mercado fonográfico: é um mergulho em sua própria história, reunindo músicas que atravessaram diferentes momentos de sua vida e que agora ganham espaço em um trabalho pensado para reconectar passado, presente e futuro.
A construção do álbum começou muito antes de sua chegada às plataformas. Durante mais de quatro anos sem lançar novos trabalhos, Menor Mr continuou compondo e acumulando letras. O período, que poderia representar um afastamento da música, acabou se transformando em um processo de criação e amadurecimento. Ao revisitar esse material, o artista encontrou histórias e sentimentos que ainda faziam sentido e decidiu transformá-los em repertório.
“A principal história que eu estou vivendo é realmente a minha evolução. Eu tinha parado meus trabalhos e vi que podia voltar e me mostrar que eu ainda era o Menor Mr”, explica o artista. Essa perspectiva ajuda a entender o significado do título “Retomando a Liderança”.
Menor Mr parte de um lugar que já conhece: o de um artista que conquistou espaço e construiu uma identidade própria dentro do funk. Agora, a proposta não é simplesmente reproduzir o passado, mas revisitar elementos que marcaram sua carreira e apresentá-los sob a perspectiva de quem viveu novas experiências.
“Eu já estive na liderança uma vez e acho que a cena precisaria de uma nova cara. Então a gente vai retomar a liderança e mostrar o que o pessoal quer, que é o consciente”, afirma.
O funk consciente aparece, portanto, como um dos pilares do projeto. Ao longo do álbum, Menor Mr busca recuperar uma linguagem e uma forma de contar histórias que fazem parte de sua identidade artística, sem deixar de lado a evolução adquirida durante o período em que esteve distante dos lançamentos.
Essa conexão com a própria origem também está presente nas faixas escolhidas para o repertório. Uma delas é “Desculpa Mãe”, música que já havia sido apresentada em prévias há alguns anos e que permaneceu na memória dos fãs.
Para Menor Mr, a faixa representa justamente esse elo entre aquilo que ficou marcado no passado e o momento atual. “Desculpa Mãe” conta não só a história do Menor Mr, como foi tocada nas prévias há muitos anos. Todo mundo espera por ela”, conta.
Antes da chegada do álbum, “Toma Juízo 2” e “Chuva de Arroz” ajudaram a apresentar ao público diferentes partes do projeto. As faixas funcionam como capítulos de uma história maior, preparando o terreno para um repertório que aposta na memória afetiva de quem acompanhou o artista desde seus primeiros trabalhos.
Em “Chuva de Arroz”, por exemplo, essa relação com a trajetória aparece na própria proposta de resgatar elementos que ajudaram a construir sua identidade. A música também reforçou a ideia de que “Retomando a Liderança” não seria apenas uma coleção de lançamentos, mas um projeto pensado a partir de anos de composição e reflexão.
A nostalgia é outro elemento importante. Menor Mr quer que o público reconheça nas músicas referências ao artista que conheceu anteriormente, mas também perceba as mudanças provocadas pelo tempo. É justamente nesse equilíbrio entre memória e evolução que o álbum encontra sua principal identidade.
“Eu espero que o público lembre de quem realmente é o Menor Mr: da essência, da origem, e que faça até ter nostalgia. Que as músicas façam lembrar de como era antes e da nova evolução do Menor Mr”, resume.
Com o crescimento do uso de medicamentos para emagrecimento, Dr. Jefferson Carvalho explica por que os cuidados com a pele podem começar ainda durante a perda de peso e quais tratamentos podem ajudar a minimizar os efeitos da flacidez facial e corporal.
O emagrecimento pode representar uma importante transformação na saúde, na autoestima e na qualidade de vida. Mas, principalmente quando existe uma perda significativa de peso, uma nova preocupação pode surgir: a flacidez da pele.
Com a popularização de medicamentos utilizados no tratamento da obesidade e do sobrepeso, como semaglutida e tirzepatida, esse assunto também passou a aparecer com mais frequência nos consultórios de estética.
