



Até o final de 2026, hóspedes das quatro suítes exclusivas do personagem receberão novo álbum “Snoopy – Um Ano para Recordar”, lançado pela Panini
O universo de Snoopy ganha um novo capítulo dentro da hotelaria brasileira. O Wyndham São Paulo Ibirapuera Convention Plaza Hotel, em parceria com a Editora Panini no Brasil, passa a oferecer aos hóspedes de suas quatro suítes temáticas exclusivas do personagem um exemplar do novo álbum de figurinhas Snoopy – Um Ano para Recordar. A ação será válida até o final de 2026 e amplia a proposta do empreendimento de transformar a hospedagem em experiência de lazer que envolva diferentes gerações.
O Wyndham São Paulo Ibirapuera é o único hotel da América Latina a contar com quatro suítes temáticas oficiais do Snoopy. As acomodações foram desenvolvidas a partir de diferentes facetas do personagem — Clássico, Aviador, Astronauta e Escoteiro — e combinam ambientação, decoração e elementos inspirados no universo criado por Charles M. Schulz. Além das suítes temáticas, o empreendimento vem ampliando experiências voltadas ao público familiar, incluindo o Espaço Kids do Snoopy, além de gastronomia, lazer e outras ações especiais.
O hotel, segundo maior da cidade de São Paulo em número de acomodações, também figura atualmente entre os Top 10 hotéis da capital paulista no Tripadvisor, após avançar mais de 90 posições no ranking nos últimos anos.

“Hoje, uma boa hospedagem precisa entregar muito mais do que conforto. Queremos criar experiências que surpreendam e que façam parte das memórias das famílias. As suítes do Snoopy têm exatamente esse papel: transformam uma noite no hotel em uma experiência que começa dentro do quarto e pode se conectar a tudo o que São Paulo oferece em cultura, gastronomia, entretenimento e lazer. Nosso objetivo é ampliar cada vez mais essa vocação e fazer do Wyndham São Paulo Ibirapuera também uma escolha para quem vem à cidade para aproveitá-la e viver bons momentos em família”, afirma Marc Balanger, diretor-geral do Wyndham São Paulo Ibirapuera Convention Plaza Hotel.
Hospedagem e entretenimento
Primavera, verão, outono e inverno. As mudanças que acompanham cada época do ano conduzem o conceito do novo álbum de figurinhas Snoopy – Um Ano para Recordar, da Editora Panini no Brasil, lançado oficialmente durante a Bienal do Livro de São Paulo.
Ampliando o histórico de publicações da marca no país, o álbum transforma o ciclo das quatro estações em um fio condutor narrativo que guia o leitor por momentos marcantes, descobertas cotidianas e celebrações divertidas ao lado de Charlie Brown, Snoopy e toda a turma.
Com um projeto gráfico totalmente voltado à temática sazonal, o álbum dedica as páginas às particularidades de cada período. Do desabrochar das flores na primavera até o aconchego do inverno, passando pelas férias de verão e a tradicional colheita no outono com a esperada noite da Grande Abóbora, a coleção retrata como a passagem do tempo molda as aventuras dos personagens. O conteúdo integra tirinhas clássicas de Charles M. Schulz, atividades interativas e cenários ilustrados que convidam à leitura contínua enquanto se completa a coleção.
Mais do que um produto, o álbum funciona como um ponto de encontro familiar. Ele dialoga tanto com a curiosidade das crianças e o interesse da Geração Z por tendências visuais quanto com a memória afetiva de adultos que cresceram acompanhando as tiras de Charles M. Schulz. Transforma a jornada pelas quatro estações em um ritual compartilhado de troca, leitura e nostalgia, tornando o álbum uma experiência afetiva para desacelerar a rotina e criar novas tradições de leitura em família.
Ao todo, a coleção conta com 276 cromos, distribuídos em 144 cromos em papel couchê, 60 especiais com acabamentos diferenciados e 72 no formato ameba, além de um pôster exclusivo de 464 x 554 mm encartado no miolo. Com 48 páginas e dimensões de 232 x 287 mm, o produto chega em duas versões: brochura, com preço sugerido de R$ 19,90, e capa dura, voltada a colecionadores, por R$ 69,90. Os envelopes contendo 5 figurinhas são comercializados por R$ 5,00.
· Título: Snoopy – Um Ano para Recordar
· Editora: Panini
· Formato: Capa Brochura | 232 x 287 mm | 48 páginas + pôster
· Conteúdo do Envelope: 5 figurinhas
· Cromos: 276 figurinhas (144 regulares, 60 especiais e 72 no formato ameba)
· Preço do Álbum Brochura: R$ 19,90
· Preço do Álbum Capa Dura: R$ 69,90
· Preço do Envelope: R$ 5,00
A coleção Snoopy – Um Ano para Recordar já está disponível em bancas, livrarias, lojas parceiras, Panini Points e no site oficial da Panini.
