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MC Vitin LC: Da Periferia De Belo Horizonte Para A Europa, O Fenômeno Que Transformou A “Tropa Do LC” Em Movimento Cultural

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Nascido e criado nas comunidades de Belo Horizonte, MC Vitin LC é hoje um dos principais nomes da nova geração do funk mineiro. Sua trajetória é a prova de que talento, autenticidade e perseverança podem romper barreiras e levar um artista das ruas da capital mineira para os grandes palcos do Brasil e do mundo.

MC Vitin LC

Muito antes dos milhões de reproduções nas plataformas digitais, Vitin já chamava atenção pela forma simples e verdadeira com que se apresentava. Um dos seus primeiros vídeos viralizou nas redes sociais mostrando o jovem artista cantando apenas na palma da mão, sem grandes produções, sem estúdio sofisticado e sem recursos. Era apenas o talento bruto de um garoto da comunidade que sonhava viver da música.

Aquele vídeo marcou o início de uma trajetória que hoje inspira milhares de jovens das periferias brasileiras.

Com o passar dos anos, MC Vitin LC construiu uma identidade própria dentro do funk nacional. Suas músicas passaram a retratar vivências reais, histórias de superação, amizades, conquistas e o orgulho de suas origens. O resultado foi a criação de uma das maiores comunidades de fãs de Minas Gerais: a famosa “Tropa do LC”.

Mais do que um bordão, a Tropa do LC se tornou um símbolo de pertencimento. Em shows, eventos e ações sociais, é comum ver crianças, adolescentes e famílias inteiras reproduzindo o gesto característico do artista e demonstrando carinho por alguém que nunca deixou de representar suas raízes.

Hoje, MC Vitin LC acumula mais de 1,6 milhão de ouvintes mensais nas plataformas digitais e segue entre os artistas mais ouvidos do funk mineiro. Seus lançamentos alcançam milhões de reproduções e seus shows se transformaram em verdadeiras celebrações da cultura periférica.

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Em 2026, a carreira do cantor alcançou um novo patamar com sua primeira grande turnê internacional pela Europa. Durante a viagem, Vitin realizou apresentações para brasileiros que vivem no exterior e também para públicos de diferentes nacionalidades, levando o funk produzido em Belo Horizonte para além das fronteiras do país.

Um dos registros que mais repercutiram nas redes sociais foi justamente sua passagem por Paris. As imagens do artista diante de pontos turísticos da capital francesa simbolizaram uma conquista que poucos imaginavam anos atrás: um garoto da comunidade mineira levando sua arte para um dos destinos mais emblemáticos do mundo.

Por trás desse crescimento está um trabalho estratégico conduzido pela Doug Hits Produtora, comandada pelo empresário Henrique Douglas, conhecido nacionalmente como Doug Filmes.

Segundo o empresário, a história de Vitin vai muito além dos números.

“Quando falamos de Vitin LC, não estamos falando apenas de números ou de um artista que viralizou. Estamos falando de um fenômeno cultural que nasceu na periferia de Belo Horizonte e conquistou seu espaço através do trabalho, da humildade e da autenticidade. Na Doug Hits, acreditamos muito no potencial dele e temos investido em um planejamento de longo prazo para consolidar sua carreira nacional e internacionalmente. O que ele já conquistou é impressionante, mas estamos convencidos de que os maiores capítulos dessa história ainda estão por ser escritos”, destaca Henrique Douglas.

Doug também faz questão de lembrar das origens do artista e da evolução que presenciou ao longo dos anos.

“Era um moleque de comunidade, nascido e criado nas comunidades de Belo Horizonte. Quem vê os números de hoje talvez não imagine tudo o que ele enfrentou para chegar até aqui. Eu acompanhei essa evolução de perto. Ver aquele garoto que viralizou cantando de forma simples, sem estrutura nenhuma, chegar à Europa e representar Minas Gerais internacionalmente é motivo de muito orgulho. O Vitin nunca perdeu sua essência e é justamente isso que faz as pessoas se identificarem tanto com ele.”

Além dos palcos, Vitin também tem se destacado pelo carinho que mantém com seus fãs. Frequentemente, o artista participa de ações em comunidades, registra momentos com crianças e faz questão de manter uma relação próxima com aqueles que acompanham sua trajetória desde o início.

Esse vínculo genuíno ajuda a explicar por que a Tropa do LC se tornou muito mais do que uma base de fãs: virou um movimento cultural que representa sonhos, superação e identidade.

Com novos lançamentos previstos, agenda crescente de shows e projetos internacionais em desenvolvimento, MC Vitin LC vive o melhor momento de sua carreira. Mas para quem acompanha sua história desde o começo, uma coisa permanece inalterada: a essência do garoto da comunidade que transformou sua realidade através da música e hoje leva o nome de Belo Horizonte para o mundo.

https://youtube.com/watch?v=Ww8vhM9d2Jc%3Ffeature%3Doembed%26enablejsapi%3D1

Copa do Mundo impulsiona faturamento de pequenos negócios e especialista aponta cinco cuidados fiscais para evitar prejuízo

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Aumento nas vendas durante grandes eventos pode pressionar impostos e fluxo de caixa, exigindo organização financeira dos empreendedores

A Copa do Mundo FIFA movimenta pequenos negócios em todo o país, elevando o faturamento de bares, restaurantes, comércios e ambulantes, mas também amplia riscos fiscais e financeiros para quem não se prepara. Levantamentos da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) indicam que datas de grande movimento podem elevar o faturamento do setor em até 30%, criando uma oportunidade que, sem planejamento, pode comprometer a rentabilidade.