A perda de volume corporal e facial pode tornar a flacidez mais perceptível, principalmente quando o emagrecimento é expressivo ou acontece em um período relativamente curto. Rosto, pescoço, abdômen, braços, coxas e glúteos estão entre as regiões em que essas alterações podem ser observadas.
Segundo o Dr. Jefferson Carvalho, biomédico especialista em Estética Avançada e Saúde da Pele e responsável pela área de estética daClínica CP, na Mooca, em São Paulo, um dos pontos mais importantes é entender que os cuidados com a pele não precisam necessariamente começar apenas quando o emagrecimento termina.
“Hoje conseguimos avaliar o paciente durante o processo de emagrecimento e pensar em estratégias que podem ajudar a estimular colágeno, melhorar a qualidade da pele e minimizar a flacidez. Não existe uma forma de garantir que ela não acontecerá, porque cada organismo responde de uma maneira, mas existem recursos que podem fazer parte desse cuidado”, explica.
Por que a flacidez pode aparecer depois do emagrecimento?
Quando uma pessoa perde uma quantidade significativa de peso, o volume que antes contribuía para a sustentação dos tecidos também diminui.
No rosto, por exemplo, a perda de gordura facial pode deixar determinadas regiões com aparência mais esvaziada e tornar a flacidez mais evidente.
No corpo, o mesmo processo pode ser percebido no abdômen, braços, coxas e glúteos.
A resposta da pele depende de diferentes fatores, como idade, genética, quantidade e velocidade da perda de peso, qualidade da pele e produção de colágeno.
Por isso, duas pessoas que emagrecem a mesma quantidade podem apresentar respostas completamente diferentes.
É possível começar a cuidar da pele durante o emagrecimento?
Uma das estratégias utilizadas atualmente é justamente acompanhar a qualidade da pele durante esse processo.
Entre as possibilidades estão os bioestimuladores de colágeno injetáveis, que estimulam o próprio organismo a produzir novas fibras de colágeno de forma progressiva.
Outra alternativa é o ultrassom microfocado, tecnologia que atua em diferentes profundidades e pode ser utilizada em protocolos voltados ao estímulo de colágeno, à firmeza e à melhora da aparência da flacidez.
NaClínica CP, os tratamentos de estética facial são planejados de forma individualizada, considerando as características da pele, estrutura facial, necessidades e objetivos de cada paciente.
“Quando falamos em começar esse cuidado durante o emagrecimento, não estamos prometendo impedir a flacidez. Estamos falando em oferecer estímulos que podem ajudar a pele a atravessar essa transformação com uma melhor qualidade tecidual”, destaca Dr. Jefferson Carvalho.
A indicação, o momento e a associação dos procedimentos devem sempre ser definidos individualmente, após uma avaliação profissional.
E quando o emagrecimento já aconteceu?
Mesmo depois de atingir o peso desejado, cada paciente pode apresentar necessidades diferentes.
Alguns percebem principalmente flacidez. Outros se incomodam com a perda de volume facial. Também existem pacientes que, apesar do emagrecimento, permanecem com pequenas áreas de gordura localizada.
É nesse momento que uma avaliação individualizada se torna ainda mais importante.
Quando a principal questão é a flacidez, bioestimuladores de colágeno e tecnologias como o ultrassom microfocado podem fazer parte do planejamento.
Quando existe perda de volume facial, outras possibilidades podem ser avaliadas, incluindo procedimentos com ácido hialurônico, sempre respeitando a anatomia, as características individuais e buscando resultados naturais e equilibrados.
Já para determinadas áreas de gordura localizada, procedimentos como a criolipólise podem ser considerados após avaliação. É importante destacar que a criolipólise não é um método de emagrecimento e não substitui alimentação equilibrada, atividade física ou acompanhamento médico.
Os glúteos também podem mudar durante o emagrecimento
Os glúteos são outra região que pode apresentar mudanças importantes após uma perda significativa de peso.
A redução da gordura corporal pode modificar o volume, a projeção e o contorno da região, enquanto alterações na sustentação dos tecidos podem tornar a flacidez mais perceptível.
Nesses casos, os bioestimuladores de colágeno podem fazer parte de protocolos voltados ao estímulo de colágeno e à melhora da qualidade e firmeza da pele.