Sobre o Hotel Wyndham São Paulo Ibirapuera
O Grupo Panini é líder mundial no setor de colecionáveis e publicações, sendo a principal editora multinacional de quadrinhos, revistas infantis e mangás na Europa e na América Latina, e o maior fabricante de álbuns de figurinhas e cards colecionáveis do mundo. Criado há 60 anos em Modena, Itália, possui canais de distribuição em mais de 150 países e tem o compromisso de lançar produtos de alta qualidade, baseados em um grande número de licenciamentos nas áreas de esportes e entretenimento. A empresa possui subsidiárias em toda a Europa, América Latina e Estados Unidos.
Os personagens da Peanuts e a propriedade intelectual relacionada pertencem à Peanuts Worldwide, que é 80% controlada pelo Grupo Sony e 20% pela família de Charles M. Schulz. Apresentados ao mundo pela primeira vez em 1950 na tirinha Peanuts, Charlie Brown, Snoopy e o restante do grupo deixaram uma marca indelével na cultura popular. Além de desfrutar das amadas séries e especiais de Peanuts no Apple TV, fãs de todas as idades celebram a marca ao redor do mundo por meio de milhares de produtos de consumo, bem como atrações em parques de diversões, eventos culturais, redes sociais e tiras de quadrinhos disponíveis em todos os formatos, do tradicional ao digital.
A Peanuts celebrou recentemente seu 75º Aniversário com exposições e atividades mundiais sem precedentes, colaborações, campanhas de marketing digital e muito mais.
Nova estrutura reúne equipe técnica, frota própria e uma frente dedicada aos pombos, problema recorrente em prédios, condomínios e comércios da capital federal
A Brasília Controle de Praga inaugurou sua nova sede no Distrito Federal com uma proposta clara: atender a procura crescente por controle de pragas urbanas e resolver um problema que incomoda síndicos, lojistas e gestores de prédios há anos. Os pombos.
A unidade concentra equipe técnica, veículos identificados, depósito de equipamentos e uma área de planejamento onde cada atendimento é desenhado antes de a equipe sair para a rua. A empresa trabalha com desinsetização, desratização, descupinização e sanitização de ambientes. O destaque da nova fase, porém, é o manejo de pombos, que ganhou uma frente própria.
Quem mora ou trabalha no Plano Piloto conhece a cena. Marquises, beirais, pilotis e fachadas de concreto oferecem abrigo e pontos de pouso quase perfeitos para a espécie. Nas superquadras da Asa Sul e da Asa Norte, nos centros comerciais de Taguatinga e nas torres de Águas Claras, a população das aves cresce onde há comida e espaço para ninho.
O incômodo vai além da sujeira. As fezes secas viram pó e, com o clima seco que domina o DF entre maio e setembro, esse material circula facilmente pelo ar. Criptococose, histoplasmose, salmonelose e psitacose estão associadas ao contato com excrementos e penas contaminadas. Há também o prejuízo material: a acidez das fezes corrói pintura, metal e impermeabilização, e os ninhos entopem calhas e rufos.
Como funciona o manejo de pombos
A lógica é simples de explicar e trabalhosa de executar: tirar do pombo o motivo para ficar. Em vez de métodos letais, a equipe aplica barreiras físicas que impedem o pouso e a formação de ninhos. Para conhecer cada solução em detalhe, acesse aqui a página para saber sobre controle de pombos em Brasília.
■Espículas: hastes de inox ou policarbonato fixadas em parapeitos, beirais e letreiros.
■Telas de proteção: fecham vãos, varandas, casas de máquinas e forros.
■Fios tensionados: indicados para superfícies extensas, com baixo impacto visual na fachada.
■Limpeza e desinfecção: remoção de fezes e ninhos antes de qualquer instalação.
Todo projeto começa com uma vistoria. Os técnicos mapeiam pontos de pouso, ninhos e fontes de alimento no entorno e só depois definem material e quantidade. Um prédio no Sudoeste e um galpão no SIA pedem soluções bem diferentes.

Técnico instala espículas em parapeito para impedir o pouso de pombos, método não letal usado pela empresa.
A localização da sede foi pensada para encurtar o deslocamento até as regiões administrativas com mais chamados. A frota sai equipada com pulverizadores, maletas de ferramentas e produtos registrados, e os técnicos trabalham com EPI completo. Controladoras de pragas seguem as regras da Anvisa (RDC 622/2022), que exigem responsável técnico, licença sanitária e comprovante de execução entregue ao cliente.
Para condomínios, esse comprovante pesa. Ele é cobrado em vistorias da vigilância sanitária, auditorias e renovações de alvará. Restaurantes, clínicas e escolas também precisam apresentá-lo.
O calendário da capital explica a demanda. Quando as chuvas chegam, a partir de outubro, crescem os registros de baratas, formigas, mosquitos e escorpiões. Na seca, roedores procuram água e abrigo dentro das edificações. Por isso a empresa aposta em contratos de manutenção preventiva, com visitas programadas, para evitar que a praga só receba atenção quando já virou infestação.
É permitido matar pombos?
O manejo recomendado é não letal. Barreiras físicas e limpeza afastam as aves sem feri-las.
Quanto tempo leva a instalação de espículas?
Depende da área. Uma varanda costuma ficar pronta em poucas horas; uma fachada inteira pode levar alguns dias.
Quais regiões são atendidas?