Jhonny Martins, vice-presidente do SERAC, hub de soluções corporativas, afirma que o aumento das vendas precisa ser analisado com cautela. “Muitos empreendedores olham apenas para o faturamento e ignoram o impacto tributário. Sem planejamento, o crescimento pode reduzir o lucro em vez de ampliá-lo”, diz.

O efeito da Copa não se limita ao caixa. Para atender à demanda, empresas ampliam estoque, contratam temporários e estendem a operação, elevando custos fixos e variáveis. Dados do Sebrae indicam que cerca de 60% das pequenas empresas enfrentam dificuldades na gestão financeira, especialmente no controle de fluxo de caixa, o que aumenta o risco de desequilíbrio após períodos de pico.

Na avaliação do especialista, grandes eventos funcionam como um acelerador de decisões e erros. “A empresa vende mais, gira mais dinheiro e toma mais decisões em menos tempo. Sem estrutura, isso vira desorganização financeira rapidamente”, afirma.

O impacto fiscal aparece de forma direta no aumento da carga tributária. Negócios enquadrados no Simples Nacional podem avançar de faixa de faturamento, elevando automaticamente as alíquotas. Além disso, o crescimento da receita amplia a base de cálculo de tributos e exige maior rigor na emissão de notas fiscais.

“O empresário precisa entender que faturar mais também significa pagar mais impostos. Quando isso não é previsto, o caixa não acompanha o crescimento e o problema aparece logo depois do evento”, explica.

A falta de controle financeiro agrava esse cenário, principalmente quando há mistura entre contas pessoais e empresariais. “Sem separar as finanças e acompanhar indicadores básicos, o empresário perde a clareza sobre o próprio negócio. Ele vende mais, mas não sabe se está tendo lucro”, afirma.

O especialista aponta cinco cuidados para transformar aumento de vendas em lucro real

Para evitar que o crescimento de faturamento se transforme em problema financeiro, empresários precisam adotar medidas práticas antes, durante e após períodos de alta demanda. O planejamento tributário, o controle do caixa e a organização da operação são determinantes para sustentar o resultado no longo prazo.

1. Organização começa antes do aumento das vendas
O primeiro movimento deve ser a projeção de faturamento, custos e tributos. Antecipar cenários permite ajustar preços, margens e operação antes da alta demanda. “Quem se prepara consegue crescer com controle. Quem deixa para depois, normalmente já está corrigindo erro”, diz.

2. Controle diário do caixa evita surpresas no pós-evento
Com maior volume de entradas e saídas, o acompanhamento precisa ser mais frequente. Monitorar o fluxo de caixa reduz o risco de falta de capital mesmo em períodos de alta venda. “Não é a falta de venda que quebra empresas, é a falta de controle”, afirma.

3. Regularização fiscal protege o negócio de multas e perdas
A emissão correta de notas fiscais e o registro das vendas ganham ainda mais relevância. A informalidade em períodos de alta expõe o empresário a autuações. “O risco fiscal cresce junto com o faturamento. Ignorar isso pode anular o resultado positivo do período”, alerta.

4. Separar contas melhora a leitura real do negócio
Manter finanças pessoais e empresariais distintas é fundamental para entender a lucratividade. A definição de pró-labore e a disciplina financeira ajudam na tomada de decisão. “Sem essa separação, o empresário perde referência e passa a decidir no escuro”, explica.

5. Apoio contábil e estratégico reduz erros e aumenta eficiência
Contar com suporte especializado permite ajustar enquadramento tributário, revisar processos e estruturar a operação para períodos de alta. “O empresário não precisa dominar todas as áreas, mas precisa estar bem assessorado para tomar decisões seguras”, afirma.

A procura por esse tipo de suporte tem crescido à medida que empresas enfrentam os efeitos de uma gestão pouco estruturada. O SERAC, hub de soluções corporativas com atuação nas áreas contábil, jurídica, educacional e tecnológica, atende empresas de diferentes portes e segmentos em todo o país.

Para o especialista, a Copa escancara um ponto central da gestão empresarial. “Crescimento sem estrutura não se sustenta. O evento pode impulsionar o faturamento, mas é a organização que garante que esse resultado vire lucro de fato”, conclui.

Nego Di surpreende público ao participar de grande evento de fisiculturismo no Sul do país

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Humorista e comunicador mostrou sua evolução física e reforçou nova fase marcada por disciplina, saúde e superação pessoal

Quem acompanhou o grande evento de fisiculturismo realizado neste fim de semana no Sul do Brasil foi surpreendido por uma presença que chamou a atenção dentro e fora dos bastidores: Nego Di.

Conhecido nacionalmente pelo seu trabalho no entretenimento, o humorista participou da programação especial do evento e recebeu o carinho do público que acompanha sua trajetória. A presença marcou mais um capítulo de uma fase de transformação pessoal que vem sendo construída nos últimos meses.

Longe dos holofotes tradicionais e focado em novos desafios, Nego Di tem dedicado parte da sua rotina aos treinos, à alimentação equilibrada e ao desenvolvimento físico. O resultado desse comprometimento ficou evidente durante o encontro, onde seu novo visual e condicionamento físico foram assuntos entre atletas, convidados e fãs presentes.

Mais do que uma mudança estética, a aproximação com o universo do fisiculturismo representa um momento de reconstrução e amadurecimento. A disciplina exigida pelo esporte se tornou uma aliada importante na busca por novos objetivos, refletindo uma versão mais focada e determinada do comunicador.