Dependendo das características, necessidades e objetivos de cada paciente, também pode ser avaliada a harmonização glútea com ácido hialurônico.
Não existe, entretanto, um protocolo único. A escolha dos procedimentos depende da anatomia, das necessidades individuais, das expectativas do paciente e de uma avaliação profissional criteriosa.
O tratamento precisa acompanhar o novo corpo
Para o Dr. Jefferson Carvalho, um dos principais pontos é compreender que não existe um único procedimento capaz de atender a todas as alterações que podem surgir após uma grande perda de peso.
“Às vezes o paciente chega querendo tratar a flacidez, mas também existe perda de volume. Em outros casos, a principal preocupação é corporal. Por isso, antes de pensar no procedimento, precisamos entender o que realmente mudou naquele paciente e quais são as suas necessidades.”
Essa é também a proposta da área deestética avançada da Clínica CP, onde Dr. Jefferson Carvalho atua com protocolos personalizados para cuidados faciais e corporais.
Biomédico especialista em Estética Avançada e Saúde da Pele, o profissional trabalha com diferentes tecnologias e procedimentos, que podem ser associados de acordo com a indicação e as características individuais de cada paciente.
A proposta é olhar para a estética de maneira mais ampla, considerando não apenas uma queixa isolada, mas a qualidade da pele, a estrutura dos tecidos, as mudanças provocadas pelo emagrecimento e os objetivos de cada pessoa.
Para Dr. Jefferson Carvalho, o crescimento dos tratamentos medicamentosos para perda de peso também traz uma nova discussão para os profissionais que atuam com estética.
“Estamos recebendo pessoas que passaram por grandes transformações. Muitas estão felizes com o emagrecimento, mas começam a perceber mudanças na pele e no contorno do rosto e do corpo. A estética pode fazer parte desse momento como uma aliada, oferecendo tratamentos que podem ajudar a estimular colágeno, melhorar a qualidade da pele e minimizar alguns dos efeitos relacionados à flacidez.”
O objetivo não é impedir que o corpo mude durante o emagrecimento — e muito menos prometer que a flacidez não acontecerá. Trata-se de acompanhar essa transformação de maneira responsável e avaliar quais recursos podem contribuir para cada paciente.
Porque perder peso pode representar uma grande conquista. E cuidar da pele durante e depois desse processo também pode fazer parte dessa nova fase — não como promessa de resultado, mas como uma estratégia individualizada para ajudar a minimizar a flacidez e cuidar da qualidade da pele ao longo da transformação.
Fundadores do Shopping das Academias encerram a 27ª edição do evento com portfólio de quatro países, tecnologia inédita no mundo e o mercado olhando a empresa com outros olhos
Foram três dias em que parar para comer virou luxo. No estande do Shopping das Academias, marketplace da FÊNIX Company, fundada por Leda Gomes e Marcelo Guedes, o fluxo de gestores, atletas e profissionais praticamente não deu trégua. Quando a 27ª edição da Fitness Brasil Expo se encerrou, no dia 29 de agosto, a leitura da dupla de mãe e filho convergiu para a mesma frase: foi a virada de chave.
“Depois de tudo que a gente viveu nesses três dias, o que fica é isso. As pessoas começaram a ver a gente com outros olhos”, resume Marcelo Guedes, cofundador e diretor comercial. O palco ajudou a dar a dimensão do momento: a edição foi a maior da história do evento, com sete pavilhões do Transamérica Expo Center, 38 mil metros quadrados, mais de 170 marcas expositoras, espaços esgotados e projeção de negócios acima de R$ 750 milhões.
A aposta era ousada e o portfólio, inédito. A HARISON, dos Estados Unidos, chegou como a linha que transforma o espaço fitness em argumento de venda de empreendimento, desenhada para condomínios de alto padrão, hotelaria cinco estrelas e incorporadoras. A SALUS, da Coreia do Sul, trouxe engenharia de precisão e um acabamento que o aluno percebe no primeiro movimento, feita para academias premium.