O Plano Piloto e as regiões administrativas do Distrito Federal, com atendimento a residências, condomínios, comércios e indústrias.
O condomínio recebe certificado?
Sim. O comprovante de execução informa os produtos usados, o serviço realizado e o responsável técnico.


Como a defesa de mulheres e a convivência com a saúde construíram as duas grandes causas de Dra. Rosana Lara
Há momentos em que uma mulher entra em um escritório de advocacia sem saber exatamente como explicar o que está vivendo. Às vezes há medo. Em outras, vergonha. Há quem chegue cansada de tentar. Há quem esteja preocupada com os filhos. E há aquelas que, depois de tanto tempo submetidas à violência, já nem conseguem enxergar com clareza por onde começar.
Foi convivendo com histórias assim que Dra. Rosana Lara entendeu que exercer a advocacia, em determinados momentos, significa muito mais do que conhecer leis, prazos e processos. Significa saber ouvir. No trabalho desenvolvido por seu escritório, essa ideia aparece de maneira muito clara: antes de explicar direitos ou indicar caminhos jurídicos, vem a escuta. O atendimento às mulheres é apresentado como um espaço sem julgamentos, com sigilo, linguagem simples e acompanhamento ao longo do processo.
Pode parecer um detalhe mas não é. Para uma mulher que vive violência, procurar ajuda muitas vezes significa atravessar uma fronteira invisível entre continuar suportando aquela realidade e admitir para si mesma que precisa sair dela. E é justamente nessa fronteira que Rosana escolheu trabalhar.
A VOZ DAS SILENCIADAS
A violência doméstica raramente começa no momento em que alguém procura um advogado. Quando a vítima finalmente pede ajuda, pode existir uma história anterior de medo, dependência, ameaças, filhos envolvidos, relações familiares rompidas e uma autoestima que foi sendo corroída pouco a pouco.

Por isso, o trabalho jurídico desenvolvido por Rosana com essas mulheres não se limita a uma única providência. Pode envolver medida protetiva e acompanhamento sob a Lei Maria da Penha, mas também divórcio, pensão alimentícia, guarda dos filhos e definição de convivência. São questões diferentes no Direito, mas que, na vida real, frequentemente fazem parte da mesma história.
É aí que a firmeza jurídica precisa conviver com outra qualidade menos encontrada nos códigos: sensibilidade para perceber quem está do outro lado da mesa. Porque existe uma diferença enorme entre simplesmente conduzir um processo e ajudar uma pessoa a recuperar a capacidade de conduzir a própria vida.
Rosana passou a acompanhar mulheres justamente em alguns dos momentos mais vulneráveis dessa travessia. Mulheres que precisavam entender seus direitos, proteger os filhos, mulheres que precisavam interromper situações de violência emulheres que, antes de qualquer decisão judicial, precisavam voltar a acreditar que ainda tinham escolha.
Seu escritório resume essa maneira de trabalhar em quatro palavras: escuta, sigilo, clareza e presença. Na prática, são quatro palavras que dizem muito sobre a advocacia que ela decidiu exercer. A lei oferece instrumentos para interromper a violência mas reconstruir uma vida exige algo que sentença alguma consegue determinar por decreto.
Exige que aquela mulher volte a se perceber como dona das próprias decisões. É por isso que algumas vitórias não cabem nos autos de um processo. Estão na mulher que volta a trabalhar. Naquela que consegue dormir sem medo. Na mãe que reorganiza a vida dos filhos. Na pessoa que recupera autonomia depois de anos acreditando que não conseguiria viver de outra maneira.
É nessa dimensão humana que a atuação de Rosana ganhou significado. E foi também daí que surgiu, com o tempo, algo que ela própria talvez não tivesse planejado como destino.
QUANDO UMA CAUSA COMEÇA A PEDIR MAIS ESPAÇO
O reconhecimento desse trabalho aproximou Rosana de pessoas que passaram a enxergar nela uma possibilidade de levar essas experiências para além do atendimento individual. O incentivo para entrar na vida pública nasceu desse percurso.Não porque a política tivesse criado uma causa para ela defender. Foi o contrário. A causa já existia.
A candidatura a deputada estadual apareceu como a possibilidade de ampliar uma luta que, até então, acontecia mulher por mulher, processo por processo.
Existe uma diferença importante aí. Como advogada, Rosana pode atuar quando uma mulher bate à sua porta. Na vida pública, passa a existir outra possibilidade: discutir políticas capazes de alcançar também mulheres que ela nunca conhecerá pessoalmente.
Transformar experiência em prevenção, acolhimento em política pública. E problemas que chegam individualmente ao escritório em debates que precisam chegar ao Estado. Foi assim que a candidatura entrou em sua história: não como ponto de partida, mas como uma nova dimensão de um trabalho que já estava acontecendo. E havia ainda outra parte dessa trajetória esperando para ganhar o mesmo espaço.
CUIDAR DE QUEM CUIDA
Durante mais de uma década de atuação ligada à área da saúde, Rosana conheceu outra realidade que também costuma permanecer escondida de quem observa um hospital apenas como paciente. Por trás de cada leito existe alguém trabalhando. Enquanto uma família espera notícias, alguém permanece dentro da UTI. Enquanto uma cirurgia atravessa a madrugada, alguém continua ao lado do paciente. E, muitas vezes, esse alguém é uma enfermeira, uma técnica ou uma auxiliar de enfermagem.