Durante o evento, Nego Di fez questão de prestigiar atletas, conhecer histórias inspiradoras e interagir com o público, reforçando a conexão que sempre manteve com seus seguidores. Sua participação também simboliza a crescente popularização do fisiculturismo, modalidade que vem atraindo cada vez mais admiradores em todo o país.

A presença no evento demonstra que, independentemente dos desafios, a capacidade de se reinventar continua sendo uma das maiores características de quem escolhe seguir em frente. E foi exatamente essa mensagem que Nego Di transmitiu ao público: a de que evolução, dentro ou fora dos palcos, é resultado de constância, dedicação e vontade de construir novos caminhos.

FESTIVAL Futebol e Samba reúne famosos no Pacaembu durante jogo do Brasil na Copa do Mundo 2026

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Imagine assistir a um jogo da Seleção Brasileira em um ambiente climatizado, com shows, ativações de marcas, convidados famosos e clima de estádio. Foi exatamente isso que cerca de 5 mil pessoas viveram durante o primeiro jogo do Brasil na Copa do Mundo 2026, no Festival Futebol e Samba, realizado na Arena Mercado Livre Pacaembu, em São Paulo.

Thiago, ex casa do patrão e atleta, tieta Salgadinho

O evento, que vem se consolidando como uma das principais fan fests do país, acompanhou o empate da Seleção Brasileira em 1 a 1 contra Marrocos em uma estrutura que chamou atenção pelo tamanho e pela experiência oferecida ao público.

O Ator e diretor Vincenzo Richy com a namorada Julia , Salgadinho e Gis de Oliveira

O Ator e diretor Vincenzo Richy com a namorada Julia , Salgadinho e Gis de Oliveira

Produzido pela Effect Sport, agência que há 15 anos se tornou referência no mercado de experiências de marcas e eventos esportivos, o festival apostou em uma proposta que vai muito além da transmissão da partida. O público teve acesso a diferentes áreas, incluindo pista comum, pista premium, lounges exclusivos e uma programação repleta de atrações.

A celebração contou com três telões instalados em um palco de porte internacional, além de ativações interativas de patrocinadores e apresentações de Salgadinho, DJ Puff, da campeã do Carnaval paulista Mocidade Alegre e do grupo Gogó do Samba, que mantiveram o clima de festa antes, durante e após o jogo.

Andressa, Gis de Oliveira, Salgadinho, Thiago que TB é atleta, João, Luiz , Vinícius, Jovan, João e Skova

Andressa, Gis de Oliveira, Salgadinho, Thiago que TB é atleta, João, Luiz , Vinícius, Jovan, João e Skova

Nos bastidores, o evento também chamou atenção pela presença de personalidades. Um dos destaques foi o reencontro dos ex-participantes do reality “A Casa do Patrão”, dirigido por Boninho e exibido pela Record. Entre eles estava Andressa, a última eliminada da atração, que aproveitou a ocasião para rever Skova e os demais participantes, marcando o primeiro contato público do grupo após o programa.

O jornalista e apresentador Thiago Rocha e a cantora MC Soffia também passaram pelo evento e circularam pelo lounge da Betano, patrocinadora da festa.

Mc Soffia

Já no Lounge Effect Sport, nomes conhecidos do esporte e do entretenimento prestigiaram a experiência. O bicampeão olímpico Maurício Lima esteve acompanhado da família e foi um dos mais assediados pelo público, recebendo pedidos de fotos durante toda a sua permanência no local. O espaço recebeu ainda o ator e diretor Vicenzo Richy, as atrizes Pitty Webo e Thais Vaz, além de influenciadores e formadores de opinião que aproveitaram todos as áreas do evento.

O Bi Campeão olímpico do vôlei Maurício Lima com sua família Roberta Lima, Maria Eduarda Lima, a amiga Carolina Said , a amiga relações públicas Gis de Oliveira entre os organizadores Pedro Rego Monteiro e Thiago Oliveira, fundadores da Effect Sport.

O Bi Campeão olímpico do vôlei Maurício Lima com sua família Roberta Lima, Maria Eduarda Lima, a amiga Carolina Said , a amiga relações públicas Gis de Oliveira entre os organizadores Pedro Rego Monteiro e Thiago Oliveira, fundadores da Effect Sport

Pitty Webo

Com um público formado por grupos de amigos, casais e famílias com crianças, o festival reforçou a proposta de oferecer uma experiência segura, confortável e inclusiva para quem deseja torcer pela Seleção Brasileira durante a Copa.

“A Copa do Mundo é um evento que gera memórias especiais entre pais e filhos, amigos. As pessoas se preparam para reunir quem amam para torcer pelo Brasil, escolhem o lugar onde vão ter mais conforto e se divertir. Ver isso acontecendo em tempo real e saber que ajudei a proporcionar esses encontros é mágico. Esse primeiro jogo teve uma energia muito especial de alegria e unidade. Estou animada para os próximos jogos, nos dias 19 e 24. Acredito que essa seja a melhor festa para torcer pelo Brasil e vi que acertamos em cheio também com o público. Estou confiante na nossa seleção. Enquanto eles estiverem lá, estaremos daqui vibrando positivo e curtindo juntos”, afirmou a relações públicas Gis de Oliveira.

Marcelo Skova , Gis de Oliveira e Andressa ex Casa do Patrão

Com as próximas partidas da Seleção se aproximando, a expectativa dos organizadores é repetir o sucesso da estreia e ampliar ainda mais a experiência e qualidade para os torcedores. As vendas para os jogos dos dias 19 e 24 já estão abertas pela plataforma Sympla. Crianças menores de 14 anos podem participar acompanhadas dos pais.