A STRANGE STRENGTH, da Jordânia, apresentou equipamentos multiplanares que atacam o problema mais caro do setor, a evasão, ao lado da linha GW, da ALL FIT, marca própria da FÊNIX. A curadoria também anunciou a chegada ao Brasil da BOLT Fitness Supply, do Texas, referência em treino pesado e alto rendimento, com as primeiras unidades já a caminho do país.
O destaque brasileiro ficou com o Wellness Physio Checkup, tecnologia nacional de triagem fisiológica não invasiva, sem equivalente conhecido no Brasil ou no exterior: em uma coleta de poucos minutos, sem agulha e sem laboratório, o equipamento lê 22 indicadores em seis domínios fisiológicos, do sistema nervoso autônomo à saúde cardiovascular, do metabolismo à recuperação e ao sono, cruza os dados por inteligência artificial e devolve ao professor um laudo prático, que ele valida e transforma em treino. É a virada que permite à academia deixar de vender acesso a equipamento e passar a entregar saúde mensurada, com reavaliações periódicas que provam a evolução do aluno e sustentam a retenção.
“Ouvi de atletas extremamente criteriosos com biomecânica que o nosso era o estande com mais novidades da feira inteira. E não foi um nem dois, foram vários”, conta Marcelo.
Pelo estande passaram Richard Bilton, sócio da Cia Athletica, Sérgio, da Nitrogym, Allan Menache, ex-treinador de Gabriel Medina, Dido, head trainer da Les Mills Brasil, Evandro Siqueira, da rede de Renato Cariani, além de donos e executivos de redes de academias como Ultra, SKY e Panobianco, entre outras. Um empresário com academias nos Estados Unidos e na Argentina, que já opera com SALUS, STRANGE e HARISON, relatou que a combinação virou diferencial competitivo do negócio dele lá fora.
O movimento comercial refletiu o método da casa: a empresa saiu da feira com uma carteira expressiva de propostas em elaboração, cada uma precedida de análise da real necessidade da operação.
“Curadoria é o novo luxo. Qualquer um vende máquina; o que a gente entrega é a decisão certa. Antes de falar em preço, a gente entende a operação, e é por isso que nossas propostas fecham”, afirma Leda Gomes, cofundadora e diretora administrativa e financeira, responsável pela negociação direta com fábricas de quatro países e pela estrutura internacional que sustenta a curadoria: a empresa mantém presença no Panamá e em Hong Kong, na China, além de um time próprio de agentes de fiscalização em território chinês, operação que já soma inúmeras inspeções de fábrica realizadas na origem. A feira ainda revelou NIX, o robô humanoide que circulou de camisa FÊNIX e virou celebridade instantânea, e escancarou a cultura da casa.
“O movimento Os Exigentes começa pelos nossos colaboradores. Naquele estande, todo mundo se ajudando, ninguém se poupando. Exigente é quem constrói, e ali todo mundo construiu junto”, diz Marcelo.
Os reflexos já chegaram: a Green Life, academia do empresário Fernando, inaugurada em 1º de setembro em São Paulo, abriu com oito máquinas da STRANGE STRENGTH. Agora as atenções se voltam para a conversão das propostas e para o showroom de 5.000 metros quadrados em Cotia, o maior do segmento no Brasil, que reúne as oito marcas da curadoria, entre elas, além das apresentadas na feira, a FENIX e a LUXXOR. Dez anos depois do galpão com dois equipamentos usados, o mercado passou a olhar diferente. E olhar diferente é o primeiro passo antes de comprar diferente.
Criado a partir de décadas de experiência no varejo, programa liderado por Rodrigo Nunes e Ricardo Nunes transforma processos, pessoas, tecnologia, finanças e estratégia em uma nova agenda para empresas que querem crescer sem perder o controle da operação
Em um mercado no qual crescer já não significa necessariamente crescer com eficiência, uma nova proposta de gestão chega ao empresariado brasileiro com uma provocação direta: e se o próximo salto de uma empresa não estiver em vender mais, mas em organizar aquilo que acontece antes, durante e depois da venda? É a partir dessa pergunta que nasce o RGV Processos, uma imersão concebida por Rodrigo Nunes e Ricardo Nunes para revelar, pela primeira vez de forma estruturada, uma metodologia de gestão construída nos bastidores de grandes operações do varejo brasileiro.