São profissionais submetidos a plantões extensos, emergências, UTIs, centros cirúrgicos e situações de grande desgaste físico e emocional. É justamente essa realidade que aparece como ponto de partida do programa idealizado por Rosana: Cuidar de Quem Cuida. O nome traduz uma pergunta simples, mas incômoda: quem cuida de quem passa a vida cuidando dos outros?
QUEM SUSTENTA O PLANTÃO TAMBÉM CANSA
A proposta de Rosana não nasceu apenas de uma ideia abstrata de valorização profissional. Ela parte de um problema concreto. A legislação federal já prevê condições adequadas de repouso para os profissionais de enfermagem. O desafio, portanto, é fazer esse direito existir também no cotidiano dos hospitais.
É daí que nasce o Programa Cuidar de Quem Cuida — Programa de Valorização, Repouso e Saúde Mental da Enfermagem de São Paulo. E a proposta foi pensada para sair do discurso. O primeiro passo previsto é levantar as condições existentes no complexo do Hospital das Clínicas de São Paulo: quantos espaços de repouso e descompressão existem, quem tem acesso a eles, se atendem às exigências legais, quais unidades precisam de adequação e se existem programas específicos de prevenção ao esgotamento e promoção da saúde mental da enfermagem.
Depois, a proposta é iniciar ali um projeto-piloto, priorizando justamente os setores em que o desgaste tende a ser maior: pronto-socorro, emergência, UTIs, centros cirúrgicos, oncologia e áreas marcadas por plantões prolongados ou grande carga física e emocional.Não se trata apenas de colocar uma poltrona em algum canto do hospital e chamar aquilo de descanso.
O projeto prevê ambientes efetivamente destinados ao repouso e à descompressão, com possibilidade de reforma e adaptação dos espaços, mobiliário adequado, climatização, tratamento acústico, iluminação, armários e estrutura para recuperação durante os intervalos dos plantões. A experiência no HC serviria posteriormente como referência para uma expansão pela rede estadual.Há ainda uma dimensão maior.
O projeto de lei que integra o programa propõe diretrizes estaduais para recuperação física e saúde mental da enfermagem, prevenção do esgotamento profissional, redução dos riscos da fadiga e melhoria das condições de trabalho. E estabelece uma relação que às vezes é esquecida: cuidar de quem trabalha também contribui para a segurança de quem está sendo atendido. Ou seja: não é benefício para uma categoria isolada. É também uma questão de qualidade da assistência.
DUAS CAUSAS QUE, NO FUNDO, SE ENCONTRAM
À primeira vista, defender uma mulher vítima de violência e lutar por melhores condições para a enfermagem podem parecer duas histórias diferentes. Na trajetória de Rosana Lara, elas acabam se encontrando. A enfermagem é uma profissão marcada por uma presença feminina muito expressiva. E muitas dessas mulheres passam a vida desempenhando justamente o papel que a sociedade historicamente colocou sobre seus ombros: cuidar. Cuida dos pacientes, dos filhos, da família. Cuidam de pessoas que talvez nunca mais encontrem depois da alta.
Mas quem olha para elas quando o corpo chega ao limite? Quem percebe a profissional que terminou um atendimento difícil, respirou fundo e entrou imediatamente no quarto seguinte? Quem cuida da pessoa por trás do uniforme? Talvez seja exatamente nesse ponto que as duas grandes causas de Rosana deixem de ser duas.
No escritório, ela encontrou mulheres que precisavam recuperar segurança para reconstruir a própria vida. Na saúde, encontrou profissionais que passam a jornada oferecendo segurança aos outros e que também precisam ser protegidas. Nos dois lugares existe alguém acostumado a suportar muito antes de pedir ajuda. E talvez seja por isso que essas histórias tenham encontrado espaço na mesma trajetória.
DA ESCUTA À VIDA PÚBLICA
Rosana Lara chega à disputa por uma cadeira de deputada estadual carregando essas experiências. Seria fácil contar essa história ao contrário e fazer parecer que as causas nasceram depois da candidatura. Mas a cronologia importa. Primeiro vieram as pessoas. Depois vieram as causas. Só então veio a política. A advocacia colocou Rosana diante de mulheres que precisavam ser ouvidas e defendidas. A experiência na saúde mostrou a realidade de profissionais que passam a vida cuidando dos outros e nem sempre encontram estrutura para cuidar de si mesmos. A política apareceu depois, como possibilidade de aumentar a escala dessas respostas.
Isso não significa que uma candidatura transforme automaticamente intenção em resultado. A vida pública exige debate, construção, fiscalização, orçamento, negociação e capacidade de transformar propostas em políticas efetivas.
Mas explica por que Rosana decidiu estar ali. Ela não abandona a advocacia para entrar em outra história. Leva para a vida pública a história que já vinha construindo. E, quando se olha para as duas pontas dessa trajetória, talvez exista uma palavra capaz de uni-las melhor do que qualquer outra.