Ator e diretor de novelas verticais Vincenzo Richy e a modelo Julia Fraga

Fotos: Sara Vidal

Ecossistemas de mentoria aproximam donos de salão de grandes nomes do mercado

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Conexão direta com especialistas e troca prática aceleram decisões e fortalecem a formação de líderes no setor de beleza

O avanço do empreendedorismo na beleza no Brasil tem ampliado a busca por modelos de formação mais conectados à prática do negócio. Dados do Sebrae indicam que o país registrou mais de 230 mil novos pequenos negócios no segmento de beleza em 2025, o que reforça o crescimento do setor e, ao mesmo tempo, expõe lacunas na formação de gestores. Dentro desse movimento, os ecossistemas de mentoria vem ganhando espaço ao oferecer acesso direto a especialistas e experiências reais de mercado. 

Na perspectiva de Saulo Abrahão, empresário do setor da beleza, fundador do salão Duo+ e criador da Mentoria Voe Alto, o movimento responde a uma necessidade prática dos empresários. “O dono de salão não precisa só de informação. Ele precisa de direção, troca com quem já viveu aquilo e acesso a decisões que encurtam o caminho”, afirma.

A proposta desses ambientes vai além do ensino técnico tradicional, em vez de cursos isolados, os programas formam comunidades que conectam empresários de diferentes estágios a grandes referências do mercado. “O aprendizado acontece na troca. Quando o empresário vê outro dono enfrentando o mesmo problema e resolvendo com método, ele ganha clareza para agir mais rápido”, diz. 

Conexão e método: os novos pilares do setor da beleza 

Em alguns desses programas, modelos estruturados de acompanhamento, como o método Voe Alto, criado por Saulo Abrahão e desenvolvido como braço educacional voltado à formação de empresários da beleza com foco em gestão, liderança e crescimento sustentável, têm sido utilizados para organizar áreas como tomada de decisão, processos internos e desenvolvimento de equipes dentro dos salões.  “O método nasceu da necessidade de transformar experiência prática em estrutura. Muitos donos de salão sabem executar bem a técnica, mas precisam aprender a liderar, organizar e tomar decisões com visão empresarial”, afirma. 

Segundo o Global Entrepreneurship Monitor, fatores como redes de relacionamento, acesso a conhecimento e troca de experiências entre empreendedores influenciam diretamente a sobrevivência e o crescimento de pequenos negócios. No setor de beleza, essa lógica ganha força pela característica operacional intensa e pela ausência histórica de formação em gestão.

O acesso direto a especialistas é um fator que se difere dos conteúdos abertos, os ecossistemas oferecem proximidade com profissionais que já enfrentaram desafios semelhantes e construíram soluções testadas na prática. “Não é sobre ouvir teoria. É sobre entender como alguém tomou uma decisão, errou, ajustou e fez funcionar. Isso muda a forma como o empresário pensa o próprio negócio”, afirma o empresário.

As apostas empreendedoras nas práticas com imersão 

Programas presenciais e encontros intensivos permitem que os participantes se afastem da rotina e olhem o negócio com mais estratégia. A prática tem sido adotada por diferentes segmentos e ganha relevância na beleza, onde muitos donos ainda acumulam funções técnicas e administrativas. “Quando o empresário sai do operacional por alguns dias e mergulha em gestão, ele volta com outro nível de clareza. Isso impacta diretamente o resultado”, diz.

Em um setor marcado por alta rotatividade de equipes e desafios na padronização de serviços, a liderança passa a ser vista como competência central. “O salão cresce quando o dono aprende a liderar. Sem isso, ele continua preso ao dia a dia e o negócio não evolui”, afirma o mentor.

Comunidades profissionais vem ganhando espaço

Comunidades profissionais estruturadas também ganham protagonismo ao oferecer suporte contínuo, já que esses ambientes mantêm o empresário conectado a uma rede de apoio, com troca constante e acompanhamento. “Muitos donos crescem sozinhos e tomam decisões no improviso. Quando entram em uma comunidade, passam a ter referência, comparação e direção”, diz.

O crescimento dos ecossistemas de mentoria indica uma mudança no perfil do empresário no ramo da beleza, que passa a buscar menos conteúdo isolado e mais conexão com experiências reais. A tendência aponta para uma formação mais prática, baseada em troca, acompanhamento e aplicação direta no negócio. “O conhecimento continua importante, mas o ambiente certo acelera muito mais. É isso que faz o empresário sair do lugar e construir um salão que funciona de verdade”, afirma Abrahão.

Restaurantes recorrem à tecnologia para destravar crescimento após estagnação

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Com custos pressionados e dificuldade de manter margem, digitalização da operação passa a definir quais negócios conseguem voltar a crescer com consistência

Levantamento mais recente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) aponta que cerca de 30% dos estabelecimentos operam sem lucro no país, enquanto a maioria enfrenta pressão constante de custos com insumos, mão de obra e despesas operacionais. Ao mesmo tempo, dados do Sebrae indicam que a falta de gestão estruturada segue entre os principais fatores que limitam o crescimento e a longevidade de pequenos negócios no Brasil.

Marcelo Marani, professor e especialista em foodservice, fundador da Donos de Restaurantes, afirma que restaurantes que estavam estagnados passaram a recorrer à tecnologia para reorganizar a operação e recuperar escala, e avalia que esse movimento já não é opcional. “O restaurante que não usa tecnologia para controlar a operação continua tomando decisão no escuro. E crescer sem clareza de números é um risco enorme”, diz.