A proposta parte de uma experiência empresarial de grande escala. De acordo com a apresentação do programa, Rodrigo Nunes, ex-diretor de Operações da Ricardo Eletro e atualmente Diretor do Grupo R1, apresenta uma metodologia desenvolvida ao longo de mais de duas décadas ao lado de especialistas que participaram de sua trajetória profissional. Trata-se da revelação da experiência em uma operação que chegou a aproximadamente 1.200 lojas e mais de R$ 12 bilhões em faturamento anual, colocando no centro da discussão uma questão que interessa diretamente a empresários de todos os portes: como transformar crescimento em uma operação previsível, eficiente e sustentável.
A discussão ganha força diante do cenário empresarial brasileiro. Segundo o IBGE, entre as empresas empregadoras nascidas em 2017, apenas 35,9% das que tinham de um a nove empregados continuaram ativas cinco anos depois. Entre aquelas com 10 a 49 empregados, a taxa de sobrevivência chegou a 55,4%, enquanto nas empresas com 50 ou mais pessoas ocupadas alcançou 60,9%. Os números ajudam a dimensionar um dos maiores desafios da expansão empresarial: não basta criar uma empresa; é preciso construir uma estrutura capaz de sobreviver ao próprio crescimento.
No varejo, o desafio é ainda mais evidente. O setor brasileiro fechou 2025 com crescimento de 1,6% nas vendas, o nono ano consecutivo de alta, mas em ritmo inferior aos 4,1% registrados em 2024. Em março de 2026, o comércio varejista avançou 4,0% na comparação com março do ano anterior e acumulava alta de 2,4% no ano. Ou seja, existe mercado, existe consumo e existe oportunidade, mas a competição acontece em um ambiente no qual margem, produtividade, logística, tecnologia, experiência do cliente e velocidade de decisão podem determinar quem transforma crescimento em resultado.
É nesse ponto que o RGV Processos pretende atuar. Em vez de tratar a gestão como um conjunto de departamentos isolados, a metodologia organiza a empresa a partir de três pilares centrais: pessoas, processos e sistemas. A proposta é olhar a operação de maneira transversal, passando por Recursos Humanos, área comercial, financeiro, jurídico, criação de novas receitas, tecnologia, logística e indicadores de gestão para resultados. A ideia ganha ainda mais relevância em uma economia na qual tecnologia deixou de ser apenas suporte operacional para se transformar em infraestrutura estratégica. A pesquisa TIC Empresas 2024, do Cetic.br/NIC.br, mostra que somente 34% das empresas pesquisadas declararam possuir uma área ou departamento de TI. Entre as empresas com 10 a 49 pessoas ocupadas, esse percentual cai para 29%. O cenário se repete quando o assunto é inteligência artificial. Segundo a mesma pesquisa, apenas 13% das empresas brasileiras declararam utilizar tecnologias de IA. Entre as que utilizam, a tecnologia já aparece aplicada em marketing e vendas, gestão, organização de processos administrativos, logística, segurança digital e recursos humanos. A mensagem para o mercado é contundente: a tecnologia está avançando mais rápido do que a capacidade de muitas empresas de estruturar seus próprios processos.
“O empresário não pode continuar confundindo movimento com crescimento. Uma empresa pode vender muito, abrir novas unidades e aumentar seu faturamento e, ainda assim, estar ficando mais frágil por dentro. O que nós queremos mostrar é como transformar aquilo que parece bastidor em uma máquina de execução, controle e resultado”, afirma Rodrigo Nunes.
O conceito de processo, dentro da proposta, deixa de ser burocracia e passa a ser tratado como ativo estratégico. A metodologia apresentada contempla diagnóstico e estruturação de áreas, definição de responsabilidades, rotinas, indicadores, gestão financeira, planejamento comercial, relacionamento com clientes, tecnologia, automação, integração de sistemas, logística, tributação e criação de novas fontes de receita. Na prática, significa atacar justamente os pontos em que muitas empresas perdem dinheiro sem perceber: retrabalho, falta de clareza de papéis, decisões baseadas em percepção, estoque mal administrado, ausência de indicadores, processos comerciais frágeis, custos desconhecidos, dependência excessiva de pessoas-chave, sistemas que não conversam entre si e oportunidades de receita que nunca chegam a ser estruturadas.