Cuidado.
Não o cuidado entendido como fragilidade. O cuidado que escuta quando alguém está com medo. Que conhece a lei quando é preciso proteger. Que tem firmeza quando é necessário enfrentar. Que olha para uma profissional exausta e reconhece que ela também tem limites. E que entende que dignidade não deveria começar apenas depois que alguém chega ao extremo. No escritório ou no hospital, diante de uma mulher vítima de violência ou de uma profissional depois de horas de plantão, a pergunta que atravessa a trajetória de Rosana Lara parece ser a mesma. quem está cuidando de quem passou tanto tempo cuidando, suportando e lutando pelos outros? É essa pergunta que ela agora leva para a vida pública.

A medida atinge principalmente famílias mais pobres, sem dinheiro para retirar carros e motos dos pátios.
Uma denúncia grave coloca o Governo de São Paulo diante de uma pergunta incômoda envolvendo gestão e empatia: por que justamente os mais pobres estão sendo atingidos de forma tão pesada pelo Estado? Segundo proprietários, carros e motos recolhidos aos pátios, que poderiam seguir para leilão, estão sendo prensados e vendidos como sucata a preços irrisórios. Entre os atingidos estão desempregados, trabalhadores que vivem de bicos e famílias que compraram um veículo usado porque era o único que cabia no orçamento. Gente que já tinha pouco e agora vê o carro ou a moto virar um monte de ferro-velho. Muitos tiveram o veículo apreendido por irregularidades como IPVA ou licenciamento atrasados e, sem dinheiro para regularizar a situação, pagar as despesas e retirá-lo do pátio, acabaram perdendo definitivamente o único patrimônio que possuíam.
O servente de pedreiro José Renato conta que já havia juntado metade do dinheiro necessário para recuperar seu carro quando recebeu a notícia de que não havia mais carro para buscar. “Disseram que tinha ido para a prensa e vendido como ferro-velho por uns R$ 400. E ainda vou ter meu incluindo no CADIN, pois o valor o valor arrecadado no leilão não pagou nenhuma despesa. Eu estava juntando os recursos. Não abandonei meu carro. O Governo não me deu uma saída, simplesmente tirou de mim o único patrimônio que eu tinha. Quem está sem dinheiro precisa de ajuda para sair do problema, não de mais um problema.”
COMO FUNCIONA
Quando um veículo é recolhido para o pátio, se o proprietário não pagar os impostos, taxas e multas, ele pode ser leiloado. O dinheiro arrecadado é usado para pagar débitos relacionados ao bem e o saldo retorna para o antigo proprietário. Ou seja, mesmo sem conseguir recuperar o carro, José Renato ainda poderia recuperarparte do valor daquele patrimônio mas a prensa acabou com essa possibilidade.
O PERITO VÊ PESSOALMENTE. O GOVERNO REBAIXA PELA TELA E SEM CRITÉRIO
Antes do leilão, um avaliador credenciado vai pessoalmente ao pátio, examina o veículo e produz um laudo. Só que o atual governo criou recentemente a chamada “convalidação”, uma análise a mais.
Em consulta a entidades da categoria SEGRESP- Sindicato Das Empresas E Proprietários De Serviços De Reboque, Resgate, Guincho E Remoção De Veículos No Estado De São Paulo, SINGUESP – Sindicato dos Guincheiros Removedores de Veículos do Estado de São Paulo e APPAGESP – Associação dos Proprietários de Pátios, Guinchos e Depósitos de Veículos do Estado de São Paulo, essa etapa é feita a distância, pela tela de um computador. E a classificação que foi realizada anteriormente pelo perito que esteve diante do veículo é derrubada por uma pessoa que nunca pisou no pátio, só teve contato com o veiculo pelas informações e imagens disponíveis no sistema.
Para Deivid de Andrade, presidente da APPAGESP, o procedimento é arbitrário e socialmente devastador. “Uma das justificativas para o rebaixamento é “foto com resolução ruim”. Era só refazer a foto. O atual governo credencia um profissional, ele vai ao pátio, examina o carro e assina o laudo. Depois alguém que nunca viu aquele veículo pessoalmente muda a classificação. Se existe dúvida, mande outro profissional olhar. O que não pode é destruir o patrimônio de uma família com um simples clique no computador. Ou não existe empatia ou tem algum interesse por trás, só pode ser ” .
87% DOS VEICULOS PRENSADOS
Roberto Eger Stuewe, presidente do SEGRESP denuncia que em Presidente Prudente, dos 490 veículos preparados para leilão, 426 foram reclassificados como sucata. Isso representa aproximadamente 87% do total, segundo os dados apresentados pelo sindicato. No caso do Edital 430/2026, de 262 veiculos aptos a serem vendidos como direito a documento, que foram para convalidação, 180 foram rebaixados para prensa.

Carro leiloado sendo prensado

Elantra com direito a documento, valor de mercado de R$ 53.000,00. Erro de convalidação fez o carro ser vendido como prensa a R$ 0,64 o quilo. Veículo será prensado em breve.