Depois de um ciclo de expansão impulsionado por demanda reprimida, muitos negócios encontraram um limite operacional. O aumento do faturamento não veio acompanhado de organização interna, o que resultou em desperdício, baixa previsibilidade e dificuldade para escalar. A resposta tem sido a adoção de sistemas de gestão integrados, que permitem acompanhar vendas, custos e desempenho em tempo real, criando uma base mais sólida para decisões estratégicas.

Esse processo começa pela estruturação dos dados. Controle de estoque, fluxo de caixa e custos por produto deixam de ser planilhas isoladas e passam a operar de forma integrada. Com isso, o empresário consegue identificar quais itens geram margem, onde estão os gargalos e quais ajustes precisam ser feitos. “Não adianta pensar em inteligência artificial se o restaurante ainda não domina o básico da operação. A tecnologia precisa organizar a casa antes de acelerar o crescimento”, explica.

A partir dessa base, a digitalização avança para o relacionamento com o cliente. Ferramentas de CRM, programas de fidelidade e cardápios digitais permitem personalizar ofertas e aumentar a recorrência, reduzindo a dependência de fluxo espontâneo. Restaurantes que utilizam histórico de consumo para orientar decisões comerciais conseguem elevar o ticket médio e melhorar a ocupação ao longo da semana.

Na operação, a automação também ajuda a enfrentar um dos principais entraves do setor, que é a dificuldade de contratação. Soluções como autoatendimento, integração com delivery e sistemas de pedidos diminuem a sobrecarga das equipes e aumentam a produtividade. “A tecnologia não substitui pessoas, mas elimina tarefas repetitivas e reduz erros. Isso melhora a eficiência e libera o time para focar no atendimento”, diz.

Apesar dos ganhos, a adoção ainda exige cautela. Investimentos sem planejamento ou sem integração entre sistemas podem gerar custo adicional sem retorno claro. O caminho mais seguro, segundo o especialista, passa por diagnóstico e priorização. “O erro comum é sair contratando ferramentas sem entender o problema. Tecnologia resolve, mas só quando existe clareza do que precisa ser ajustado”, afirma.

A escolha de fornecedores também influencia diretamente o resultado. Empresas que oferecem integração, suporte e treinamento aumentam a chance de sucesso na implementação. Avaliar histórico, buscar recomendações no próprio setor e entender o impacto financeiro da solução são etapas fundamentais antes da decisão.

Outro ponto crítico está na gestão do uso dessas ferramentas. Sistemas geram dados, mas é a interpretação que direciona o crescimento. “Não adianta ter informação e não usar. O restaurante que cresce é aquele que transforma dados em decisão e rotina de gestão”, pontua.

Com a evolução do setor, a tendência é que a tecnologia se consolide como base da operação, e não mais como diferencial. Negócios que estruturam processos, integram canais e utilizam dados de forma consistente tendem a ganhar eficiência e margem. Já aqueles que mantêm operações desorganizadas seguem mais expostos a oscilações e com dificuldade de expansão.

Para Marani, o ponto de virada está na mudança de mentalidade. “O restaurante que volta a crescer não é o que fatura mais em um mês, mas o que consegue repetir resultado com consistência. E isso só acontece quando existe gestão apoiada em tecnologia”, conclui.

Da Execução À Estratégia: Como A Sete Dígitos Está Redefinindo O Padrão Dos Eventos De Alto Nível No Brasil

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A percepção sobre eventos corporativos de alto nível mudou. Se antes bastava entregar uma produção visualmente impactante, hoje o mercado cobra algo mais complexo — e mais raro: consistência, método e resultado mensurável.

É nesse cenário que a Sete Dígitos vem consolidando um posicionamento diferente. Fundada por Rika Durão, a produtora paulista trabalha com uma premissa que ainda é escassa no setor: tratar o evento não como uma entrega isolada, mas como parte de uma estratégia maior de negócio.

Quando execução não é mais suficiente

O mercado de eventos corporativos passou por uma transformação acelerada nos últimos anos. A demanda por experiências cada vez mais sofisticadas criou uma lacuna entre o que as produtoras tradicionais entregam e o que os clientes realmente precisam.

“Execução sem estratégia é só gasto. O evento precisa ter propósito, conexão com metas e resultado esperado — caso contrário, é só custo no final do mês”, afirma Rika Durão, CEO da Sete Dígitos.

Essa visão, que parece óbvia quando dita em voz alta, ainda é pouco praticada. A maioria dos produtores ainda opera no modo reativo — resolvendo problemas conforme surgem, sem um sistema que antecipe, previna e entregue com previsibilidade.

O método que elimina o improviso

A Sete Dígitos estruturou um fluxo operacional de 13 etapas que cobre desde o briefing estratégico até o pós-evento — eliminando o improviso que ainda é uma das principais causas de falhas em produções de alto nível.

“Não existe improvisação bem-sucedida em eventos de grande porte. O que existe é preparo mal comunicado como flexibilidade”, explica Rika Durão. “Quando você tem processo, você tem previsibilidade. E previsibilidade é o que o cliente de alto ticket realmente está comprando.”

Esse modelo já foi aplicado em eventos de diferentes segmentos — de imersões a feiras corporativas — e vem gerando resultados que vão além da entrega: fidelização, indicações e crescimento de receita para os clientes da produtora.

A profissionalização que o mercado passou a exigir

A pressão por mais profissionalismo nos eventos corporativos não veio de tendência — veio de necessidade. Com o aumento dos investimentos e da exposição dos eventos, o custo de um erro também cresceu proporcionalmente.