“Nós aprendemos que empresa grande não é aquela que simplesmente tem muitas lojas, muitos funcionários ou muito faturamento. Empresa grande é aquela que consegue fazer a operação funcionar com método, disciplina e capacidade de replicação. O nosso objetivo é levar essa visão para empresários que querem construir empresas maiores, mais organizadas e mais preparadas para o próximo ciclo do mercado”, afirma Ricardo Nunes.
O programa também aposta em uma mudança de mentalidade. A proposta não é apresentar uma fórmula genérica de administração, mas colocar empresários diante dos mecanismos que sustentam uma operação complexa. O cronograma reúne especialistas em processos com foco no cliente, Recursos Humanos, processos comerciais, estratégias tributárias, financeiro, logística, indicadores e gestão para resultados e TI e sistemas, além de momentos conduzidos diretamente por Rodrigo Nunes e encerramentos com Ricardo Nunes. A própria estrutura da imersão revela a ambição do projeto. O RGV Processos será realizado presencialmente nos dias 15 e 16 de setembro, em Barueri, São Paulo, no complexo do Iguatemi Alphaville, com dois dias dedicados à discussão prática dos processos que sustentam uma empresa. O programa prevê uma jornada de 24 horas de imersão, com participação de especialistas em diferentes áreas da gestão.
Mais do que um treinamento corporativo, o movimento pretende ocupar um espaço crescente no mercado brasileiro: o da profissionalização da gestão como estratégia de sobrevivência e expansão. O próprio histórico empresarial brasileiro mostra que o crescimento pode criar novas fragilidades quando a estrutura não acompanha a velocidade da operação. O desafio, portanto, não é apenas vender mais, mas criar condições para que cada venda adicional seja absorvida com eficiência, margem e controle. O impacto potencial está justamente nessa mudança de perspectiva. Uma empresa que organiza seu RH pode reduzir dependências e melhorar sua capacidade de execução. Uma operação comercial estruturada pode transformar esforço de vendas em previsibilidade. Um financeiro baseado em indicadores pode transformar números históricos em instrumentos de decisão. Uma logística redesenhada pode reduzir desperdícios e melhorar o nível de serviço. Sistemas integrados podem eliminar ilhas de informação. E novas unidades de negócio podem transformar conhecimento interno em novas fontes de faturamento. É essa conexão entre áreas que o RGV Processos coloca no centro da estratégia. Em um momento em que o varejo brasileiro continua crescendo, mas apresenta ritmos diferentes entre segmentos e exige cada vez mais eficiência operacional, a discussão sobre processos deixa de ser restrita a grandes corporações. Ela passa a ser uma questão de competitividade para empresas que querem atravessar os próximos anos com capacidade de adaptação. Os dados mais recentes do IBGE mostram, inclusive, que o varejo acumulava alta de 1,8% nos 12 meses até março de 2026, enquanto o varejo ampliado apresentava crescimento de apenas 0,2% no mesmo período, uma diferença que evidencia como diferentes modelos de negócio estão enfrentando o mesmo ambiente econômico de maneiras distintas.
A provocação do RGV Processos, portanto, é maior do que “organizar a empresa”. Émudar a forma como o empresário enxerga o próprio negócio. Em vez de perguntar somente quanto a empresa vende, passa-se a perguntar quanto custa operar, onde estão os gargalos, quais processos podem ser replicados, quais indicadores precisam ser acompanhados, onde existem novas receitas, quais decisões estão sendo tomadas sem dados e quanto do crescimento realmente se transforma em resultado. É uma mudança de eixo: do improviso para o processo; da dependência para a estrutura; da operação para a gestão; do faturamento para a rentabilidade; do crescimento desordenado para a escala sustentável. E talvez esteja justamente aí a força comercial do projeto. Em um país onde sobreviver já é um desafio e crescer sem perder eficiência é ainda mais complexo, conhecer os bastidores de uma operação que alcançou escala pode significar mais do que aprender ferramentas de gestão. Pode significar descobrir, dentro da própria empresa, onde está escondido o próximo ciclo de crescimento.