A CONTA CAI SOBRE QUEM JÁ ESTÁ NO LIMITE
Deivid de Andrade, presidente da APPAGESP também chama a atenção para a consequência social. “ Na verdade – diz ele – por trás desses números estão o motoboy entregador que perde sua única fonte de sustento. O pedreiro que precisa do carro para transportar as ferramentas de trabalho. Uma família que está apertada sem condições de regularizar e perde o veiculo, únicobem que conseguiu ter na vida.”
Solange Aparecida está revoltada com a atitude do governo do estado: “É muito triste ver que quem deveria proteger a população está fazendo justamente o contrário. A pessoa já está desempregada, endividada, e ainda vem essa pancada. Onde está a sensibilidade do governador? Onde está a preocupação com as famílias? Para mim, isso é crueldade, não tem outro nome”
As entidades afirmam que há cerca de 300 mil veículos guardados atualmente nos pátios paulistas. “Quando eu conseguir o dinheiro, será que a minha moto vai estar lá?” pergunta Juliano Ferreira, que teve a moto recolhida numa blitz porque estava com os documentos atrasados. “Eu estou desempregado, mas estou tentando regularizar”.
Antes das panelas de polenta, das apresentações que misturam música e gastronomia e dos mais de 30 mil litros do prato já distribuídos gratuitamente ao público, veio o rock. É na música que começa a história de Romisson, cantor, compositor e multi-instrumentista que encontrou no gênero não apenas uma paixão, mas uma forma de expressão e um caminho profissional.
Hoje conhecido também como um dos idealizadores do Polenta Rock Show, criado ao lado da esposa, Nany Apple, Romisson tem uma trajetória que vai além do projeto que chama atenção pela combinação inusitada de guitarras, palco e polenta. Sua relação com a música é a base de tudo o que viria depois.
Como cantor e instrumentista, Romisson construiu sua identidade artística tendo o rock como uma de suas principais referências. A experiência adquirida ao longo dessa caminhada também despertou nele o desejo de experimentar novos formatos e encontrar maneiras diferentes de aproximar a música das pessoas.
Foi justamente dessa inquietação artística que, em 2020, surgiu um novo capítulo de sua história.
Quando o rock ganhou um novo ingrediente
O Polenta Rock Show nasceu de maneira espontânea durante uma apresentação e acabou transformando uma combinação improvável em conceito: unir um show de rock a uma experiência gastronômica e de convivência, com distribuição gratuita de polenta para o público.
Ao lado de Nany Apple, Romisson transformou a ideia em um projeto que passou a ocupar eventos e equipamentos culturais, reunindo música, gastronomia, inclusão e interação com a plateia.
Desde então, mais de 30 mil litros de polenta já foram distribuídos gratuitamente, enquanto Romisson segue no palco apresentando um repertório dedicado especialmente ao rock nacional e a seus trabalhos musicais.
Mas, para o artista, a polenta nunca substituiu a música. Pelo contrário: tornou-se uma ferramenta para criar uma experiência em torno dela.
O projeto representa uma extensão de sua própria maneira de enxergar o fazer artístico: o show não precisa terminar no palco e a música pode ser o ponto de partida para encontros, memórias e experiências coletivas.
A trajetória ajuda a revelar uma dimensão de Romisson que nem sempre aparece quando o Polenta Rock Show é apresentado apenas por sua característica mais curiosa.
Por trás do projeto está um músico que canta, compõe, toca diferentes instrumentos e encontrou no rock uma linguagem para desenvolver sua identidade artística. A criação do Polenta Rock Show surge, assim, não como um caminho separado de sua carreira, mas como resultado dela.
A proposta também dialoga com uma característica histórica do próprio rock: a liberdade para experimentar, provocar encontros e romper formatos tradicionais.
Ao transformar uma apresentação musical em uma experiência que também envolve gastronomia e acolhimento, Romisson encontrou uma maneira particular de levar essa linguagem para públicos e espaços diferentes.

Mesmo com o crescimento do Polenta Rock Show, Romisson mantém a música como centro de sua atuação. É a partir dela que surgem as ideias, os projetos e a vontade de continuar criando.
Sua história mostra também como artistas independentes têm buscado novas formas de construir carreira e estabelecer conexão com o público, indo além do formato convencional de palco e plateia.
No caso de Romisson, essa busca ganhou cheiro, sabor e uma panela enorme de polenta. Mas a origem continua sendo a mesma: o rock.
E se hoje muita gente chega até Romisson pela curiosidade de descobrir como uma banda de rock acabou distribuindo milhares de litros de polenta, conhecer sua trajetória ajuda a inverter a pergunta: talvez não seja sobre como a polenta entrou no rock, mas sobre como um músico encontrou uma maneira diferente de fazer sua paixão pelo rock chegar a mais pessoas.
Idealizado pelo colunista social Fábio Soares, evento reúne profissionais, empresas, veículos e parceiros em uma noite dedicada à valorização da comunicação regional
Reconhecer quem contribui diariamente para construir a história da comunicação regional é a proposta que dá vida à quinta edição do Prêmio ComunicAÇÃO. Idealizado pelo colunista social Fábio Soares, o evento chega a mais uma edição reunindo profissionais de diferentes áreas, veículos de comunicação, empresas, produtores, parceiros e personalidades que têm participação relevante na comunicação do Sul Fluminense.