Falhas que antes passavam despercebidas hoje viralizam. Atrasos que eram tolerados agora comprometem contratos futuros. E fornecedores sem método perdem espaço para quem consegue entregar consistência.

“O mercado amadureceu e o cliente amadureceu junto. Hoje ele não quer só um evento bonito — ele quer saber o que vai acontecer se algo der errado, como será resolvido e quem vai responder por isso”, diz Rika Durão.

É nesse gap que a Sete Dígitos encontrou seu posicionamento mais sólido: não como mais uma produtora no mercado, mas como parceira estratégica de quem entende que evento é investimento — e investimento precisa de retorno.

O próximo passo: formação de novos especialistas

Além da operação direta, Rika Durão acaba de lançar uma mentoria inédita voltada para experts premium que desejam atuar no mercado de eventos corporativos de alto nível — levando o mesmo método da Sete Dígitos para novos profissionais que querem se diferenciar em um setor cada vez mais competitivo.

Detalhe das mãos de Rika Durão, CEO da Sete Dígitos, nos bastidores de evento corporativo de alto nível
Nos bastidores, cada detalhe conta — a postura de Rika Durão reflete o nível de atenção que a Sete Dígitos dedica a cada evento corporativo.

No cenário atual, eventos corporativos bem executados deixaram de ser diferencial para se tornar exigência básica do mercado. Empresas que ainda operam no improviso estão perdendo contratos para produtoras com método e previsibilidade comprovados.

A ausência de processos claros em eventos corporativos não afeta apenas a operação — ela compromete diretamente a credibilidade da empresa organizadora e a percepção do público sobre a marca. Quando algo falha no dia do evento, o cliente não separa o problema da produtora: ele associa tudo à experiência que teve. Por isso, estrutura e governança deixaram de ser opcionais e passaram a ser pré-requisito para quem quer atuar no alto nível.

A iniciativa reforça o que já ficou evidente ao longo dos últimos meses: a Sete Dígitos não está apenas executando eventos — está ajudando a redesenhar os padrões do setor.

Empreendedoras de Impacto Volume 4 é lançado em noite de celebração ao empreendedorismo feminino na Avenida Paulista

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A empresária e publisher Caroline Diaz reuniu convidados, empresários, autoridades e personalidades em uma noite memorável para o lançamento do livro Empreendedoras de Impacto – Volume 4, realizado nesta semana na Mega Loja Magalu, na Avenida Paulista, em São Paulo. O evento, que já se consolida como uma das mais importantes iniciativas de valorização do empreendedorismo feminino no país, contou com a parceria do Grupo Calone e uma programação especial dentro do Teatro YouTube.

A cerimônia celebrou não apenas as dez autoras da nova edição da obra, mas também homenageou mulheres que fizeram parte das edições anteriores do projeto e que seguem transformando vidas por meio de suas trajetórias inspiradoras.

Entre as homenageadas da noite estavam a empresária Laiane Granieri, fundadora do Espaço Gaia e Camarim 011, a atriz Naiumi Goudoni e a assessora de imprensa Carol Freitas, além de outros grandes nomes que se destacam no cenário do empreendedorismo nacional.

As homenageadas receberam uma emocionante surpresa preparada pela organização: vídeos especiais exibidos no telão do teatro relembrando suas trajetórias e contribuições ao projeto. Além disso, cada uma foi presenteada com uma placa de reconhecimento com chancela da ONU e um elegante buquê de flores.

“Cada edição do Empreendedoras de Impacto representa muito mais do que um livro. É a construção de um legado coletivo, onde histórias reais inspiram outras mulheres a acreditarem em seus sonhos e no poder da transformação. Ver esse teatro cheio e tantas mulheres sendo reconhecidas é a confirmação de que estamos cumprindo nossa missão”, destacou Caroline Diaz, idealizadora e organizadora do projeto.

Entre as autoras da quarta edição, um dos destaques é a médica-veterinária e empresária Fernanda Binati, fundadora da LogVet, empresa referência em soluções logísticas para o setor veterinário. “Participar do Empreendedoras de Impacto é uma oportunidade de compartilhar aprendizados, desafios e conquistas que fazem parte da minha jornada empresarial. Acredito que quando dividimos nossas histórias, fortalecemos outras mulheres a seguirem seus próprios caminhos com coragem e propósito”, afirmou Fernanda Binati.

Emocionada com a homenagem recebida, a assessora de imprensa Carol Freitas agradeceu o reconhecimento. “Foi uma surpresa extremamente emocionante. Ver minha trajetória retratada naquele telão me fez relembrar toda a caminhada construída com muito trabalho, dedicação e amor pela comunicação. Receber essa homenagem ao lado de mulheres tão inspiradoras tornou a noite ainda mais especial”, declarou.

Parceiro da iniciativa e um dos responsáveis pela realização do evento, Marcelo Calone ressaltou a importância de promover espaços de valorização das mulheres empreendedoras.

“Foi uma honra contribuir para a realização de uma noite tão significativa. O Empreendedoras de Impacto já se tornou um movimento de transformação social e empresarial. Ver tantas histórias sendo reconhecidas e compartilhadas mostra a força que o empreendedorismo feminino tem para gerar mudanças positivas na sociedade”, afirmou.

Outro momento marcante da noite foi o lançamento oficial da Sociedade Brasileira de Empreendedorismo Feminino, mais uma iniciativa idealizada por Caroline Diaz com o objetivo de fortalecer conexões, fomentar oportunidades de negócios e ampliar a representatividade das mulheres no ambiente empresarial.