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RGV Processos. Porque mudar o rumo de uma empresa pode começar muito antes de mudar o faturamento. Pode começar mudando a forma como ela funciona.
SERVIÇO
Evento: RGV Processos Data: 15 e 16 de setembro Local: iTower – Complexo Shopping Iguatemi Alphaville Cidade: Barueri – SP Endereço: Alameda Xingu, 350, sala 2601, 26º andar, Alphaville Pilares: Pessoas, Processos e Sistemas. Áreas abordadas: Recursos Humanos, Comercial, Financeiro, Jurídico, Novas Receitas, TI e Sistemas, Logística, Tributação e Indicadores e Gestão para Resultados. Liderança: Rodrigo Nunes e Ricardo Nunes Especialistas: Jones Ferreira, Mônica Ruggio, Sônia Carvalho, Ruy Góes, Márcia Luzia, Wallace Fontes, Samuel Belo e Fernando Campana.
Sobre o Grupo R1
Fundado por Ricardo Nunes, o Grupo R1 é um ecossistema dedicado à formação, ao fortalecimento e à profissionalização do empresariado brasileiro. Com metodologia de vivência na prática, foco em resultados e visão ética de longo prazo, o grupo oferece programas, encontros seletos e experiências voltadas à construção de negócios sustentáveis em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico.
5 de setembro de 2026, Brasil — A perfumaria há muito deixou de ser apenas um ritual de beleza. Hoje, as fragrâncias estão no ponto de encontro entre identidade, estilo e expressão pessoal, tornando-se uma assinatura cada vez mais individual para consumidores em todo o mundo. É nesse cenário em transformação que a ARMAF, marca internacional de perfumaria dos Emirados Árabes Unidos, pretende aproximar sua visão contemporânea da perfumaria do público brasileiro, com uma apresentação exclusiva de Club de Nuit Elite em São Paulo.
No dia 5 de setembro, a ARMAF realizará o The ARMAF House, um encontro privado no Tetto Rooftop Lounge, WZ Hotel, em São Paulo. No centro da noite estará o Club de Nuit Elite, uma das fragrâncias de destaque da marca e uma coleção que já está disponível para consumidores em todo o Brasil. Pensado como uma experiência imersiva de apresentação da coleção, o encontro reunirá um grupo selecionado de convidados das áreas de beleza, lifestyle, moda e criatividade no Brasil, proporcionando uma oportunidade de conhecer o Club de Nuit Elite dentro do universo mais amplo da ARMAF.
Mais do que apresentar uma única fragrância, a experiência foi concebida como uma representação mais ampla do portfólio da ARMAF, reunindo diferentes linhas de perfumes, incluindo Odyssey, Elite, Overdose e Delight, para refletir a maneira como a marca enxerga a perfumaria contemporânea — em que a fragrância não está limitada a uma única ocasião ou estética, mas passa a fazer parte da maneira como cada pessoa expressa sua individualidade.
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Club de Nuit Elite ganha destaque
O ARMAF Club de Nuit Elite é um convite a uma imersão no coração da selva, trazendo em sua composição um caráter terroso e marcante, inspirado pelo espírito indomado da floresta. O frescor do chá verde e as notas cítricas cintilantes encontram o toque vibrante da pimenta, remetendo à pulsação da natureza selvagem e ao seu ritmo natural. Um oásis cítrico-aromático preserva a essência da natureza e revela um paraíso bruto e intocado, onde os primeiros raios de luz tocam a terra banhada pela chuva, atravessando a densa copa da floresta.
O encontro em São Paulo representa um momento de destaque para o Club de Nuit Elite, colocando a coleção no centro da aproximação da ARMAF com o mercado brasileiro. Em seu portfólio, a ARMAF construiu uma identidade própria dentro da perfumaria contemporânea, com coleções como Club de Nuit, Odyssey e Delights, que exploram diferentes perfis olfativos e formas de expressão.