Mais do que uma cerimônia de premiação, o ComunicAÇÃO nasceu com a proposta de valorizar trajetórias e reconhecer profissionais que fazem e continuam fazendo história em jornais, rádios, TVs, portais, agências, redes sociais, podcasts, fotografia, publicidade, assessoria de imprensa e outras áreas que integram o universo da comunicação. A iniciativa também cria um espaço de encontro entre diferentes gerações e segmentos do mercado regional.
A quinta edição tem como apresentação a Yesu Mobilidade Elétrica e conta com o oferecimento de Café Brasilíssimo; Dona Pelle Epilação & Estética; Sérgio Cruz Cirurgia Plástica; Marcello Laurindo Ortopedista; Hospital Viver Mais; NeoClinic – Sistemas para Clínicas e Consultórios; e Instituto Oromodel Odontologia.
O evento também reúne uma extensa rede de apoiadores, formada por Ana Paula Delgado Produção e Evento; Agencia Oficina Criativa; Black Jack PUB; Welington Ambrósio Dj; Eryca Lima Eventos e Buffet; Cálice Bar e Drinks; Tomada Filmes; Casa do Fritz Cervejaria; Graffith Eventos; Lumens LED; Jaque Brandorffe Estações e Entretenimento; Manu Sushi; Altbox Marketing; Origem Comunicação & Marketing; Impacto Consultoria e Segurança para Eventos; Grazi Selvati Atrações e Entretenimento; Gelato Amor de Ju; Jaque Brandorfe Doces; Marco Vacchi Ternos & Smokings; Brigourmet Giu; Cardeal Produções; Lojas Lucla Decor; Dj Adriano Goes; Dj Jamm; e banda Love Myself.

A cobertura e divulgação do prêmio também contam com veículos e plataformas que acompanham de perto os acontecimentos da região: Jornal A Voz da Cidade; Jornal Diário do Vale; Portal Olho Vivo; Aperta o Play; Cenário Mídia; Tudo Sobre VR; e Atlas ON.
Em 2026, o palco do Prêmio ComunicAÇÃO será ocupado por profissionais e projetos de diferentes áreas. Entre os homenageados estão Alcenor Tedesco, na categoria Publicitário; Altbox Marketing, como Agência de Marketing; Beatriz Carreiro, em Assessoria de Imprensa; Biel Carboni, com Homenagem Especial; Claudineia do Amaral, como Jornalista; Foco Regional, em Mídia Digital; Hugo Soares, com Homenagem Especial; Jô e Samuel, com Homenagem Especial; Jornal Aqui, em Mídia Impressa; Jamm, com Homenagem Especial; Larissa Teixeira, como Social Media; Patrícia Guido, como Influencer; Papo com o Mestre, na categoria Podcast; Pedro Mamutus, como Designer; Rovany Araújo, como Apresentador; Rafael Moura, como Radialista; Ricardo Batalha, como Produtor Audiovisual; Rede Facts, com Homenagem Especial; Thomas Marques, em Comunicação Inclusiva; e Wallace Feitosa, como Fotógrafo.
À frente da premiação está Fábio Soares, profissional que construiu sua trajetória justamente dentro do universo que hoje celebra. Formado em Comunicação Social – Bacharelado em Publicidade e Propaganda pelo UBM em 2006, Fábio viveu nos Estados Unidos entre 2007 e 2008, período em que trabalhou e estudou. Atualmente, é pós-graduado em Marketing Digital pela Faculdade Metropolitana.
Sua história no colunismo social começou em 2008, no extinto Jornal do Interior, onde permaneceu até 2015. Na sequência, passou a assinar sua coluna no Jornal A Voz da Cidade, onde permanece até hoje. Também é colaborador dos sites Revista Por Aqui, Gazeta Sul Fluminense e Circuito Sul Fluminense, além de editor do seu site oficial, portalfsnews.com.br.
Ao longo da carreira, Fábio Soares também passou por veículos como Portal Olho Vivo, Seuevento.net, Portal Atrativa Noivas, BMNotícias, Revista Siga, Riosulnet, antigo Portal da TV Rio Sul – Afiliada Rede Globo, e Revista Blitz Online. Em 2023, tornou-se também colunista social do jornal Diário do Vale. Na rádio, teve durante dois anos o quadro Giro Social no Programa do Gama, da Rádio Sociedade.
A formação profissional inclui ainda cursos de Assessoria de Imprensa, Web-Writting e Comunicação Empresarial pela RioExpress. Fábio também já realizou trabalhos de assessoria de comunicação e cobertura social de diversos eventos importantes, além de integrar a FEBRACOS — Federação Brasileira de Colunistas Sociais.
O Prêmio ComunicAÇÃO faz parte de uma trajetória de iniciativas criadas por Fábio Soares com o objetivo de reconhecer pessoas e histórias. O colunista é também idealizador do Prêmio Destaques VIP, Prêmio Mulher Real e Troféu Reconhecimento, além de participar da realização do Feijão Maravilha ao lado da promoter Ana Paula Delgado.