Com mais uma edição de sucesso, o projeto Empreendedoras de Impacto reafirma seu compromisso de dar voz a histórias inspiradoras, conectar mulheres de diferentes segmentos e impulsionar o empreendedorismo feminino em todo o Brasil.

J. Eskine une arrocha e funk ao lado de Kevin O Chris em single “Baile no Rio”

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Lançamento, que chega às plataformas em 11 de junho, conecta a sonoridade de Salvador e Rio de Janeiro

(Créditos: Som Livre)

O cantor J. Eskine dá sequência aos lançamentos do ano com “Baile no Rio”, single em parceria com Kevin O Chris, que chega às plataformas digitais neste dia 11 de junho, às 21h. Apostando na união entre o arrocha e o funk, os artistas trazem uma faixa marcada pelo refrão chiclete e conexão entre Salvador Rio de Janeiro, cidades que funcionam como pano de fundo para o encontro musical – ouça aqui

A colaboração entre os amigos nasceu a partir de um convite feito por Kevin O Chris, artista que J. Eskineadmirava há anos. “Eu sempre fui muito fã do Kevin. Quando ele mandou mensagem, não tinha como recusar. A gente foi mantendo contato até chegar nessa ideia de produzir a música”, relembra.

Pensada para o público dos dois artistas, “Baile no Rio”parte justamente da fusão entre identidades musicais e culturais. A construção da faixa também aconteceu de forma colaborativa. “Ele me mandou o projeto com várias partes e falou para eu escolher o que fazia mais sentido. Quando a gente entrou no processo de criação, vimos uma junção muito forte”, conta.

Para além da música, “Baile no Rio” traduz a afinidade entre duas cidades conhecidas pela intensidade cultural e energia popular. Para Eskine, essa conexão foi essencial para o resultado: “Salvador e Rio são muito parecidos no clima, na energia e na forma como as pessoas vivem. Quando eu chego no Rio parece que estou em casa. E geralmente a galera do Rio também se sente em casa em Salvador. Acho que isso se conectou ainda mais dentro da música.” 

Antes mesmo da estreia oficial da faixa, os artistas anteciparam seu universo durante o “Baile do Gangster”, nova label de eventos criada por J. Eskine e realizada no último dia 3 de junho. Inspirada na estética dos bailes funks cariocas sem abandonar a identidade “Peaky Blinders” do autointitulado “Gangster do Arrocha”, a festa reuniu nomes como Oh Polêmico, Spark Davizinho, além da participação especial de Kevin O Chris.

O evento em Salvador também serviu como cenário para parte do videoclipe oficial do lançamento. Bastidores, encontro dos artistas, interação com fãs e a primeira performance ao vivo da faixa foram registrados para compor um audiovisual com estética espontânea e imersiva, aproximando o público da atmosfera vibrante que marca o lançamento. 

Sobre J. Eskine

Jonathan Souza Santana (Salvador, 29 de dezembro de 1999), mais conhecido como J. Eskine, é um cantor e compositor brasileiro. Ele ganhou destaque nacional no final de 2024 com o lançamento da canção “Resenha do Arrocha”, que alcançou a primeira posição na Billboard Brasil Hot 100 e conquistou a categoria de Arrocha do Ano no Prêmio Multishow 2025. Foi um dos artistas mais populares do Brasil em 2025 de acordo com a lista da Billboard Artista 25.

J. Eskine, de 26 anos, nasceu no bairro do Uruguai, na Cidade Baixa de Salvador, e ganhou o apelido de Gângster do Arrocha graças ao seu estilo autêntico e marcante no gênero musical. A trajetória dele começou ainda na escola, cantando enquanto um amigo tocava violão. Entre 2018 e 2019, também participava de batalhas de rap com amigos, publicando os registros no YouTube e nas redes sociais.

Antes de se firmar no arrocha, Eskine passou pelo rap e pelo trap, buscando oportunidades para mostrar seu talento e ganhar um trocado se apresentando em ônibus e ferry boats. J. Eskine decidiu apostar no arrocha, um dos ritmos mais populares do Nordeste, para dar um novo rumo à sua carreira musical. Alef Donk, empresário que acompanha o cantor há cinco anos, conta que essa transição foi uma escolha estratégica e natural, já que o estilo combina perfeitamente com a vibe e o talento de Eskine.  

Após lançamentos de singles avulsos entre 2020 e 2024, em novembro do ano passado, J. Eskine lançou “Resenha do Arrocha”, que lhe catapultou para o reconhecimento nacional. A música viralizou nas redes sociais e ganhou criações assinadas por grandes creators do Brasil, como Virgínia Fonseca e Gabi Brandt, que deram um gás e ajudaram no crescimento da faixa em plataformas como o TikTok. No YouTube, por exemplo, o clipe da música alcançou a marca de 1 milhão de visualizações em apenas 11 dias!

Em junho de 2025, J. Eskine liberou nas plataformas de áudio o seu primeiro álbum. Intitulado, “Nem Só de Maluquice Vive o Homem”.

Sobre a Som Livre

Som Livre é a gravadora com DNA 100% brasileiro e um pilar fundamental na construção da identidade musical do país. Com um legado de mais de 50 anos, é reconhecida internacionalmente pela sua capacidade de revelar e consolidar grandes nomes da música nacional. Referência em curadoria, a Som Livre mantém o selo slap e projetos autorais que ditam o ritmo do mercado, além de deter um catálogo histórico com ícones musicais que fazem parte do imaginário do Brasil.