O Club de Nuit Elite amplia esse universo com uma proposta voltada a consumidores que enxergam a fragrância como uma extensão do estilo pessoal. A apresentação permitirá aos convidados brasileiros uma experiência mais próxima com a coleção, acompanhada de uma visão mais ampla do portfólio da ARMAF, de Odyssey e Elite a Overdose e Armaf Delight, criando um ambiente para que a marca apresente sua perspectiva sobre fragrância, criatividade e expressão pessoal.
Brasil, um mercado de crescente relevância
A escolha de São Paulo para sediar a apresentação faz parte dos planos da ARMAF de fortalecer sua conexão com o mercado brasileiro, à medida que a perfumaria ocupa um espaço cada vez mais relevante na cultura de beleza e lifestyle do país. São Paulo está no centro das indústrias brasileiras de moda, beleza, luxo, entretenimento e criatividade, tornando-se um cenário natural para a ARMAF se aproximar das vozes que ajudam a moldar a crescente conversa sobre perfumaria no país.
Para a ARMAF, a noite representa mais do que uma apresentação de produtos. É uma oportunidade de ampliar sua presença no Brasil, apresentar seu universo — que reúne diferentes coleções de fragrâncias desenvolvidas para distintos momentos, humores e identidades — a um novo público e explorar como a perfumaria vem se tornando cada vez mais um elemento definidor de identidade, comportamento e estilo de vida.
Sobre a ARMAF
A ARMAF é uma marca internacional de perfumaria reconhecida por seu portfólio diversificado de fragrâncias e coleções que exploram diferentes estilos e famílias olfativas. Entre suas principais linhas estão Club de Nuit, Odyssey e Armaf Delights. A marca também desenvolve colaborações com perfumistas e criadores internacionais, ampliando sua presença em diferentes áreas da perfumaria contemporânea.
Apresentado por Stephanie Dalmazo e Vinny Dlakart, programa recebeu dois nomes de destaque da arbitragem e do jornalismo esportivo em uma conversa que movimentou o público nesta quarta-feira (2)
O Café com Benefícios promoveu, nesta quarta-feira, 2 de setembro, mais um encontro de destaque em sua programação. O episódio reuniu dois nomes conhecidos do universo do futebol brasileiro: Oscar Roberto Godoi e Ana Paula Oliveira, ambos com trajetórias marcadas pela atuação na arbitragem e pelo trabalho no jornalismo esportivo.
Com a proposta de levar ao público conversas leves, relevantes e com convidados que têm histórias para contar, o programa ganhou ainda mais repercussão ao colocar frente a frente duas personalidades que conhecem profundamente os bastidores do futebol. A participação de Oscar Roberto Godoi e Ana Paula Oliveira proporcionou uma conversa que passou por experiências profissionais, histórias da arbitragem e diferentes aspectos do universo esportivo.
O episódio também reforçou a identidade do Café com Benefícios, que vem apostando em convidados de diferentes áreas e em conteúdos capazes de aproximar personalidades e público por meio de conversas espontâneas e descontraídas.
À frente da atração, Stephanie Dalmazo e Vinny Dlakartconduziram o encontro com leveza e dinamismo, contribuindo para que as histórias dos convidados ganhassem espaço e para que o público pudesse conhecer um pouco mais dos profissionais por trás de duas trajetórias tão ligadas ao futebol brasileiro.
A presença de Oscar Roberto Godoi, conhecido por sua atuação como árbitro de futebol e posteriormente por sua carreira na comunicação esportiva, ao lado de Ana Paula Oliveira, que construiu uma trajetória de destaque na arbitragem e também no jornalismo, tornou o episódio especialmente relevante para os fãs do esporte.
O resultado foi um dos encontros que mais chamaram a atenção dentro da proposta do programa, mostrando a força do Café com Benefícios em transformar boas histórias e nomes relevantes em conteúdo para o público.
O episódio completo com Oscar Roberto Godoi e Ana Paula Oliveira, apresentado por Stephanie Dalmazo e Vinny Dlakart, está disponível no canal oficial do Café com Benefícios no YouTube.