A quinta edição do ComunicAÇÃO, portanto, representa a continuidade de um projeto que coloca no centro da celebração aqueles que ajudam a informar, conectar, divulgar, registrar e transformar a comunicação no Sul Fluminense. Uma noite pensada para reunir nomes que atuam em diferentes frentes, mas que têm em comum a contribuição para a construção da memória e da identidade da comunicação regional.
Ser produtivo não significa necessariamente fazer mais coisas durante o dia. Em uma rotina marcada por mensagens, reuniões, notificações e listas intermináveis de tarefas, alguns comportamentos vistos como sinais de eficiência podem produzir justamente o efeito contrário: consumir energia e dificultar a concentração no que realmente gera resultado.
Para o empresário e autor José Felipe Carneiro, que aborda o tema no livro Performance Consciente, a alta performance precisa ser analisada também pela capacidade de sustentar bons resultados ao longo do tempo.
“A questão não é diminuir a ambição ou deixar de buscar grandes resultados. É aprender a direcionar melhor a energia. Podemos passar um dia inteiro ocupados e, ainda assim, terminar com a sensação de que aquilo que realmente importava não avançou”, explica.
A seguir, José Felipe Carneiro aponta 7 hábitos que podem parecer produtivos, mas merecem atenção.
1. Responder todas as mensagens imediatamente
A velocidade de resposta pode transmitir uma sensação de eficiência, mas interromper uma atividade toda vez que uma mensagem chega fragmenta a atenção.
Nem tudo precisa ser respondido no instante em que aparece. Sempre que possível, estabelecer momentos específicos para verificar mensagens e e-mails ajuda a preservar períodos de concentração para atividades que exigem mais raciocínio.
2. Manter a agenda completamente ocupada
Uma agenda sem espaços livres pode passar a impressão de um dia altamente produtivo. Porém, preencher cada intervalo com compromissos também significa eliminar o espaço necessário para pensar, organizar prioridades e lidar com imprevistos.
Produtividade não deveria ser medida pela quantidade de compromissos cumpridos, mas pelo impacto daquilo que foi realizado.
3. Fazer várias coisas ao mesmo tempo
Participar de uma reunião enquanto responde mensagens, acompanha e-mails e tenta finalizar outra tarefa pode parecer uma maneira de ganhar tempo.
Na prática, dividir constantemente a atenção dificulta o aprofundamento. Uma alternativa é definir qual atividade merece prioridade naquele momento e dedicar atenção integral a ela antes de seguir para a próxima.
Quando todas as demandas recebem o mesmo nível de prioridade, fica mais difícil identificar aquilo que realmente merece energia.
Antes de começar uma tarefa, vale perguntar: isso precisa mesmo ser feito agora? Qual será o impacto se eu adiar? Essa atividade contribui para algum objetivo importante ou apenas apareceu primeiro?
Criar critérios para decidir é uma maneira de evitar que o urgente ocupe permanentemente o lugar do importante.
5. Dizer “sim” para todas as oportunidades
Aceitar projetos, reuniões, convites e novas responsabilidades pode ser interpretado como disposição e ambição. No entanto, cada novo “sim” também ocupa tempo e energia que poderiam ser destinados a outras prioridades.
Aprender a escolher também significa compreender que nem toda oportunidade precisa ser aproveitada. Em determinados momentos, dizer “não” é justamente o que permite preservar energia para aquilo que realmente importa.
6. Acreditar que descansar é perder tempo
Descanso não precisa ser entendido como o oposto da produtividade. Uma rotina que depende de esforço contínuo e não permite recuperação dificilmente consegue manter o mesmo nível de desempenho indefinidamente.
Sono, pausas e momentos fora do trabalho fazem parte de uma visão mais sustentável de performance. O objetivo não é simplesmente produzir o máximo possível hoje, mas preservar condições para continuar produzindo bem amanhã.
7. Medir um bom dia pela quantidade de tarefas concluídas
Riscar muitos itens de uma lista gera uma sensação imediata de realização. O problema surge quando quantidade se transforma no principal indicador de produtividade.
Ao final do dia, além de perguntar “quantas coisas eu fiz?”, uma reflexão pode ser mais útil: “o que eu fiz hoje que realmente me aproximou dos meus objetivos?”
Para José Felipe, essa mudança de perspectiva está no centro da chamada performance consciente.
“Alta performance não deveria significar viver permanentemente no limite. É possível continuar sendo ambicioso e buscar resultados extraordinários, mas fazendo escolhas mais conscientes sobre onde colocamos nosso tempo, atenção e energia”, afirma.

Sobre José Felipe Carneiro
José Felipe Carneiro é empresário, empreendedor e autor do livro Performance Consciente, publicado pela Actual. Cofundador da Wäls, participou da transformação da cervejaria familiar mineira em uma marca reconhecida internacionalmente. Posteriormente, tornou-se sócio da Ambev e participou da criação da ZX Ventures, braço de inovação da AB InBev. Ao longo da carreira, também esteve envolvido em diferentes negócios no Brasil e nos Estados Unidos. Em seu livro e em suas palestras, aborda temas como alta performance, produtividade, liderança, prioridades e construção de resultados de forma sustentável.