Desde 2022, como parte da Sony Music Entertainment, a gravadora potencializa o alcance global da nossa cultura, investindo continuamente na diversidade de ritmos e no desenvolvimento de carreiras de impacto no ecossistema do entretenimento.

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Day e Lara entram em clima de Copa do Mundo e lançam o primeiro do EP da segunda edição do “Resenha das Braba”

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Após encantar fãs e artistas com a faixa “Do Nada”, em colaboração com Mariana Fagundes e Lary, Day e Lara lança no dia 11/06 o primeiro EP do “Resenha das Braba”, com sucessos que marcaram os anos 2000. 

O Resenha das Braba, projeto de Day e Lara, une propósito e paixão pelo futebol e música.

Com times formados por cantoras e compositoras, a dupla jogou bola, celebrou o esporte e realizou a gravação da segunda edição do álbum, com músicas que transmitem energia, versatilidade e autenticidade. Gravado em dezembro de 2025, elas contaram com as participações de Mariana Fagundes e Lary, que integram a gravação do audiovisual em faixas poderosas. Entre elas, a “Do Nada”, que marcou o primeiro lançamento do projeto e agora ganha a adição de duas regravações de sucessos dos anos 2000 em novo EP: “Você Não Vale Nada/ A Carne É Fraca/ Ai Que Dó” e “Não Desliga O Telefone/ Tchic Bum/ A Lua Me Traiu”.

Composta por Day, Lary, Thallyson Lima e Paulo Vitor e produzida por Matheus Barcelos, a “Do Nada” fortalece um momento único na carreira das quatro artistas, que vem se destacando cada vez mais no cenário musical, sendo uma celebração em conjunto de todas as suas trajetórias, dizendo que nada é do nada! Mas sim o reflexo de sonhos e batalhas diárias para conquistá-los.

Day e Lara vem de uma série de construções consistentes, com projetos chamativos e com mensagens claras de autenticidade, buscando fugir do óbvio e fazer o diferente. Com os destaques dos lançamentos da primeira edição do Resenha das Braba, com “Minas com Goiás”, “Essa Cidade É Um Ovo” e “Nunca É Demais” e a gravação do “Juntô, Cabô!”, com a dupla Bruno & Denner, no Rancho do Sertanejeiro, em Barretos/SP, com as faixas “Paredão Eclético”, “Então Me Deixa”, “Saudadaida”, “Você Faz Falta Aqui/Tudo Que Vai Um Dia Volta” e “Saveiro Rebaixada”, a dupla celebrou as suas próprias composições, explorou gêneros e estilos diferentes.

Já Lary, referência no pagode, acumula hits como cantora e compositora no pagode, pop e R&B, destacando-se com a faixa “Em Busca Da Minha Sorte”

, que conquistou o coração do

público com sua mensagem sobre a forma de enxergar a vida. E Mariana Fagundes, com o sucesso de “Silêncio”, versão da música de Marília Mendonça, com 38 milhões de streams, “Peão Todo Tatuado”, que foi Top 1 do Spotify Brasil com mais de 34 milhões de streams e “Insegurança/ Fim Da Noite” com mais de 21 milhões de streams, também com entrada nos charts virais, conquistou os holofotes com a sua personalidade única e voz potente. Amigas e parceiras na música e na composição, Day e Lara, Mariana Fagundes e Lary celebram a si mesmas, as suas trajetórias, desafios e sucessos, nessa nova faixa em conjunto.

Para tornar esse momento ainda mais especial, o 5° maior resort do Brasil, o Mavsa Resort, localizado em Cesário Lange/SP, reuniu cantoras e influenciadoras para celebrar o mês das mulheres e ser palco da premiére da “Do Nada”

, que contou como uma coletiva de imprensa e a transmissão em primeira mão do clipe para os convidados, durante os dias 04,

05 e 06 de março.

Com o lançamento, o carinho da música se tornou ainda mais forte. Com mais de 4 mil vídeos produzidos com a faixa nas redes sociais, a “Do Nada” virou trilha sonora de pessoas que estão no caminho para realizar os seus sonhos. Cantores, empreendedores, fãs e muitas outras pessoas, compartilharam a música destacando as suas histórias com fé e entusiasmo. Entre os elogias, a dupla Zé Neto & Cristiano e a cantora Claudia Leitte demonstraram publicamente o gosto pela música, que já conta com mais de 317 mil streams no Spotify e 419 mil visualizações no clipe no YouTube, além de vídeos virais que ultrapassam 1 milhão de visualizações.

Agora, para o primeiro EP do projeto, que será lançado no dia 11 de junho de 2026, às

21:00 em todas as plataformas de áudio,”Do Nada” se une as regravações “Você Não Vale Nada/ A Carne É Fraca/ Ai Que Dó” e “Não Desliga O Telefone/ Tchic Bum/ A Lua Me Traiu”, acrescentando o brega e o forró na versatilidade da dupla Day e Lara, além de retomar sucessos que marcaram o Brasil durante os anos 2000 nas vozes de Banda Calcinha Preta, Banda Calypso, Jorge & Mateus e Janaynna, Thaeme & Thiago, Banda Djavú e Companhia do Calypso. Tudo isso embalado pelo clima de futebol e Copa do Mundo, celebrando o Brasil e torcendo pelo hexa com: “vão falar que foi do nada!”.

“Do Nada” é sobre sonhar, batalhar pelo seu sonho e celebrar não só os resultados, mas também o processo e a dupla Day e Lara segue reforçando o seu propósito como cantoras e compositoras, através do projeto “Resenha das Braba”, que agora ganha novas adições que prometem envolver o público!